Review: iPhone 5, mais uma evolução do que revolução (mais 11 notícias)
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- Posted: 13 Dec 2012 12:52 PM PSTHá pouco mais de um ano a Apple lançava no mercado o iPhone 4S, uma evolução natural do iPhone 4. Não foi nada revolucionário, já que na época a empresa da maçã apenas melhorou diversos componentes de hardware e trouxe o iOS 5 com várias novidades. O iPhone 5, a próxima evolução do celular, será lançado hoje (13) no Brasil. E ele tenta repetir, novamente, a fórmula da Apple de evoluir no lugar de revolucionar.
Enquanto já esperávamos um processador mais poderoso e um sistema mais rápido no novo iPhone, o aumento da tela do iPhone 5 pode ser considerado uma resposta da Apple à crescente tendência megalomaníaca das fabricantes de celulares. Mesmo que a Apple não admita. Ainda assim, essa conjunto de características fazem do iPhone 5 um bom concorrente no quase saturado mercado brasileiro de celulares high-end? Descubra lendo o review a seguir.
Design e pegada
Por mais que Jony Ive diga que o iPhone 5 é um aparelho com um design completamente novo, ele não é tão diferente assim do anterior. O formato em barra com uma tela e um painel frontal de vidro ainda é o design dominante. As laterais são de alumínio anodizado, que não é um dos materiais mais duráveis ou resistentes a arranhões. E isso se repete na traseira, onde há uma área bastante arranhável também. Se eu fosse bem crítico, diria que o design piorou nesses aspectos. Mas desde o primeiro iPhone que o problema com arranhões existe, então seria chutar cachorro morto.
Outra coisa que não é particularmente boa no alumínio das laterais: seu coeficiente de atrito. Ele não ajuda muito a pegada do iPhone 5 que, em conjunto com a traseira um pouco escorregadia, dá a ele uma empunhadura pior do que a do iPhone 4S, que já não era muito boa. Essa dupla de características faz do celular um objeto predestinado a atingir o chão com certa frequência para quem não segurá-lo com firmeza.
Dito isso, o iPhone 5 é um aparelho fantástico de segurar. Mesmo com a tela um pouco maior, o comprimento é o mesmo, então ele ainda encaixa na mão muito bem – mesmo sendo escorregadio. E ele também é impossivelmente leve, o que o torna ainda mais fácil de cair no chão. Pelo lado bom, quando ele inevitavelmente cair na cara de um usuário sonolento que estava segurando-o no ar ao assistir um vídeo qualquer, não vai doer tanto quanto os modelos anteriores. E como um desses usuários, acho isso uma boa vantagem.
Em termos de design, sou obrigado a confabular a teoria de que a Apple fechou contratos secretos e bilionários com fabricantes de acessórios, pois o iPhone 5 na cor preta não foi feito para ser usado sem uma case protetora. O iPhone 5 branco tem um acabamento que exibe menos os arranhões, então se você for comprar, prefira esse.
Tela e interface
Em termos de tamanho, a diferença entre os iPhones anteriores e o iPhone 5 é de apenas meia polegada. E mesmo sendo a mesma tela retina ela consegue ser incrivelmente mais brilhante e ter um contraste bem maior. E isso não é só impressão: o AnandTech fez os testes com equipamentos precisos para descobrir que a tela do iPhone 5 tem um contraste de 1313:1 e taxa de brilho de 562 nits.
Dessa vez com resolução de 1136 x 640 pixels, a tela do iPhone pela primeira vez tem a proporção de tela widescreen, ou 16:9, ideal para assistir vídeos já que a maioria já sai nesse formato. Mas ainda há problemas para quem usa um aplicativo antigo ou cujo desenvolvedor esqueceu que existe. Abri-lo no iPhone 5 vai mostrar duas barras nas laterais enquanto o aplicativo não for adaptado. E pela minha experiência, existem vários deles ainda.
Uma boa característica estética dessa tela é que dificilmente você irá perceber onde começa e onde termina a área com os pixels, pelo menos no modelo de cor preta. Uma má característica da mesma tela: a Apple ainda não conseguiu desenvolver uma tecnologia anti-oleosidade boa o bastante. Se você tiver fobia de marca de dedos, prepare-se para limpar várias vezes esse aparelho.
Rodando no mais novo iPhone está o iOS 6, sem opção de downgrade. A Apple melhorou bastante o sistema nos últimos anos e, embora ele tenha algumas desvantagens em relação ao iOS 5 (que cito mais adiante), acho que é uma evolução que tem mais pontos positivos do que negativos.
A interface é a mesma do iOS 5 com algumas modificações, já que o espaço da tela aumentou. E por ter um novo processador, ela está bem rápida de se navegar. Quem tem um iPhone 4S com iOS 6 talvez não perceba tanta diferença, mas a velocidade de abertura de aplicativos é bem maior no iPhone 5 quando comparado com o iPhone 4.
iOS 6: o bom e o ruim
O iOS 6 é um dos melhores sistemas móveis que já usei em um celular. Mas junto com suas vastas funcionalidades, estão várias desvantagens óbvias para quem planeja ter o iPhone 5 como seu principal celular.
A primeira, claro, é o sistema de mapas que tem menos informações que deveria, pelo menos no Brasil. O sinal do GPS é encontrado de forma bem rápida, graças ao trabalho conjunto dos chips de GPS e GLONASS, mas de que adianta saber onde o aparelho está se a qualidade do mapa ao redor é menos do que ideal? Nos EUA, funciona que é uma maravilha. Ele exibe até mapas em 3D. No Brasil, porém, são muitas ruas erradas e rotas pouco confiáveis.
Felizmente, o Google já liberou o aplicativo do Google Maps para iOS, o que tapa o buraco desse problema – mas como a Apple não permite mudar o aplicativo padrão, as direções abertas em aplicativos serão sempre mostradas nos mapas nativos.
Um ótimo detalhe que a Apple incluiu foi o “Do Not Disturb”, função que permite desativar a exibição de notificações e as ligações. Perfeito para quem não quer ser acordado no meio da noite pela tela piscando (e se a mesma pessoa ligar duas vezes, o telefone toca na segunda ligação).
Outro escorregão da Apple com o sistema aconteceu com a integração com o Facebook. A mesclagem de contatos está confusa: mesmo desativando a exibição dos contatos, ele continua mostrando dados unificados e se você quiser sincronizar o número de um contato no Facebook com o iOS, boa sorte, porque isso não é possível (e talvez seja culpa do próprio Facebook).
Panoramas embutidos é uma das outras vantagens do iOS 6. Assim que o sistema foi lançado, o algoritmo de panorama foi uma das coisas que mais elogiei. Ainda não vi nenhum programa conseguir costurar múltiplas fotos com tanta precisão quanto o do iOS 6.
Eu diria que entre erros e acertos, o iOS 6 sai no lucro. A Apple só precisa corrigir alguns bugs chatos que, quando as reclamações crescerem, serão notados e devidamente sanados. Ou assim esperamos.
Multimídia
Ao tocar vídeos, toda a tela é ocupada por pixels e sem a necessidade de dar zoom. Essa é uma vantagem em relação aos iPhones anteriores e suas barras pretas em vídeos. Mas vamos encarar a realidade: a Apple nunca vai oferecer suporte a arquivos que exigem padrões de codec diferente daqueles que a empresa já licenciou. Então dificilmente veremos o iOS ter compatibilidade nativa com arquivos .mkv ou .avi em geral. E essa é uma clara vantagem do Android.
Felizmente os arquivos que o iPhone 5 dá suporte já são bons o bastante para competirem com o que não é suportado no sistema. Arquivos de vídeo em H.264 e MPEG-4 tocam sem problema, bem como os arquivos de áudio em MP3, AAC, AIFF e WAV. O iOS 6 não perdeu suporte a nenhum arquivo, mas também não ganhou.
O aplicativo de podcasts não vem com o sistema, mas assim que o usuário abre a App Store o download desse programa (e de outros) é oferecido. Mas ele não é o melhor programa do mundo e tem bastante espaço para melhoras, principalmente para quem usa o dispositivo iOS como principal meio de ouvir e ver podcasts.
O novo fone
Como ouvir os arquivos multimídia no iPhone 5? Ou ao modo funkeiro dentro do ônibus, com o alto-falante ligado, ou com os mais novos EarPods da Apple. Ao demonstrá-los, a Apple disse que os fones são resultado de 5 anos de pesquisa e desenvolvimento para criar um item que encaixasse na maioria dos ouvidos.
Não encaixaram nos meus ouvidos. E por isso, por mais que a qualidade de áudio pareça melhor, eles incomodaram. Então parece que é um caso de sorte: se seus ouvidos forem compatíveis com o padrão da Apple, parabéns, você vai adorar. Caso contrário, procure o seu fone antigo.
Algo a destacar é o microfone perto da lente da câmera. Ele elimina ruídos no fundo durante uma chamada. E pelo que pude testar, comparando uma chamada do iPhone 5 com uma do iPhone 4S, ele faz isso muito bem.
Câmeras
Com uma tela maior, mais pixels são mostrados, obviamente. Isso acontece também ao tirar uma foto. A câmera também tem 8 megapixels, como no iPhone 4S, mas antes de capturar uma imagem o usuário do iPhone 5 pode ver mais detalhes dela o que é bacana. A diferença fica por conta das lentes de safira usadas no aparelho, que segundo a Apple garantem um melhor filtro e segundo o iFixit, é mais difícil de quebrar.
A surpresa fica por conta da melhor qualidade da câmera frontal, que nem sempre recebe atenção das fabricantes. Partindo de resolução VGA no iPhone 4 e 4S, a nova câmera é chamada FaceTime HD porque tem 1,2 megapixel de resolução. Em chamadas de vídeo é possível perceber uma imagem bem mais nítida.
Já a captura de vídeos ocorre com a mesma resolução de 1080p, mas agora a Apple diz que melhorou a estabilização de vídeo durante a gravação, além de detectar rostos e focar neles.
Confira abaixo o vídeo de teste da câmera do iPhone 5
Conectividade e sincronização
Desde o iPhone 4S, o iTunes melhorou bastante. E o iTunes 11 mostra essa melhora com uma interface bem mais amigável e mais rápido para executar tarefas comuns, como a sincronização. Por outro lado, a sincronização WiFi ainda funciona quando quer e o programa tem uma busca que emperra bastante se o usuários tem uma biblioteca imensa. Fora isso, o iTunes continua o de sempre: cheio de funções e faminto por memória RAM.
Bateria
Seguimos o mesmo esquema de testes de sempre, que você confere aqui, separando um tempo em que usamos o smartphone ao máximo e outro em que ele é usado de forma mais casual. Nos testes de uso intenso, 72% da bateria foi gasta, enquanto nos testes de uso moderado, apenas 37% dela foram pelo ralo.
Considerando que a tela é maior e que o processador está mais rápido, o iPhone 5 tem uma bateria excepcional e que pode muito bem durar o dia inteiro. Mas vale lembrar que o aparelho foi feito para ser usado em redes 4G e como ele não será compatível com nenhuma dessas redes no Brasil, nunca teremos um iPhone 5 surfando em dados móveis LTE – o que gasta bateria de forma tremenda.
Especificações técnicas
Pontos negativos
- Design que arranha fácil;
- Mapas que precisam ser melhorados;
- Sem suporte a 4G no Brasil.
Pontos positivos
- Tela com ótimos brilho e contraste;
- Bateria duradoura.
Conclusão
A Apple é conhecida por pensar à frente. Adotou várias tecnologias antes delas se tornarem padrão no mercado, inclusive em termos de tecnologia WiFi com o 802.11n. Então poderia muito bem fazer um iPhone 5 com suporte ao 4G brasileiro – mas preferiu não fazê-lo. E isso é só um dos itens que faz o mais novo iPhone ser um aparelho menos interessante no Brasil.
Sim, a tela é espetacularmente grande e tem um contraste sem igual. Mas a câmera é basicamente a mesma, o design continua um pouco frágil, talvez até mais para quem não gosta de arranhões. E isso não faz o iPhone 5 ficar acima dos seus concorrentes no campo dos Android ou dos Windows Phone – apenas o coloca lado a lado.
Para quem tem um iPhone 4S, migrar para o iPhone 5 ainda não vale a pena, a menos que ele seja comprado no exterior. O preço pelo qual ele é vendido aqui continua tornando-o um smartphone bastante proibitivo – e é fácil encontrar um aparelho com especificações quase idênticas e mais barato.
Para quem é dono de um iPhone 4 ou anterior, o iPhone 5 é uma escolha natural mas que deve ser feita após muita pesquisa: o preço do aparelho vai começar a R$ 2.399 e pagar esse valor é gastar mais por algo que já tem concorrentes à altura. Nesse caso, é melhor ir atrás de contratos de fidelidade para tentar diminuir o preço, ou procura contatos de fora do país ou ainda esperar.
E quem está começando agora no campo dos smartphones, é melhor buscar aquele que atende melhor: um Android, um iPhone 4S ou um Windows Phone na mesma faixa de preço. Porque no final das contas, a máxima do iPhone 4S permanece no mais novo iPhone: ele ainda não vale a pena ser comprado no Brasil.
Review: iPhone 5, mais uma evolução do que revoluçãoPosted: 13 Dec 2012 11:17 AM PSTA corrida pelo 4G no Brasil está disputada. Até abril de 2013, as quatro principais operadoras serão obrigadas a ter sua rede em LTE funcionando a todo o vapor em todas as cidades-sede da Copa das Confederações. A Claro antecipou a operação da cidade de Recife e inaugurou a rede em operação comercial junto com as cidades de Búzios (RJ), Campos do Jordão (SP) e Paraty (RJ).
As três cidades localizadas em São Paulo e no Rio de Janeiro estavam no piloto de testes da Claro — o Tecnoblog viajou para Campos do Jordão para testar a rede. Entretanto, a operadora alega que a cobertura inicial está concentrada apenas em alguns bairros. No caso de Recife, os assinantes poderão desfrutar da tecnologia batizada de 4GMax nos bairros de Aflitos, Benfica, Boa Viagem, Brasilia Teimosa, Espinheiro, Graças, Ilha do Retiro, Imbiribeira, Jaqueira, Madalena, Parnamirim, Pina, Rosarinho e Tamarineira.
Os planos abaixo são destinados a celulares. Todos contam com uma franquia de 5 GB de dados, sendo que após o consumo do plano, a velocidade é reduzida para 128 kbps.
Já na tabela abaixo estão os planos para modems, nos sabores de 5 GB e 10 GB de tráfego. Quem extrapolar essa franquia terá velocidade reduzida para 128 kbps no plano de 5 GB e 256 kbps no plano de 10 GB.
Posso dizer que, com a quantidade da franquia disponível, os preços não mudaram muito em relação aos planos 3G. No caso dos planos para modem, não houve alteração nenhuma de preço.
A operadora está vendendo dois aparelhos compatíveis com o serviço: o Motorola RAZR HD, que sai a R$ 699 no plano Claro Ilimitado 100 4G; e o modem Huawei E392, por R$ 199 no plano de internet de 5 GB. Vale lembrar que o Samsung Galaxy S III com LTE começa a ser vendido no Brasil a partir de hoje, e todas as operadoras irão comercializar o aparelho.
O que nos deixa curioso é a velocidade. No Contrato de Prestação do Serviço Móvel Pessoal na Modalidade Pós-Pago, a velocidade 4GMax significa 5 Mbps de download e 512 kbps de upload. Só que já é possível atingir essa velocidade no serviço 3GMax, que pode chegar a picos de até mesmo 6 Mbps. Eu não duvido que tenham copiado o contrato do 3GMax e não alteraram a velocidade. O Tecnoblog está tentando entrar em contato com a operadora.
Claro lança rede 4G em quatro cidades brasileirasPosted: 13 Dec 2012 09:38 AM PSTAcompanhando o timing de duas pouco conhecidas fabricantes de celulares, a Sony decidiu lançar hoje um novo aparelho no Brasil. O Xperia Go chega ao país rodando o Android 4.0 Ice Cream Sandwich e tem como alvo o mercado dos smartphones super-resistentes, aqueles que sobrevivem a água, poeira, arranhões e outros itens normalmente pouco amigáveis aos smartphones.
Nas suas especificações, o Xperia Go conta com um processador Cortex-A9 dual-core rodando a 1 GHz de clock, 512 MB de memória RAM, 8 GB de armazenamento interno (com suporte a microSD), tela de 3,5 polegadas com 480 x 320 pixels de resolução, câmera de 5 megapixels com capacidade para gravação em até 720p e 30fps e bateria de 1305mAh.
Segundo a Sony, o Xperia Go só vai ser vendido por enquanto na sua loja online (e o código “go2012″ dará 30% de desconto para quem comprar o aparelho) e nas lojas físicas espalhadas por shoppings ao redor do Brasil. Ainda não há acordos com operadoras, mas a fabricante garante que o aparelho é vendido desbloqueado e poderá funcionar com qualquer uma delas.
Pelo que percebi nos cinco minutos que brinquei com o Xperia Go, ele parece ter uma construção bem resistente e uma tela até brilhante dada a proteção que o aparelho tem. A câmera não me impressionou muito, mas em se tratando de um mid-end, é o esperado. E o fato dele já ter o Android 4.0 certamente o coloca acima de muitos aparelhos do mercado de Androids resistentes por aí.
Saberemos mais sobre ele assim que recebermos a unidade para teste.
Sony lança Xperia Go no Brasil por R$ 1 milPosted: 13 Dec 2012 08:37 AM PSTAcontece sempre: você está com os amigos num bar e quer compartilhar uma foto no Instagram, mas o congestionado 3G da sua operadora não deixa. Esse problema poderá acontecer com menos frequência a partir deste sábado: o Google anunciou hoje o projeto Free WiFi, que fornecerá conexão Wi-Fi gratuita em 150 bares espalhados no Brasil.
Trata-se de um experimento feito em parceria com a Exon On-Life Media que vai durar 90 dias e começa no dia 15. Infelizmente, os hotspots do Free WiFi não cobrem muitas regiões: eles estarão presentes apenas nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Florianópolis, Belo Horizonte e Campinas.
Mesmo nas cidades em que o Free WiFi estará funcionando, os hotspots estão bem concentrados: em São Paulo, eles estão localizados principalmente nos bairros do Itaim Bibi e Pinheiros, onde ficam bares bastante populares. As zonas Norte e Leste praticamente não são cobertas pelo programa.
Várias operadoras brasileiras já estão oferecendo conexões Wi-Fi para seus clientes para tentar desafogar a rede 3G, que é bem mais cara para se manter. Se o seu bar preferido não tem cobertura do Free WiFi do Google, nosso querido redator Lucas Braga escreveu um artigo completo sobre o assunto.
O mapa completo da cobertura do Free WiFi pode ser encontrado na página oficial do projeto. Segundo o Google, as velocidades devem ser de 10 Mbps ou 30 Mbps.
Com informações: Google Discovery, Terra.
Google vai oferecer Wi-Fi de graça em bares brasileirosPosted: 13 Dec 2012 07:16 AM PSTUm dos maiores atrativos do Linux é justamente sua compatibilidade com hardware antigo, podendo ser executado em máquinas que já não são suportadas há anos por outros sistemas operacionais. Mas até onde vale a pena manter compatibilidade com componentes ultrapassados e ter que esquentar a cabeça com ajustes diversos a cada alteração no código? Foi pensando nisso que Linus Torvalds removeu do kernel Linux o suporte a processadores Intel 386, que possuem quase… 30 anos de idade.
O primeiro processador 386 da Intel foi apresentado ao mundo em 1985, e incrivelmente continuou sendo produzido até 2007. Esse tempo de vida extra desse pequeno dinossauro se deve ao uso em sistemas embarcados e até mesmo celulares, mas ele provavelmente não era usado em desktops ou netbooks desde o começo do ano 2000. E eu estou sendo generoso aqui: meu primeiro computador tinha um processador Pentium 100 MMX e já era considerado velhinho em 1997.
Esse processador é mais velho que muitos dos nossos leitores…
Os motivos para remoção são um tanto quanto óbvios, e Linus Torvalds ainda ressalta que isso remove também muito da complexidade que atingia o desenvolvimento do kernel Linux por anos a fio. E, mesmo que por algum motivo bizarro você ainda mantenha uma máquina com quase 30 anos em uso, pode ficar tranquilo: o suporte aos processadores 386 só deixa de existir para as próximas versões do kernel. Assim, você só precisa continuar usando a sua carroça sem fazer nenhuma atualização até que a natureza faça sua parte e o equipamento morra de vez.
Com informações: geek.com.
Linux não será mais compatível com processadores 386Posted: 13 Dec 2012 07:10 AM PSTSe você gostou do Firefox OS e quer mexer um pouco com ele ou simplesmente é um desenvolvedor pensando no futuro, sua vida acaba de ficar um pouco mais simples. Já está disponível um simulador do Firefox OS que pode ser instalado como um complemento do Firefox, sem precisar esquentar a cabeça.
Uma versão beta do Firefox OS Simulator já havia sido lançada três semanas atrás, mas possuía alguns bugs e não era compatível com alguns sistemas e distribuições. Com a versão 1.0 lançada, o sistema está mais estável e funciona com mais e mais configurações diferentes de sistemas operacionais. Assim, se você pretende começar a desenvolver para o Firefox OS, já pode usar o sistema sem precisar de muito esforço.
O simulador está disponível como complemento do Firefox (faça o download aqui) e apesar do tamanho relativamente grande, o uso e a execução são simples. No vídeo abaixo, é possível ver todos os passos para instalar, executar e até mesmo instalar um aplicativo no sistema.
Nos testes que fiz o Firefox OS rodou muito bem, apesar do teclado virtual ter travado em alguns pontos. Mas como é um sistema ainda em estágio de testes, é normal esperarmos bugs e outros problemas comuns de desenvolvimento. De qualquer forma, o Firefox OS roda bem e até mesmo simula algumas funções, como SMS e afins.
Vale lembrar que o Firefox OS usa aplicativos desenvolvidos em HTML5. Isso simplifica muito o processo de criação de aplicativos (e é uma das grandes promessas do sistema) e também facilita a vida do desenvolvedor: ao criar um app em HTML5, você garante que ele também seja compatível com Android e até possa ser acessado via web, com o mínimo de ajustes.
Com informações: BR-Linux.
Mozilla lança simulador do Firefox OS como complemento do FirefoxPosted: 13 Dec 2012 06:49 AM PST
Se você ficou com vontade de comprar um Galaxy S III com 4G mas não tem R$ 2.399 no bolso, talvez possa se contentar com o Galaxy S III Mini. Ele possui design semelhante ao Galaxy S III, mas tem tela menor e hardware inferior. O aparelho com tela de 4 polegadas começou a ser vendido pelas principais lojas brasileiras custando pouco mais que a metade do irmão todo poderoso: R$ 1.299.
Para quem não lembra, o Galaxy S III Mini foi lançado pela Samsung em outubro. Na véspera do anúncio, o presidente da Samsung Mobile, JK Shin, revelou que a fabricante coreana iria “lançar um Galaxy S III de 4 polegadas”, o que criou bastante expectativa — será que finalmente teríamos um Android com hardware poderoso sem o tamanho de uma tábua para cortar carne? Infelizmente, como descobrimos no dia seguinte, não.
O Galaxy S III Mini possui tela Super AMOLED de 4 polegadas com resolução de 800×480 pixels, processador dual-core de 1 GHz, 1 GB de RAM, câmera traseira de 5 megapixels com flash LED e gravação de vídeo em 720p, câmera frontal VGA, conexão 3G e bateria de 1.500 mAh — é quase um Galaxy S II Lite com design renovado. Ele já vem com o Android 4.1, então você terá acesso ao Google Now e uma interface mais fluída graças ao Project Butter.
Lá fora, o Galaxy S III Mini possui modelos com 8 GB e 16 GB de armazenamento interno. No Brasil, apenas o primeiro modelo está sendo vendido, mas há a possibilidade de expandir a memória com um cartão microSD de até 32 GB. Ele vem com os principais recursos do Galaxy S III original, como o Direct Call, que liga automaticamente para um contato apenas aproximando o telefone do ouvido; e o Smart Alert, que avisa sobre mensagens e ligações perdidas assim que você pegar o smartphone.
Por R$ 1.299, ele possui o mesmo preço de lançamento do Motorola RAZR i, smartphone intermediário com processador Intel Atom de 2,0 GHz que nós testamos e gostamos bastante — mas o aparelho da Motorola já pode ser encontrado por menos de R$ 900 se você pesquisar um pouco. Algumas lojas estão oferecendo descontos para pagamento à vista no boleto, e o lançamento da Samsung pode ser comprado por pouco menos de R$ 1.150.
Dica do Eduardo Bastos no Twitter. Obrigado!
Lojas brasileiras começam a vender Galaxy S III MiniPosted: 13 Dec 2012 05:24 AM PSTAnunciado em maio, o Galaxy S III chegou ao Brasil sem suporte ao 4G nacional, que opera na frequência de 2,5 GHz. Durante o evento de lançamento em São Paulo, o vice-presidente de telecom da Samsung Brasil, Michel Piestun, afirmou que uma versão com 4G seria lançada quando a Anatel e as operadoras finalizassem as especificações do padrão. E aqui está ele: hoje a Samsung anunciou a chegada do Galaxy S III 4G, pelo esperado (e nada amigável) preço de R$ 2.399.
Segundo a Samsung Brasil, o Galaxy S III 4G permite que o proprietário tenha acesso a uma conexão de dados com velocidade até cinco vezes mais rápida que o 3G tradicional — isto é, assim que você conseguir assinar um plano com suporte ao 4G e sua operadora instalar antenas preparadas para o novo padrão, o que deve acontecer em meados de 2013 nas cidades-sede da Copa das Confederações.
Galaxy S III com 4G funcionando na Vivo
Apesar de manter o mesmo design do Galaxy S III original, o modelo com 4G brasileiro será vendido na cor prata, a mesma que o Tecnoblog mostrou durante o evento Futurecom 2012, que ocorreu em outubro. Na época, descobrimos que o modelo do Galaxy S III 4G que estava funcionando na rede da Vivo era GT-I9305T e o aparelho possuía o dobro de RAM: 2 GB. Nos benchmarks, o desempenho foi equivalente ao Galaxy S III original.
O Galaxy S III 4G será vendido com Android 4.1 pelo preço sugerido de R$ 2.399, mas algumas operadoras podem fornecer descontos dependendo do seu plano. De acordo com Roberto Soboll, diretor de produtos de telecom da Samsung, a fabricante coreana terá “outras novidades com a tecnologia 4G a serem anunciadas ainda no primeiro trimestre de 2013″.
Ao Tecnoblog, a Samsung confirmou que o Galaxy S III 4G é fabricado no Brasil. Todas as principais operadoras (Claro, Oi, TIM e Vivo) venderão o aparelho.
Galaxy S III com 4G chega ao Brasil por R$ 2.399Posted: 13 Dec 2012 05:03 AM PSTExatamente como previsto naquela profecia maia, a poucos dias do fim do mundo pesquisadores identificariam um trojan feito especialmente para atacar o OS X. Os computadores da maçã estão vulneráveis ao Trojan.SMSSend.366, que se apresenta como um instalador de aplicativo e foi descoberto pelo pessoal da empresa russa Doctor Web.
De acordo com a companhia, a praga se disfarça num instalador de um programa chamado VKMusic4, que permite que usuários ouçam músicas de uma rede social. Este é um programa que existe de verdade e a versão “contaminada” pode ser encontrada em sites de download pouco confiáveis. Já a original, encontrada em seu site, é livre de vírus.
Para fazer seu trabalho, o trojan seduz os usuários com a insuspeita promessa de ativar o software através de um código recebido por SMS. Mas assim que envia seu número de telefone, o trojan cumpre sua missão e o usuário também começa a ver uma pequena quantia em dinheiro sendo cobrada em sua conta todos os meses.
“Ao realizar uma ação como esta, o usuário concorda com os termos de uma assinatura que gera uma taxa que será regularmente debitada em sua conta de celular”, diz a Doctor Web. “Esses programas geralmente contêm dados sem sentidos e prometem instalação de outros programas, que de fato podem ser baixados de seus sites oficiais sem o pagamento de taxas”, encerra a empresa.
Aos que ficaram preocupados, calma: um pouco de bom senso elimina em muito as chances de ser contaminado em qualquer sistema operacional. Em caso de dúvida, baixe sempre programas de fontes confiáveis.
Com informações: Mashable, Huffington Post.
Trojan para OS X finge ser um instalador de aplicativoPosted: 13 Dec 2012 03:55 AM PSTVocê que usa smartphone, tablet, e-reader e sei lá mais quantos gadgets no dia a dia, pode gostar desse novo aparelho: ele se chama YotaPhone e trata-se de um celular Android com uma tela LCD de um lado e uma tela e-ink do outro. Segundo a fabricante, a russa Yota, o objetivo do conceito é “entregar a informação que o usuários precisam, bem na hora que eles precisarem, sem precisarem apertar um botão ou desbloquear uma tela”.
Os donos desse aparelho podem definir que tipo de informação aparecerá na tela de trás, podendo ser atualizações em redes sociais, notícias, eventos da agenda, e por aí via. E como a informação é atualizada automaticamente e a tela e-ink não se apaga, a informação vai estar sempre disponível para você, como um jornal de papel que vai se atualizando sozinho. Se o tamanho da tela não incomodar muito, você pode até usar a segunda tela como substituto de um e-reader.
Estranho? Nem tanto.
Obviamente, existe o medo da segunda tela gastar muita bateria, mas cabe lembrar que o Kindle aguenta em torno de um mês sem recarga. A tela e-ink consome pouca energia, e mesmo a bateria de 2100mAh que virá com o smartphone deve ser mais do que suficiente para uso normal.
O vídeo abaixo, gravado pelo site russo MobileReview, mostra um pouco do funcionamento do aparelho.
Infelizmente, a novidade ainda está longe de chegar e pode ser bem menos interessante na prática. O YotaPhone está prometido para o último trimestre de 2013 (se não houverem atrasos), esse é o primeiro smartphone desenvolvido pela Yota Devices, e a segunda tela exigiu que o design do aparelho sofresse algumas alterações esquisitas: o espaço para o cartão SIM foi combinado ao botão liga/desliga, por exemplo.
De qualquer forma, é um conceito interessante, e seria bacana ver uma tecnologia como essa aplicada em outros aparelhos. Quem sabe não se torne um padrão em 2014?
Com Informações: Android Police.
Conheça o YotaPhone, o Android duas-carasPosted: 12 Dec 2012 11:27 PM PSTDemorou, mas chegou. O Google liberou nessa quarta-feira a primeira versão do Google Maps como aplicativo independente sujeito às diretrizes da Apple. Corra lá na App Store e mande fazer o download antes de voltar para este artigo para saber das novidades presentes no software. Há quem diga que o Google está de volta na disputa pelo mercado de localização geográfica que a empresa da maçã pretendia lhe tomar.
O Google Maps para iPhone possui todos os recursos com os quais você se acostumou no website do serviço ou viu no aplicativo de mapas do Android. Por exemplo, a visualização de ruas pelo Street View está lá. Dá para checar o lugar exato em que o usuário tem de ir antes de sair de casa, o que costuma ser uma mão na roda – desde que a região tenha sido mapeada pelos carros superpoderosos (e cheio de câmeras) do gigante da internet.
Google Maps no iPhone
Da mesma forma, o smartphone da Apple passa a ter acesso às informações de transporte público disponíveis no Google Maps. São Paulo, a cidade mais populosa do país, repassa dados para que o Google Maps apresente rotas e recomendações de trajeto aos usuários. Os mapas nativos do iOS 6 não trazem este recurso para cidades no Brasil (até onde sei).
Além de apresentar o aplicativo de mapas para iOS, o Google também anunciou um SDK (software development kit) por meio do qual os desenvolvedores/programadores tiram proveito da tecnologia de mapas do buscador para apresentar mapas em aplicativos da plataforma da Apple. Em outras palavras, o Google dá aos devs um modo “alternativo” de apresentar mapas sem recorrer ao ainda frágil mapa da maçã.
Google Maps para iPhone conta a navegação ponto a ponto similar ao que a TomTom faz no smartphone há muito tempo e também similar ao que ofereciam no ambiente Android desde quase sempre.
Tim Cook, o CEO da Apple, teve de vir a público pedir desculpas pelo desastroso sistema de mapas que a companhia implementou no iOS 6 e tornou padrão para os donos de iTrecos.
App do Google Maps faz estreia no iPhone com Street ViewPosted: 12 Dec 2012 03:57 PM PST
Austin, Texas – A multinacional Dell mostrou nessa quarta-feira (12) o ultrabook Latitude 10 voltado especificamente para o mercado corporativo. Ora, ora, temos alguns tablets (alô, Playbook) por aí que atende esse público, você deve estar pensando. Pode ser. Ainda assim, o Latitude 10 tem grande importância para a fabricante por rodar, pela primeira vez, o sistema Windows 8 no sabor mais completo.
Eu tive a oportunidade de brincar rapidamente com um desses no centro de exposições em que ocorre o evento Dell World, nos Estados Unidos. Devo dizer que estou impressionado com a rapidez com que o dispositivo responde aos comandos no visor touchscreen de 10,1 polegadas. Michael Dell, o fundador da Dell, entrevista a ninguém menos que este intrépido repórter, disse que utiliza o Latitude 10 diariamente no escritório e ainda destaca a presença – bem como a aposta da companhia – do Windows 8.
O Latitude 10 testado por mim em seu cerne processador Atom de 1,8 GHz (Z2760) fabricado pela Intel. Espantou-me a memória RAM de 2 GB, pois eu imaginava que seria mais. Ainda assim, o aparelho responde bem no acesso à internet, reprodução de vídeos com o app nativo do Windows 8 e também na exibição de documentos do Microsoft Word.
Lembra-se que havia polêmica e dúvida em relação ao espaço que fica livre no armazenamento de tablets com o mais novo Windows. Pois bem, o Windows Explorer do Latitude 10 nos revelou que havia 38,6 GB livres de 52,2 GB reconhecidos pelo sistema. Provavelmente a Dell inclui naquele modelo específico um SSD de 64 GB. Alguns modelos do Latitude 10 terão mais – até 128 GB, obviamente custando mais caro.
Outra curiosidade referente ao tablet para negócios, no Latitude 10 haverá modelos com bateria removível. Um vídeo publicitário mostrava o dono de uma máquina dessas trocando a bateria comum por outra maior, o que certamente dá mais autonomia de uso.
Nos ajustes do sistema operacional marcava pontuação de 3,3 pontos no índice do Windows. Não é deslumbrante, mas também não se esqueça de que estamos falando de um tablet.
Representante da Dell disse que a presença do Windows 8 completo, sem ser a versão RT, garante a compatibilidade com aplicativos mais antigos. Detalhe importante para o ambiente corporativo.
O Latitude permite plugar um Dock com acesso a uma série de portas, além de ele próprio incluir leitor de SD Card (entre outros que prefiro não mencionar pois depende do modelo). A Dell Brasil ainda não divulgou o preço para o mercado nacional. Cá no evento Dell World está saindo por 329 dólares para os presentes (no varejo custa a partir de 649 dólares). Nada mal.
O repórter viajou para os Estados Unidos a convite da Dell. Atualizado às 0h48.
Latitude 10 é o primeiro tablet da Dell para negócios
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