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Posted: 22 May 2013 03:54 PM PDT
Em alguns anos, os homens serão capazes de se comunicar com mais eficiência através de uma máquina do que cara a cara. Parece óbvio hoje em dia. Mas e em 1968, um ano antes da ARPANET fazer a primeira conexão? Era clarividência.
Às vezes uma visão do futuro pode ser tão precisa que é difícil para nós que vivemos no futuro entender o que tinha de tão visionário naquilo. Poucas pessoas olhavam para essas máquinas monstruosas naquele tempo e achavam que elas seriam ótimas facilitadoras de encontro um dia. A ARPANET foi criada para compartilhar recursos entre acadêmicos e outras pessoas sérias. Nos seus primórdios, essas redes não eram vistas como uma ferramenta para coisas como pedir pizza ou compartilhar GIFs de gatos com pessoas do mundo inteiro. Conectando pessoasO elemento humano – a ideia de pessoas médias interagindo com computadores, mas mais importante ainda, com outras pessoas – não era uma das preocupações das pessoas que lançaram as bases da internet que conhecemos. E é isso que faz esse artigo de 1968 que previu a extensão do elemento humano tão especial.O artigo foi escrito por J.C.R Licklider e Robert Taylor, ilustrado por Rowland B. Wilson, e apareceu na edição de abril de 1968 da Science and Technology. O artigo inclui algumas das previsões mais incríveis e precisas de como os computadores em rede funcionariam. Incrivelmente precisas e com um toque retro-futurista que mantém firmemente como um produto do seu tempo. Pegue a caneta óptica. A imagem do topo mostra uma caneta óptica dos anos 60 e imagina como um romance aumentado pelo computador poderia acontecer. O computador, como vemos, melhora o desenho do rapaz de uma forma que torna o pedido dele menos repugnante. A stylus auto-corretiva talvez ainda não existe, mas o OkCupid e outros cupidos digitais fazem parte da vida digital. O artigo corajosamente prevê que as redes computadorizadas do futuro serão ainda mais importantes para a comunicação do que a “imprensa e o tubo de imagem” – uma ideia que não era dada como certa em 1968. Comunicação interativa e criativa requer um meio plástico moldável ou que pode ser modelado, um meio dinâmico, no qual instalações vão fluir em consequência, e acima de tudo um meio comum que pode ser contribuído por e experimentado com todos.O artigo prevê que a interação pessoal que a rede de computadores permite não apenas vai construir a relação entre indivíduos, como vai desenvolver comunidades. Como as comunidades interativas online serão? Em muitos campos elas vão consistir em membros geograficamente separados, algumas vezes agrupadas em pequenos aglomerados e às vezes trabalhando individualmente. Elas vão ser comunidades não de localização em comum, mas de interesses em comum. Em cada campo, a comunidade em geral de interesse vai ser grande o suficiente para suportar um sistema compreensivo de programas e dados de campo orientados. Google Now lá atrásO artigo ainda aponta para uma verdadeira Internet das Coisas (que aparentemente justificaria o alto custo dos gadgets, ou “instrumentos de coleta de dados”).Em cada setor geográfico, o número total de usuários – somado a todos os campos de interesses – será grande o suficiente para suportar o uso geral do processamento de informações e instalações de armazenamento. Tudo isso será interconectado por canais de telecomunicações. O todo vai constituir uma rede instável de redes – sempre em transformação tanto em conteúdo quanto em configuração. A ideia de tecnologia como um amortecedor certamente é atraente. E em teoria, coisas como e-mail podem nos servir como amortecedores. Quando se trata deles, você só precisa checar seu e-mail quando quiser checar, e ninguém está forçando você a responder. Esse tipo de coisa, obviamente, é mais difícil de fazer quando um vendedor de seguros fisicamente bate na sua porta. Licklider e Taylor chamaram a ferramenta de amortecimento futurista de OLIVER, um tipo de assistente pessoal automatizado usado por todo mundo. OLIVER atua com inteligência, aprendendo o que deve ser priorizado para o seu usuário. Uma parte muito importante da interação de cada homem com a sua comunidade online será mediada por seu OLIVER. A sigla OLIVER homenageia Oliver Selfridge, idealizador do conceito. Um OLIVER é, ou será quando existir, um “despachador e respondedor interativo indireto online”, um complexo de programas e dados de computadores que estarão dentro a rede e agirão para o bem de seu diretor, tomando conta de muitas questões pequenas que não exigem a sua atenção pessoal e retendo-o do mundo exigente. “Você está descrevendo um secretário”, você diz. Mas não! Secretários também terão OLIVERs.Em uma época de telegramas e telefonemas, os autores imaginaram as redes de computadores como substitutos incríveis para ineficiências. Mesmo viagens de trabalho, eles insistiram, seriam coisas do passado. Você não enviará uma carta ou telegrama: vai simplesmente identificar as pessoas cujos arquivos devem ser vinculados aos seus e as partes que eles devem ser vinculados – e talvez um quociente de eficiência exclusiva. Você raramente fará uma ligação; vai pedir para a rede ligar seus consoles.Se o OLIVER e outras eficiências online do artigo parecem tão familiares, é porque eles são o objetivo final do Google Now e Siri: tecnologia que conhece você tão bem, que pensa – e às vezes vive – por você. Uma utopia digitalNo final, Licklider e Taylor preveem que toda essa interconexão vai nos fazer feliz e até que o desemprego será coisa do passado. A visão deles de todo mundo sentando em um console, trabalhando “através da rede” é incrivelmente precisa para uma sociedade baseada na informação que há 50 anos atrás parecia muito menos obcecada por tecnologia.Quando as pessoas fizerem seu trabalho “no console” e “através da rede”, a telecomunicação será uma extensão natural do trabalho individual como a comunicação frente-a-frente é hoje. O impacto deste fato, e a facilitação do processo de comunicação, será ótimo – tanto individualmente quanto em sociedade.A principal questão, eles insistem, é se todo mundo poderá pagar para estar online. Assim que esse obstáculo for vencido, o impacto deste admirável novo mundo na sociedade será somente positivo: Para a sociedade, o impacto será bom ou ruim, dependendo da questão principal: “Estar online” será um privilégio ou direito? Se apenas um segmento favorecido da população tiver chance de aproveitar as vantagens da “amplificação da inteligência”, a rede poderá exagerar a descontinuidade no espectro de oportunidade intelectual.O artigo é uma fascinante explicação de tecnologia de redes de computadores escrito meses antes da internet dar os seus primeiros passos. Novamente, muitas das previsões não parecem incrivelmente futuristas quando lemos elas no século XXI. Mas é exatamente isso que faz ser tão impressionante. Você pode ler o artigo inteiro, em inglês, aqui. Agradecimentos a Morten Bay por me enviar o artigo. |
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Posted: 22 May 2013 03:23 PM PDT
Já era hora. Após diversos, às vezes engraçados, mas sempre preocupantes casos de invasões de contas, o Twitter finalmente introduziu a autenticação em dois passos para verificar que sim, de fato é você que está se conectando.
Claro, você precisa escolher pela nova medida de segurança. E assim que fizer, precisará digitar um código de seis dígitos extra a cada vez que entrar na sua conta – um pouco chato, mas bastante necessário a um serviço desse tipo tão fácil de se invadir. Como ativar a autenticação em dois passos
O serviço ainda está sendo liberado, então se não aparecer para você agora, deve aparecer logo. É uma forma bem simples de se proteger de um ataque. Então mesmo que você não se considere um alvo, não há motivos para não ativar. [Twitter] |
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Posted: 22 May 2013 02:13 PM PDT
Esta versão do clássico mapa do metrô de Londres é idêntica ao PDF oficial da rede de transporte — mas, na verdade, foi criada apenas com HTML, CSS e JavaScript.
Esse é um feito e tanto. Seu criador, o desenvolvedor web freelancer John Galantine, recriou todos os símbolos, linhas, círculos e partes de texto usando HTML e CSS. Cada linha de metrô é, na verdade, uma lista não ordenada, com estações posicionadas uma em relação a outra usando CSS. O mapa foi feito em 120 horas de trabalho distribuídas ao longo de cinco semanas. Talvez seja meio sem sentido fazer isso, mas ainda assim é um trabalho impressionante. [John Galantini via Sidebar via Verge] |
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Posted: 22 May 2013 02:04 PM PDT
O e-reader Kobo, que compete com o Kindle, teve um novo modelo anunciado para o Brasil recentemente: o Kobo Aura HD, que tinha previsão de chegada entre junho e julho. Agora ele já tem data certa de lançamento e preço: estará disponível na Livraria Cultura por R$ 599 a partir de 15 de julho.
Por dentro, ele tem processador de 1GHz, 4GB de memória (e entrada de cartão microSD). Para transferir os livros para o e-reader, você pode usar a conexão Wi-Fi ou passar os arquivos pela entrada Micro USB. A sua tela tem 6,8 polegadas sensível ao toque e com e-ink e resolução de 1440×1080 (265dpi) – a promessa é de “leitura nítida e clara em locais abertos” e possibilidade de “ler sob quaisquer condições de luz, seja dia ou noite.” Ele já está em pré-venda pelo site e nas lojas físicas da Livraria Cultura e chegará em três cores: café, preto e marfim. Além dele, outros dois modelos do Kobo estão disponíveis no Brasil: o Kobo Mini (R$ 289) e o Koboglo (R$ 399). |
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Posted: 22 May 2013 01:44 PM PDT
O Google tem vários projetos em andamento. Ele está trabalhando no Android, no ChromeOS, nos mapas, no Gmail, no Glass e em carros autônomos. Mas as melhores coisas devem estar escondidas nos confins do laboratório secreto “Google X”, e a Bloomberg deu uma olhada no que tem lá entro.
Localizado em uma construção de dois andares a cerca de 800 metros do campus principal do Google, o laboratório Google X não é um segredo muito bem guardado, mas dentro dele tem muita coisa que ninguém sabe o que é. Criado inicialmente para abrigar o projeto do carro autônomo do Google, o Google X agora é – possivelmente – lar de outros projetos malucos como elevadores especiais e outras coisas que nem imaginamos. Mas uma conversa recente da Bloomberg com o diretor do laboratório, Astro Teller, nos deu uma ideia do que podemos encontrar por lá. Da Bloomberg: Teller e seus colegas dizem que gastaram tempo contemplando levitação e teleportação. A última foi rejeitada como área de estudo futuro em partes por que qualquer item que você queira teleportar – um quadro de Picasso, digamos – precisa ser completamente destruído antes de ser reconstituído no outro lado.Dentro do laboratório estão alguns projetos de startups compradas pelo Google, como é o caso da Makani Power: Alguns dos projetos reais no Google X parecem estranhos. O mais novo protótipo da turbina de ar Makani Power, chamado Wing 7, é uma engenhoca de 7.9 metros de comprimento de fibra de carbono com quatro hélices de produção de eletricidade que voa em círculos em altitudes de 250 metros a 600 metros, enviando energia para uma estação-base por uma corrente leve. “Se tivermos sucesso, podemos nos livrar de uma grande parte dos combustíveis fósseis que usamos”, explica Damon Vander Lind, engenheiro-chefe da startup. Vander Lind reconhece que pode não funcionar, mas “se você não correr esse risco, e colocar uma década da sua vida tentando fazer, não há como ter sucesso.”E sobre temas mais viáveis, mas ainda assim insanos, Teller se recusou a comentar os rumores do plano do Google X de dar ao mundo inteiro internet via transmissores de banda larga em balões de grande altitude, mas disse à Bloomberg que isso tem cara de um projeto do Google X. O verdadeiro problema dos projetos alucinantes é que eles estão em sua infância naquele pequeno prédio de projetos e provavelmente nunca sairão de lá, mas uma olhada dessa faz com que você queira todos eles. Vamos ter que esperar até ver os projetos mudando o mundo. Você pode ir à Bloomberg para ler o artigo inteiro – ele é bem grande e está em inglês, mas vale a leitura. Só não espere descobrir muitos segredos. [Bloomberg] |
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Posted: 22 May 2013 12:38 PM PDT
Descobrir a pronúncia correta de GIF é uma das maiores questões da internet. Sempre acreditei que fosse com um G forte, GIF, um “G” como em “garrafa”. A maioria das pessoas que conheço pronunciam assim. Até a Casa Branca concordou em pronunciar GIF assim. Mas precisamos reavaliar todos os nossos argumentos porque o inventor do GIF – o Papai dos GIFs Steve Wilhite – diz que a pronúncia é JIF. Ah vá.
Steve Wilhite, que ganhou um prêmio por sua criação no The Webby Awards, disse ao NY Times que está irritado com todo o debate sobre a pronúncia de GIF. “O dicionário da língua inglesa Oxford aceita as duas pronunciações. Eles estão errados. É um G suave, pronunciado ‘jif’. Fim da história.”Ouviu isso. Eles estão errados. Ele disse que nós, povo do mundo inteiro, estamos errados. “É um G suave, pronunciado “jif”". Senhor, então porque não deu o nome de JIF? Fim da história. Eu sempre achei que a história estava encerrada, mas acredito que estejamos lendo livros diferentes. Mas ele é o Papai Gif, e pais têm direitos sobre as coisas que trazem ao mundo. Você quer que o seu filho se chame Maicou em vez de Michael, como em Michael Jackson, vá em frente (mas a pronúncia ainda é Mai-cou). E ele não está errado no seu pensamento. O G tem fonética gutural quando a letra G é acompanhada de a, o ou u (pense em gasolina, gol, orgulho). Já o G suave, com fonética palatal, surge quando é acompanhado por i ou e (girafa, Argentina). Existem algumas exceções, é claro, mas em geral, Wilhite tem seu ponto. GIF é acompanhado por um I. O problema com o pensamento de Wilhite está na forma como vemos siglas. Elas são palavras próprias ou não? BBC é uma palavra? Bibici? Ou é Bêbêcê? Se você combinar letras em uma palavra, como jota-PEG, faz sentido falar JPEF e não juh-peg? Se GIF significa Graphics Interchange Format, a porção “Grafics” na frase é representada por um G forte na sigla? É confuso, eu sei. Mas a diferença mais clara para mim é que existem coisas pronunciadas como JIF que não são escritas GIF. Há uma marca de manteiga de amendoim com esse nome, por exemplo. Se você quer que GIF seja pronunciado JIF, chame de JIF (já existe o JPEG Interchange Format, então pode não ser uma boa ideia). Se você usa a letra G como uma sigla para a palavra Graphics, e se o nosso Gizmodo é pronunciado com um G forte (como Guizmodo, digamos, e não Jizmodo [e muito menos Jizmondo]), e se o presidente dos Estados Unidos decreta que GIF é GIF e não JIF, então você está errado. Mesmo que você seja o pai dos GIFs. [NY Times] |
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Posted: 22 May 2013 11:50 AM PDT
Desde que chegou a Marte em agosto passado, a sonda Curiosity tirou um monte de fotos. Nós já vimos algumas das melhores, mas tem centenas mais de onde elas vieram. Felizmente, você pode olhar uma coleção de nove meses de fotos em apenas um minuto.
O YouTuber Karl Sanford pegou toda a coleção de fotos RAW em preto e branco que a Curiosity tirou com a sua câmera desde o dia 8 de agosto, sendo a mais recente de ontem. O timelapse resultante é sensacional, mas incompleta, já que a Curiosity não conseguiu enviar ainda todas as fotos. A missão da Curiosity vai durar ao todo 23 meses da Terra, então ainda tem muita foto por vir. E por mais que elas tenham sido jogadas em um vídeo de tamanho pequeno, valem a pena serem vistas. Continue sem bom trabalho, rapaz! [PetaPixel] |
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Posted: 22 May 2013 11:21 AM PDT
Por mais que SSDs sejam rápidos, eles ainda não conseguem oferecer as mesmas capacidades que os humildes HDDs conseguem. Especialmente este, com 1,5TB, que é o disco mais denso em memória que você consegue comprar agora.
O Travelstar 5K1500 tem 2,5 polegadas e apenas 9.5mm de profundidade. Com 1,5TB de armazenamento, isso significa que ele oferece 694GB por polegada quadrada – sendo com facilidade o HDD mais denso do mercado. Ele consome apenas 1.8W, mas tem um lado ruim: gira a 5400rpm, então não é um dos discos mais rápidos que você vai usar. Ainda assim, se o seu laptop tem problema para guardar todos os vídeos, música o que mais você escolher colocar nele, este pequeno cara pode dar a ajuda que você precisa. Ainda não há informações sobre preço, mas ele estará disponível em junho. [Engagdet] |
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Posted: 22 May 2013 10:04 AM PDT
Há tempos a HTC está em apuros. A empresa não consegue emplacar novos aparelhos high-end, sofre com atrasos na fabricação e seu lucro trimestral caiu pela sexta vez seguida. Agora ela tem mais um problema para se preocupar: cinco altos executivos saíram da empresa.
O diretor de produto, Kouji Kodera, deixou a HTC na semana passada. Ele trabalhava lá desde 2010, e era responsável por tudo o que envolvia a criação, desenvolvimento e inovação de novos produtos. Ele não foi o único do alto escalão a sair: o vice-presidente de comunicação global, Jason Gordon, deixou a HTC na última sexta-feira. E nos últimos três meses, houve outras baixas, como a gerente global de marketing, Rebecca Rowland; o diretor de marketing digital, John Starkweather; e o gerente de estratégia de produto, Eric Lin. Na verdade, Lin deixou um recado bem sincero a seus ex-colegas da empresa: “demitam-se, saiam agora”. (Ele agora trabalha para a Microsoft, na divisão do Skype.)
To all my friends still at @htc – just quit. leave now. it's tough to do, but you'll be so much happier, I swear.
O que acontece? Fontes dizem ao The Verge que o novo diretor de marketing, Ben Ho, está levando parte do planejamento e estratégia para Taiwan, onde fica a sede da HTC – e a sucursal em Seattle (EUA) estaria sendo reduzida. “Eles estão totalmente em queda livre”, diz uma das fontes.Parece, no entanto, que o problema está mais acima: especificamente, no CEO Peter Chou. De acordo com as fontes, ele ordenou que o One fosse lançado no início de 2013, mesmo após ser alertado de possíveis atrasos nos fornecedores. Como resultado, o One chegou a apenas três países até o final de março – a HTC prometeu lançá-lo em 80 mercados. Apesar de bem-recebido em reviews, o HTC One desaponta em alguns aspectos, como a câmera e nova interface Sense. E fora estar disponível em poucos mercados, o aparelho não conta com uma campanha de marketing à altura – como o Samsung Galaxy S4, por exemplo. Segundo o Wall Street Journal, Peter Chou disse a seus altos executivos que deixaria o cargo de CEO caso o One não fosse um sucesso. Para piorar a situação, a HTC esperava que seu Facebook Phone – o First – ajudasse a alavancar as vendas. No entanto, rumores dizem que o aparelho teve vendas muito fracas e não estará mais disponível em breve. A AT&T, operadora que vende o First com exclusividade, reduziu seu preço de 99 dólares para 99 centavos (em contrato de dois anos). O que pode salvar a HTC? Talvez apostar mais forte no marketing, já que eles criaram um bom produto. Quem sabe lançar modelos mid- e low-end: eles podem ter ido longe demais ao limpar sua linha de produtos. De um jeito ou de outro, eles precisam lidar com a presença cada vez maior da Samsung, e não podem contar tanto com a Microsoft, sua antiga parceira – ela agora só tem olhos para a Nokia. O futuro da HTC pode estar em sério risco. Mesmo que você sinta algum prazer sádico em vê-la em apuros – a empresa deixou o Brasil no ano passado - menos concorrência em smartphones não é boa notícia. [The Verge e All Things D] |
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Posted: 22 May 2013 08:40 AM PDT
O primeiro salto para um futuro Star Trek acaba de aparecer na última versão estável do Chrome. A partir de agora, a “Busca por conversação” está disponível para todos: o Chrome entende o contexto das suas perguntas.
Por exemplo, se você procurar “Quem é Daniel Craig?” e, em seguida, perguntar “Qual é a altura dele?”, o Google vai entender que você ainda está falando sobre Daniel Craig e responder de acordo em voz alta, usando o Knowledge Graph. Mas é preciso usar a voz para fazer as perguntas: se você digitá-las, o Google não vai entender quem é “ele”. E você precisa sempre clicar no botão de microfone para ativar a busca por voz. Dizer apenas “OK, Google” para tanto – como o Google demonstrou no I/O – ainda não está disponível, mas deve ser lançado em breve. Outra parte do contexto é o local: se você perguntar “vai chover amanhã?”, ele exibe a previsão do tempo na sua cidade – mesmo sem você dizer onde está. E ele ainda responde em voz alta: “Não, amanhã não deve chover em [sua cidade]“. A busca por voz funciona melhor no Google.com, em inglês. E para quem usa o Field Trial – funções experimentais no Google.com – ela fica ainda melhor. Como ele integra a Agenda, Gmail e outros na busca, você pode perguntar “o que vai acontecer hoje?” e ver os compromissos do dia, por exemplo. Para usar a busca por voz, tudo que você precisa é da versão mais recente do Chrome: abra o menu do navegador, clique em “Sobre o Google Chrome” e espere atualizar para a versão 27. No entanto, nem tudo está funcionando bem: talvez pelo volume de acessos, a busca por voz às vezes emite a mensagem “Sem conexão com a Internet”. É uma falha que aparece para diversos usuários, mas esperamos que seja resolvida em breve. Desde 2011, o Google.com já tinha buscas por voz, ativadas pelo ícone do microfone. O que mudou? Agora, ele usa a nova Web Speech API, fazendo a transcrição da sua voz enquanto você fala, e está mais esperto por entender o contexto das perguntas, o que não havia antes. Este parece ser apenas o início. Ele pode ser impressionante, mas falar suas perguntas em voz alta para o laptop ainda é meio estranho. Próximo passo: pesquisa conversacional por texto? [Search Engine Land via WebProNews] |
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Posted: 22 May 2013 06:48 AM PDT
O novo Kinect é bem incrível. Apenas pelos números que a Microsoft cita, ele é um enorme upgrade. Abaixo você pode ver o passo a passo completo – ou melhor, a maior parte dele – que fizemos no campus da Microsoft, em Redmond.
A demonstração usa o Kinect que será incluído no novo Xbox One. Algumas partes são de cair o queixo. De cara, você nota o sensor de profundidade melhorado. Ele é três vezes mais sensível e pode discernir partes bem pequenas, como as rugas na sua camisa. O campo de visão é 60 graus maior, o que ajuda a ver mais pessoas – até seis indivíduos podem aparecer na tela de uma vez – e a visão é mais precisa, além de detectar uma profundidade maior. E a detecção por infravermelho (IR)? O Kinect consegue ver em um cômodo escuro! Isso é, tipo, totalmente absurdo. E deve ser legal para usar o Kinect durante a noite – ou para jogos de terror, quando você não quer uma sala bem iluminada. As novas câmeras 1080p possuem um campo de visão amplo, o que vimos em mais detalhe durante uma demonstração do Skype com quatro parceiros de bate-papo. A imagem fica ótima, mas ninguém está muito preocupado com isso. As coisas verdadeiramente impressionantes estão no cérebro do Kinect. Seu mapeamento de esqueleto está melhor e é insanamente preciso: ele consegue rastrear seus movimentos de mão, ou mesmo quando você dá de ombros. O rastreador muscular também está no limite do incrível. Ele sabe qual a pressão exercida em diferentes partes do seu corpo: ele sabe onde você concentra seu peso à medida que você se inclina para os lados. O Kinect ainda sabe quanta energia é gasta em cada movimento, já que ele rastreia a velocidade: ele sabe se você deu um soco fraquinho ou um uppercut rápido no ar, e mostra o movimento com círculos brancos surgindo nos seus punhos e pés. O rastreamento de orientação também é legal: ele sabe se você gira o braço, perna ou seu corpo – ele é realmente tridimensional. O monitor de frequência cardíaca – que lê sua pulsação apenas olhando para você – parece bastante preciso: o número aumentava (ou abaixava) à medida que fazíamos mais (ou menos) atividade. Mas, obviamente, não pudemos testá-lo contra um monitor cardíaco de verdade. Ainda assim, isso é algo que estará em salas de estar. É muito legal. O reconhecimento facial sabe quem você é, e pode dizer se você está “engajado” ou não com o console. Ou seja, se você disser “Xbox pause” enquanto não olha para a TV, o Kinect não vai ouvir você. (Talvez você queira desligar isso?) E é impressionante que ele possa ler sua expressão facial e saber se você está feliz, triste ou entediado. O Kinect 2 não só vê você, como ele pode ouvir também. Na verdade, ele pode ouvir a sua voz mesmo com o som de qualquer jogo ou filme tocando ao redor. Quer emitir um comando no meio de um vídeo particularmente alto, ou de um jogo de tiro? Não precisa gritar para o Kinect 2 ouvir e obedecer. É pouco dizer que todo esse conjunto de características é “impressionante”. Isto se trata de tecnologia de ponta em vários níveis, com aplicações muito além de assistir vídeos ou jogar seus games. É o futuro, e todos nós começamos a vê-lo hoje. |
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Posted: 22 May 2013 05:50 AM PDT
Você provavelmente já ouviu que, segundo a Microsoft, o novo controle do Xbox One tem 40 novos recursos para torná-lo mais fácil de usar. Isso é verdade! Mas alguns realmente se destacam – principalmente os gatilhos com feedback.
Depois de segurar um deles por alguns minutos, posso dizer oficialmente que o controle do Xbox One é muito bom. Ele é mais confortável graças a uma série de alterações: as pilhas agora ficam dentro do controle e tornam a traseira uma peça só, por exemplo. Mas a maior mudança foi mover o centro de gravidade para mais perto do seu corpo, o que ajuda a equilibrá-lo melhor nas mãos. O D-pad melhorado é muito, muito mais fácil de usar do que a versão atual do Xbox. Os analógicos, por sua vez, ficaram mais fáceis de manusear, e o botão central do Xbox foi movido mais para cima, ficando um pouco mais natural – e um pouco mais difícil de alcançar (um problema se você o usa tanto quanto eu). No geral, ele deve se encaixar mais confortavelmente em mais tamanhos de mão. E o feedback por vibração? Bem, realmente parece que ele pode criar uma experiência imersiva e melhor. A Microsoft preparou algumas estações para nós testarmos o novo controle, com seis demonstrações de como o efeito pode ser usado em situações reais de jogo (por enquanto, são apenas truques que chamam a atenção). Eis um resumo rápido de cada um; os destaques em verde de cada vídeo, mostrados na tela, estão abaixo. Aqui você vê uma roda de carro parando, e você a sente através do controle. Mas à medida que ela desacelera, a vibração dos raios da roda é sentida no gatilho esquerdo, em intervalos curtos que se alinham com o que está na tela. Muito legal. Eis uma arma sendo disparada, e cada vez que ela atira, só o gatilho direito do controle treme. É uma sensação muito, muito legal quando você está apenas segurando o controle, porém um pouco menos interessante quando você de fato usa o botão à medida que a arma dispara, porque a sensação de pressionar o gatilho é menor. (Na demonstração, a arma atirava sozinha.) Eis um helicóptero voando dentro e fora do enquadramento, e os rotores girando forte para frente e para trás, em um uníssono assimétrico para simular as hélices. Na demonstração, vimos outros movimentos também: o helicóptero descia e voltava a subir, virava para a direita, e um lado do controle tremia muito mais enquanto o helicóptero fazia uma curva para não bater. O novo controle dá uma sensação infinitamente maior de um helicóptero – pelo menos para o meu cérebro – do que o feedback tátil da versão antiga. Esta demonstração é enganosamente legal. À medida que o fogo treme em suas mãos, você sente uma vibração média, mas quando você joga a bola de fogo, a vibração muda ligeiramente, e se concentra mais nas pontas dos dedos. Você realmente sente o impulso. A última demonstração foi de um monitor cardíaco, mas o vídeo não deu certo, então eis uma foto da estação de testes. A demonstração em si é o que você esperaria: a tela exibe um coração batendo, e você sente a pulsação no controle através do feedback. O Xbox One ainda não tem data específica de lançamento, mas a Microsoft diz que ele sai “ainda este ano”. Esperamos ver mais detalhes sobre o console durante a E3 2013, que começa em 11 de junho. |
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