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Posted: 20 May 2013 03:33 PM PDT
Além de comprar o Tumblr numa transação bilionária, a turma de Marissa Mayer lançou hoje o novo Flickr. O layout foi totalmente renovado e a página inicial mostra logo de cara uma das principais novidades do serviço: a partir de hoje, todos os usuários do Flickr terão direito a 1 terabyte de espaço gratuito para armazenar fotos e vídeos.
Segundo o Yahoo, é possível "tirar uma foto por hora durante quarenta anos sem encher 1 TB". Uma barra na página do Flickr mostra que você pode armazenar 437 mil fotos de 8 MP ou 268 mil fotos de 13 MP sem pagar nada por isso. É quase impossível alguém encher 1 TB somente com fotos, mas o Flickr também suporta vídeos, ainda que de forma bastante limitada: dá para enviar vídeos em 1080p com até três minutos de duração. As páginas de perfis de usuários do Flickr foram reformuladas e lembram um pouco o Instagram na web. No topo, há uma foto de capa, que pode ser escolhida pelo usuário. A grade de fotos se adapta de acordo com o tamanho das imagens para evitar espaços em branco e a rolagem é infinita. Ao clicar numa miniatura, a foto se abre ocupando uma parte generosa da tela – não existe mais aquela barra de informações na lateral; ela foi movida para baixo. O Flickr Pro agora está disponível em dois planos: no primeiro, de US$ 49,99 por ano, todos os anúncios são removidos; no outro, de US$ 499,99 por ano, o espaço dobra para 2 TB. Os planos pagos ainda não estão disponíveis no Brasil, e quem está com a assinatura vencendo não poderá renová-la por enquanto. Felizmente, a estranha limitação de exibir apenas as últimas 200 fotos nos perfis de contas gratuitas acabou. O aplicativo do Flickr para Android foi atualizado e ganhou algumas funções da versão para iOS. Ele funciona em smartphones e tablets e mantém a qualidade original das fotos tiradas com o aparelho. O download está disponível na Play Store. Agora vai? Com informações: The Verge. Yahoo lança novo Flickr com 1 TB de espaço gratuito |
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Posted: 20 May 2013 12:40 PM PDT
Foi divulgado hoje o primeiro trailer de Batman: Arkham Origins, game que fecha a trilogia do Cavaleiro das Trevas e passa pelos primórdios do herói combatendo o crime em Gotham. O vídeo não mostra muita coisa, não fala da história e talvez nem fosse essa a intenção. Mas é impressionante mesmo assim.
A gente sabe que é só o trailer, que o gameplay não vai ter gráficos assim e que, se nos basearmos nisso para criar expectativas, a frustração vai ser grande. Mas o vídeo não deixa de ser impressionante, com ares de curta-metragem. Acho que desde Dead Island um trailer de jogo não é tão vivo. Pelo trailer, além do Exterminador, Batman vai ter que enfrentar Máscara Negra. Outro vilão que estará presente, segundo o GamesRadar, é o Coringa, mas com uma voz diferente: Mark Hammil, que foi quem dublou o personagem nos desenhos dos anos 90 e nos dois jogos anteriores, deixa o lugar para Troy Baker (que fez Booker De Witt em Bioshock Infinite). O dublador do Batman também vai mudar. Kevin Conroy irá dublar um outro personagem, ainda mantido em segredo, e quem assume a voz do homem-morcego é Roger Craig Smith (Ezio Auditore da série Assassin’s Creed). O jogo está com lançamento marcado para o dia 25 de outubro. O primeiro trailer de Batman: Arkham Origins é quase um curta-metragem |
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Posted: 20 May 2013 11:11 AM PDT
Hoje foi oficializada a compra do Tumblr pelo Yahoo: 1,1 bilhão de dólares, pouco mais que o investido pelo Facebook para adquirir o Instagram. E olha a coincidência: a internet vê tanto o Yahoo como o Facebook são empresas “do mal”, enquanto o Tumblr e o Instagram são celeiros de gente criativa e livre. Então, essas compras nunca são bem recebidas pelo público. Mas tem motivo de verdade para tanta revolta do pessoal do Tumblr contra o Yahoo?
Digamos que o Yahoo não tem um histórico de administrar bem os sites que compra. O Flickr e o Delicio.us, adquiridos pela empresa em 2005, são dois exemplos relativamente recentes: os dois minguaram ao ficarem nas mãos dela. Parece que o portal não sabe direito o que fazer com as redes sociais que compra. Em vez de manter tudo como está, ir melhorando o serviço e aos poucos dando sua cara para ele – aliás, coisa que o Facebook faz muito bem com o Instagram – , prefere forçar os usuários a fazerem parte de sua própria rede, por exemplo, exigindo que seja criado um email @yahoo para fazer login. Só que ninguém quer entrar para o o Yahoo porque tudo que ele oferece já existe e é visto em versões muito melhores em outros sites, principalmente o Google: email, busca, grupos, messenger. Para o usuário, ele é dispensável na internet. Fazia sentido em 1996, mas não conseguiu envelhecer bem e acabou ficando para trás. Então, não tem como a compra do Tumblr não ser acompanhada de Tumblrcídios (saudades do Orkut, alguém?) e opiniões negativas. Mas tem um fator diferente dessa vez: Marissa Mayer é quem comanda a casa. A CEO tem uma boa reputação. Ela foi uma das primeiras funcionárias do Google e deixou a empresa 13 anos depois, quando estava com o cargo de executiva. E, como o Yahoo deveria ser o que o Google se tornou, ela sabe o que fazer para que sua nova empregadora seja bem-sucedida. Marissa está no Yahoo para mudar a direção da empresa. Entre suas decisões, nem sempre bem recebidas, estão o fim do home office e a compra de 10 startups em menos de um ano de gestão – em 2011, apenas uma havia sido comprada. Tem dado certo: a primeira prova disso é que o Yahoo fechou 2012 superando as expectativas de lucro. E, então, temos a compra do Tumblr, a mais importante feita por ela até agora. O tanto de reclamações e o eco delas por toda a internet deixam claro que o clima para os frequentadores da rede social é de insegurança. E revelam aquela que deve ser a principal preocupação do Yahoo, o fator que foi ignorado na época da compra do Delicio.us e no Flickr e que causou a desistência dos usuários: perceber que o Tumblr é feito de mais de 150 milhões de blogs. Ele é formado por pessoas, e, a cada dia, chegam mais 120 mil. Como toda rede social, não é o código que importa; é a comunidade. O lado bom é que Marissa sabe disso; na carta em que anuncia a compra do Tumblr, ela diz que “companies are all about people” e faz um monte de elogios ao criador do serviço, David Karp, e seu respeito aos indivíduos que criam conteúdo diariamente ali. Com tanta simpatia, é difícil não acreditar no sorriso de boa moça de Marissa ao ler que tudo vai continuar igual. Karp garante a mesma coisa. Ele segue como CEO e tudo o resto – a equipe, os valores, a liberdade – fica inalterado. Pelo lado dele, só a conta bancária e a urgência de atrair investidores mudam. Tudo igual, mas diferenteApesar da promessa de manter tudo como está, a primeira mudança – ou pelo menos a primeira que será detestada – deve ser a adoção de um modelo de negócios. Apesar de Karp ser contra a inserção de anúncios, provavelmente eles serão adotados. Afinal, ser adorado pelos usuários da sua rede social é importante, mas não paga as contas.Apesar da popularidade, o Tumblr não dá lucro. O dinheiro vem majoritariamente de investimentos de outras empresas. Em 2012, fechou no vermelho, sem conseguir cobrir todas as despesas. Marissa já disse que as duas empresas irão pensar em modelos de publicidade que sejam amigáveis aos usuários para tornar o Tumblr rentável, já que ela fez um investimento enorme que precisa ter retorno. Além de ganharem dinheiro juntas, as empresas também vão fornecer know-how uma para a outra: o Yahoo oferece suporte no sistema de buscas e personalização; o Tumblr, um banco enorme de posts em todos os formatos de mídia. E, claro, milhões de usuários e toda a estrutura de uma rede social já estabelecida. A expectativa de Mayer é que a audiência do Yahoo cresça em 50%. Todo o pânico com a venda do Tumblr não passa de sofrimento por antecipação. A compra foi anunciada oficialmente só há algumas horas e, ontem, o WordPress registrou a transferência de milhares de posts vindos do Tumblr. Esforço desnecessário, exagerado, pessimista demais. Não dá para dizer ainda o que vai dar certo e o que não vai nessa parceria. Mas eu acho que Marissa não teria investido tanto dinheiro em uma compra com menos de um ano de empresa se não tivesse certeza absoluta de que o que está fazendo é o melhor. Então, vamos acalmar os ânimos, seguir com nossos blogs e ver o que vai acontecer daqui para a frente. Nem sempre a mudança é para pior – voltando ao primeiro parágrafo, o Facebook comprou o Instagram e a rede social de fotos melhora a cada atualização. No mais, keep calm and blog on! \o/ O que muda no Tumblr com a compra pelo Yahoo |
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Posted: 20 May 2013 08:34 AM PDT
Fazer review do Fonepad é mais complicado do que parece. Ele deve ser pensado como um smartphone ou um tablet? É uma mistura dos dois, com recursos tanto de um como de outro. Com 7 polegadas, é difícil se acostumar a utilizá-lo no dia a dia como se usaria um smartphone (que, normalmente, é o principal gadget que alguém leva). Não cabe no bolso, não dá para mexer com uma mão, impossível ser discreto ao atender uma chamada. O Fonepad se propõe a ser uma solução para quem precisa de um tablet para trabalhar, por exemplo, mas não quer carregar dois gadgets por aí. De forma simplificada, é um tablet que também faz ligações. Mas será que consegue segurar a bronca e ser, realmente, a melhor opção para esse público? Tentaremos descobrir isso nas linhas abaixo. DesignNo que diz respeito à aparência, ele não surpreende nem desaponta. É bastante comum. Tem uma moldura preta larga em volta da tela e traseira de plástico com acabamento metálico prateado (há outro modelo de cor champagne).O Fonepad chama atenção por ser bem leve, com apenas 340 gramas, e relativamente fino, com 10,4 mm de espessura (para comparação, um a mais que o iPad de quarta geração). Na frente, ao lado do alto falante, fica a câmera frontal. Atrás, a câmera traseira, com a delicadeza de ter uma moldura mais alta para prevenir riscos na lente – algo que deveria ser adotado com mais frequência pelos fabricantes. As laterais são praticamente limpas. Apenas em dois lados foram colocados botões e conexões. Na parte inferior, fica a P2 para fone de ouvido e microUSB para carregar e conectá-lo ao computador. Em um dos lados, o botão de ligar e o controlador de volume. Como esses botões ficam bem juntos, aconteceram vários toques acidentais até acostumar com a posição de cada um. Talvez a escolha de local para o botão que liga e bloqueia a tela não tenha sido a melhor, mas esse não é um problema grande. Na parte traseira superior, uma capinha protege o espaço para colocar o microSD e o microSIM. Ela é meio chatinha de ser removida – o que faz todo o sentido, já que ninguém espera que o microSIM saia acidentalmente. Mas, toda vez que precisar mexer nisso, dá medo de quebrar. TelaA parte tablet do Fonepad começa pelo tamanho da tela: são 7 polegadas, com resolução de 1280×800 pixels e tecnologia IPS.Não é o display mais impressionante do mercado, mas não merece críticas. Um destaque é o brilho forte, que pode ser reforçado com o modo outdoor ativado. Não há problemas de visibilidade em utilizá-lo ao ar livre em um dia ensolarado. Dá para melhorar um pouco a vivacidade das cores pelo aplicativo ASUS Splendid, que permite ajeitar a saturação e “temperatura” e ativar o Vivid Mode. Ele faz uma pequena diferença na saturação, nada dramático. Um problema sério é que a tela não desapega fácil de marcas de dedo ou do rosto depois de atender uma ligação, o que, além de desagradável, atrapalha ainda mais a visibilidade. Interface e aplicativosO Fonepad já sai da fábrica com o Android mais recente, o 4.1. A interface tem poucas alterações. Está tudo ali: as múltiplas telas iniciais, seis ícones fixos para acesso rápido numa barra inferior, a possibilidade de criar pastas para organizar os apps na tela inicial, widgets de email, clima, notícias e vários outros.O menu suspenso é bem completo e facilita o acesso a vários recursos. Configurações, ajuste de brilho, redes Wi-Fi e AudioWizard (para definir perfis de áudio para o aparelho) ficam fixos. Entre os ícones que podem ter suas posições trocadas ao manter pressionados estão os que necessitam de ativação, com Wi-Fi, GPS, redes móveis e Bluetooth. Há uma boa oferta de apps nativos de utilidade duvidosa no Fonepad, como acontece em quase todos os aparelhos. Entre os que chamaram atenção, há um para montar álbuns de fotos (ASUS Story); editor de fotos com um monte de efeitos para inserir nas imagens (ASUS Studio); editor de vídeos para fazer edições simples, bem chatinho de mexer (Estúdio de filmes); app de segurança, que coloca senha em outros aplicativos (App Locker); app para tomar notas e fazer desenhos (SuperNote Lite e MyPainter). Principalmente nesses dois últimos, percebe-se a função tablet do Fonepad. É bem mais confortável fazer rabiscos e anotações por escrito (e não digitadas) numa tela de 7 polegadas que em uma menor, de smartphone. Uma característica legal do SuperNote Lite é organizar as palavras escritas linha a linha, mesmo que você escreva em qualquer lugar da página, e sem tentar adivinhar o que foi escrito, já que nem sempre o reconhecimento da grafia é muito bom. MultimídiaÉ muito melhor assistir vídeos no tablet que no smartphone por causa do tamanho da tela. Nessa questão, o Fonepad ganha pontos. E, por ser leve, não cansa a mão segurá-lo por bastante tempo.Pelo player nativo, conseguimos assistir vídeos em formato MKV, mas os em AVI DivX precisaram de outro player para rodar (utilizamos o MX Player). Há dois apps que passam vídeos. Um coloca o vídeo em tela cheia; o outro fica numa janela que flutua sobre outras aplicações e permite continuar assistindo enquanto faz outra coisa no aparelho. Na reprodução de áudio, ele rodou sem problemas arquivos em MP3, FLAC e AAC. O player que vem instalado no Fonepad é o Play Music, padrão do Android. Ele muito básico e quem quiser vários recursos precisa baixar outro aplicativo. A equalização, por exemplo, tem apenas cinco canais e nenhum perfil pré-definido além do padrão. Na tela de reprodução da música, há um “joinha” e um “não-joinha”. Ao clicar no positivo, ele automaticamente insere a faixa numa playlist com as músicas curtidas. Mas também dá para montar listas personalizadas. Vale aproveitar o tópico para comentar do áudio que sai pelo alto falante do Fonepad. O som é muito baixo e fica bastante abafado; convém usar aquele fone de ouvido… que a Asus não incluiu no kit. CâmerasNa hora de falar da câmera, é difícil olhar para o Fonepad como se ele fosse um smartphone. Atualmente, as desses gadgets são muito boas, cheias de recursos e podem substituir as portáteis para um consumidor menos exigente. Já as de tablets são bem mais simples.Com resolução de 3 MP na traseira, não dá para esperar fazer os melhores cliques da sua vida com o Fonepad. Até quebra um galho, principalmente observando a foto “de longe”. Mas, ao utilizar em tamanho real, os ruídos e a ausência de definição são gritantes. A câmera frontal, com 1,2 MP, também peca na definição. Mas, para videoconferências, espelho ou egoshots, é suficiente. Para tentar melhorar a qualidade da imagem, é possível ajustar manualmente a exposição e o balanço de branco. Também há efeitos de cores (preto e branco, sépia e negativo) e a possibilidade de colocar informações auxiliares no display, como guidelines. O recurso mais avançado que a câmera oferece é a foto panorâmica, que, superados os problemas da qualidade da imagem, consegue reproduzir com bastante fidelidade a paisagem ao redor, sem distorcer muito. Achei melhor que a panorâmica do Galaxy S II, que fica cheia de erros e trechos “arrastados”. O Fonepad também faz vídeos em 720p. Em movimento, a ausência de definição fica ainda mais gritante, assim como a falta de estabilidade quando mexemos o tablet rápido. A captação de áudio é satisfatória, sensível o bastante, mas nada de espantoso. Conectividade e acessóriosNa caixa do Fonepad vem apenas o tablet, o manual, o carregador e o cabo USB. Curiosamente, nenhum fone de ouvido acompanha. No caso desse aparelho, isso é especialmente estranho porque um fone de ouvido é praticamente item obrigatório para fazer ligações num smartphone de 7 polegadas.É bem cansativo ficar segurando uma placa desse tamanho no rosto durante vários minutos. É ruim de pegar, incomoda. Mas, como todo mundo tem um fone de ouvido sobrando, esse não deve ser o maior problema do mundo. Falando das redes sem fio, nada além do requisito: ele tem suporte a 3G+, Bluetooth 3.0 e Wi-Fi. BateriaCom 4.270 mAh e a promessa de nove horas de duração, a bateria de lítio-polímero obviamente tem uma excelente duração, mas os números impressionam mais que o resultado na prática.Começamos os testes de bateria com 100% da carga. Ao final da simulação de uso moderado, ainda sobrava 74% da carga. A de uso intenso deixou a bateria com 46%. O primeiro teste dura cerca de uma hora e meia; o segundo, cerca de três horas. Um detalhe que estranhamos no Fonepad é que, antes de começar a usar, o fabricante recomenda carregar a bateria por oito horas, muito mais que o suficiente para carregá-la completamente. Essa instrução era comum em celulares há muitos anos, mas fazia tempo que não víamos isso. HardwareO motor do Fonepad é um processador Intel Atom Z2420 de um núcleo de 1,2 GHz. A GPU PowerVR SGX540 dá uma força nas tarefas. Ela já é um pouco antiga – a mesma do Galaxy Nexus - , então não dá para esperar o melhor desempenho do mercado.Os resultados nos testes de benchmark não impressionam nem decepcionam. Ficam na faixa dos obtidos pelo Motorola RAZR MAXX, bem onde esperávamos que ele ficaria, entre os intermediários. No AnTuTu, ele marcou 5.761 pontos e no Quadrant Standard, 2.866. O teste de HTML5 do Vellamo foi interrompido, então esse benchmark não foi contabilizado. Uma outra versão do Fonepad com hardware mais potente foi anunciada na China. Ela terá processador Z2460 de 1,6 GHz e 32 GB de armazenamento, mas não há previsão de chegada ao Brasil. Pontos negativos
Pontos positivos
ConclusãoPensar um veredicto para o Fonepad que responda à pergunta “vale a pena ou não?” é complicado.Se fosse apenas um tablet, seria um tablet bom o bastante. Como smartphone, também. Mas, como é as duas coisas, o cenário precisa ser revisto. Juntar tablet e smartphone não é uma ideia absurda, afinal, eles têm muitos recursos em comum – a maior diferença está no tamanho e no fato de fazer ligações, função cada vez menos utilizada. Entretanto, criar um smartphone de 7 polegadas não é uma ideia tão boa na prática. Mesmo sendo leve e fino, uma tela de 7 polegadas não cabe no bolso da calça ou numa bolsa pequena. Não consigo vê-lo nas mãos de alguém que não use terno o dia todo para guardá-lo no bolso interno ou numa pasta, até porque carregar um tablet diariamente e o tempo todo não faz muito sentido se ele só será usado para lazer. Mas, por 1.099 reais, o Fonepad entrega o esperado tanto como smartphone quanto como tablet: é um aparelho intermediário feito para um público segmentado, não para alguém que está entrando agora no mundo dos smartphones ou busca a melhor performance do mercado. Especificações técnicas
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Posted: 20 May 2013 08:21 AM PDT
Na semana passada, um teaser fake do PlayStation 4 passeou pela internet. Não parecia de verdade, mesmo: nele, era mostrada muita gente e pouco produto. Mas, hoje, a Sony liberou o verdadeiro, que anuncia a conferência na E3 no dia 10 de junho.
O que dá para ver nele: praticamente nada! Mas é um teaser, então não esperávamos muita coisa além de alguns detalhes em close. Aliás, quantas saídas de ar, hein? A curiosidade é pelo visual, mesmo, já sabemos praticamente tudo sobre suas especificações e recursos desde fevereiro. A não ser que vaze alguma foto a essa altura do campeonato (o que não é improvável), vamos ter que esperar até a E3 para ver o console inteiro. E pessoalmente, já que estaremos lá! Agora é sério: Sony libera teaser do PlayStation 4 |
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Posted: 20 May 2013 07:32 AM PDT
A Jolla, empresa criada por ex-funcionários da Nokia que trabalharam no desenvolvimento do MeeGo, anunciou hoje o primeiro smartphone com o Sailfish OS. O aparelho se chamará simplesmente Jolla e inicialmente estará disponível apenas na Europa, por 399 euros. Apesar de rodar um sistema novo, o aparelho é compatível com aplicativos do Android. Como a Jolla ainda vai fazer uma coletiva de imprensa para anunciar o smartphone e o lançamento acontece somente no fim do ano, não há muitas informações sobre o hardware. Por dentro, há processador dual-core, provavelmente fabricado pela ST-Ericsson, e 16 GB de armazenamento interno, com entrada para microSD. O Jolla suporta conexão 4G LTE e possui tela de 4,5 polegadas, além de uma bateria removível pelo usuário, de capacidade não especificada. Ele tem um design minimalista e colorido, que lembra bastante a linha Lumia (e o Nokia N9, que rodava MeeGo). Segundo a Jolla, você pode colocar capinhas de cores diferentes no smartphone e a interface do sistema vai acompanhar a mudança. Como todo sistema operacional novo, o Sailfish OS deve sofrer um pouco com a falta de bons aplicativos, especialmente no início. A Jolla tenta amenizar esse problema com uma máquina virtual capaz de rodar grande parte dos aplicativos originalmente desenvolvidos para Android sem nenhuma modificação. É uma solução parecida com a adotada no BlackBerry 10. Assim como o MeeGo, o Sailfish OS não precisa de botões físicos e é totalmente controlado por gestos – para abrir o menu de aplicativos, por exemplo, basta deslizar a tela inicial para cima. O Sailfish OS também tem foco em multitarefa, mostrando miniaturas dos aplicativos em execução logo na tela inicial – você pode controlar os aplicativos diretamente das miniaturas, sem necessidade de alternar entre eles. O Jolla está disponível para pré-venda no site oficial. Como a empresa ainda é pequena, apesar de ter recebido um aporte de 200 milhões de euros em sua primeira rodada de financiamento, é pouco provável que o Jolla dê as caras por aqui tão cedo. De qualquer forma, assim como o Android, o Sailfish OS é um sistema baseado em projetos de código aberto e será distribuído sem custo aos fabricantes de smartphones – bastante que alguma empresa grande se interesse pelo sistema. Com informações: Engadget. Jolla apresenta primeiro smartphone com o sucessor do MeeGo |
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Posted: 20 May 2013 06:22 AM PDT
Após dias de mistério e boatos de compra, o Yahoo e o Tumblr anunciaram hoje cedo, enquanto o Vale do Silício acordava, que chegaram a um acordo. A rede de blogs passa a pertencer à outra empresa pela bagatela de 1,1 bilhão de dólares.
Os usuários do Tumblr não receberam a notícia com bons olhos; basta dar uma olhada na tag #yahoo buying tumblr para ver uma infinidade de gifs de choro e gente dizendo que vai desativar o blog. Além disso, o WordPress divulgou que 72 mil posts foram importados do Tumblr em apenas uma hora ontem, sendo que o normal fica entre 400 e 600. Segundo o criador do Tumblr, David Karp, não há o que temer: tudo continuará igual, mas irá melhorar com mais rapidez. Além disso, “Marissa [Mayer] e sua equipe compartilham nosso sonho de tornar a internet a principal tela para a criatividade”. Karp continua como CEO do Tumblr e Marissa prometeu que não vai estragar tudo. E, para mostrar que manja muito do Tumblr, fez um GIF de comemoração do acordo:
Ai.
Yahoo anuncia compra do Tumblr por US$ 1,1 bilhão |
tecnoblog: Yahoo lança novo Flickr com 1 TB de espaço gratuito (mais 6 notícias)
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