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Posted: 28 May 2013 04:14 PM PDT
A Wired teve a chance de brincar com o que pode ser ao mesmo tempo uma das mais divertidas e perigosas engenhocas que você pode conseguir com certa facilidade. Desenvolvida para ser usada responsavelmente por profissionais como médicos, pesquisadores e até chefs de vanguarda, a Brymill Cry-Ac 3 é capaz de disparar uma rajada de nitrogênio líquido que instantaneamente congela o alvo a 320 graus abaixo de zero.
É a maneira perfeita de garantir que uma casquinha de sorvete não derreta ou que a bateria de um laptop não sobreaqueça. Mas vamos ser sinceros, qualquer um fora das profissões anteriormente mencionadas usaria apenas para congelar e despedaçar qualquer coisa que apareça pela frente. E se isso significar vídeos legais no YouTube, então tudo bem.
A Cry-Ac que o pessoal da Wired brincou era particularmente legal porque incluia um acessória chamado TrackerCam, que fornece feedback em tempo real da temperatura da superfície da coisa que está sendo atacada com nitrogênio líquido. É como se tivesse uma GoPro incorporada, mas desenvolvida visando a segurança, não para capturar suas brincadeiras bestas. [Brymill Cryogenic Systems via Wired]
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Posted: 28 May 2013 03:14 PM PDT
O MSN chegou ao fim e seus antigos usuários fizeram uma migração forçada para o Skype. E, junto com as várias pessoas que começaram a usar o Skype para conversar com amigos, também migraram aquelas que querem se aproveitar da ingenuidade alheia.
Fabio Assolini, da Kaspersky, escreveu em seu blog sobre alguns dos golpes que começaram a surgir no Skype após o fim do MSN. Eles seguem um padrão: mensagens mal escritas com links para supostas fotos, mas que na verdade são worms escondidos em encurtadores de endereços. Diferentemente do que pode sugerir a mensagem, as fotos da festa não estão ótimas: Apesar de parecer uma mensagem besta e um worm básico, o golpe que está se disseminando pelo Skype é muito bem desenvolvido. Ele descobre o idioma do seu sistema operacional para passar uma mensagem de forma que você vai entender – ou quase, já que algumas traduções simplesmente perdem o sentido. Ele encurta diversos links em pouco tempo, normalmente usando o goo.gl do Google, mas bit.ly e ow.ly também podem aparecer. Os links encurtados escondem arquivos armazenados em serviços de compartilhamento como 4Shared e Hotfile. Se a vítima baixar um arquivo, ele será instalado e pedirá autorização para acessar o Skype. A partir daí, mensagens serão disparadas em seu nome para tentar enganar seus amigos. Caso você tenha sido infectado pelo worm – ou conheça alguém que foi – pode usar seu antivírus para remover a ameaça do seu computador. Além disso, Assolini também recomenda que você remova as permissões do controle de acesso de API do worm – ele normalmente aparece como uma sequência aleatória de números e letras. O worm tem como objetivo preparar sua máquina para um vírus maior – algo que pode dar controle total do seu computador para um cibercriminoso, por exemplo. Ele afeta não apenas brasileiros como também Estados Unidos, Rússia e muitas áreas na Europa. Ataques assim devem se tornar cada vez mais comuns com a popularização do Skype pór-morte do MSN. E, como o Skype está presente em vários dispositivos e plataformas diferentes – e aí pode estar um grande perigo, com ataques direcionados a smartphones usando usuários infectados em PCs, por exemplo. [Fabio Assolini] |
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Posted: 28 May 2013 02:30 PM PDT
A Sony mostrou hoje em São Paulo seus principais produtos previstos para 2013 – TVs, home theaters, smartphones e tablets, entre outros. A japonesa colocará nas lojas brasileiras dois modelos de TV 4K nos próximos meses e ampliará sua linha de smartphones com mais dois modelos intermediários – o Xperia SP e Xperia L.
TVs 4KAs TVs 4K da Sony já estão entre nós – ou quase. Dois modelos estarão nas lojas brasileiras entre junho e julho com 55 polegadas e 65 polegadas. A Sony ainda não divulgou o preço, mas promete que eles serão “competitivos”. Os modelos que chegarão por aqui são a Sony XBR-55X900A e a Sony XBR-65X900A – nos Estados Unidos, elas custam US$ 5.000 e US$ 7.000, respectivamente.A imagem das duas TVs é impressionante. O vídeo de demonstração era do Mundial de Clubes da FIFA de 2012, e a quantidade de detalhes na tela era incrível. Nos momentos em que a torcida aparecia na tela, por exemplo, era possível ler sem muita dificuldade alguns pequenos cartazes levados ao estádio. Mas de nada adianta ter uma TV com resolução 4K sem ter conteúdo nesta qualidade, certo? Durante a Copa das Confederações, a Sony gravará os jogos realizados no Mineirão em 4K e depois eles poderão ser vistos pelos donos das TVs. Mas, no geral, você não terá muito o que assistir na TV 4K caso tenha dinheiro para comprar uma, ao menos por enquanto. Pensando na Copa do Mundo e na Copa das Confederações, a Sony também lançou novos home theaters com um recurso que aparece também em algumas TVs concorrentes – como nas da Samsung – que é uma função para diminuir o volume da narração e aumentar o barulho da torcida durante um jogo de futebol. Segundo a Sony, a função que aparece em um botão chamado “Torcida”o espectador sente como se estivesse dentro do estádio mesmo sem sair de casa. Na prática não chega a dar a sensação de estar no meio da torcida, mas pode ser bem útil em jogos que o narrador atrapalha mais do que ajuda durante a transmissão. Eles ainda não tem data nem preço definidos – a previsão é que cheguem às lojas ainda neste ano. Smartphones e tabletsDois novos smartphones e um tablet da Sony estão a caminho. Os smartphones são o Xperia SP e o Xperia L, e o tablet é o Xperia Tablet Z – que virá na versão 4G.O Sony Xperia SP tem tela de 4,6 polegadas HD Reality Display com o mesmo motor Mobile Bravia 2 do Xperia ZQ. Com processador Snapdragon MSM8960 Pro dual-core de 1,7 GHz, ele também tem câmera traseira de 8 megapixels, NFC e 4G, e custará R$ 1.299 – uma opção acessível para quem já quer LTE. Ele roda o Android 4.1 com a skin Experience Flow, da Sony, a mesma usada no Xperia ZQ e que achamos um pouco pesada demais. Já o Xperia L é um pouco mais modesto: com tela de 4,3 polegadas e resolução FWVGA, ele tem um processador Snapdragon S4 dual-core de 1GHz, NFC, 8 GB de armazenamento interno (expansível via microSD), bateria de 1,700mAh e câmera traseira de 8 megapixels com o sensor Exmor RS, além do Android 4.1 com a skin encontrada no Xperia ZQ. A Sony promete a “melhor câmera da categoria”para o Xperia L, que custará R$ 899. Por fim, o Xperia Tablet Z, o tablet mais leve e mais fino do mundo, tem tela Full Hd de 10,1 polegadas, 16GB de armazenamento interno e o mesmo processador Snapdragon S4 Pro de 1,5 GHz do Xperia ZQ. Ele virá com o Android 4.2 com as modificações da Sony, além de 4G. O título de “mais fino e leve do mundo” é merecido – ele pesa 495 gramas e tem 6,9mm de espessura. Os dois smartphones chegam às lojas em junho nas cores preta e branca, enquanto o Xperia Tablet Z chega em agosto sem preço definido. Fotos por Pedro Hassan |
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Posted: 28 May 2013 12:35 PM PDT
Ok, isso deveria ser considerado extremamente perigoso ou algo assim. Um entusiasta maluco por laser criou seu próprio sabre de luz capaz de atravessar coisas.
O laser monstruoso de 3W, feito a partir de diodos tirados de um projetor DLP ligado a duas baterias de laptop de ion-lítio de alto poder, é capaz de queimar coisas como papel, cartões, madeira e até uma bola de pingue-pongue. Você certamente não quer uma coisa dessas apontada em sua direção. Não exatamente um sabre de luz de verdade, mas certamente o mais próximo que chegaremos de um. Só não aponte ele em direção ao olho de ninguém. [YouTube via TNW] |
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Posted: 28 May 2013 10:05 AM PDT
Arranha-céus, torres de TV e torres de observação estão entre os objetos mais incríveis da engenharia humana. Se você quiser enxergar o mais longe possível sem escalar uma montanha, você só precisa comprar um bilhete para o deck de observação da estrutura superalta mais próxima.
Eis o que você verá nos andares superiores de alguns dos edifícios mais altos do mundo. Burj Khalifa, a mais alta estrutura no mundo feita pelo homem. Dubai, Emirados Árabes Unidos. 828 m.Fotos: Tom Olliver e Jack Zalium (topo) A noite vista da Tokyo Skytree. Tóquio, Japão. 634 m.Foto: Dell’s Pics O crescente localizado no topo das Torres Abraj Al-Bait (também conhecidas como Mecca Royal Hotel Clock Tower). Meca, Arábia Saudita. 601 m.Foto: Wurzelgnohm/Wikimedia Commons A Torre de televisão de Cantão. Guangzhou, China. 600 m.Foto: Trevor Patt CN Tower. Toronto, Canadá. 553,3 m.Foto: Doc Searls One World Observatory, no 100º andar do One World Trade Center. Nova York, EUA. 541 m.Foto: Spencer Platt/Getty Images Torre Ostankino de televisão. Moscou, Rússia. 540,1 m.Foto: Andy M. Taipei 101. Taipei, Taiwan. 509 m.Foto: Matthew Wu Panorama de Xangai e do rio Huangpu no último andar do Shanghai World Financial Center. Xangai, China. 492 m.Foto: Feng Li/Getty Images International Commerce Centre. Hong Kong, China. 484 m.Foto: Vanishaaron Oriental Pearl Tower. Xangai, China. 468 m.Foto: Attila Nagy/Gizmodo John Hancock Center. Chicago, EUA. 457,2 m.Foto: Allen McGregor As Torres Petronas. Kuala Lumpur, Malásia. 452 m.Foto: Albert Freeman Torre Zifeng. Nanquim, China. 450 m.Foto: Sharon Hahn Darlin Empire State Building. Nova York, EUA. 449 m.Foto: Alex Faundez A linha do horizonte de Chicago, com o Lago Michigan no fundo, do alto da Willis Tower (anteriormente chamada de Sears Tower). Chicago, EUA. 442 m.Foto: Tim Boyle/Getty Images Kingkey 100. Shenzhen, China. 442 m.Foto: Trevor Patt Torre Milad. Teerã, Irã. 435 m.Foto: Hansueli Krapf/Wikimedia Commons Uma cena semelhante a Blade Runner vista da Torre Jin Mao. Xangai, China. 421,5 m.Foto: Attila Nagy/Gizmodo Kuala Lumpur Tower. Kuala Lumpur, Malásia. 421 m.Foto: Sam Gao Torre Al Hamra. Cidade do Kuwait, Kuwait. 413 m.Foto: Pedro Dash T Qual é o seu panorama preferido? Você já esteve no topo de um edifício muito alto? Mostre-nos sua foto favorita abaixo! |
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Posted: 28 May 2013 08:40 AM PDT
A Amazon chegou ao Brasil de mansinho com a seguinte proposta: mostrar que ebooks e Kindles podem fazer o nome da marca por aqui. E, para isso, ela trouxe uma série de opções de eReaders, incluindo o chefão da turma, aquele que fez muita gente babar por aí, o Kindle Paperwhite. Mas como ele se adapta ao nosso ecossistema tropical? Usamos o aparelho durante um bom tempo e trazemos nossas impressões sobre o monstrinho da Amazon.
A primeira coisa que chamou minha atenção quando abri a caixa do Kindle Paperwhite foi o tamanho. Por algum motivo misterioso, imaginei que o bichinho era maior do que é. Tirei da caixa, virei pra ver se era mesmo ele e… achei que não era. O Paperwhite é totalmente preto, não tem nada que diga que ele é um Paperwhite – atrás está escrito apenas Kindle. Se, entretanto, não há nada que evidencie que se trata de um outro bicho enquanto ele está desligado, basta ligar para saber que estamos falando de algo que ainda não tínhamos visto. MenuPara começar, e sei que isso não é uma novidade, mas o Paperwhite é touchscreen, assim como o Fire — e o Touch, mas no Touch eu ainda não coloquei minhas mãos. Há apenas um botão físico, o de ligar/desligar, que fica embaixo do aparelho. Você aperta o botão para ligar e aparece uma mensagem pedindo pra você deslizar o dedo para desbloquear – vale deslizar de qualquer jeito, em qualquer direção. Se você já tiver registrado o aparelho com a sua conta da Amazon, a tela terá cinco linhas: na primeira, o nome do seu Kindle, a barrinha do Wi-Fi e da bateria e a hora; na segunda, os "botões" de configuração; na terceira, os seus livros; na quarta, as recomendações da Amazon; e na quinta um anúncio. Os "botões" do Kindle Paperwhite são seis: a casinha, ou seja, o home, um botão de voltar, uma lampadinha, um carrinho de compras, uma lupa e um ícone com três linhas com cara de "Configurações" (são elas, mesmo). Nenhum mistério aqui: a casinha leva você à tela inicial, o botão de voltar volta para a última coisa que você estava fazendo, a lampadinha – falaremos mais sobre ela – ajusta a luminosidade da tela, o carrinho de compras leva você à loja da Amazon e o botão de configurações abre as opções de configuração do aparelho – nenhuma que mereça menção especial a não ser, talvez, o acesso ao "Navegador Experimental". As configurações que realmente importam têm seus botões próprios: a da luminosidade da tela, essa sim uma novidade do Paperwhite, e a da fonte, que não está disponível na tela inicial. A lampadinha que revela o controle de luminosidade é tão simples como se espera que um botão de configuração seja: você não tem dúvidas de para que ele serve, quando abre ele revela uma escala do menor para o maior na qual é ridiculamente fácil ajustar a luminosidade e que ainda traz dicas sobre o uso em ambientes claros ou escuros. OK, mas qual é a genialdiade de se pensar em um botão para ajustar a luminosidade? Bem, nenhuma, mas no iPad e no Kindle Fire não há um botão para isso. Para ajustar a luminosidade da tela você tem que entrar nos Ajustes, selecionar o Brilho da Tela e só então ajustar. Não é um grande trabalho se você usar pouco, mas essa é a diferença no ajuste do Paperwhite: você não precisa usar pouco porque ele está na sua cara. LeituraE é a luz que faz toda a diferença no Paperwhite. Para começar, é uma luz praticamente uniforme por toda a tela: os únicos pontos de "sombra" perceptíveis estão na parte de baixo, na linha em que não há texto. Além disso, a luz do novo Kindle não irrita, não impede que você leia por períodos longos. A comparação com a luz do iPad nesse aspecto deixa bem claro (neste caso, literalmente) o que a Amazon quer dizer quando valoriza sua tecnologia de iluminação: mesmo no nível mais baixo de brilho, o iPad ilumina praticamente o quarto todo, e tem potencial para fazer sua companheira/seu companheiro de cama reclamar da luz. No Kindle isso não acontece – o máximo que fica iluminado é o leitor. Em suma: não dá para usar o Kindle para iluminar o outro lado do quarto, como é possível fazer com o iPad. A própria existência da luz é uma enorme vantagem, embora seja difícil falar em vantagem quando consideramos que, na real, o Kindle concorre, como leitor, também com os tablets, que têm luz há tempos. Se falamos apenas de leitores, porém, é uma novidade na linha Kindle — os concorrentes de eReaders, como o Nook e o Kobo, agora também trazem tal opção.Mas, pelos motivos já descritos — a luz é uniforme, ilumina bem o texto sem cansar a vista, e não ilumina o que não precisa iluminar — o Paperwhite leva vantagem ampla sobre as iluminações disponíveis no mercado, inclusive as dos tablets. A outra novidade do Paperwhite para a leitura são as novas fontes disponíveis. No total, são seis fontes disponíveis, número menor até do que no Fire. A diferença, porém, é a qualidade. A tela do aparelho tem uma resolução muito acima da média para quem se acostumou com o e-ink, o que, além de permitir leitura melhor e mais confortável, torna possível fontes mais "elegantes", como Helvetica e Baskerville. Admito que para mim isso muda muito pouco, pelo menos na percepção imediata, mas tem sido apontado por muita gente como algo bem bacana. Se a definição da tela é incrível, seu tamanho pode levar a discussões. Não há qualquer desconforto para ler por causa do tamanho (12,2 por 9 cm). O problema é a quantidade de texto que cabe ali, e nisso o Kindle pode ser vítima de uma de suas qualidades. Em uma comparação com um livro "comum", por exemplo, contei vinte e nove linhas de texto, enquanto na tela do Kindle com a fonte do mesmo tamanho cabem 23. Não é uma grande diferença, você não tem que "virar a página" em um tempo muito menor do que teria se estivesse lendo no livro. Se, entretanto, você escolher uma fonte maior, e é provável que você faça isso se estiver rondando os 40 anos, o número de linhas cai, assim como a quantidade de texto em cada linha. Lendo no tamanho 5 (de um total de 8) e em uma velocidade normal, não é nada que possa irritar o leitor menos preciosista, mas ainda assim pode haver quem prefira a tela maior do iPad – mesmo a do Mini. ConfortoO que nos traz a outra questão: o conforto da leitura, o peso, a facilidade de segurar o aparelho. E é exatamente por esse item que o Kindle – e sua tela – tem o tamanho que tem. O Paperwhite que está aqui na minha mão – sim, em uma mão só – é incrivelmente leve (213 gramas, contra 400g do Kindle Fire, 575g do Kindle Fire HD e nada menos que 662g da quarta geração do iPad). Ou seja: não dá pra comparar a facilidade de leitura em um Kindle e em um tablet "normal". São animais diferentes, feitos para coisas diferentes, e se você quer ler por longos períodos um tablet não é, ou pelo menos não deveria ser, uma opção. E não só pelo peso. Ler em um iPad é operação complicada por um motivo simples: é praticamente impossível segurá-lo com uma mão só sem acidentalmente encostar na tela – e mudar de página. Comparado com o iPad clássico, o Kindle Paperwhite é muitíssimo superior nesse aspecto. Além de leve, é fácil de segurar com uma ou duas mãos, não pesa, não cansa. Permite todas as posições de leitura que um livro ou tablet permitiria, e outras que eles não permitiriam. Na comparação com o iPad mini, porém, estas vantagens diminuem consideravelmente. O Mini tem 308g, ainda é quase 50% mais pesado do que o Kindle, mas a diferença não é suficiente para incomodar. E a tela um pouco maior, de 13,47 por 20 cm, leva vantagem na quantidade de texto. O tamanho, porém, que é vantagem em muitos aspectos, é desvantagem quando se fala em facilidade de segurar. Como é pequeno e tem a maior parte de seu tamanho ocupado pela tela, o aparelho não deixa muitos lugares para você colocar os dedos sem encostar na tela. No primeiro momento, exige uma adaptação – e você provavelmente vai mudar de página sem querer algumas vezes. (De novo, note-se, você será vítima das qualidades do aparelho, no caso a facilidade em virar as páginas, simplesmente tocando na tela de um lado ou de outro para avançar ou voltar). Em pouco tempo, porém, você se acostuma com o tamanho e formato, e isso deixa de acontecer. E, convenhamos, com o que estamos comparando? O Kindle não é fácil de segurar, mas o que é? Bem, o Kindle Keyboard é, a área do teclado permite uma "segurabilidade" mais bacana, sem ser muito mais pesado (14 gramas a mais). Além do tamanho maior, porém, que pode ser vantagem para alguns e desvantagem para outros, o Keyboard não é touch screen, e se isso pode fazer com que você não mude acidentalmente de página, por outro lado fará com que demore mais ou menos um minuto para olhar uma palavra no dicionário, contra 3 segundos dos modelos com touch screen. Isso sem falar que o Keyboard não tem iluminação interna. Se a comparação com o que existe é favorável ao Paperwhite, impossível não pensar que a Amazon podia ter feito o próprio um pouco maior, e com uma área maior para segurá-lo. Para os meus hábitos, provavelmente seria melhor, contanto que o peso pudesse não ser significativamente maior. O aparelho, porém, deixaria de caber no bolso, e seria mais difícil de manusear. Não sei o quanto isso faria diferença para a maior parte do público ao qual o Kindle se destina. Oferta de títulosA oferta de títulos da Amazon é o principal ponto em que faz toda a diferença se você está no Brasil ou nos EUA. Posso dizer sem nenhuma sombra de dúvida que o Kindle Fire foi a compra mais estúpida que eu já fiz na vida, já que não consigo usar ele – sim, eu sei que há maneiras de "driblar" as restrições, mas elas requerem esforço, e o objetivo aqui é praticidade. No caso do Kindle para leitura, entretanto, por um lado essas restrições simplesmente somem: você pode comprar o livro que quiser, no próprio aparelho, e recebê-lo, se tiver uma conexão decente, em segundos. Em inglês, a oferta de títulos da Amazon é simplesmente monstruosa, muito maior do que qualquer concorrente. E em português, antiga falha do ecosistema Amazon, já há quantidade e qualidade para não reclamar.Segundo a Amazon, são 16 mil títulos em português, 2.500 deles gratuitos. Entre eles estão 19 dos 20 da lista de mais vendidos, além de autores que vão de Philip Roth a Dráuzio Varela, passando por Proust, Paulo Coelho, trilogia 50 Tons de Cinza, As Aventuras de Pi, Stephen King e a biografia de São Marcos. Entre os títulos gratuitos interessantes há por exemplo os dois números da Orpheu, revista de literatura publicada por, entre outros, Fernando Pessoa e Mario de Sá-Carneiro em 1915. E aí, vale?O Kindle é muito mais barato que um tablet, é a melhor maneira de ler um livro – comparando, inclusive, com o livro de papel -, você pode ler em qualquer ambiente, e é fácil de segurar. A luz interna é fantástica, a definicão da tela, idem. O iPad Mini, porém, tira foto, acessa bem a internet, tem Angry Birds e Facebook e exibe vídeos – apesar da tela ser pequena demais para que você possa vê-los como devia, convenhamos. Para completar, há mais e mais concorrentes na categoria “tablet pequeno” — o ótimo Nexus 7, o Asus Fonepad, o Galaxy Tab 8.0. O conforto da leitura é pior quando se pensa em luminosidade, é verdade, mas só neste quesito. O peso é um pouco maior, mas nada que faça diferença enorme – pelo menos para mim. E qualquer tablet também tem o aplicativo Kindle, o que resolve qualquer questão com relação à oferta de títulos. Quer dizer, tudo depende do uso que você pretende fazer do aparelho. O Kindle – e o Paperwhite não é diferente – é um leitor. Você não vai usá-lo para receber emails, não vai jogar nele e não vai acessar a internet – a não ser para, por exemplo, checar rapidamente quem é mesmo esse Mario de Sá-Carneiro. Até serve para acessar a Wikipedia, embora não seja a coisa mais fácil do planeta chegar nela, mas você não vai querer usá-lo para postar no Facebook o que está achando do livro. O que, em minha modestíssima opinião, pode ser uma grande vantagem – e um bom motivo para você economizar US$ 60 e abrir mão do 3G, que provavelmente usará bem pouco. Sim, é uma questão filosófica, na qual não tenho nenhuma dúvida sobre o lado em que estou: se você vai ler um livro, leia um livro, e só faça outra coisa enquanto estiver lendo o livro se isto for tornar sua leitura uma experiência mais rica – por exemplo, se precisar entender uma referência ou recordar uma personagem histórica. Você não vai acessar o Facebook, mudar de idéia e jogar Angry Birds ou resolver assistir um vídeo. O Kindle não é para isso, o que para mim é perfeito. Por outro lado, isto vale para mim, que também tenho um iPad para todos estes outros usos. Outra questão levantada por algumas pessoas é a baixa capacidade de armazenamento, 2GB, o que equivale, segundo a Amazon, a 1100 livros. Bem, eu tenho 1100 livros, mas… preciso levar eles comigo toda vez que sair? Claro que não. Além disso, embora o aparelho "só" permita armazenar 2 GB, você pode acessar todos os seus livros por meio da nuvem da Amazon. Ou seja: a probabilidade de você sentir falta de mais capacidade de armazenamento é bastante pequena. Por fim, outra característica interessante do Kindle tem a ver com a concorrência, mas também com a maneira como a Amazon a encara: a possibilidade de sincronizar seus livros com outros devices, inclusive o iPad. Em um dia normal de trabalho, dificilmente terei tempo para ler um livro durante o dia, ou seja, faz pouco sentido levar meu Kindle comigo no dia-a-dia. Por outro lado, meu iPad vai sempre comigo. Se, portanto, sobrarem quinze minutos entre o almoço e uma reunião, posso perfeitamente abrir o aplicativo Kindle do meu iPad e ler o livro que eu quiser, abrindo ele no ponto em que parei, e sabendo que, quando abri-lo de novo no Kindle, ele vai abrir no ponto em que eu parei no iPad. Se você já tem um tablet e quer um Kindle para substituir/somar aos seus livros de papel, vale demais a pena, ainda que R$ 479 esteja longe de ser barato. E lembre sempre que nos EUA o aparelho sem 3G sai por US$ 119, menos da metade do valor. |
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Posted: 28 May 2013 08:19 AM PDT
Uma equipe de pesquisadores desenvolveu uma técnica que aumenta a precisão – e velocidade – da transmissão de dados pela internet, usando sinais espelhados como em certos fones de ouvido.
A equipe explica na Nature Photonics como é possível enviar não um, mas dois feixes de luz através de um cabo de fibra: um é o sinal de dados comum; e o outro é sua imagem espelhada (ou, mais precisamente, seu conjugado de fase). Na outra extremidade do cabo, é possível recombinar os sinais de tal forma que os erros causados por interferência são eliminados. Isso é basicamente o que fazem os fones de ouvido com cancelamento de ruído – porém com luz, em vez de som. Isso significa que os dados podem ser transmitidos muito mais longe sem serem corrompidos pelo ruído. Na verdade, os dois feixes de luz podem viajar até quatro vezes mais longe do que os fluxos de dados normais. A equipe conseguiu atingir a velocidade de 400 Gbps através de 12.800 km de fibra óptica. Isso parece uma ideia maravilhosa na teoria; mas, como sempre, levar essa tecnologia para o mundo real exigiria infraestrutura extra – e não está claro que esta seria a melhor técnica para se usar. Mas é no mínimo reconfortante saber que engenheiros de todo o mundo estão bolando novas ideias para satisfazer nosso apetite insaciável por internet mais rápida. [Nature Photonics via BBC via Folha] Foto por nrkbeta/Flickr |
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Posted: 28 May 2013 07:32 AM PDT
A Opera anunciou há algum tempo que abandonaria sua engine Presto, desenvolvida internamente, para adotar o Chromium como base. E hoje, podemos enfim testar o navegador para desktops reformulado por dentro.
O Opera Next, disponível para Windows e Mac, é uma versão preview não finalizada, mas mostra como será o futuro do “melhor navegador que ninguém usa”. Qual o efeito da mudança interna no Opera? Usando a nova engine Blink, ele é visivelmente mais rápido em carregar páginas da web, em comparação à engine Presto. Os benchmarks também apontam isso:
Por fim, a empresa decidiu separar o cliente de e-mail e criar o Opera Mail, disponível para Windows e Mac através deste link. Entre as novidades, estão algumas que vimos no novo Opera para Android. Você faz buscas direto na barra de endereços (assim como no Chrome). A seção “Descobrir” traz recomendações de artigos separados por tema – ciência, tecnologia, entretenimento e outras. E agora é possível organizar por pastas os sites no Speed Dial. Também temos o modo Off-Road (antes Opera Turbo), que acelera o carregamento de páginas da web através da compressão de dados. Ele agora tem suporte ao protocolo SPDY, criado pelo Google. Por fim, outra novidade é o “Stash”, uma forma diferente de favoritar páginas da web: os sites que você guardar para depois ficam organizados em uma lista, com suas respectivas screenshots. Ele ainda é meio estranho: você não pode reorganizar os sites, e não entendo a utilidade de guardar as screenshots de cada site. Também não há um modo de organizar os “favoritos” em pastas. Por enquanto, o Opera Next parece o Google Chrome com uma cara nova, e com menos recursos. Torcemos que isso mude até a versão final, e que as funcionalidades removidas voltem aos poucos. Baixe o Opera Next 15 aqui: [Opera Next via The Next Web] |
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Posted: 28 May 2013 06:17 AM PDT
Há alguns meses, o Facebook anunciou uma parceria com 18 operadoras de celular ao redor do mundo para fornecer acesso gratuito ao Messenger. No Brasil, apenas a Oi está na lista, e sua parceria com o Facebook começa a valer a partir de agora.
Se você é cliente da Oi no pré ou pós-pago, pode trocar mensagens e arquivos através do Facebook Messenger sem que isso conte na sua franquia de dados. Para tanto, você precisa usar o app para iOS ou Android; a gratuidade vale até o dia 15 de setembro. Você pode enviar e receber fotos e vídeos através do app de forma gratuita. Você só consome a franquia se fizer ligações VoIP para seus contatos via Facebook Messenger; ou se acessar outros sites ou apps – como o do próprio Facebook. Vale notar que isto não se trata de acesso gratuito ao Facebook em si – como a TIM oferece no plano para computadores e tablets – e sim apenas ao Messenger. Com a parceria, a rede social espera conquistar um espaço maior entre os apps de mensagens – uma área bastante concorrida, repleta de oponentes como WhatsApp, Viber, Skype e Google Hangouts. Infelizmente o acesso gratuito dura cerca de três meses; esperamos que Facebook e Oi renovem a parceria, ou que mais operadoras brasileiras ofereçam isso também. [Folha] |
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Posted: 28 May 2013 05:40 AM PDT
Depois que o Nexus 4, fabricado pela LG, foi bem recebido em reviews e esgotou rapidamente diversas vezes, acreditava-se que sua próxima versão também seria feita pela coreana.
O Nexus 4 é baseado no hardware do Optimus G, então seu sucessor poderia ter as mesmas especificações melhoradas do Optimus G Pro, certo? Infelizmente, parece que a LG não fará o próximo Nexus. Won Kim, vice-presidente da LG Mobile na Europe, diz em entrevista ao All About Phones: Apesar dos problemas de produção, o Nexus 4 foi um grande sucesso para nós e para o Google. No entanto, acreditamos não precisar de tal sucesso de marketing novamente.Um porta-voz da LG confirma ao The Next Web que “não estamos atualmente trabalhando em um Nexus 5″. Mas e quanto a um smartphone com Android puro, como o Galaxy S4 Google Edition? Também não, diz Won Kim: Não temos planos para oferecer nossos dispositivos sem nossa própria skin, como a Samsung fez. Isso não tem nenhum valor agregado para nós.No entanto, este não deve ser o fim da linha para o LG Nexus: um porta-voz da empresa diz que “nós não recusaríamos a oportunidade” de fazer mais um aparelho para o Google com Android puro. Tudo o que temos, por enquanto, é o modelo branco do Nexus 4 que a LG anunciou hoje. Ele tem exatamente o mesmo hardware da versão preta, e estará à venda em “mercados selecionados” na Ásia, América do Norte, Europa e Oriente Médio nas próximas semanas – nada de Brasil, pelo visto. Na entrevista, Won Kim também parece sugerir que a LG depende muito do Android: o executivo diz que “queremos fazer smartphones com base em outro sistema operacional móvel”. Ao All About Phones, ele diz que não se trata de um Windows Phone – que “tem baixa prioridade para a empresa” – nem do webOS. Provavelmente se trata do Firefox OS, como vimos ontem. O executivo ainda diz que a LG prepara um tablet com Android para este ano, depois de algum tempo sem apostar na área. [All About Phones 1, 2, 3 via The Next Web; LG via The Verge] |
Gizmodo Brasil: Congele um alvo na hora com esta arma de nitrogênio líquido
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