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Posted: 09 May 2013 05:10 AM PDT
Desde que o Adobe Photoshop foi lançado em 1989, a vida dos fotógrafos ficou bem mais fácil, podendo ajustar suas fotos como quisessem – e sem sujar as mãos. Mas nem sempre foi assim.
O site CreativePro encontrou um livro de 1946 chamado “Dicas para Retoque de Fotos para Uso Comercial”, e ele faz você entender quanto trabalho meticuloso era necessário para retocar fotografias no passado. Abaixo seguem as imagens mais representativas do livro, e você pode conferir mais delas no link a seguir: [CreativePro via PetaPixel] Alguns dos instrumentos: mesa de desenho com ajuste de altura e inclinação; cápsulas de gelatina para aplicar sobre a foto; pincéis variados; algodão absorvente; e tinta branca e preta.As principais dicas: remova as falhas de imagem, e acrescente detalhes e maior contraste; fique de olho no tempo gasto; e não exagere nos retoques!Os resultados |
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Posted: 09 May 2013 04:47 AM PDT
Em um futuro não muito distante, o mundo estará repleto de pequenos robôs voadores flutuando por aí fazendo entregas, monitorando o tráfego e, claro, espionando todo mundo – uma tarefa que este quadrotor grudento faria com primor.
Graças a um adesivo seco especial que é capaz de colar em superfícies e descolar delas, o quadrotor pode pousar em quase qualquer lugar – inclusive no teto. O quadrotor é um exemplo impressionante de biomimetismo, onde os cientistas tentam recriar as características e habilidades dos seres vivos. Ele foi desenvolvido como um projeto de pesquisa conjunto entre as Universidades de Maryland e Stanford. O vídeo mostra a pequena criatura se prendendo a superfícies, e não se descolando delas. Mas Andrew Kehlenbeck, assistente de pesquisa no projeto, garante que o adesivo usado “pode se soltar instantaneamente através de um comando e, no futuro, permitirá que veículos pousem e decolem à vontade em uma grande variedade de superfícies”. Por enquanto, o quadrotor adere melhor em superfícies lisas de acrílico, mas ele será capaz de se agarrar em qualquer lugar, para espionar você à vontade. [YouTube via Popular Science] |
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Posted: 09 May 2013 04:21 AM PDT
Algum gênio certamente vai dedicar toda a sua vida para fazer sabres de luz se tornarem uma realidade. E quando isso rolar, espero que o mundo inteiro esteja bem preparado para lidar com eles.
Claro que a dança dos personagens de Star Wars lutando com sabres de luz já parece ótima (ou meio absurda?). Mas quando você ganha uma visão em primeira pessoa, dá para entender ainda melhor como é fácil perder (pelo menos) uma das mãos – por isso é melhor se preparar. O segundo vídeo da série – veja o primeiro aqui – foi gravado com uma câmera GoPro Hero3 Black, pelo grupo The Stunt People. Eles estão fazendo uma campanha no Kickstarter para transformar este vídeo em uma série completa para o YouTube. [The Stunt People via The Awesomer] |
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Posted: 09 May 2013 12:37 AM PDT
Desde a revolução da Nokia e sua mudança para o Windows Phone, trimestre após trimestres vemos os números de vendas da empresa e nos deparamos com um cenário emblemático: os aparelhos de baixo custo, da família Asha, vendem mais do que os Lumias. Claro, eles são bem mais baratos e atingem mercados gigantescos, mas parece que a Nokia decidiu dar mais importância à linha: conheça o Asha 501.
O aparelho foi anunciado hoje (9), em Nova Deli, na Índia. É a primeira vez que Stephen Elop faz uma apresentação exclusiva para a linha Asha — antes, os aparelhos eram anunciados em eventos que também contavam com Lumias, apenas servindo como aperitivo para o prato principal. Hoje, algo mudou: Elop subiu ao palco para mostrar o Asha 501, o aparelho básico que mais se aproxima de seus parentes mais velhos. Nas especificações, o Asha 501 tem câmera de 3,2MP e tela com 3 polegadas e resolução nada empolgante de 320 por 240 pixels. Além disso, o aparelho terá versão com dual sim e promessa de bateria com duração de 17 horas em conversação e 48 dias (!) em standby. E o que ele não tem? 3G. É, sem 3G, porque segundo Elop, 80% do mundo ainda usa 2G, e essa escolha ajudou a formular o novo aparelho. Mas como a Nokia pretende convencer os usuários a comprar um aparelho assim? Mais pelos números das cifras do que pelos números de pixels ou conexões: ele chega em junho em mais de 90 países com o preço sugerido de U$99. E também com a promessa de uma experiência completa, próxima de um Lumia. Como? A semelhança com os Lumias começa pelo design, que claramente é baseado nos aparelhos com Windows Phone. Cores, curvas e formato se repetem, mas numa versão diminuta. Mas, além do design, o que mais chamou nossa atenção na apresentação foi o sistema operacional: o Asha ainda usa o S40, mas com uma mudança sensível de usabilidade (e nome: agora ele é conhecido como “Nokia Asha Platform”). Motivos para a mudança: segundo Elop, o 501 é o primeiro aparelho a usar tecnologia da empresa Smarterphone, adquirida pela Nokia em 2011, e que se especializou em fazer o Smarterphone OS, um sistema voltado para aparelhos de baixo custo. Segundo, e provavelmente mais importante, é a participação de Peter Skillman no desenvolvimento do aparelho — Skillman é conhecido como um dos mentores do Palm OS e foi para a Nokia cuidar do finado Meego, que apesar do insucesso, era um sistema interessante. Isso significa que o novo sistema é cheio de gestos para todos os lados — de um lado para o outro, de cima para baixo, vice-versa –, o que pode ser muito interessante. Um celular básico que quer ser smartphone. Será que finalmente alguém conseguiu atingir esse objetivo na forma ideal? Colocaremos nossas mãos em breve no Asha 501 e ainda bateremos um papo com Skillman para descobrir a verdade. Fotos de divulgação do aparelho: O Gizmodo Brasil viajou para a Índia a convite da Nokia e já viu macacos, camelos, esquilos, vacas e porcos por aí. As opiniões são todas nossas. |
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Posted: 08 May 2013 04:14 PM PDT
Você sabe como seu carro funciona? Por mais que a gente entenda bastante sobre nossa obsessão, sempre há algo para aprender. Estes aqui são dez GIFs que explicam as maravilhas do automóvel moderno.
Continue lendo no Jalopnik Brasil: http://www.jalopnik.com.br/dez-gifs-que-explicam-como-os-carros-funcionam/ |
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Posted: 08 May 2013 04:07 PM PDT
O Galaxy S4 chegou ao Brasil. Como prometido, a Samsung vai lançá-lo hoje (08/05) nas lojas do Sudeste e em Brasília. As outras regiões do país receberão o aparelho a partir de 16 de maio.
Nas operadoras, você só vai encontrar o modelo 4G; o valor e condições de pagamento variam de acordo com o plano. Enquanto isso, no varejo, você encontra o Galaxy S4 em modelos 3G e 4G na pré-venda. Confira os detalhes: TIMA TIM só vende o modelo 4G, mesmo em cidades ainda sem cobertura. Ele custa R$ 2.499.O valor é o mesmo no pré e pós-pago; mas no plano Liberty pós-pago, esse valor poderá ser parcelado em até 12 vezes no cartão de crédito. A parcela é paga junto à fatura mensal. Ou seja, quem usa o plano Liberty+50 paga R$ 257 ao mês, já incluindo a parcela do Galaxy S4 e a franquia do plano (R$ 49, incluindo oferta Liberty Rádio). VivoA Vivo também só disponibiliza o modelo 4G do Galaxy S4, e recomenda procurar o modelo 3G no varejo.O aparelho custa R$ 999 no plano Vivo Smartphone Ilimitado 4G Plus + 400 minutos para outras operadoras. A operadora informará em breve o preço do Galaxy S4 no pré-pago, mas ele não deve ser muito diferente dos R$2.499 sugeridos pela Samsung. OiA Oi disponibiliza apenas o modelo 4G. No plano pré-pago, o Galaxy S4 sai por R$ 2.499.Em planos pós, a Oi oferece descontos na compra do aparelho. No Plano Oi Smartphone 500, o desconto é de R$ 900, e é possível adquirir o GS4 em até doze parcelas de R$ 133,30 no cartão de crédito. (O plano custa R$ 245 mensais.) O Galaxy S4 está em pré-venda na loja conceito da Oi, no Shopping Iguatemi (São Paulo), desde o dia 27 de abril. ClaroAtualizaremos o post com as informações da operadora.VarejoO Galaxy S4 já é oferecido em pré-venda por inúmeras varejistas online – Submarino, Americanas, Ponto Frio, Extra, Fast Shop, Magazine Luiza… As lojas vendem tanto o modelo 3G (GT-I9500) como o 4G (GT-I9505).O modelo 3G custa R$2.399, mas com descontos à vista é possível encontrá-lo por quase R$2.000. Da mesma forma, o modelo 4G sai por R$2.499, mas à vista ele custa até R$2.100. Em geral, as lojas dizem que o produto só estará disponível para entrega em 16/05, ou pedem prazos longos de entrega (cerca de 10 dias úteis). Mais sobre o Galaxy S4Clique para ver:Atualizando… |
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Posted: 08 May 2013 03:47 PM PDT
O Google Glass pode até parecer futurista – e um pouco assustador – mas o seu conceito não é tão atual assim. Há pelo menos 12 anos um aparelho bastante parecido foi criado e usado no Pólo Sul.
Como assim? Em 2001, na Antártica, uma equipe de exploradores usou um computador vestível para ajudar nas pesquisas. As suas especificações técnicas hoje não parecem nem um pouco impressionantes, principalmente em comparação com o Glass do Google, mas, considerando a época em que ele foi desenvolvido, era bastante surpreendente. O “South Pole Wearable” (era assim que ele era conhecido) rodava Windows 98, um “mouse no dedo” para controlar, um teclado no pulso e tinha uma tela de vidro. Ele tinha um software para compartilhar informação e fotos, e usava energia solar. O kit completo – que não incluia apenas os óculos, mas também vários equipamentos para ajudá-lo a funcionar – era bem pesado: tinha quase 7 kg. Uma das cientistas da época foi Tina Sjogren, que falou sobre a experiência de 12 anos atrás e comparou com o atual dispositivo do Google – a diferença entre os dois está no conceito. Nós usamos um computador em nossos quadris, com um mouse no bolso, e um pedaço de vidro era a tela. Não fizemos isso para nos mostrar, mas sim porque não tínhamos outra escolha “Nós demoramos meses para fazer o aparelho funcionar. Criar novos cabos e mudar a bios viraram tarefas diárias”, explicou Tina. Na época a tecnologia usada pela equipe até ganhou alguma atenção, mas nada perto do Google Glass atualmente. Mas Tina não acha que isso é um problema. Ela acredita que o momento é perfeito para o projeto do Google – ela mesmo queria testá-lo, mas não recebeu resposta da empresa para isso. [ExplorersWeb via TechCrunch] Imagens via Tina e Tom Sjogren |
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Posted: 08 May 2013 02:49 PM PDT
Ontem ficamos sabendo que a Adobe está abandonando a Creative Suite pela nuvem. Mas no meio do anúncio, a empresa também revelou um hardware surpreendente que mostra seus planos para a Creative Cloud: uma stylus para iPad sensível à pressão chamada Project Mighty, e uma régua chamada Napoleon.
Uma stylus digital (ou uma régua digital) não é o projeto mais intuitivo da Adobe no momento. Por mais que muitas pessoas usem as canetas stylus, muitas telas de tablets não são sensíveis o suficiente para fazer “desenhar” parecer desenhar. Mas a Adobe parece que vai apostar que a tecnologia das telas vão melhorar em algum momento – e neste meio tempo, eles vão gastar dinheiro para desenvolver ferramentas que poderão ser úteis. Cerca de um ano atrás, a Adobe foi atrás da Ammunition, um estúdio de design industrial de San Francisco responsável pelo Nook e pelo Beatz by Dre, para desenvolver um hardware que melhoraria a forma como tablets são usados no processo de design. “A Adobe realmente sentiu que o iPad tinha potencial para se tornar uma ferramenta criativa, mas ele ainda não estava pronto para isso”, explicou o fundador da Ammunition, Robert Brunner, por telefone ontem. “Nós vimos eles como o primeiro passo para a criação de um conjunto de ferramentas.” Como uma ferramenta para desenhar, o Mighty faz um grande salto para ajudar ao amarrar sua identidade e configurações à caneta. Parece simples, mas a nova Creative Cloud da Adobe tem a intenção de permitir que você mude de dispositivos com facilidade, o que significa que preservar seus estilos e preferências pode ser um problema. O Mighty armazena todas as informações – tamanho da linha, estilo e várias outras coisas – e assim, quando você trocar de dispositivo, a sua “mão” continua a mesma. A Ammunition também desenvolveu uma interface de usuário inteligente que se aproveita dos seus dedos para apagar e desfazer, e o design da stylus em si, com sua parte triangular e luz indicadora LED, é bastante elegante. O Napoleon, que recebeu esse nome por causa do seu pequeno tamanho, é mais difícil de explicar. O pequeno dispositivo fica perto da sua mão esquerda (ou direita, dependendo) enquanto você desenha com o Mighty, permitindo selecionar linhas específicas com seus dedos. Então se você quiser desenhar um arco de um tamanho específico, você aperta a solicitação do arco, e a Napoleon guia a sua mão com precisão. Você pode argumentar que uma coisa dessa pode ser inútil para uso casual, mas para arquitetos e designers pode ser a chave para integrar os rascunhos nos tablets ao fluxo de trabalho produtivo. É como se a barra de ferramentas drop-down da Adobe se tornasse física, mas compará-la a uma régua torna mais simples fazer a relação. “Em um mundo baseado em toques, você pode fazer uma ferramenta que parece com qualquer coisa”, explica Brunner. “Mas por que não fazer ela parecer com algo que estamos familiarizados há muito tempo?” Então o que devemos fazer com essas peças de hardware? Antes de mais nada, elas não devem chegar às lojas tão cedo. Então de certa forma essas peças são conceituais, com o objetivo de explorar como a Creative Cloud vai funcionar como um kit de ferramentas no mundo real. E nós podemos esperar para ver mais sobre elas nos próximos meses, já que, de acordo com Brunner, outros projetos similares estão a caminho. “Esses dispositivos podem ser o nosso portão para a nuvem”, explica Brunner. “Essa pode ser a forma que você leva o seu conteúdo com você.” Em outras palavras, Mighty e Napoleon podem nos dar uma ideia de como os hardwares inteligentes vão ampliar os softwares da Adobe. Nós normalmente falamos em Internet das Coisas em termos de cidades ou casas – mas isso está começando a mudar o nosso processo criativo, também. |
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Posted: 08 May 2013 01:11 PM PDT
Os seus sentidos poderiam ser melhores. É isso o que pensam estudantes do Royal College of Arts, de Londres, que criaram dois dispositivos que são capazes de aumentar a sua visão e audição.
O projeto chama-se Eidos Vision e consiste em duas peças de tecnologia vestível. Uma delas é uma espécie de óculos que identifica padrões de movimentos em tempo real a partir de um efeito parecido com uma foto de longa exposição – você consegue observar a sequência de movimentos da outra pessoa. A outra é como uma máscara e serve para melhorar a sua audição. Ela esconde o barulho de fundo para você focar apenas no que quer ouvir – uma pessoa que está perto de você no meio de uma multidão, por exemplo. Para isso, ela usa um microfone direcional para capturar o áudio que é enviado para um computador antes de chegar ao ouvinte através de três alto-falantes – além do lado direito e esquerdo do fone de ouvido, também existe um de condução óssea na boca. O projeto ainda está em fase conceitual, mas seus criadores tem boas ideias de onde ele poderia ser usado: o óculos poderia ser usado em esportes ou espetáculos artísticos, enquanto a máscara que aumenta a audição ajudaria pessoas com problemas de concentração a focarem em alguma coisa. [Laughing Squid via The Verge] |
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Posted: 08 May 2013 12:19 PM PDT
Aprecie o seu novo destruidor de produtividade. Ele se chama Bolides. Seu criador, o designer Carlo Zapponi, descreve o Bolides como “uma tentativa de visualizar e explorar os meteoritos que colidiram com a Terra.”
A visualização foca principalmente em meteoritos que foram observados por pessoas, ou dispositivos automatizados, durante sua queda na Terra: A maior parte das quedas de meteoritos são recuperadas na base de testemunhas oculares da bola de fogo ou do impacto do objeto no chão. Meteoritos caem praticamente com a mesma probabilidade em qualquer lugar da Terra, mas testemunhas de meteoritos tendem a estar concentradas em áreas com mais densidade populacional como Europa, Japão e o norte da Índia.O Bolides é mais do que uma animação. Usando dados do The Meteorite Bulletin, Zapponi também fez o infográfico interativo (mas sem os dados sobre o meteorito de Chelyabinsk deste ano). Você pode pausar a animação, por exemplo, ou observar datas específicas para detalhes de meteoritos específicos, incluindo classificação, lugar e ano da descoberta, sua massa, e mais. É muito bem feito. Veja a animação interativa completa, junto com mais ,informações sobre o projeto de Zappon em bolid.es. [bolid.es via Popular Science] |
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Posted: 08 May 2013 11:45 AM PDT
A cidade de São Paulo vai oferecer Wi-Fi gratuito a seus moradores e visitantes: serão 120 áreas cobertas, e o centro da cidade deve ser o primeiro a receber o Wi-Fi público.
O edital divulgado hoje pela Prodam – a Companhia de Processamento de Dados e TI da cidade de São Paulo – dá algumas informações sobre o projeto. Serão 120 áreas da cidade cobertas pelo Wi-Fi público, incluindo praças, parques e locais de grande circulação, que serão divididas em cinco lotes de licitações. Os primeiros pontos com Wi-Fi gratuito devem ficar no centro da cidade, segundo a Folha. O Vale do Anhangabaú, a Praça Roosevelt e o Pateo do Colégio estão entre os lugares em que o projeto piloto será instalado. Além deles, alguns pontos no extremo leste da cidade e na zona sul também farão parte dos testes do Wi-Fi público. O edital também se mostra exigente em relação à qualidade do serviço prestado. As redes deverão operar nas frequências 2,4 GHz e 5GHz e com todas as especificações de Wi-Fi, como o padrão 802.11ac. Além disso, elas devem fornecer velocidade de conexão de pelo menos 512kbps para cada usuário conectado. Como garantir a velocidade mínima em cada lugares? A prefeitura de São Paulo estabeleceu uma “quantidade de conexões simultâneas” para cada um dos lugares que receberão o Wi-Fi público. O Vale do Anhangabaú, por exemplo, tem que ter capacidade para 1000 conexões simultâneas nessa velocidade mínima, enquanto o Páteo do Colégio terá apenas 100. As redes deverão funcionar em 95% do tempo incluindo a possibilidade de carregar vídeos e fazer ligações via VoIP. Pelo menos em tese a prefeitura se preocupa bastante com a qualidade do serviço que será prestado – resta saber se na prática ele realmente funcionará. Também há uma preocupação com conteúdo. O edital tem uma série de exigências em relação a controle de conteúdo trafegado. Ou seja, as redes devem ter a capacidade de restringir sites e também devem ser capaz de “cumprir determinações judiciais de identificação de um usuário”. O edital completo pode ser conferido aqui. Uma audiência pública será realizada na sexta-feira, dia 10, às 10h na Prefeitura Municipal para debater o tema. [Teletime, Folha] Foto via kristinmarshall/Flickr |
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Posted: 08 May 2013 10:27 AM PDT
A grande história de sucesso do Kickstarter. É assim que o Ouya se parece quando você desmonta o console com Android. Hoje, nós conseguimos olhar mais profundamente dentro da alma dele graças aos nossos amigos do iFixit.
Sim, o Ouya custa apenas US$ 100, mas você vai receber peças de um smartphone sólido – talvez até parecido com o que é encontrado nos principais da indústria. Um processador NVidia Tegra 3, 1GB de RAM e 8GB de armazenamento interno. Ele ainda conta com duas portas USB 2.0, porta Ethernet (além de Wi-Fi e Bluetooth). O controle com os botões O, U, Y e A (o nome do console!) usa duas pilhas AA e é bem fácil substituí-las. Apesar de não impressionar muito por suas especificações técnicas, o Ouya deve ter poder o suficiente para rodar alguns jogos bem bacanas – mesmo que não seja o suficiente para rodar os Call of Duty e BioShock mais recentes. O iFixit destacou o quão fácil ele é para ser consertado – o Ouya recebeu nota 9 de 10 em reparabilidade. Isso significa que você não terá muita dificuldade se quiser abrir o console para trocar alguma das suas peças. [iFixit] |
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Posted: 08 May 2013 09:55 AM PDT
Não contente em fazer suas fotocopiadoras imprimirem, copiarem, agruparem e até grampearem, a Xerox adicionou um novo truque nas suas máquinas que podem dar a professores mais tempo com seus alunos. Um software customizado vai permitir que uma copiadora de uma escola não apenas dê nota para provas, mas também perceba quais são os assuntos que dão mais dificuldades aos alunos.
Sistemas automatizados para corrigir provas com questões de múltipla escolha existem há algum tempo, mas a Xerox agora criou uma máquina que também consegue ler escrita à mão. E não apenas equações matemáticas que são certas ou erradas, mas questões discursivas, fazendo até observações sobre erros ortográficos e gramaticais como um processador de palavras faria – ela não vai falar se a resposta está certa, mas ao menos verificará se o aluno soube respeitar as regras gramaticais e ortográficas. Mas o maior benefício será para os estudantes, já que a copiadora vai criar relatórios detalhados sobre o desempenho individual do aluno, e onde ele precisa de mais ajuda para manter as notas altas. Ela deve começar a ser vendida em algum momento entre o fim deste ano e o começo do ano que vem. [Xerox via Popular Science] |
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Posted: 08 May 2013 08:44 AM PDT
O Adobe Photoshop, junto aos outros aplicativos da Creative Suite, foram todos para a nuvem. A Adobe decidiu não mais oferecer um software você pode realmente comprar, e obriga você a alugar os apps pagando uma taxa mensal.
Esta mudança traz alguns problemas, mas também algumas vantagens. Eis o que a mudança significa para você. Você não é dono do software, e a Creative Cloud pode não lhe economizar dinheiroA Creative Cloud obriga você a alugar programas em vez de comprá-los, mas traz algumas vantagens: você ganha 20 GB de armazenamento na nuvem; você pode sincronizar o seu trabalho com a web; você pode usar ferramentas de colaboração para acompanhar as mudanças e se comunicar com os membros da equipe e clientes; além de outras ferramentas e serviços.Mas quanto você terá que pagar? No Brasil, a Adobe cobra preços em dólares. Eis os detalhes:
Quando a Adobe Creative Cloud foi anunciada há um ano, analisamos o custo para ver se ele poderia lhe economizar dinheiro. Se você for um novo usuário, descobrimos que você poupa uma quantia razoável de dinheiro optando pelo Cloud. No entanto, se você já possuía praticamente qualquer versão do Creative Suite ou um aplicativo Adobe, pagar por um upgrade que você pudesse manter era uma perspectiva melhor. Mas mesmo quando a Creative Cloud custa menos, você não consegue manter o software pelo qual você paga: quando você parar de pagar, o serviço é interrompido e você fica sem ele. Se você usa a grande maioria dos aplicativos da Adobe no seu trabalho, a Creative Cloud oferece bastante pelo seu dinheiro. Mas se você só precisa de alguns apps, não é um ótimo negócio. Alguns planos exigem permanência mínima de um anoClientes atuais da Adobe provavelmente não vão se importar muito com isso, porque eles querem pelo menos um ano de serviço. Para muitos outros, no entanto, isso significa pagar até US$ 600 para algo que, depois de alguns meses, talvez eles não queiram mais. Há duas exceções. Se você alugar aplicativos individuais através da Creative Cloud – como o Photoshop – não precisa se comprometer por nenhum período de tempo, e paga até US$ 20 mensais. E se você quiser assinar a suíte inteira, mas sem a obrigação de permanecer por um ano, também pode – mas aí o valor mensal sobe para US$ 75. Felizmente, a Adobe ainda oferece um teste gratuito de 30 dias da Creative Cloud. Se você ainda não está pronto para separar uma grana mensal para alugar o software, você pode ao menos experimentá-lo e ver se ele atende suas necessidades. A Creative Cloud não fornece webapps na nuvem, só programas desktopO nome “Creative Cloud” inicialmente confundiu algumas pessoas, já que um serviço na nuvem implica muitas vezes fazer o trabalho através da web. Mas a Adobe Creative Cloud não é um conjunto de webapps: ela oferece o mesmo pacote de aplicativos Adobe de sempre para desktop, mas junto com uma série de serviços bônus na nuvem.Os programas precisam se conectar à internet, mas só uma vez por mês, e para verificar a sua adesão. Eles não vivem na nuvem: você precisa instalá-los separadamente. Nem mesmo os apps para iOS e Android estão inclusos: você paga por eles separadamente. O que fica na nuvem são os seus arquivos – se você quiser, é claro. Adobe diz que o objetivo não é combater a piratariaOs aplicativos da Creative Cloud funcionam muito bem offline, mas precisam verificar sua assinatura através da internet, uma vez por mês. Só que mesmo os apps do Creative Suite já fazem isso; ou seja, esse mecanismo não deve evitar a pirataria. Heidi Voltmer, diretora de marketing na Adobe, diz ao FastCo Design que a empresa não quer combater a pirataria com a Creative Cloud: “A redução da pirataria não é um dos pontos-chave que observamos com a Cloud. A realidade é que as pessoas aprendem a driblar proteção contra cópia e pirateiam software se elas realmente quiserem. Não há nenhuma forma de evitar a pirataria. Há sempre alguém que é inteligente o suficiente, que vai continuar trabalhando nisso até obter o programa gratuitamente.”No caso da Adobe Creative Cloud, os programas precisam ser ativados para funcionar: mas em vez de usar um número de série, você faz isso através da sua conta Adobe. Uma licença individual permite que você instale e execute o Creative Cloud em até dois computadores ao mesmo tempo, assim como no Creative Suite; mas agora você pode ter uma versão no Windows e outra no Mac, em vez de escolher só uma única plataforma. Atualizações vêm mais cedo (mas talvez você não precise delas)Por outro lado, se você não se importa com atualizações constantes ou novos recursos, você ainda estará pagando por eles. A Adobe não vai forçar você a atualizar seu software, mas você precisa continuar pagando a taxa mensal se tiver uma versão antiga. Se você pudesse comprar uma cópia do software diretamente, você ficaria com uma versão mais antiga pelo tempo que quisesse, sem pagar a mais. Early adopters vão gostar dessas atualizações frequentes, mas aqueles que não se importam terão que pagar também. Quando estreia a nova Creative CloudA Creative Cloud será lançada em junho, mas se você atualizar até 31 de julho de 2013, pode aproveitar os preços acima. Para as pessoas comuns, isso significa uma economia de até US$ 240 no primeiro ano. Se você realmente quiser a versão mais recente dos aplicativos da Adobe, assinar antes de 31 de julho fará você economizar uma boa grana durante o primeiro ano. Se você não tem nenhuma razão para atualizar o software da Adobe este ano, você não vai poupar dinheiro algum se aproveitar esta oferta. Mas, como regra geral, independente da sua situação: não atualize tão cedo, a menos que você realmente precise da nova versão ainda este ano. A decisão da Adobe em só vender sua suíte em assinatura, e exigindo fidelidade de um ano em muitos casos, certamente foi polêmica. A Adobe lista seus argumentos aqui, em resposta à crítica generalizada, para justificar a nova medida. Imagem inicial remixada de maga (Shutterstock). Imagem remixada de Janfilip (Shutterstock). |
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Posted: 08 May 2013 06:35 AM PDT
Os tablets com Windows 8 não tiveram uma aceitação muito grande pelo mundo. No Brasil, pouquíssimos modelos foram lançados, e os que vieram custam muito caro.
Enquanto a Microsoft se prepara para levar o Windows 8 a tablets menores, a Dell traz ao Brasil um modelo com tamanho – e preço – semelhantes aos do iPad. Agora vai? O Dell Latitude 10 Lite chega ao Brasil por R$1.899 na configuração Wi-Fi de 64GB. Como ele roda Windows 8 (em vez do RT), você consegue usar qualquer tipo de programa nele: tanto os apps Metro, como os legados do Windows 7 e anteriores. Claro, ele não rodará qualquer programa, pelo menos não muito bem: o limite são as especificações. Ele tem a mesma configuração do Latitude 10 Standard lançado em janeiro: processador dual-core Intel Atom de 1,5GHz, 2 GB de RAM, e 64 GB de armazenamento SSD. A tela IPS capacitiva tem 10,1 polegadas, resolução de 1366×768 e usa Gorilla Glass. Ele ainda vem com Bluetooth, entrada USB 2.0, slot para cartão SD e duas câmeras (frontal e traseira). O tablet tem corpo de liga de magnésio, 10,5 mm de espessura e pesa 658g. Ele promete 10h de bateria. É tudo igual ao Latitude 10 Standard, que custa mais caro. Então como a Dell conseguiu reduzir o preço? O Latitude 10 Lite não tem 3G (nem GPS), ao contrário dos outros modelos. E ele recebeu várias mudanças bem sutis: ao contrário dos modelos mais caros, a bateria não é removível; não há uma opção de 128GB; e a touchscreen não tem suporte a caneta stylus da Wacom. Funções voltadas a empresas, como leitor de impressão digital e leitor de smartcard, também foram removidas. Há acessórios disponíveis para o Latitude 10 Lite, como uma docking station que promete aumentar a duração da bateria. Não há um teclado específico para ele: você pode usar qualquer teclado ou mouse Bluetooth, mas isso pode deixá-lo menos portátil. Por R$1.899, vale a pena comprar um tablet com Windows no Brasil? [Dell] |
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Posted: 08 May 2013 05:13 AM PDT
A tecnologia que conduz a história de Homem de Ferro 3 não é, como era de costume, a armadura do Tony Stark. Em vez disso, é um projeto científico chamado Extremis.
A Extremis funciona, parafraseando o filme, hackeando o sistema operacional do seu corpo usando nanotecnologia, para curar ferimentos e até regenerar partes do corpo. E, acredite ou não, a ciência fisiológica de nanopartículas por trás disso não é pura ficção científica. Pelo menos algumas partes dela estarão ao alcance relativamente em breve. O Dr. Shuming Nie, professor em Engenharia Biomédica na Universidade Emory, diz que o conceito não está muito longe da realidade. Dentro de 10 anos ou mais, poderemos ter aplicações médicas práticas de nanopartículas que não só melhoram o corpo humano, mas facilitam a realização de cirurgias. Uma aplicação (financiada pela Força Aérea americana) já provou ser capaz de aumentar a sua sensibilidade óptica em até 100 trilhões de vezes. Isso é suficiente para se concentrar em uma única molécula. Outra aplicação, que poderia estar pronta em poucos anos, é uma injeção de partículas que faz tumores brilharem, tornando-os fáceis de encontrar e remover. Ele já funciona muito bem em câncer de mama e de pulmão. Nie admite que tecnologias muito próximas à ficção científica vão levar de 50 a 100 anos, ou mais, para virarem realidade. Mas, ainda assim, isso não é muito tempo a esperar por milagres médicos (e para socar robôs na cara). [YouTube] |
Gizmodo Brasil: Como fotógrafos retocavam suas fotos antes do Photoshop
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