Gizmodo Brasil: Novo trailer de O Homem de Aço mostra General Zod destruindo a Terra


Posted: 22 May 2013 04:52 AM PDT
Se você não ficou animado com as explosões do trailer para O Homem de Aço que vimos antes, agora você vai ficar: basta ver este trailer que mostra General Zod ameaçando a Terra. Ele revela mais sobre o conflito do filme, e traz cenas de ação ainda mais insanas.
No trailer, provavelmente o último antes do filme ser lançado em junho (nos EUA), você ouve o General Zod (Michael Shannon) exigindo que Kal-El se renda, ou a Terra vai sofrer consequências. Este filme promete ser bom, hein.
O Homem de Aço chega ao Brasil em 12 de julho, um mês depois de estrear nos EUA. [WarnerBros]
Posted: 21 May 2013 01:15 PM PDT
Sabe aquele gesto simples “Puxa para atualizar” bastante comum em apps de smartphones e tablets? Ele foi patenteado pelo Twitter.
O movimento foi criado por Loren Brichter, fundador da Atebits, que criou o Tweetie. A empresa foi comprada pelo Twitter em 2010 e agora a patente do gesto foi garantida ao Twitter.
Brichter diz que começou a trabalhar na patente dois meses antes de começar a negociar com o Twitter, e entrou com o pedido do registro no dia anterior à venda da sua empresa. Como ele mesmo diz, a patente foi a “cereja do bolo”.
O “Puxe para atualizar” hoje em dia é extremamente comum, e o recurso ser patenteado pelo Twitter poderia iniciar uma nova guerra de patentes, com o Twitter tentando arrancar dinheiro de todo mundo que coloca o gesto no app. Será?
Não é muito provável. Quando Brichter entrou com o pedido da patente, ele estava preocupado exatamente com o crescimento dos processos por violação de patentes – o objetivo dele era se defender. E o Twitter deve fazer a mesma coisa: só vai processar uma empresa pelo uso do recurso caso seja processado antes.
E para reforçar essa ideia, o Twitter lançou o Acordo de Patentes de Inovação – um contrato feito entre a empresa e seus engenheiros e designers para garantir que patentes só sejam usadas defensivamente. Se o Twitter quebrar o acordo, seus funcionários poderão entrar com pedido para acabar com o processo contra outras empresas que usaram suas patentes.
A partir de agora todas as patentes do Twitter farão parte desse acordo – o que significa que tudo o que for criado pelos seus engenheiros e designers ficará sob controle do inventor, e não deverá ser usado para atacar outras empresas. [Twitter via The Verge]
Posted: 21 May 2013 01:14 PM PDT
Nós achávamos que sabíamos tudo sobre o que ia ser anunciado na conferência sobre o Xbox One (e sabíamos mesmo!). Mas houve ao menos uma surpresa fenomenal que não tinha sido comentada na internet antes: um novo produto da franquia Halo está a caminho de uma sala de estar perto de você — na forma de uma série de TV live action e com Steven Spielberg assumindo a produção executiva.
O anúncio foi feito por Bonnie Ross, da 343 Industries, produtora do jogo e uma das partes envolvidas no projeto. Spielberg afirmou, durante um vídeo curto transmitido no evento, que “o universo de Halo tem a incrível oportunidade de ser uma interseção entre a tecnologia e a construção de mitos que se encontram para produzir algo verdadeiramente inovador”. É ótimo ouvir isso, principalmente vindo de quem vem.
Ficou animado? Então é bom você ter gostado do Xbox One como um todo, já que tudo indica que o seriado estará disponível exclusivamente no Xbox One. Mesmo assim, ninguém sabe exatamente quando o console será vendido, muito menos quando a série chegará. Ficamos no aguardo.
Posted: 21 May 2013 12:41 PM PDT
Espero que você goste de controles por movimentos, porque você não tem mais para onde fugir. A Microsoft acabou de anunciar o novo Kinect e ele não é literalmente conectado ao Xbox One, mas vai vir com cada aparelho vendido. Mas, desta vez, o Kinect é menos sobre jogos, e mais sobre mídia do que nunca.
O Kinect sempre teve controle por voz integrado, mas agora a Microsoft está dando ainda mais destaque para isso. Virtualmente tudo no Xbox One pode ser controlado por voz, graças às orelhas do Kinect. Sem fator de olhos também, permitindo alguns pequenos gestos enquanto sentado para controlar a interface sem precisar ter um controle por perto.
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O Kinect também funciona como um hub para toda a experiência do Xbox One. Quando você sentar no sofá com o controle na mão, ele vai perceber e ligar o sistema. Assustador, mas sensacional.
As entranhas do Kinect são mais robustas do que antes. Seus novos sensores não detectam apenas as suas articulações e modelar seu corpo, elas extrapolam coisas como seu balanço e até percebem os batimentos cardíacos apenas olhando para você. A câmera consegue gravar vídeos em 60 FPS em 1080p, e tem um campo de visão 60% maior do que o antigo Kinect.
E, desta vez, o Kinect é equipado com módulo infra-vermelho, e com uma tecnologia similar a um radar que controla o tempo que os fótons levam para saltar na sala em frente a ele. Isso deve acabar com os problemas de iluminação que prejudicaram o Kinect original. O novo Kinect deve funcionar em completa escuridão.
De uma perspectiva prática, o novo Kinect pode ser capaz de detectar pequenas coisas como o rosto, e diferenciar mão aberta ou fechada, em vez de tentar adivinhar a partir de corpos vagos que ele cria. E ele vai precisar, se quiser acompanhar a PlayStation 4 Eye.
Dito isso, o primeiro Kinect parecia impressionante quando foi apresentado, e acabou não sendo nem perto daquilo quando foi lançado. A Microsoft deve ter aprendido muito com a experiência, e eles estão apostando ainda mais alto nessa coisa de “você é o controle”, então esperamos que isso signifique controle por movimentos bacana dessa vez. E mesmo que não seja, um controle de mídia compreensivo faz o Kinect algo muito maior do que um simples periférico. Não que você tenha a oportunidade de escolher entre ter um ou não.
Posted: 21 May 2013 12:08 PM PDT
Como fazer a próxima geração de um console tão icônico quanto seu controle? Como criar uma coisa que os fãs reconheçam e, mesmo assim, seja inspiradora? A Wired conseguiu uma exclusiva com a equipe que desenvolveu o Xbox One. Se você gosta de protótipos, vai amar isto.
O Xbox One é menos um console e mais um sistema de ouvir, detectar e sentir com o objetivo de conectar sua TV, computador, videogame e smartphone. “A sala de estar mudou radicalmente nos últimos oito anos”, ouvimos durante o anúncio. “É hora da tecnologia sair de trás da cortina, e você e seu entretenimento se tornarem o centro da sala.” Como um hardware de um dispositivo pensado para ficar escondido no fundo foi pensado?

O Corpo

Diga adeus às curvas familiares e os tons verde-e-cinza-escuro dos Xbox antigos. O Xbox One é uma máquina elegante, simples, cujo destaque estético principal é um verniz preto semi-brilhante meio fosco. Seu formato foi achatado e simplificado, e a única curvatura real é um faixa fina escura e cromada ao longo da margem esquerda que serve como unidade de disco.
A principal referência aqui são os eletrônicos high-ends de algumas décadas atrás, como este receptor Bang & Olufsen da década de 1970. É uma reviravolta para o Xbox como uma marca: até agora, o design do console tentava trazer o futuro para dentro de casa, com bordas curvas, botões chanfrados e um logotipo parecido com um peixe alienígena. Tudo isso foi deixado de lado com o Xbox One, que lembra a era clássica do design industrial – os anos 1970 – em vez de tentar parecer como se fosse de 2070.
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Imagem via Wired.

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O Kinect também recebem uma atualização de design. Em vez do vidro curvado da barra antiga, o novo Kinect (que acompanhará todos os consoles!) é um monolito simples e preto, definido por sensores elegantes que permitem uma experiência de usuário melhorada para ler de tudo, desde a sua voz até o seu batimento cardíaco. Ele também consegue rastrear a localização do controle – os dois dispositivos trabalharão unidos agora. “O novo sensor Kinect é o poder de ligação entre o Xbox, SmartGlass e o controle”, nos contaram. “Fale, e a sua tropa segue o seu comando. Levante o controle, e eles te seguem.”
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Imagem via Wired.

O Controle

O controle em si foi repensado também, pelo menos para os padrões de design de controle detalhado. Os notões ABXY foram feitos com três técnicas de moldagem por injeção diferentes, de acordo com um representante. O corpo mudou um pouco, também: a remoção da bateria traseira significa que você consegue prender a mão com mais facilidade. As dimensões gerais são menores, também. A equipe de design imprimiu centenas de protótipos diferentes no estúdio usando uma impressora 3D interna.
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Imagem via Wired.
Ao todo, é um excelente design industrial da equipe do Xbox. Eles poderiam ter cedido ao ego e ter feito algo mais chamativo do que o último console. Mas, em vez disso, escolheram o caminho da moderação e, como resultado, criaram um sistema que não chega a se esconder no fundo de uma sala, mas não grita pela atenção de ninguém também. [Wired]
Posted: 21 May 2013 11:48 AM PDT
Com o Xbox One, a Microsoft quer transformar a experiência de ver TV em algo incrível. Os truques escolhidos para isso: você pode alternar entre jogos e a programação da televisão assim como sempre fez com seu controle remoto, mas usando sua voz e gestos. Isso deixa o multitask muito mais fácil, e é só a ponta do iceberg.

Vendo TV

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Para ligar o console, tudo que você tem que dizer é “Xbox, on”. A partir daí, fica ainda mais fácil? Que ver TV? Diga “Xbox, watch TV”, ele ele vai para o feed da TV ao vivo. Quer ouvir música ou ver um filme? Fale “play music” ou “Xbox, go to movies”. Comandos simples para você passear pela sua televisão — e esperamos muito que ele já chegue no Brasil entendendo português.
Mas, apesar de bacana, o Xbox ainda não é o tão sonhado substituto da TV a cabo. Para ver TV ao vivo pela saída HDMI, ainda é necessário um box de TV por assinatura conectado diretamente ao console, que, então, leva o sinal até a saída HDMI. Como o box da TV a cabo não é dispensado, você pode emparelhá-lo e usar o Xbox como bem entende. Quer usar seu controle remoto normal? Tudo bem. Quer trocar pelo guia de entretenimento da Microsoft e usar sua voz e gestos para controlar? Dá para fazer isso também.

Snap Mode

No Xbox One, você também poderá usar o Windows 8 Snap Mode, que permite que você rode dois apps ao mesmo tempo. Funciona assim: um dos aplicativos pode ser colocado na parte lateral da tela enquanto você vê um programa ou joga. Então, você pode estar assistindo a um filme e dar uma olhada no IMDB para ter mais informações sobre atores, por exemplo. Quer procurar alguma coisa na internet? Sem problemas. E também dá para fazer vídeochamadas, ou usar o Skype para bater papo enquanto você curte o Netflix. Se funcionar tão rápido como na apresentação da Microsoft, é algo com enorme potencial.
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A facilidade de navegação é a chave aqui. Se você quer ver o guia, apenas diga “Xbox, show the guide”. Criado especialmente pela Microsoft, o guia também funciona com comandos de voz do Kinect. Mais uma vez, você pode falar para o console que programa ou que canal quer ver. Também dá para voltar para os favoritos usando só a voz. Se você quer ver a tela inicial, diga “go home”. Também dá para conferir o que tem de mais popular na TV numa página de tendências. Parece como um controle remoto superavançado, só que sem ser um controle de verdade — e ele é insanamente simples de usar e de chegar no que você quer fazer.

Conteúdo original

O que mais? Uma série de TV baseada em Halo e criada pela parceria do Xbox Studios com Steven Spielberg. Uau! Não temos muitos detalhes ainda, mas já estamos acostumados a ver coisas boas do Spielberg. Queremos mais detalhes, MS!

Esportes

A Microsoft também se juntou a NFL, a liga de futebol americano dos EUA, para você jogar fantasy football (o Cartola FC deles) enquanto você vê o jogo ao vivo. Quer provocar seus amigo que torce pro outro time? Dá para usar o Snap Mode e ligar para ele usando o Skype durante o jogo.

O que funcionará por aqui?

Isso já é um mistério. Mas sabemos o que dificilmente funcionará aqui logo de cara: o guia de canais parece ótimo, mas como há muitos canais abertos nos EUA, é mais fácil funcionar lá. Aqui, é um pouco complicado. O lance dos esportes, o foco parece bem os EUA: seria bacana ver essa mistura no Brasil com, por exemplo, o Brasileirão e o Cartola FC. Mas não se empolgue tanto. Esperamos, pelo menos, que ele chegue ao país entendendo português. Devemos ter mais detalhes sobre as novidades e localização delas na E3.
Posted: 21 May 2013 11:05 AM PDT
A Microsoft enfim anunciou seu novo console, o sucessor do Xbox 360 lançado em 2005: ele chama-se Xbox One e promete ser uma “central de entretenimento all-in-one”. Como assim? Veja o que a Microsoft preparou para a nova geração de videogames:

Hardware e design

O Xbox 360 foi lançado em 2005 – oito anos de vida – então precisava de uma bela atualização no hardware. O Xbox One tem isso: CPU octa-core, 8GB de memória RAM, HDD de 500GB, drive de Blu-ray, Wi-Fi direct, HDMI e USB 3.0.
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A Microsoft diz que ele usa uma nova arquitetura que facilita na hora de mudar entre apps e conteúdo com bastante facilidade – como falaremos disso mais para frente, é uma parte fundamental da experiência do novo console.
Em relação ao design, o mais importante é que o Xbox One apareceu no evento, diferentemente do PS4 que a Sony ainda não nos mostrou. Ele parece um pouco maior do que o primeiro modelo do Xbox, e bem mais retangular do que o console antigo.
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Controle de voz e a troca rápida de telas

O Xbox One quer simplificar a sua sala de estar como um aparelho de entretenimento “All-in-One”. O Kinect 2 será vendido junto com o novo console e o controle de voz ganhou bastante destaque. Você fala “Xbox, On” e ele liga – não só isso, também detecta quem pediu para ligar e vai direto para o perfil da pessoa.
Com o console ligado, tudo pode ser feito com comandos de voz novamente. Não apenas navegar pelas janelas da dashboard (que lembra bastante a do Xbox 360), como para outras coisas. Diga “Xbox, watch TV” e ele muda para a TV ao vivo. Você pode brincar: abrir o Internet Explorer, ouvir música, assistir filmes, voltar para a TV, para algum jogo. Na demonstração a troca foi bastante rápida, quase instantânea – resta saber se realmente será nessa velocidade quando ele chegar às lojas.
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Você também pode usar o modo “snap” do Windows 8 – dois apps abertos ao mesmo tempo, com um deles ocupando uma parte menor no canto da tela. Você pode assistir um filme e acessar informações sobre ele na mesma tela, ou conversar com algum amigo via Skype enquanto joga alguma coisa.
Todos os esforços da Microsoft de variar o conteúdo no Xbox para muito além de jogos continuam – Netflix, Hulu, HBO Go e muito mais continuam presentes (isso nos Estados Unidos, é claro. Ainda não sabemos como vai ser no Brasil).

Xbox Live, novo Kinect e controle

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O Kinect foi “completamente redesenhado” para responder melhor aos seus comandos de voz, e foi feito para funcionar mais como uma conversa. Ele tem um novo sensor 1080p e captura vídeos a 60fps e detecção refinada. Ele consegue rastrear quando você mexe o pulso, e consegue até ler seus batimentos cardíacos enquanto você se exercita.
Já o controle ganhou um novo design e vários novos recursos. Nada de um touchpad, como no PS4, muito menos uma tela no meio dele, como no Wii U. Em vez de adicionar coisas, a Microsoft preferiu aperfeiçoar o que já tinha: os gatilhos recebem feedback, o direcional foi completamente refeito.
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O SmartGlass, aquele app de smartphones e tablets lançado no ano passado e que não ganhou muito destaque até agora, fará parte de toda a plataforma e também foi atualizado.
Já a Xbox Live é ainda mais fundamental para a experiência do Xbox One do que era no Xbox 360. Você conseguirá acessar seus filmes, músicas, jogos e saves de qualquer lugar do mundo. Para garantir que ela funcione melhor do que antes, a Microsoft aumentou a quantidade de servidores da Live de 15.000 para 300.000. É muita coisa.

E quando sai?

A Microsoft não deu data exata de lançamento. Ela disse apenas que o Xbox One sai “ainda neste ano” – meu palpite é que ele sai em novembro. De qualquer forma, não deve demorar muito para sabermos os detalhes sobre a data de lançamento e, o mais importante, o preço do console: a E3 2013 começa no dia 11 de junho e certamente trará mais sobre o console.
Leia mais sobre o Xbox One:
Posted: 21 May 2013 10:40 AM PDT
Depois de um anúncio sincero e honesto, chegou o grande dia da Microsoft revelar o seu novo console. Xbox 720? Durango? É o que veremos na apresentação, que começa logo agora, às 14h. Acompanhe diretamente com a gente!
Continue lendo no Kotaku Brasil: http://www.kotaku.com.br/novo-xbox-live-blog/
Posted: 21 May 2013 10:23 AM PDT
Quem diria que uma rede neural artificial poderia ser tão bonita? Os vencedores do concurso anual de fotografias Art of Science, realizado pela Universidade Princeton, foram anunciados há poucos dias. E cara, essas imagens são lindas demais.
Todo ano, um júri de professores de Princeton se reúne para analisar as milhares de imagens que seus alunos produzem durante os seus estudos. A parte mais bacana sobre a concorrência é ser aberta: graduandos, mestrandos e doutorandos de quase todos os departamentos podem participar, desde informática até arquitetura e biologia.
É o melhor dos dois mundos: nós podemos admirar as belas imagens que resultam de anos de intensa pesquisa, mas sem todo o duro trabalho acadêmico. [Art of Science]

Leste-Oeste, Oeste-Leste, por Martin Jucker

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Você já se perguntou como os ventos se parecem à medida que se movem pelo mundo? Esta imagem visualiza os fortes padrões Oeste-Leste que dominam os sistemas climáticos da Terra (em azul), mais os ventos Leste-Oeste, principalmente nos polos, em vermelho. O autor explica: “como resultado, fenômenos atmosféricos podem viajar ao redor do globo, trocando informações com facilidade mesmo em lugares remotos da Terra.”

Azul Cobalto, por Jason Krizan

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Krizan faz parte do grupo de pesquisa em química chamado Cava Lab, que cria novos materiais. Para isso, ele e seus colegas aquecem novos materiais a 1.400°C em recipientes de alumina – e, assim como na sua cozinha, parte do material fica preso na panela. Para soltá-los, o grupo muitas vezes usa vidro fundido, que condensa os materiais. Esse azul vem do óxido de cobalto negro, perolizando no interior do vidro fundido.

O Morador do Labirinto, por Chhaya Werner

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“Esse rostinho espiando um labirinto de coral é um peixe caboz“, explica Chhaya Werner, a graduanda que tirou essa foto. “Um caboz depende de corais para se abrigar, e para retribuir, muitas vezes ele limpa as algas que poderiam sufocá-los”. Simbiose!

C. instagram, por Meredith Wright

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A imagem, com o divertido nome C. instagram, mostra vermes C. elegans se alimentando de E. coli, que eles devoram antes de se reunirem nesses padrões. Meredith Wright capturou o fenômeno usando seu smartphone, daí o nome da foto. “Eu já compartilhei a foto em sites de redes sociais, e amigos que nunca estiveram interessados em biologia me perguntaram mais sobre meu trabalho por causa dessa foto”, ela explica. “Para mim, esta imagem representa o simples prazer de encontrar algo bonito quando você não espera, e mostra como é fácil conectar a ciência com novos públicos – basta tocar em Compartilhar”.

Arco-íris Neural, por Jess Brooks, Esteban Engel e Lynn Enquist

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Estas células de rim de macaco estão infectadas por um vírus de herpes, fazendo-as exibir cores que se transformam em neon. Isso facilita para os cientistas identificar neurônios individuais e os circuitos que eles formam.

Bétula Esmagada, por Michael Kosk

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Por que as árvores não apodrecem com mais facilidade? Principalmente por causa de sua estrutura celular hiperdensa, que foi dividida e fotografada como parte de um curso de pesquisa de materiais por Michael Kosk. Esses padrões são os caminhos que distribuem água e nutrientes através de cada camada da árvore.

Engenharia de Cacau, por Alex Jordan, Sigrid Adriaenssens e Axel Kilian

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Este componente estrutural – e suas dobradiças – foi feito inteiramente de chocolate por estudantes de arquitetura e de engenharia. “Isso pode soar como algo vindo de Willy Wonka da Fantástica Fábrica de Chocolate, mas a ideia tem um objetivo sério”, explica o grupo: “entender de forma sistemática como o processo de design pode interagir com materiais inexplorados”.

Esfera Espelhada, por Sema Berkiten

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Há várias técnicas para um computador criar o modelo 3D de um objeto. Uma delas é o estéreo fotométrico: captura-se imagens sucessivas do objeto, porém mudando a iluminação em seu redor.
Mas e se o objeto for um espelho? Como o computador lida com os reflexos de luz? Como na imagem acima. Sema Berkiten explica: “o algoritmo assume que a superfície não é brilhante como um espelho, por isso na verdade vemos nesta imagem alguns artefatos causados ​​por luzes e sombras”.

Redemoinhos de Luz, por Mitchell A. Nahmias e Paul R. Prucnal

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Nahmias e Prucnal estão interessados em aumentar a velocidade de comunicação global. Eles imaginam uma rede neural artificial, combinada à tecnologia laser atual, que iria levar informação a velocidades que até mesmo os computadores mais rápidos não poderiam alcançar hoje.
“Nossos cérebros são compostos por bilhões de células individuais chamadas neurônios, que se comunicam ao longo de milhões de bilhões de canais com sinais eletroquímicos”, a dupla explica. “Este modelo computacional visualiza um laser que se comporta como um neurônio, traçando um chamado ‘espaço de fase’… Estudar essas trajetórias nos ajuda a entender como os nossos dispositivos emitem e recebem pulsos de luz que imitam a maneira pela qual os neurônios se comunicam.”

Exposto, por Ohad Fried

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Este rosto veio de um vídeo completamente anônimo – em outras palavras, quando chegou, a fita continha um rosto humano borrado e irreconhecível. Usando “dados mútuos” compartilhados entre cada quadro individual do vídeo, Fried conseguiu reconstruir o rosto original. “O resultado”, explica Fried, “é uma intrigante ‘imagem fantasma’ da pessoa filmada”.
Posted: 21 May 2013 09:25 AM PDT
Não é trabalho fácil recriar as teias detalhadas e o visual ágil e flexível do traje do Homem-Aranha. Mas foi exatamente isso que MoonSpider, usuário do imgur, fez – isso é algo que Tobey Maguire Andrew Garfield Peter Parker usaria.
MoonSpider admite que ele não fez o traje sozinho: ele conectou todas as pessoas certas e talentosas para conseguir realizar esta criação.
Ainda assim, é impressionante demais. Há zíperes escondidos em todo o traje, a parte superior de um calçado fica sorrateiramente amarrada aos pés, e as cores são incrivelmente detalhadas. É praticamente perfeito.
O processo todo é fascinante, se você estiver no espírito do faça-você-mesmo (ou aprecia um cosplay cuidadosamente detalhado). MoonSpider primeiro colocou a estampa do traje do Homem-Aranha em um arquivo digital, e depois o imprimiu em um tecido de lycra.
Para isso, ele usou uma impressora de sublimação de tinta. Ele diz que ela é basicamente “uma impressora gigante que utiliza a transferência de calor para levar tinturas… diretamente à superfície do tecido através da sublimação da tinta, [que vai] do estado sólido para o gasoso”.
Os olhos são fantásticos também. Ele usou uma armação feita de ônix preto, e lentes de plástico espelhado flexível com uma pequena camada de vinil branco. Mas provavelmente o detalhe mais importante foi conseguir a costureira perfeita, já que parece bem difícil costurar zíperes para parecer que o traje é uma peça só.
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O traje custou cerca de US$ 600 para ser feito, com um monte de recursos encontrados no Replica Prop Forum.
Se você quiser ver mais fotos, ou ler mais sobre todo o processo do traje de Homem-Aranha, clique no link a seguir: [Imgur via Reddit via adafruit]
Posted: 21 May 2013 08:10 AM PDT
Durante o evento I/O, o Google apresentou seu serviço de streaming de música: o Play Music All Access. Por US$7,99 ao mês, você tem acesso a 20 milhões de faixas na web e em dispositivos Android. Por enquanto, o serviço está disponível apenas nos EUA, mas você pode experimentá-lo no Brasil.
O Mobilidade.fm (ex-EuAndroid) preparou um tutorial e mostra como é simples usar o Play Music All Access por aqui. De quebra, você ainda pode usar o Google Music, para enviar e guardar até 20.000 músicas na nuvem.
Para usar o serviço, você precisará de um cartão de crédito internacional (pode ser emitido no Brasil); a extensão ProxMate para Chrome ou Firefox; e um endereço qualquer nos EUA. Sério, é basicamente isso.
Primeiro, arranje um endereço americano. Este site tem uma lista com quinze opções; mas em tese, você poderia abrir o Google Maps, clicar em qualquer ponto nos EUA e escolher o endereço.
Agora, baixe e instale o ProxMate. Já mencionamos esta extensão antes, que permite acessar vídeos do YouTube e Hulu que só estão disponíveis nos EUA. Ele também permite acesso ao Google Music.
Depois, vá até o site do Google Wallet. Se você ainda não tem uma conta, crie-a agora. Coloque seus dados do cartão e – aqui está o truque – clique em “Brasil” e troque sua localização para “Estados Unidos”. Insira o ZIP code do endereço que você escolheu – são cinco números.
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E para quem já tem cadastro no Wallet? Faça assim: clique em “Forma de pagamento” e depois em “Editar”. Agora coloque o endereço dos EUA no cadastro. Coloque também um número de telefone (pode ser o seu).
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Feito isto, vá até o Google Music. Clique em “Agree and Next”, e surgirá a opção do All Access. Clique em “Start Free Trial”. Surge uma tela do Google Wallet: clique em “Buy”. Pronto! (Agora você pode remover o ProxMate se quiser.)
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Agora é só procurar os artistas e músicas que você gosta, e clicar nas músicas para tocá-las, adicioná-las à lista de reprodução…
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… ou criar rádios personalizadas a partir de uma música.
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O All Access também funciona em dispositivos Android no Brasil. Basta instalar o Play Music, selecionar sua conta e pronto. Não é preciso usar VPN ou algo do tipo.
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Você também pode salvar músicas para ouvir offline no smartphone ou tablet, mas não é muito intuitivo. Após escolher a música ou álbum, toque no botão “…”, depois em “Adic. a Minha Biblioteca”. Então vá até a Biblioteca, toque na música/álbum e depois no botão de tachinha. (Você também pode fazer o mesmo com playlists.)
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À medida que você ouve músicas, o Google Music aprende seu gosto e recomenda artistas e faixas na seção “Listen Now” (Ouvir Agora). Você pode dar “joinha” para músicas; se não gostar, clique no “thumbs down” e o Music não vai mais recomendá-la para você.
Para enviar suas músicas ao Google Music e guardá-las na nuvem, você precisa baixar o Music Manager. Depois, você poderá acessar até 20.000 músicas via streaming a partir de qualquer computador ou dispositivo Android.
Você terá 30 dias grátis de serviço; depois, seu cartão será cobrado US$7,99 ao mês. Para cancelar o serviço, clique na engrenagem no canto superior direito, escolha “Music Settings” e depois clique em “Cancel”.
É possível, claro, que o Google bloqueie o acesso através desse esquema, já que o serviço foi pensado apenas para os EUA. Mas, por enquanto, podemos aproveitar e experimentar o All Access. O que você achou? [Mobilidade.fm; valeu, S_Xenon!]
Posted: 21 May 2013 07:16 AM PDT
Quando Marissa Mayer largou o Google para liderar o Yahoo, a Internet pediu em coro: conserte o Flickr. Negligenciado por anos, sofrendo com o descaso, abandono e decisões controversas, o site, uma das primeiras comunidades online e referência em fotografia na rede até meados da década passada, precisava de atenção. Ontem à noite o Yahoo finalmente liberou um grande redesign, deu 1 TB de espaço para todos os usuários e sentenciou: o Flickr está incrível de novo. Será?
O problema do Flickr, já esmiuçado por aqui, foi ter parado no tempo. Ele não acompanhou a revolução móvel, dando brecha para o Instagram tornar-se sinônimo de fotografia on the go. Ele não virou o álbum de família digital, espaço ocupado pelo Facebook — mesmo com fotos degradadas e as constantes mudanças de layout que, no estágio atual, soterra a ideia de álbuns. Ele sequer permaneceu como referência para fotógrafos profissionais e entusiastas hardcore, posto que nos últimos anos o 500px clamou sem cerimônia e com méritos.
O que sobrou para o Flickr? A glória do passado e uma base de fãs leais. Extremamente leais, do tipo que flerta com outros serviços, mas mantém a conta lá e, vez ou outra, lembra de mandar umas fotos mais trabalhadas. Pouco, muito pouco para todo o potencial que uma marca tão amada e outrora usada tem.

O novo Flickr

Ontem o Yahoo revelou, em um evento especial organizado em Nova York, o novo Flickr. Fotos maiores, layout mais apelativo, novos planos pagos, um latifúndio de espaço para todos os usuários e (enfim!) um app decente para o Android. Marissa Mayer falou que “o Flickr já foi incrível, mas ficou à deriva… agora queremos deixá-lo incrível novamente.”
O novo Flickr
À primeira vista as novidades empolgam. Embora fosse funcional, o layout anterior não era exatamente bonito no estado atual da web. As marcas do tempo eram visíveis. Havia um ar de anos 2000 ali ainda, impregnado. O novo, por sua vez, pega carona em sites mais modernos de fotografia, como Instagram e Google+. Menos espaço em branco para respirar, muitas fotos grandes, em alta resolução, espremidas em mosaicos dinâmicos. Se funciona com os outros, por que não funcionaria aqui?
Mas o Flickr perdeu sua identidade visual. O azul e rosa característicos e muito bem usados em iterações passadas foram deixados de lado em prol do preto. Pode fazer sentido em um serviço que quer deixar o passado completamente para trás, mas há uma grande sensação genérica no novo layout. Na barra de navegação principal, no fundo das imagens, em vários locais-chave, formando um contraste de certa forma pesado com o branco que ainda permeia boa parte das páginas do Flickr. Some isso a uma tipografia pouco inspirada e, bem, não dava para ser mais genérico.
Além do visual insosso, o Flickr parece ter perdido apelo junto a quem segurou a barra nesses últimos anos, em sua maioria fotógrafos profissionais e amantes de fotografia em geral. O tópico oficial de feedback virou um muro das lamentações. Layout ruim, rolagem infinita com imagens pesadas carregando o tempo todo, confuso… É algo comum quando uma grande mudança de visual acontece. E o Flickr, sinceramente, precisava dessa mudança. Mas ela precisava ser mais bem-feita, ainda mais por demorar oito anos para acontecer. Detalhes são importantes.

Uma maquiagem mais ou menos

Ninguém viu isso?Alguns sites se apressaram em publicar impressões sobre o novo Flickr e, acredito que por falta de uso mesmo, exaltaram coisas que já estavam ali. O uploader com arrastar-e-soltar foi liberado há alguns meses, a edição em lote, não me recordo de quando não existia. E se você der uma olhada atenta às partes que realmente mudaram, com exceção do cabeçalho dos perfis todo o resto veio do antigo layout. É como se o Yahoo tivesse aplicado uma camada de maquiagem para fazer com que as coisas pareçam modernas.
Assim, faltou polimento. Detalhes nas páginas das fotos, como o fato de elas não serem responsivas, ou o título ficar cortado se for longo, dão pistas de que foi um trabalho acelerado, feito em regime de urgência, sem a profundidade que um redesign sério pede. O uploader ainda traz ícones antigos e algumas áreas completas, como a navegação nas Comunidades (novo nome dos Grupos), passaram sem alterações por esse processo, ainda estão com a mesmíssima cara de antes.
Layout antigo nos grupos, digo, comunidades.
Para completar, os pontos onde o Flickr mudou radicalmente precisam de mais opções. A página inicial, antes repleta com vários streamings contextuais, relatório de atividades e atividades dos contatos, virou uma coluna com as últimas fotos dos seus contatos. Claro que isso não agradou muito quem se acostumou com o formato clássico, e mostra o foco maior do Flickr em ser popular — acompanhar somente a vida de seus contatos nunca foi o foco do site. Sem dar a opção de o usuário escolher o que quer ver em sua home, o Flickr se arrisca de forma perigosa.
Os perfis agora contam com uma imagem em alta resolução no topo e miniaturas nas proporções originais que formam um grid infinito. Os álbuns são apresentados de maneira mais interessante, quadrados uniformes com informações dentro, parecidos com as chamadas do Flipboard. E, já que estamos falando de minúcias (e elas são importantes!), incomoda bastante o fato de as barras fixa e do perfil serem ambas pretas, mas com acabamento diferente.

1 TB!

500 mil fotos no Flickr, de graça.
Em última análise, o Flickr não mudou tanto assim. Por baixo desse trabalho de funilaria com cara de inacabado, o site continua igual em funções e recursos. O que motivaria alguém a voltar a publicar fotos lá? O Yahoo aposta em (muito) espaço, 1 TB, ou 1024 GB. Segundo o próprio site, isso é suficiente para publicar mais de 500 mil fotos (com resolução de 6,5 MP). Sejamos bem claros: isso e o termo “ilimitado” são praticamente a mesma coisa em fotografia.
É um espaço gigantesco mesmo para os padrões dilatados atuais. Recentemente o Google anunciou a unificação da sua oferta de espaço gratuito, 15 GB para usar no Gmail, Drive e Google+. O SkyDrive, da Microsoft, começa com 7 GB. Nesse aspecto o Yahoo está muito à frente, quase da forma com que o Gmail, em 2004, arrasou a concorrência oferecendo 1 GB quando outros chegavam, se muito, a 25 MB.
Mas aí entram os asteriscos, ou as perguntas soterradas no FAQ. Christina Warren, do Mashable, escavou as que se referem aos novos planos e as notícias não são boas para quem paga pela conta Pro do Flickr — começando pelo fato de que esse plano deixou de existir. Se você já paga e tem ativado o pagamento recorrente, sua conta continuará assim até você cancelar o pagamento. E o que você leva com isso? Algumas coisas boas que foram limadas no novo Flickr.
O grande incentivo para assinar o Flickr Pro era o espaço ilimitado para guardar fotos. Contas gratuitas também podiam fazê-lo, mas apenas as 200 últimas permaneciam visíveis; as outras, ficavam escondidas até que o usuário pagasse a anuidade. Essa diferenciação acaba com o novo Flickr: todo mundo tem 1 TB de espaço, pode mandar arquivos enormes (até 200 MB; antes, contas gratuitas estavam limitadas a 10 MB), e vídeos, que também tiveram seus limites estendidos para até três minutos (antes, era um), 1 GB e resolução Full HD.
Como já falamos logo acima, 1 TB e “ilimitado” são termos muito parecidos em fotografia, e aqui os usuários Pro não perderam muita coisa. Outras vantagens dessa conta são a experiência livre de anúncios, a possibilidade de substituir fotos sem perder estatísticas, comentários e estrelas (você só troca uma foto por outra, sem prejuízo) e as estatísticas em si, que são bem completas e informam, além dos números crus, de onde vieram os cliques que levaram as pessoas até sua galeria. Como contra, os antigos limites da conta Pro, de 50 MB por foto e 500 MB por vídeo, continuam valendo.
E é por isso que o Flickr oferece a migração para a conta gratuita, onde esses limites mudam para 200 MB e 1 GB, respectivamente. Com isso o espaço fica limitado a 1 TB, perde-se estatísticas, substituição de fotos e os anúncios voltam. Aqui, parece claro para nós que o Yahoo e o Flickr fizeram uma escolha: democratizar o serviço gratuito para ter mais usuários, o que consequentemente significa dar menos foco aos clássicos heavy users da plataforma. Dar 1 TB para todo e qualquer usuário tem seu preço, e o Flickr precisa de mais pessoas para ser um serviço rentável e relevante novamente.
Se você gosta muito do Flickr e tem uma conta Pro, é uma boa ideia mantê-la assim — basta continuar pagando, simples. Caso você entenda que 1 TB de graça e arquivos maiores para upload valem a pena, o Flickr ainda traz alguns planos pagos que refletem este novo momento do serviço.
Novas opções de contas pagas no Flickr.
Por US$ 49 ao ano, o Yahoo oferece o Flickr livre de anúncios. Pode parecer pouca coisa, mas é uma opção simples para o usuário que se irrita com publicidade: pague um valor fixo, remova a publicidade, o Flickr não deixa de ganhar seu dinheiro, e todo mundo fica ok. O único porém é que este plano custa agora o dobro do que o Pro custava antes, e eliminou as estatísticas detalhadas, a substituição de fotos e espaço infinito. O que podemos concluir aqui? O Flickr entendeu que, apesar de animais, essas funções não eram tão utilizadas assim — a maioria dos usuários do Flickr simplesmente sobe um punhado de fotos para o site e não fica acompanhando estatísticas de clique. “Sempre se tratou se uma porcentagem bem pequena da base geral de usuários”, disse uma fonte anônima do Flickr para o TechCrunch. Novamente: em busca de popularizar o Flickr, o Yahoo mexeu na elite do serviço. (Há ainda uma oferta para dobrar o espaço, para 2 TB, por assustadores US$ 499/ano. Não consigo ver mais de mil pessoas usando isso, mas há louco para tudo.)

Queremos mais, Flickr

Perfil no novo Flickr.
Passada a euforia (“mexeram no defunto!”), fica visível que o Flickr ainda precisa se encontrar nessa era pós-Instagram/Facebook/500px. Ele saiu da inércia para… para onde? Falta direcionamento. Na tentativa de agradar a todos, de atirar para todos os lados, o Flickr ficou estranho. O redesign não passa de uma casca, os planos pagos mudaram demais, o único chamariz de fato é o 1 TB de espaço para todos os usuários. Um número grande assim pode atrair muita gente, mas não sei ao certo se será o suficiente para angariar tantos usuários de outras plataformas.
O Yahoo fez ontem o que tinha que ter feito em 2008, 2009: liberou apps legais para smartphones, um redesign moderno (ainda que fraco) e deu mais fôlego para usuários não-pagantes. Naquela época isso teria um grande. Hoje? Não aposto tanto assim. Acompanharemos de perto para ver. E já que ficamos oito anos esperando alguma mudança, qualquer mudança, não custava nada gastar mais alguns meses para entregar um produto finalizado. Nós entenderíamos. De verdade.
Posted: 21 May 2013 05:16 AM PDT
O que acontece quando você combina um modelo em escala 1:1000 de Tóquio, projeção 3D e trechos de música techno? Três minutos de um vídeo incrível, é claro.
Para comemorar o aniversário de dez anos de sua inauguração, o complexo Roppongi Hills – que combina arranha-céus residenciais, distrito de compras e locais de entretenimento – criou este curta-metragem chamado Tokyo City Symphony.
Ao projetar uma animação 3D em um modelo de escala 1:1000 da capital, os produtores do vídeo fizeram a paisagem urbana parecer dançar ao som da música. Assista:

E se quiser, você pode gerar seu próprio mix no site da Tokyo City Symphony, usando blocos predefinidos de música, e depois compartilhá-lo – ou adicioná-lo a um fluxo crescente de riffs públicos criados por outros usuários. Pena que não dá para exportar o som e baixá-lo no computador. [Vimeo via Tokyo City Symphony]
Posted: 21 May 2013 04:39 AM PDT
Controlar seu computador através de gestos pode se tornar uma realidade graças ao Leap Motion: o sensor, compatível com Windows e Mac, promete ser 200 vezes mais preciso do que qualquer outro no mercado.
Nós já vimos do que o Leap Motion é capaz de fazer com apps que o suportam, mas ele também pode transformar seu dia a dia tedioso com o sistema operacional em um paraíso futurista controlado por gestos.
Este novo vídeo mostra exatamente que tipo de apps você poderá controlar em seu PC com Windows 8 – e parece pelo menos tão legal quanto usar o toque. A empresa prepara um vídeo semelhante mostrando o potencial em Macs, mas já estamos bem impressionados.
As primeiras unidades para consumidores do Leap Motion começam a ser distribuídas em julho por US$ 80. Países de todo o mundo podem comprá-lo no site… exceto o Brasil, que foi removido da lista no final de fevereiro.
A empresa diz ao Gizmodo Brasil que isto se deve ao alto custo para enviar o Leap Motion ao país:
Devido a certas restrições da alfândega e alto imposto e frete para o Brasil, decidimos não mais aceitar pré-vendas desse destino.
E os brasileiros que entraram na pré-venda até fevereiro? Eles pagarão US$ 70 (preço antigo) mais frete, e a empresa garante que enviará o produto:
Nós faremos o melhor para honrar as pré-vendas que foram feitas antes disso. Nossa política de pagamento diz que não cobraremos o cliente até que estejamos prontos para enviar o produto em julho, portanto nenhuma das nossas pré-vendas foi cobrada.
Bem, pelo menos alguns de nós poderão usar o Leap Motion. Se ele for mesmo tão legal quanto parece, será perfeito. [YouTube via Leap Motion]

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