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Posted: 10 May 2013 04:48 AM PDT
Há anos, a Olympus se aproxima de um design ideal para câmeras mirrorless. Na verdade, muitos argumentam que a retrofantástica OM-D E-M5, lançada no ano passado, beirava a perfeição. Era possível se apaixonar por sua estética, e fotógrafos reais foram surpreendidos com a sua qualidade de imagem espetacular.
A nova câmera da série Olympus Pen visa replicar esse sucesso em um visual talvez um pouco menos intimidador – ou pelo menos mais fácil de transportar. Tivemos a oportunidade de testar uma versão de pré-produção da câmera. A nova Olympus Pen E-P5 é mais fina e menor que a OM-D, mas continua com quase todos os botões e seletores que estão presentes na câmera maior. Tudo sobre o seu design é intuitivo, e o corpo feito de metal dá a sensação de que esta câmera é coisa séria. A E-P5 não é arbitrariamente retrô. Na verdade, a ideia é se parecer com a antiga Olympus Pen F da década de 1960: Você vai notar o seletor de modo P/S/A/M na parte de cima. Há pequenas rodas de rolagem para ajuste na parte dianteira e na traseira da câmera, assim como você veria em uma DSLR, e o layout padrão de botões na parte de trás. A touchscreen LCD tem 1,04 milhões de pontos e é inclinável, aliás. Bem, na verdade, há um belo toque no design da parte traseira. Está vendo aquele pequeno interruptor 1-2 bem abaixo do botão para gravar vídeo? Ao mudá-lo de posição, você alterna entre duas configurações programáveis das rodas de ajuste na parte frontal e traseira da câmera. Dessa forma, na posição 1, as rodas ajustariam a velocidade do obturador e a abertura; na posição 2, ajustariam o ISO e equilíbrio de branco. É um design muito esperto. Além do básico, a Olympus fará um novo acessório de mira eletrônica para funcionar com a câmera. O E-P5 será a primeira câmera mirrorless da Olympus a ter Wi-Fi embutido, que está se tornando uma característica cada vez mais básica à medida que toda fabricante a adota. Haverá também um modo para fazer ajuste fino no foco manual, algo já disponível em outras câmeras. Mas, de fato, a E-P5 empresta muito da encantadora OM-D EM-5, lançada no ano passado, incluindo o seu sensor de 16 megapixels micro quatro-terços, a sua estabilização de imagem de 5 eixos, e até mesmo o seu autofoco superpreciso. (A Olympus insiste que cada um desses recursos foi ajustado e melhorado ao longo do último ano. Ótimo!) Resumindo, você pode esperar a mesma qualidade de imagem ótima que você tinha antes, mas com algumas novas funcionalidades e ajustes no corpo – que, eu diria, vieram para melhor. A Olympus Pen E-P5 estará disponível este mês por US$ 1.000. Você também pode obtê-la junto a uma lente 17mm f/1.8 e mira eletrônica VF-4 por US$ 1.450. Sim, isso é muito caro em comparação com outras câmeras mirrorless no mercado. Lembre-se, você vai querer obter algumas lentes extras para esta câmera, porque a lente kit de 17mm não será adequada para todas as situações. Ainda assim, esta é uma câmera impressionante no design e na funcionalidade. [Olympus] |
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Posted: 10 May 2013 03:04 AM PDT
Programado para estrear nas prateleiras dos EUA a partir do dia 4 de junho, o Ouya deve dar uma atrasada. Segundo Julie Uhrman, a CEO da companhia, em uma conversa com o Joystiq, o console popular baseado no sistema Android só será lançado dia 25 de junho.
Continue lendo em Kotaku Brasil: http://www.kotaku.com.br/ouya-atrasa-25-de-junho/ |
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Posted: 09 May 2013 05:05 PM PDT
Em apenas três dias, o projeto para a primeira arma (quase) completamente impressa em 3D foi encaminhada para mais de 800.000 discos rígidos ao redor do mundo – e o Brasil está entre os países que mais baixaram o arquivo.
Hoje, o Departamento de Defesa americano exigiu que o projeto fosse removido da internet, alegando que ele viola controles de exportação de armas. O grupo Defense Distributed, que publicou os arquivos CAD das armas, obedeceu o pedido. A ideia de que muita gente ganhe acesso a armas letais sem nenhum tipo de regulamentação – e com essa facilidade – deveria nos levar ao pânico, não? Calma lá, não é bem assim. Com um nome quase tão cômico quanto perturbador, a “Liberator” em si não deve te deixar inquieto, e nem os 800.000 downloads. Ela é teoricamente desconcertante, mas esta arma de fogo impressa em 3D não faz muito para prejudicar a ordem social. E nem as pessoas que conseguirem imprimi-la. É normal haver tantos interessadosPor mais que o número enorme de pessoas que baixaram o projeto pareça surpreendente, não é como se 800.000 anarquistas pudessem sair nas ruas com uma arma de plástico neste fim de semana. Na verdade, como o projeto é totalmente gratuito e aberto ao público, porque alguém não ia querer dar uma olhada neste sonho anárquico digitalizado?O produto final pode ser destrutivo e terrível, mas é difícil argumentar que o projeto em si não seja fascinante. Nós já sabemos como a arma funciona, então porque não dar uma olhada mais de perto para entender como é a engenharia e design dela? Além disso, o projeto está ganhando uma grande atenção da mídia. Ao mesmo tempo que muitos gritam contra as armas de fogo, existem aqueles igualmente sonoros defendendo-as. No mínimo, você quer saber do que se trata. Uma grande quantidade dos downloads foram feitos por curiosos, o que não significa que eles tenham planos de realmente criar uma arma de fogo com impressora 3D. E se quiserem, terão muito trabalho. O custo de uma arma feita por impressão 3D é alto demaisAgora vamos descartar aquelas pessoas que baixaram por curiosidade, deram uma olhada rápida e apagaram os arquivos logo depois. Isso nos deixa com um grupo menor de pessoas que, por algum motivo, não veem a hora de colocar as mãos em uma arma que parece tão inofensiva quanto um brinquedo de criança.Isso pode causar alguma tensão, mas uma das coisas boas de estarmos no começo da revolução de impressoras 3D é que a chance de alguém usar uma impressora dessas ainda é bastante pequena. E mesmo que você tenha acesso a uma impressora 3D, precisa ter certeza de que é o modelo certo. Para imprimir uma arma de fogo com uma chance decente de que ela funcione, você precisaria de mais do que uma Makerbot de US$ 2.000 - precisaria de algo mais potente. Algo como uma Strasys de US$ 8.000 de segunda mão como a usada pela Defense Distributed, por exemplo. É claro, a Stratasys apreendeu a impressora em outubro, quando soube exatamente o que a Defense Distributed estava fazendo com ela. Então você não vai ter muito apoio – e mesmo que tivesse, os custos estariam em magnitudes muito maiores do que uma arma real. Mesmo considerando que você realmente queira um dia ter uma arma de plástico nas suas mãos e tenha acesso a uma impressora 3D, a arma talvez não funcione mais do que uma vez, como aponta o teste da Forbes. Em qualquer nível econômico e prático, a escolha por fazer a impressão 3D de uma arma seria absurda. Assim, por mais que as leis sobre a Liberator ainda sejam nebulosas e precisem de esclarecimento, a sua impraticabilidade supera qualquer benefício real que ela possa dar a alguém. Nada disso faz com que isso seja OKMesmo que esses 800.000 downloads não sejam tão assustadores como parecem, ainda há coisas preocupantes. Não importa o que a gente faça, é praticamente impossível impedir que pessoas acessem esses arquivos uma vez que eles já estejam na internet. Os governos precisam, pelo menos, começar a reconhecer a ameaça. Um congressista de Nova York começou um lobby para modificar a Lei de Armas de Fogo Não-Detectáveis dos Estados Unidos, e incluir um ponto-chave: banir de vez as armas impressas em 3D. É bom, mas o Congresso americano não tem um histórico muito bom quando se trata de assuntos como este. Hoje, um órgão do governo americano enviou carta ao grupo Defense Distributed, exigindo que todos os seus projetos de arma disponíveis online fossem retirados do ar. Segundo a Forbes, o governo quer rever os arquivos de acordo com as leis de controle de exportação de armas. Ao fazer o upload dos arquivos de armas e permitir que sejam baixadas no exterior, o Defense Distributed pode ter violado controles de exportação. À medida que a tecnologia avança rápido demais, algumas medidas preventivas podem ser a única forma de impedir que as nossas invenções também causem a nossa ruína. [Forbes Brasil; Forbes via Época Negócios; valeu, Fernando Roberto!] Foto inicial por Michael Thad Carter/Forbes |
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Posted: 09 May 2013 03:39 PM PDT
Fãs de gadgets têm a CES, crianças de todas as idades têm a Toy Fair, gamers têm a E3. Mas se você adora usar – ou mesmo só admirar – um belo relógio de pulso, seu lugar é em Basel, na Suíça. É lá que acontece anualmente a Baselworld, feira em que os mestres relojoeiros do mundo se reúnem para revelar suas últimas obras de arte em matéria de marcação de tempo. Eis os mais legais da edição de 2013.
Além de alguns dos mais incríveis lançamentos desse ano — incluindo o Breitling Emergency II, o Swatch Sistem51, e o Hublot MP-05 LaFerrari —, temos aqui outros lançamentos igualmente notáveis, para você se deleitar ou apenas debater se vale a pena gastar milhares de dólares/euros num deles. Ah, sim: as fabricantes não informam o preço dos relógios abaixo. Vamos todos fingir que somos ricos e aproveitar a galeria abaixo – afinal, quem precisa perguntar o preço, provavelmente não pode comprar um destes. Harry Winston Histoire de Tourbillon 4. Definido perfeitamente como uma “metrópole mecânica em miniatura”, o Tourbillon 4 é composto por 345 componentes separados, escondidos entre uma série de domos de cristal de safira.Hydromechanical Horologists H2. Com um sistema de foles em miniatura, o H2 bombeia um líquido verde fluorescente por um tubo que cerca a face do relógio, para indicar a hora – em vez de usar um ponteiro. Exagerado? Sim. É justamente por isso que ele é impressionante.Tag Heuer MikroPendulumS. O design discreto do MikroPendulumS esconde sua inovação impressionante. Ao invés de usar uma mola de equilíbrio para regular a velocidade de todas as engrenagens, o relógio tem uma roda magnética pulsante de alta velocidade que mantém um alto grau de precisão, sem precisar da gravidade.Omega Speedmaster ‘Dark Side of the Moon’ Edition. A Omega não mudou muito o design clássico do Speedmaster, mas deu um acabamento escuro muito bonito, que recebeu o preciso nome de “Dark Side of The Moon”. É o acessório perfeito para você que tem um carro preto fosco.Armin Strom Gravity. Com um mecanismo de corda automático que aproveita seus movimentos para mantê-lo funcionando, o Gravity será vendido em quatro versões distintas, representando os quatro elementos: fogo, água, ar e terra. Se o Capitão Planeta usasse um relógio, com certeza seria esse.Devon Tread 2. O sistema de fitas único do Tread ficou ainda mais atraente no Tread 2, que conseguiu colocar todos os seus mecanismos numa forma ainda mais esbelta. Os componentes eletrônicos foram aprimorados para garantir uma perda de precisão de apenas meio segundo por dia (assim como os relógios de quartzo).Hublot Antikythera SunMoon. Simpatiza com tecnologias da Grécia Antiga? A Hublot foi buscar inspiração na primeira calculadora astronômica da humanidade — a Máquina de Anticítera — para fazer este relógio, que inclui calendários solar e lunar altamente precisos.Rebellion T-1000 Gotham. Assim como o Cavaleiro das Trevas, a edição Gotham do Rebellion T-1000 é incansável, implacável e feroz. Seis tambores de mola dão ao relógio uma reserva de energia de 1.000 horas, que permite a ele funcionar por cerca de um mês sem dar corda.SpidoLite II Tech Green. O acabamento brilhante em verde do SpidoLite II é inovador, e ele não pesa no seu pulso. A carcaça é feita de um composto metálico aeroespacial chamado Alloy Linde Werdelin — ALW — que é, de acordo com a empresa, duas vezes mais forte e leve que o titânio.Christophe Claret Kantharos. Um prazer para os ouvidos e para os olhos, o Kantharos consegue encaixar um sino miniaturizado igual aos de ringue de boxe, marcando o início do cronógrafo com um som distinto e inconfundível.U-Boat U-65. Não é muito comum ver relógios de bolso por aí hoje em dia. Mas talvez o U-Boat U-65 mude isso, com um design futurístico e um botão de dar corda gigante que deixa bem mais fácil mantê-lo funcionando.Halda Race Pilot. Equilibrar funcionalidades modernas e design clássico não é uma tarefa fácil. O Race Pilot, da Halda, inclui dois cases cambiáveis: um módulo digital com funções avançadas de cronômetro e um módulo mecânico com design inspirado no automobilismo.Citizen Promaster Eco-Drive Satellite Wave –AIR. Com um design melhorado em relação ao original, lançado há alguns anos, a versão atualizada do Eco-Drive Satellite Wave tem uma face em camadas que parece uma turbina, mas é projetada para melhorar a recepção de sinal. Então, quando você chegar numa zona de fuso horário diferente, não vai precisar ficar esperando o relógio acertar as horas.Arnold & Son HM Perpetual Moon. Astrônomos e aficionados por estrelas (e também por relógios de design clássico) irão adorar o HM Perpetual Moon, que mostra com precisão as fases de nosso vizinho celeste mais próximo e, claro, as horas.Faltou algum relógio? Fique à vontade para compartilhar seus favoritos no comentários. |
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Posted: 09 May 2013 02:47 PM PDT
Durante a Google I/O do ano passado, um grupo de paraquedistas usando o Google Glass fez um salto e pousou no telhado do centro onde a conferência da empresa estava sendo realizada. Para este ano, o Google não vai repetir a apresentação, mas quem participar do I/O vai poder pular em um paraquedas virtual para qualquer parte do mundo.
Em parceria com a Instrument, o Google criou um simulador de paraquedismo que se aproveita dos dados do Google Maps e mais sete telas enormes para dar ao usuário a impressão de estar em queda livre, como mostra o vídeo abaixo: O sistema usa, além da API do Google Maps, uma série de controles que detectam o movimento, o que inclui o Kinect da Microsoft. A brincadeira parece bem legal, mas por enquanto vai ser exclusiva para quem participar do Google I/O. Vamos torcer para o Google levá-la para outros lugares – vale lembrar que logo na entrada do escritório da empresa em São Paulo há uma demonstração do Google Earth com cinco telas gigantes. Quem sabe uma pequena adaptação permita que qualquer um sinta como se estivesse pulando de para-quedas em qualquer ponto da Terra. [Instrument via The Verge] |
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Posted: 09 May 2013 02:00 PM PDT
Não é de hoje que ouvimos falar sobre um possível smartphone da Amazon, mas parece que ele está mesmo vindo aí, e, pelo que diz o Wall Street Journal, não deve ser apenas um smartphone, mas uma nova linha de produtos.
Recentemente, um antigo funcionário da Microsoft, que trabalhou no Windows Phone, foi contratado para um “projeto secreto” da Amazon. E o “projeto secreto” pode envolver um smartphone com tela 3D sem necessidade de óculos e outros dispositivos, incluindo um dedicado a streaming de áudio. Telas que exibem imagens em 3D sem a necessidade de óculos não são novidade – o Nintendo 3DS já está há alguns anos no mercado, e até smartphones como o LG Optimus 3D arriscaram a tecnologia no passado – mas a abordagem da Amazon pode ser diferente. Ele usaria uma tecnologia de rastreamento de retina para exibir uma imagem holográfica que paira sobre a tela. O que isso significa na prática? Não sabemos, mas, segundo o WSJ, esse seria o produto premium da Amazon, e outros mais simples também seriam lançados. Já fora dos smartphones, a Amazon estaria preparando uma set-top box para streaming de filmes e programas de TV, além de um dispositivo Wi-Fi para streaming de músicas para caixas de som ou até mesmo para a TV. Ele acompanharia um serviço de assinatura de música como Spotify ou Rdio – nos Estados Unidos, a Amazon já vende músicas digitais, mas não oferece assinatura para música via streaming. Os dispositivos devem ser anunciados nos próximos meses, segundo o Wall Street Journal, e pode ser que nem todos apareçam logo de cara – isso se eles realmente existirem. O WSJ também não fala sobre o possível preço, mas lembra que o Kindle e o Kindle Fire são vendidos praticamente a preço de custo, e o lucro da empresa vem da assinatura de serviços e conteúdo oferecido para os aparelhos. [WSJ via TechCrunch] |
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Posted: 09 May 2013 01:13 PM PDT
Os canais pagos do YouTube viraram realidades: hoje, o serviço de vídeos incluiu canais de alguns parceiros que cobram mensalidade para quem quiser assistir os vídeos.
Trata-se de um projeto piloto, mas o objetivo é expandir os canais pagos. Para assinar, você precisa usar a versão de desktop do YouTube – por enquanto, não é possível fazer a assinatura na versão móvel, mas a opção deve ser incluída em breve. Nem todos os canais estão disponíveis no Brasil – ao todo são 53 canais, mas apenas 29 estão abertos por aqui. O preço da assinatura varia de canal para canal: por enquanto, o mais barato custa R$ 3,90 por mês, enquanto o mais caro sai por R$ 19,90. Ainda há a opção de assinatura anual: neste caso, a mais barata sai por R$ 39,90, enquanto a mais cara custa R$ 100,90. Também há a possibilidade de comprar de um pacote – o SmartTV.com, por R$ 19,90 por mês, dá acesso a sete canais diferentes. O valor mínimo das assinaturas é de US$ 0,99/mês. E parece que a conversão para reais é justa: por exemplo, os canais de US$ 1,99 custam R$ 3,90 aqui. Mas vale destacar que o valor anunciado pode sofrer variações, segundo o próprio Google, que informa que “variações cambiais e cobranças bancárias podem afetar o valor final cobrado”. O pagamento pode ser feito apenas via cartão de crédito – mensalmente (ou anualmente) na sua fatura aparecerá o valor cobrado pelo canal, a não ser que você cancele a assinatura. Se não quiser pagar sem saber se os vídeos realmente valem o preço cobrado, você pode assistir os vídeos do canal por 14 dias sem pagar nada – se gostar, começará a ser cobrado pelo acesso. Se não gostar, pode cancelar a assinatura em menos de duas semanas que não terá nenhuma cobrança feita no seu cartão Com os canais pagos, o YouTube tenta diversificar a forma como quem produz vídeos para o serviço ganham com as suas produções. Por mais que muitos vídeos sejam completamente amadores, também há uma boa quantidade de produções profissionais, e quem faz esses vídeos acabava ganhando muito pouco dependendo apenas da publicidade. Agora, com a assinatura, fica mais fácil para o YouTube transferir dinheiro para quem cria os vídeos – apesar de não estar muito claro ainda quanto da assinatura fica para o Google e quanto vai para os responsáveis pelo canal. [YouTube via The Next Web] |
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Posted: 09 May 2013 12:23 PM PDT
Um teardown do Samsung Galaxy S4 mostra muito mais do que os componentes que formam o novo high-end da Samsung. Com ele, dá para criar uma estimativa de quanto ele custa para ser produzido.
Analistas da IHS iSuppli dizem que o modelo vendido nos Estados Unidos com 32GB de armazenamento interno custa US$ 237 para ser produzido. Isso significa que ele é cerca de US$ 31 mais caro de fabricar que o Galaxy S III, segundo a iSuppli. Mesmo em comparação com outros smartphones do mercado, o Samsung Galaxy S4 é mais caro de ser produzir. O iPhone 5 de 16GB custa cerca de US$ 205 à Apple, enquanto o Nokia Lumia 900 custava US$ 209 para ser fabricado. Enquanto isso, o Galaxy S4 mais barato nos EUA, com 16 GB, custa US$ 639. Nas estimativas da iSuppli, não entram itens como marketing, P&D (pesquisa e desenvolvimento), software e royalties – trata-se apenas do custo de fabricação. A maior parte dos componentes do Galaxy S4 foram produzidos pela própria Samsung e suas subsidiárias: a memória, tela e armazenamento do smartphone são fabricados pela coreana. Mas uma peça fundamental não é: o processador das versões 4G é o Snapdragon 600, e não o Samsung Exynos 5 Octa presente na versão 3G do aparelho. Vale lembrar que o valor é referente ao modelo vendido nos Estados Unidos e é apenas uma estimativa – o Samsung Galaxy S4 usa componentes diferentes ao redor do mundo. [AllThingsD] |
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Posted: 09 May 2013 11:46 AM PDT
Além de dominarem os seus membros, o que permite que corram ao longo de qualquer terreno, animais e seres humanos têm a capacidade de saltar sobre obstáculos que normalmente são difíceis de atravessar. E isso é uma habilidade que robôs não têm – mas estão começando a aprender.
O robô HRex, com seis pernas, usa seus membros giratórios ao redor do chão, mas agora pesquisadores da Universidade da Pensilvânia conseguiram fazer ele pular alguns obstáculos. Ele também consegue se levantar facilmente depois de cair, e dá alguns saltos como uma maneira rápida de mudar de uma caminhada para corrida. Veja o vídeo acima – ele inteiro é bem bacana, mas a melhor parte começa na metade. Você sabe, ensinar robôs uma forma mais eficiente de superar humanos é um ótimo uso de dinheiro de pesquisas. [YouTube viaIEEE Spectrum] |
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Posted: 09 May 2013 11:15 AM PDT
Sabe aquele efeito de bullet-time? Em filmes, a técnica exige diversas câmeras e aparelhos caros, mas o engenheiro da JPL, inventor e amigo do Gizmodo Mark Rober, descobriu como fazer gastando apenas alguns dólares.
Ele conseguiu atingir o mesmo efeito usando um ventilador de teto, alguns cartões, duas lanternas e uma câmera GoPro Hero Black filmando a 240fps. O resultado, que você vê no vídeo no começo do post, é sensacional. |
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Posted: 09 May 2013 10:43 AM PDT
A NASA sonha com Marte já muitos anos, muito antes de desenhar grandes membros masculinos nas areias marcianas. Desde que enviou astronautas para a Lua, a NASA voltou suas atenções para o Planeta Vermelho. Estas imagens fantásticas dos arquivos da agência mostram como ela pensava que Marte seria.
A imagem no topo mostra uma visão de Marte em 1990, com roupas espaciais e sondas marcianas. Abaixo está como a NASA imaginava Marte em 1985. É bem diferente de como estamos observando o planeta atualmente, mas é sensacional pensar que, com dinheiro para isso, poderíamos, talvez, ter chegado a Marte há uns 20 anos. O Mashable conseguiu uma coleção com as imagens clássicas: você poder ver muito mais por lá. [Mashable] |
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Posted: 09 May 2013 10:11 AM PDT
Saiu uma grande reportagem sobre o Netflix na Bloomberg Businessweek hoje, e ela detalha como a empresa entrega seu enorme catálogo a 36 milhões de consumidores sem nenhum problema. É mais do que uma matemática impressionante – é praticamente um milagre.
Lutar com estúdios de filmes pelos direitos aos principais lançamentos é só um dos desafios do Netflix. Os consumidores do Netflix não apenas têm gosto variado para filmes – eles querem assistir em dispositivos diferentes. Isso significa que o Netflix precisa esmagar um monte de dados para garantir que todos tenham uma experiência gratificante. Eis como as coisas são: o catálogo do Netflix ocupa 3,14 petabytes de armazenamento na nuvem, o que é convertido e comprimido para cerca de 2,75 petabytes em 100 diferentes versões para serem vistas em mais de 1.000 dispositivos diferentes. Como eles fazem isso? “Para atender esta demanda, a empresa usa servidores especializados de vídeos espalhados pelo mundo. Quando um assinante clica em um filme para assistir, o Netflix determina em menos de um segundo qual servidor contendo o filme está mais perto do usuário, e então pega dúzias de versões do arquivo de vídeo, dependendo do dispositivo que o espectador está assistindo.”E fica ainda mais intenso. O Netflix emprega um bando de nerds cujo trabalho é se certificar que a sua tela inicial do Netflix é o mais impressionante possível, de movo que você fique animado a cada vez que acionar o serviço. É uma tarefa bem difícil, mesmo que você não leve em conta que o Netflix precisa fazer isso para pessoas usando o serviço em vários aparelhos diferentes. Como a Bloomberg Businessweek explica: “Um dos matemáticos do Netflix é conhecido como Cara da Interface de Usuário 10 pés porque uma pessoa comum assistindo o serviço pela TV se senta a 10 pés de distância [cerca de 3 metros]. Seu trabalho é distribuir a caixa dos vídeos da maneira mais atraente em uma tela grande. Também tem o Cara de 2 pés, que cuida de laptops, e o de 18 polegadas, responsável pelos tablets.”Adoramos reclamar das pequenas idiossincrasias de serviços como o Netflix, mas de vez em quando é bom parar para pensar um pouco em como ele consegue ser tão bacana independente de como você escolhe acessá-lo. [Bloomberg Businessweek] |
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Posted: 09 May 2013 09:34 AM PDT
Pouco a pouco, o Google Glass vai se tornando realidade. Depois das especificações técnicas, incluindo CPU e RAM, dos primeiros vídeos feitos por meio dele e do tutorial de como funciona a interface touch, começam a aparecer os primeiros reviews profissionais sobre o óculos inteligente do Google. Engadget, The Verge, ABC News e Folha de S.Paulo botaram as mãos no brinquedo e contam para nós o que ele tem de legal (ou de não tão legal assim). Eis os principais pontos.
DesignAs opiniões sobre o desenho do Google Glass são as mais diversas. Vão de “muito bonito” a “cafona”:
Usando o GlassOk, já vimos que você pode amar ou odiar a aparência do Google Glass. Mas como ele funciona, de fato? Aliás, ele funciona bem?
HardwareAgora vamos às partes do hardware que devem despertar mais a curiosidade, como a câmera e a tela:
Privacidade e etiquetaO Glass é um gadget completamente novo. Pela primeira vez, você vai estar olhando para alguém, apontando uma câmera para ela e vendo suas notificações, tudo ao mesmo tempo. E isso pode ser bem esquisito.
ConclusõesEntão, o Glass é realmente bom? As respostas divergem, mas todos reconhecem o potencial do gadget.
Confira os reviews nos links a seguir: [Engadget, The Verge, ABC News, Folha de S.Paulo] |
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Posted: 09 May 2013 07:21 AM PDT
Parece que a Microsoft procura uma resposta ao iBooks da Apple. No ano passado, a empresa fez um investimento de US$ 300 milhões no Nook, plataforma de e-books da Barnes & Noble – principal concorrente da Amazon nos EUA.
Agora, um novo rumor sugere que a Microsoft quer levar a plataforma inteira. Especificamente, a Microsoft quer pagar US$ 1 bilhão para adquirir os ativos digitais da Nook Media LLC. O TechCrunch revelou documentos internos mostrando que a Microsoft está interessada no ecossistema de e-reader alternativo ao Kindle (continuando a tendência de Redmond de ter o buscador alternativo ao Google, o OS móvel alternativo ao iPhone/Android etc.). Segundo o TechCrunch: Neste plano, a Microsoft iria obter as ações preferenciais da Nook Media, que também inclui uma divisão de livros-texto universitários, deixando-a com as operações digitais – e-books, assim como e-readers e tablets Nook.Desde 2009, a livraria Barnes & Noble vende seu e-reader Nook, com ecossistema próprio de livros digitais. Em 2011, eles lançaram o Nook Tablet, pouco depois da Amazon revelar seu Kindle Fire. B&N e Amazon são grandes concorrentes nos EUA, mas parece que o Nook está perdendo mercado. Segundo os documentos internos, a Nook Media planeja interromper a venda de tablets com Android até o final de seu ano fiscal de 2014, e entregar o conteúdo digital para um “parceiro separado” – provavelmente a Microsoft. No entanto, parece não haver planos de interromper o e-reader Nook. [TechCrunch] |
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Posted: 09 May 2013 06:39 AM PDT
Você consegue ver o mundo inteiro usando o Google Earth. Mas para ver as mudanças na superfície do planeta ao longo dos anos, é preciso voltar ao passado. E, com a ajuda de alguns parceiros, o Google conseguiu fazer isto.
Conheça o projeto Timelapse: um conjunto de imagens que mostram a evolução, de 1984 até 2012, de áreas como Las Vegas, Dubai e até a floresta amazônica. O mapa interativo, feito em HTML5, permite dar e tirar zoom de certas áreas, e ver como elas mudaram ao longo do tempo. O Google trabalhou com a revista Time, a NASA e o U.S. Geological Survey para obter as imagens do passado e elaborar o projeto. Você também pode ver alguns dos timelapses em formato GIF nesta galeria do Google+. Lá você verá coisas bacanas – como a expansão da costa de Dubai – e outras um tanto preocupantes, como o recuo das geleiras no Alasca, e o desmatamento da floresta amazônica no Brasil. É um projeto bem interessante, movido pelo Google Earth Engine, que analisou mais de 2 milhões de imagens (capturadas por satélites Landsat) para escolher só as melhores fotos da Terra. Depois, para cada ano, o Google gerou uma imagem de 1,78 terapixel. Para criar o projeto, o Google teve que vasculhar 909 terabytes de dados. Para usar o Timelapse, no entanto, é simples – basta clicar no link a seguir: [Google Timelapse via Official Google Blog via TechCrunch] |
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Posted: 09 May 2013 05:38 AM PDT
O fato de todos os olhos ficarem vidrados e cheios de expectativas para os lançamentos da Nokia de aparelhos com Windows Phone dá à família Asha um grau de desprendimento incomum: eles podem nos surpreender sem muitas dificuldades. É o que acontece com o novo Asha 501, uma interessante mistura de bons elementos — o que não o impede de decepcionar em alguns pontos.
Empunhar o Asha 501 dá uma certa sensação de déjà-vu para qualquer um que já tenha colocado as mãos em Lumia 620: um teste de paternidade aprofundado atestaria que o parentesco de ambos é enorme. A semelhança acontece por causa da traseira emborrachada e bem construída, que funciona como uma capa de fácil remoção. As curvas são semelhantes, e mesmo com uma peça enorme removível, o Asha 501 passa a ótima sensação de um telefone resistente e bem construído. A semelhança destoa quando você repara que o Asha 501 é um celular “cheinho”, com 1,2 centímetro de espessura. Pudera: como o aparelho tem apenas três polegadas de tela e é bem compacto (9,9 cm de altura), é impossível colocar todos os seus componentes num visual esguio e anoréxico. E, mesmo mais espesso, ele pesa míseros 98 gramas. O novo sistema (e o adeus do S40)Mas, apesar da aproximação com a família Lumia, o ponto mais radical e novo no Asha 501 é seu sistema operacional. Peter Skillman, que cuida da interface de celulares da Nokia, deixou claro que não se trata de uma skin por cima do S40: há aqui um novo sistema, baseado no Smarterphone OS (da empresa Smarterphone, comprada pela Nokia em 2011) e cheio de detalhes de Skillman. Skillman, inclusive, merece um comentário à parte: ao lado de Matias Duarte, ele foi o responsável pela criação do empolgante (e fadado ao fracasso) webOS. Cada um seguiu seu caminho e Skillman foi parar na Nokia, onde cuidou de outro projeto que, ironicamente, teve o mesmo destino do webOS: o Meego agradou muitos entusiastas de tecnologia, mas não recebeu muito carinho da Nokia e foi esquecido. Agora, o desafio de Skillman era ainda maior: usar todo este histórico em sistemas rápidos e cheios de gestos para revolucionar um mercado duro e complicado – celulares com especificações medianas e sem grande capacidade de processamento. E é isso que a Nokia Asha Platform quer entregar: um sistema fluído e prático, acompanhado de uma loja de apps que atraia desenvolvedores. Na primeira parte, o novo sistema traz algumas grandes melhorias: logo na tela de desbloqueio você pode acessar notificações, abrir mensagens ou receber notícias. Desbloqueado, o sistema traz uma home com os apps enfileirados, e outra com o que a Nokia chama de Fastlane, uma grande central de notificações e notícias — seus últimos apps, jogos, lembretes, mensagens e ligações ficam por lá. Além disso, o sistema tem uma central de notificações que remete ao webOS — e também lembra a solução do Android. Gestos são a base do novo sistema, e por isso o aparelho tem apenas um botão central (Skillman me contou que usa tanto os gestos que simplesmente nunca usa o botão central). A proposta é bonita e funciona, mas nem tudo são flores: como vocês podem ver no vídeo acima, o app do Facebook demorou um bom tempo para carregar. E isso será importante para o futuro da plataforma: a Nokia fez questão de mostrar quão empolgada está com os desenvolvedores de apps mais básicos, e que a nova plataforma Asha terá in-app purchases em jogos e outros aplicativos, além de um sistema de “try & buy”, um espécie de trial para atrair mais consumidores (apps do S40 precisarão ser adaptados e atualizados ao novo padrão de tela e ao novo sistema) . Mas a Nokia terá que tomar bastante cuidado para não infestar a loja de apps lentos e inúteis, mesmo para um celular básico. E, no fim das contas, você percebe com clareza que Asha 501 é um aparelho bem básico. A tela, com resolução de 320 por 240 pixels, exibe imagens nada empolgantes e é possível ver cada linha de pixels nela. A velocidade não empolga. Mas se pensarmos que ele custará US$99 e tem uma construção muito acima da média para sua categoria, não é difícil imaginar o 501 como um sucesso. Principalmente se a Nokia fechar mais acordos como a que fez na Índia, onde o acesso ao Facebook pelo aparelho será gratuito (é uma das formas de amenizar a ausência do 3G). No Brasil, tal acordo ainda não chegará — e o próprio 501 só será lançado no terceiro trimestre, deixando o país fora da primeira lista de países que o receberão em junho. E se seu sucesso está tão atrelado ao preço, resta saber quanto ele custará em terras brasileiras. Aí sim descobriremos se ele pode surpreender de vez. FotosO Gizmodo Brasil viajou para Nova Déli, na Índia, a convite da Nokia. |
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Gizmodo Brasil: Olympus Pen E-P5: uma surpreendente câmera mirrorless com estilo retrô
Gizmodo Brasil: Olympus Pen E-P5: uma surpreendente câmera mirrorless com estilo retrô
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