Gizmodo Brasil: Grafeno branco: o novo supermaterial que suga a poluição


Posted: 01 May 2013 01:24 PM PDT
Há um novo supermaterial na área, e apesar de ser conhecido como “grafeno branco”, ele não contém um único átomo de carbono (ao contrário do grafeno). Mas isso não o torna menos útil: esta nova forma de nitreto de boro consegue sugar, em um instante, produtos químicos de água contaminada.
Assim como o grafeno, esta forma de nitreto de boro assume uma estrutura hexagonal plana, e seus átomos ficam dispostos em grandes camadas bidimensionais.
Cientistas primeiro acreditavam que o grafeno branco poderia ser útil na eletrônica, mas parece que sua forma nano é um sistema altamente eficiente para a coleta de poluentes.
Uma pesquisa publicada na revista Nature Communications mostra que o grafeno branco absorve todo tipo de poluentes orgânicos – como produtos químicos industriais e óleo de motor – mas pode ser limpo e reutilizado mais facilmente do que outros nanomateriais antes sugeridos para usos semelhantes. O segredo para o sucesso do grafeno branco está em sua estrutura porosa, o que lhe permite absorver facilmente os contaminantes.
Na verdade, o material pode absorver até 29 vezes o seu próprio peso em óleo de motor – e mantendo a capacidade de flutuar na água, mesmo quando completamente saturado. O material poderia, então, ser despejado em um rio contaminado, fazer o seu trabalho, e então ser facilmente recuperado. Para limpá-lo, é preciso aquecê-lo em um forno industrial – isso expulsa os poluentes.
Resta ver, no entanto, se o material poderá ser produzido em massa de forma barata, para torná-lo uma solução prática na limpeza de água. Esperamos que sim. [Nature Communications via BBC]
Imagem por Benjah-bmm27 sob licença Creative Commons
Posted: 01 May 2013 12:42 PM PDT
A maioria das câmeras frontais de smartphones são ruins. A culpa não é delas: todas precisam ser espremidas em um espaço pequeno, o que coloca limites na qualidade que podem ter. Felizmente, este novo sensor da Omnivision concentra muito mais desempenho em um chip minúsculo.
O novo OV2724 possui um sensor 1080p em um componente de apenas 5 x 5 x 3,5 mm, o que deve torná-lo pequeno o suficiente para equipar celulares com câmeras frontais Full-HD.
Não só: ele também grava imagens nessa resolução a 60 quadros por segundo, e o sensor também oferece bom alcance dinâmico – ou seja, promete desempenho melhor em situações com muita ou pouca luz.
O sensor entra em produção no terceiro trimestre, por isso só veremos celulares com esta respeitável câmera frontal ​​no final do ano. [Omnivision via Engadget]
Posted: 01 May 2013 10:31 AM PDT
Às vezes, os pesquisadores da IBM fazem uma pausa após explorarem os limites de armazenamento de dados no nível molecular, e criam vídeos stop motion usando apenas átomos individuais. Este é o resultado.
Criado usando um microscópio personalizado da IBM, que opera a -268°C, este é – segundo a empresa - o “menor filme do mundo”.
Ao manipular átomos individuais, a equipe conseguiu organizá-los em padrões diferentes para criar os 242 quadros que compõem o filme. Veja neste link como o vídeo acima foi feito.
Enquanto o produto final pode não ser a animação mais empolgante do mundo, esta é certamente uma amostra muito boa das tecnologias complexas que a IBM tem à sua disposição. [IBM/Youtube via Engadget]
Posted: 01 May 2013 10:06 AM PDT
Já estamos confiantes de que a próxima versão do iOS estará repleta de Jony Ive, mas agora a Bloomberg diz que as mudanças no software são tão grandes que podem causar atrasos no iOS.
Citando “fontes com conhecimento do assunto”, a Bloomberg sugere que as exigências de Ive poderiam deixar o iOS “em risco de atrasar”, à medida que ele se esforça para eliminar todos os vestígios de Scott Forstall.
De fato, as fontes explicam que ele está renovando mesmo o iOS, “retirando imagens realistas” e “explorando mudanças mais dramáticas nas ferramentas de e-mail e calendário”. Parece que o esqueumorfismo – interfaces que tentam imitar objetos da vida real, mesmo quando isso é desnecessário – está com os dias contados.
Isso se encaixa com os rumores que circularam no início desta semana, quando o 9to5mac disse que a próxima iteração do OS móvel iria banir elementos da vida real (o iBooks parecendo uma estante de madeira, por exemplo), e também removeria todos os elementos de brilho e reflexo. A ideia, segundo os rumores, é tornar o software mais elegante e fácil de usar – mas sem mudar tudo, ainda deixando-o “familiar”.
A Bloomberg também diz que Ive está revisando metodicamente cada novo design para o iOS 7, em uma tentativa de evitar um desastre como o Apple Maps. Combine essa atenção ao detalhe com uma atualização enorme, e não é nenhuma surpresa saber que o projeto corre risco de atrasar.
Na verdade, Ive empurrou prazos internos de testes para mais tarde que nos lançamentos anteriores, e até mesmo trouxe parte da equipe do OS X para aumentar a produtividade. De acordo com as fontes, a Apple ainda acredita que consegue lançar o iOS 7 em setembro.
Embora pareça provável que o toque de Ive traga coisas boas para iOS, há certamente alguma ansiedade e tensão em Cupertino se esses rumores forem verdade. Mas é melhor fazer direito do que se apressar, não? [Bloomberg]
Posted: 01 May 2013 09:35 AM PDT
Você já viu o que outras pessoas fazem enquanto usam o Google Glass. Mas como é a interface que aparece para eles? O que eles veem ao usar o Glass?
O Google lançou um vídeo com instruções para os donos do Glass se familiarizarem com seus óculos futuristas.
Toque no touchpad lateral para ativar o Glass. A página inicial mostra apenas um relógio e uma frase – “ok glass” – para você falar com o objeto inanimado em sua cabeça.
Ao deslizar para a frente no touchpad, você ativa a linha do tempo, e vê atualizações recentes – mensagens, e-mails, redes sociais. Deslize para trás, e a timeline mostra o que vai acontecer no futuro próximo, como compromissos ou viagens de avião.
Tocar o touchpad e deslizar o dedo nele também ativa funções como tirar fotos ou checar a previsão do tempo. Claro, você também pode compartilhar fotos e vídeos no Google Plus.
O vídeo se concentra mais nos toques e swipes que você usa para controlar o Glass, mas também é possível controlá-lo pela voz – como vimos no vídeo anterior feito pelo Google. Dessa forma, dá para entender melhor como o Glass funciona na vida real. [YouTube]
Posted: 01 May 2013 06:15 AM PDT
Aproveitando o lançamento do Galaxy S4 no Brasil, a Samsung também revelou detalhes sobre outros dois modelos: o gigante Galaxy Mega de 6,3 polegadas, e o tablet Galaxy Note 8.0 com sua caneta stylus.
Ambos serão lançados no Brasil em breve: o Note 8.0 “já saiu da fábrica”, e chega nas próximas semanas em versões 3G (R$1.599) e Wi-Fi (R$1.299). Por sua vez, o smartphone Galaxy Mega chega em junho, ainda sem preço definido.
Aproveitamos o evento para brincar com o Galaxy Mega e rever o Note 8.0.
Samsung Galaxy Mega surpreende pelo seu tamanho. Ele é grande. Não, sério, ele é muito grande – 6.3 polegadas. Para ter ideia do que isso significa, a tela dele é maior que o Samsung Galaxy SIII:
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O tamanho exagerado não vem acompanhado de uma resolução muito alta: os 1280×720 pixels impressionam menos aqui, dado que a tela é maior, e dado que ela usa um painel TFT, oferecendo cores menos vivas que no Super AMOLED.
Ele tem design quase idêntico ao do Galaxy S4, com as mesmas laterais que imitam alumínio do novo high-end da Samsung. Ele também é bastante fino e leve: 8mm de espessura e 199g, o que o torna bem confortável de segurar, mesmo com todo o tamanho. A Samsung colocou nele o Android 4.2 Jelly Bean com a sua interface TouchWiz e alguns recursos que aparecem em outros dos seus Galaxy, como o modo multi-janela e os novos Air View, S Translator e Group Play.
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No entanto, alguns dos recursos não funcionaram – como o Air View, o efeito de deixar o dedo suspenso na tela sem tocá-la, para ver mais informações sobre as coisas que aparecem. Ao abrir a câmera em três Mega diferentes, todos travavam. Provavelmente o software ainda não estava finalizado – por isso é difícil julgar seu desempenho apenas pelo hands-on. Ele tem processador dual-core de 1,7 GHz e 1,5GB de RAM.
E novamente: ele é muito grande. É impossível usá-lo com apenas uma mão – nesse ponto ele parece muito mais um tablet pequeno do que um smartphone grande. Parece que a Samsung voltou atrás no que tentava fazer ano passado, de tornar smartphones gigantes – como o Galaxy Note II – mais fáceis de usar e segurar, mais humanos.
Já para usá-lo como telefone, é melhor usar fone de ouvido Bluetooth para não passar vergonha: o Galaxy Mega é do tamanho da minha cabeça. Sem brincadeira:
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Ele será lançado no Brasil no começo de junho, ainda sem preço definido.

Galaxy Note 8

O mais novo aparelho da família de phablets/tablets Note é o Note 8, com tela de 8 polegadas e a caneta S Pen. E ele é bem interessante.
Já falamos bastante sobre ele aqui, mas não é demais lembrar de algumas coisas. O Note 8 tem resolução 1280×800 com proporção 16:10 e 189ppi. Dá para notar que as fontes e ícones são suavizados demais para compensar a densidade de pixels mais baixa, mas a tela é agradável de ver e usar.
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O tablet também é rápido, com processador quad-core de 1,6 GHz e 2 GB de RAM – não notei nenhum engasgo ao usá-lo. Parece que os problemas de desempenho que vimos em fevereiro, na MWC, foram corrigidos aqui.
O Brasil receberá dois modelos do Note 8.0: o 3G, que faz ligações, e o Wi-Fi. No entanto, apenas o modelo Wi-Fi estava disponível no evento, então não pudemos testá-lo como telefone. Se o Mega já parece bastante estranho de usar pendurado na cabeça, imagino que o Note 8 deve ser ainda pior: a versão 3G tem dimensões 21,1 x 13,6 x 0,79 cm. Além disso, ela pesa 338 g, e o tablet é bem denso na mão – não parece nem confortável segurá-lo como telefone.
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A caneta S-Pen foi melhorada em relação à primeira versão. Não apenas por ser mais confortável, mas também por ter mais precisão. Deixe-a suspensa sem encostar na tela que um pequeno ponto mostrando a posição dela aparece.
O seu design é idêntico ao Galaxy S3 e a vários outros Galaxy lançados pela Samsung nos últimos meses. Mas os botões capacitivos são uma mistura de amor e ódio: eles ficam bem próximos ao botão físico home – bem próximos mesmo, praticamente como se a parte de baixo do tablet fosse tirada do Galaxy S3. Por isso, é mais difícil usá-los com o dedo, e alcançar aquela área para apertar o “Voltar” quando for preciso. Mas a nova S-Pen funciona nesses botões, então quando você estiver com ela em mãos, será bem fácil realizar essas ações.
Inicialmente prometido para o início de abril, o Galaxy Note 8.0 deve chegar ao Brasil nas próximas semanas por R$1.599 (3G) e R$1.299 (Wi-Fi).
Colaborou: Felipe Ventura.
Posted: 01 May 2013 05:13 AM PDT
A Samsung revelou, em evento no Rio de Janeiro, os detalhes de lançamento do Galaxy S4, anunciado pela primeira vez em março.
Nós já vimos os pormenores do S4, os truques inteligentes e mais – no entanto, ainda há alguns detalhes a conhecer sobre o modelo brasileiro.
Primeiro, os preços: o modelo 3G custará R$2.399, enquanto o 4G sairá por R$2.499. Ele chega às lojas do Sudeste e Brasília em 8 de maio; e no restante do país em 16 de maio. Como explicou Michel Piestun, vice-presidente de telecomunicações da Samsung no Brasil, todos os aparelhos vendidos serão fabricados no Brasil, nas fábricas de Campinas e Manaus.
Inicialmente, nós teremos apenas o modelo de 16GB. Piestun diz se tratar de uma questão mercadológica: para ele, esse armazenamento interno mais um cartão de memória de até 64GB pode ser visto como o bastante para o consumidor. Havendo demanda, eles poderiam trazer versões com armazenamento maior.
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Ele também ressalta que o aparelho vendido no Brasil tem suporte a seis bandas de 4G, com todas as frequências usadas na Europa. A Samsung ainda revela pouco sobre as frequências específicas, mas garante que o S4 brasileiro pode aproveitar a rede LTE de muitos países – exceto dos EUA, que usam frequências diferentes.
Roberto Soboll, diretor de produtos de telecomunicações, diz que a Samsung vai concentrar suas atenções no 4G ao longo do ano, enquanto as operadoras expandem a cobertura e ensinam o consumidor como a nova rede funciona – ainda há muitos perguntando se o modelo 4G funciona no 3G.
Soboll também respondeu a rumores de que a linha Galaxy S nacional não teria Gorilla Glass. Ele diz que, para implementar o vidro mais resistente, ele precisa fazer parte da construção do display – não é uma peça separada. Então, se o objetivo fosse economizar, “não valeria a pena”, diz o executivo: os gastos para fabricar a nova peça seriam maiores. Soboll afirma que não há diferença entre o Galaxy S4 vendido no Brasil, EUA e Europa, por exemplo – salvo as frequências (3G/4G) suportadas pelo aparelho: todos possuem o novo Gorilla Glass 3.
Ele também sugere que um modelo dual-chip do Galaxy S4, já anunciado na China, seria difícil de fazer no Brasil. Lá, o aparelho usa uma tecnologia diferente – um misto de GSM com CDMA – então seria preciso desenvolver um modelo especifico que funcionasse por aqui. Mas ele promete investir em mais aparelhos dual-SIM com especificações melhores, como o Galaxy Gran Duos.
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Para lançar o Galaxy S4 no Brasil, a Samsung preparou um evento no Rio de Janeiro que não repetiu as bizarrices que vimos em Nova York há mais de um mês. Sim, teve menino trazendo o aparelho ao palco em uma caixa branca, e dançarinos pendurados no teto correndo pelas paredes, mas a maior parte do evento consistiu em ver Dan Stulbach extremamente animado (sério, ele estava empolgado) dividir a cena com Michel Piestun.
Foi uma boa chance de ver o que o Galaxy S4 brasileiro vai oferecer.
O aparelho, assim como em outras partes do mundo, tem 136,6 x 69,8 x 7,9 mm. Visto ao lado de um Galaxy S3, as diferenças são pequenas: ele é um pouco mais alto, e sua tela tem bordas menores. E com 130g, ele é tão leve que mal pesa na mão – parece que não há nada dentro dele, que estamos levantando apenas a parte externa em plástico.
E sim, o acabamento em plástico é um pouco estranho quando você começa a usá-lo. De alguma forma, ele parece ser menos “premium” que o próprio Galaxy S3 – nem mesmo as suas laterais que imitam alumínio ajudam muito. Isso considerando o seu acabamento, é claro – em relação ao software a história é diferente.
A tela de 5″ com resolução Full-HD, como esperado, é extremamente nítida, e o painel Super AMOLED deixa as cores mais intensas e saturadas – há quem goste, há quem odeie. Em questão de desempenho, no entanto, ele impressiona: mesmo abrindo diversos programas, rodando vários joguinhos e usando-o rápido, o Galaxy S4 aguenta o tranco – é difícil fazê-lo engasgar.
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Todos os truques inteligentes estão lá, alguns funcionando melhor do que outros. Navegamos por fotos passando a mão por cima da tela (Air Gesture); fizemos um vídeo pausar deixando de olhar para a tela (Smart Pause); e rolamos uma página da web levantando e abaixando a cabeça (Smart Scroll). Os gestos com a mão funcionam na maioria das vezes; o reconhecimento de olhos, por sua vez, era mais imprevisível – também por causa da iluminação fraca na sala de testes. É uma pena que esses recursos estejam limitados a apps da própria Samsung: não dá para deslizar páginas do Chrome, por exemplo – só do navegador padrão embutido.
O S Voice, assistente por voz da Samsung, ainda não está disponível em português do Brasil. No entanto, o S Translator – que consegue ouvir o que você fala e traduzir para outro idioma – funciona com nossa língua. Uma pena que o local de teste estava muito barulhento para o app nos entender direito.
A câmera também conta com todos os modos de foto vindos da Galaxy Camera. É possível tirar fotos sequenciais e remover alguma pessoa que estrague a imagem; colocar você na foto usando o recurso Dual Shot; ou criar GIFs animados como este Galaxy S4 que anda pela mesa. O desempenho em pouca luz, no nosso rápido teste, foi ruim: as imagens nunca apareciam nítidas o bastante, e pareciam muito suavizadas quando vistas na tela do aparelho.
O Galaxy S4 brasileiro terá acesso a conteúdo da Abril – Manoel Lemos, executivo da empresa, até esteve no evento para revelar a parceria, que vai incluir conteúdo da editora na loja Samsung Apps – um deles será o app “1001 Lugares” do Quatro Rodas. A Samsung insiste em embutir sua própria loja de apps, sem grandes destaques em relação ao Google Play, além do Samsung Hub – uma loja de filmes e livros com conteúdo semelhante ao que o Google oferece.
Com o app WatchON, o S4 também funciona como controle remoto no Brasil: testamos numa TV de demonstração da Samsung, e conseguimos desligá-la com o toque de um botão. O blaster infravermelho funciona com TVs de várias marcas (LG, Sony etc.) e outros itens como leitores de Blu-ray, home theathers e mais. Ele não exige equipamentos adicionais, e funciona como um controle remoto universal. No entanto, o guia de programação disponível no WatchON americano (e de outros países) não funciona no Brasil. O blaster IR também pode transmitir códigos de barras, mas a Samsung Brasil mal fez menção dessa funcionalidade.
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Quanto aos acessórios, a Samsung mostrou apenas as capas e o carregador sem fio para o aparelho, prometendo trazê-los ao Brasil; as capas devem chegar ao mercado junto com o aparelho. Os complementos para o S Health, como o monitor de batimentos cardíacos, a balança Body Scale e a pulseira S Band, não foram mencionados – e nem aquele joystick bizarro.
O Samsung Galaxy S4 chega ao Brasil nas próximas semanas, por R$2.399 (3G) ou R$2.499 (4G). Se você mora no Sudeste ou em Brasília, aguarde-o em 8 de maio; no restante do país, ele chega em 16 de maio.
Colaborou: Daniel Junqueira.

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