|
Posted: 05 Jun 2013 03:42 PM PDT
A Canon vai produzir câmeras DSLR em sua fábrica em Manaus a partir de 2014.
A empresa japonesa anunciou a produção das câmeras por aqui em um evento para jornalistas no Japão, segundo a Folha. Assim, além das câmeras compactas, que começarão a ser montadas no Brasil no mês que vem, os aparelhos com lentes intercambiáveis também terão produção local. A fabricação brasileira pode ajudar a diminuir o preço das câmeras, mas este não é o principal objetivo. A Canon produz todas as suas câmeras na Ásia, e isso dificulta a competição no Brasil, onde concorrentes como Nikon, Panasonic, Samsung e Sony já produzem suas câmeras. Um dos modelos que passará a ser fabricado no Brasil ano que vem é a EOS Rebel T5i, e a japonesa pretende trazer para montar aqui os modelos mais baratos das suas DSLRs. A fábrica de Manaus conta atualmente com 60 funcionários e será ampliada para 100 com a produção local das câmeras. O Brasil é o primeiro país fora da Ásia a receber uma fábrica da Canon. [Folha] |
|
Posted: 05 Jun 2013 03:04 PM PDT
A Samsung adora lançar smartphones, e alguns dias depois de anunciar o Samsung Galaxy S4 Mini, ela confirmou outra variação do seu flagship: é o Galaxy S4 Active.
Informações sobre ele vazaram recentemente, e estavam corretas. O Samsung Galaxy S4 Active é, basicamente, um Galaxy S4 mais resistente. Ele tem um processador quad-core de 1,9GHz, 2GB de RAM, 16 GB de armazenamento interno (e entrada de cartão microSD). A sua câmera é um pouco inferior: a traseira tem 8 megapixels, contra 13 do S4, e a dianteira tem 2 megapixels. A tela é de 5 polegadas TFT LCD Full-HD com 443 ppi. Mas a grande diferença dele está na resistência. A Samsung diz que ele tem proteção contra poeira e água – pode ficar submerso por até trinta minutos a um metro sem que seu funcionamento seja prejudicado. O design também sofreu algumas modificações, e o Galaxy S4 Active tem três botões físicos na parte inferior da tela. Ele será vendido em três cores: cinza, laranja e azul. Por enquanto, a Samsung confirmou o lançamento dele apenas na Suécia e nos Estados Unidos em breve e a um preço ainda não divulgado. Ele estará no evento que a coreana realizará em Londres no dia 20 de junho – mais informações sobre o aparelho devem ser divulgadas lá. [Samsung via Engadget] |
|
Posted: 05 Jun 2013 02:37 PM PDT
Hoje, o Twitter liberou uma grande mudança de design do TweetDeck, com uma barra lateral que pode ser expandida e torna a navegação no app muito mais fácil do que era. Eis um passeio pelo novo app, e, como você pode ver, o novo design também ajuda a organizar todos aqueles tweets que inundam nossa timeline todos os dias.
De fato, por mais que nós amássemos aquele TweetDeck que ajudava a manter listas e buscas do Twitter organizada em colunas, a navegação no app nunca foi muito melhor do que acidental. A única forma de navegar entre as suas listas era movendo as colunas da esquerda para a direita. A nova navegação com a barra lateral conserta este problema ao permitir que você escolha mais deliberadamente entre todas as colunas que criou. Se você quiser ver as coisas da forma como eram anteriormente, ainda há a opção, mas como o vídeo abaixo mostra, você vai acabar abandonando isso. Vídeo por Nick Stango |
|
Posted: 05 Jun 2013 02:04 PM PDT
Hardwares mais rápidos não deveriam ser sombrios deste jeito. Ainda assim nós não conseguimos disfarçar nossas preocupações em relação à quarta geração de processadores Core i7 da Intel, Haswell. Sim, na forma típica da Intel, é um tour de força de realização técnica e recursos que sempre queremos. E também, por sinal, é muito rápido.
Quão rápido? Vamos dizer que o novo Core i7-4770K supera facilmente o queridinho midrange anterior, o Core i7-3770K, como o melhor em performance, e ainda dá trabalho para um hexa-core high-end. Então o que nos faz tão tristes? Talvez o futuro sombrio dos PCs, que, apesar de gerar alegria com a sua velocidade, pode estar com os dias contados. Ou talvez seja porque está claro que, por mais que Haswell seja rápido, ele obviamente foi projetado principalmente para beneficiar laptops, tablets e outros computadores menores, e não desktops. Vamos dizer que, mesmo felizes com o desempenho que Haswell tenha, ainda estamos preocupados com o compromisso da Intel de melhorar o desempenho da computação em desktops. A linha HaswellUm novo Haswell inclui a ponte sul dentro do pacote A mistura HaswellUma nova plataforma é apenas um dos recursos que vai animar os entusiastas. A mudança mais perceptível é a introdução de um novo socket. O LGA1155 nos acompanhou em Sandy Bridge e Ivy Bridge, mas a Intel não gosta de fazer você se sentir confortável com uma placa mãe, e está trocando o velho LGA1155 por um novo LGA1150. Os dois, obviamente, são incompatíveis. Por que? Não é só para te irritar, mas também possivelmente pelo fato da Intel não conseguir integrar os novos recursos de Haswell no LGA1155. O novo socket não deveria ser surpresa para quem lê o Maximum PC, já que falamos dos planos da Intel para Haswell há um tempo, mas agora é oficial: se você quer a nova CPU, vai precisar de uma placa-mãe nova.Você vai precisar de uma nova placa-mãe para Haswell FIVRHá muito tempo dizemos que as CPUs da Intel são buracos negros gravitacionais que sugam tudo para dentro deles. Nehalem comeu o controlador de memória. Lynnfield engoliu PCIe. Sandy Bridge incorporou os gráficos. E Haswell tem um novo regulador de voltagem totalmente integrado, ou FIVR (da sigla em inglês Fully Integrated Voltage Regulator), dentro do pacote. Ao integrar o regulador de voltagem, a Intel simplificou as entradas de energia na CPU mas também tirou muito do controle das fabricantes de placa-mãe. O FIVR não elimina toda a regulação de voltagem da placa-mãe, já que a energia para a CPU ainda precisa vir de algum lugar, então você ainda vai encontrar placas com esses circuitos.Ao integrar a regulação de voltagem, a Intel conseguiu regular a energia para um grau maior do que era possível mesmo nas melhores placas-mãe. A ondulação de voltagem é praticamente nula no projeto, e o desempenho do FIVR supera qualquer coisa que possa ser feita externamente. O FIVR tecnicamente também reduz o custo da placa-mãe, já que alguns reguladores externos não serão mais necessários. Mas nem tudo é bom. Ele adiciona mais calor à CPU e eleva a TDP do 4770K para 84 watts em comparação com os 77 watts do seu antecessor. A grande questão para usuários de desktops é por que? A verdade é que suspeitamos que a mudança não beneficia usuários de desktop. Beneficia laptops, all-in-ones, e tudo mais que precisa realmente de controle preciso sobre energia e voltarem em um pacote pequeno. Em outras palavras, é uma ação para mobile. A boa notícia é que isso não parece afetar em nada os entusiastas. Você vai precisar de resfriamento para rodar Haswell em overclock, mas você sempre precisou disso. Perdas e ganhos em overclockQuando a Intel saltou de Lynnfield para os chips Sandy Bridge, ela deixou para trás a capacidade de melhorar o clock para fazer overclock em um chip. Overclockers ainda podem ter as CPUs “K” destravadas para overclock, mas mesmo partes não-K podem fazer overclock por quatro posições através do multiplicador das placas série Z. Com Haswell, este recurso foi eliminado, e peças não-K são completamente bloqueadas em todas as formas possíveis.A boa notícia é que a Intel adicionou mais três botões para overclock em chips K. Pegando emprestado dos chips E Sandy Bridge, os chips Haswell K agora oferecem faixas de CPU adicionais para overclock. Em vez de limitar a apenas a 100MHz e um pouco acima disso, as taxas adicionais de 125MHz, 160MHz e 250MHz devem ajudar a fazer overclock na CPU sem precisar fazer overclock no PCIe e outros componentes. L4, mas não para vocêUma das coisas mais interessantes no desenvolvimento das peças de Haswell é o novo Core i7-4770R. Este chip conta com 128MB de DRAM incorporada, ou eDRAM, para amenizar problemas de largura de banda de memória em gráficos. Não se importa com gráficos integrados? Você deveria, porque a peça R do eDRAM também funciona como um grande cache L4, que, de acordo com alguns desenvolvedores, oferece um grande impulso em desempenho além dos gráficos. A má notícia é que você não consegue isso em nada além de um chip BGA hoje. Depois de ouvir objeções de veículos entusiastas em tecnologia (nós ajudamos às vezes!), a Intel está considerando a possibilidade de oferecer um chip R encaixado.TSX para alguns de nósMuito foi dito sobre o recurso de transação de memória da Intel, o TSX, em Haswell. TSX essencialmente torna mais fácil para programadores escreverem códigos em vários segmentos ao tratar a complexidade de ter que bloquear partes em uma matriz de dados. TSX permite que o processador faça muito do trabalho duro. Eis a notícia ruim: aparentemente o TSX só está disponível em alguns chips. A Intel não especifica quais chips contém TSX e quais não, mas uma tabela vazada na Tom’s Hardware indica que os dois chips que importam para nós – os dois K destravados – não têm.E a boa notícia?Então, Haswell esquenta mais, tem mais controle de voltagem, elimina o overclock em chips não-K, não dá acesso à versão com grande cache L4, não tem TSX nas peças K, e, bem, exige uma nova placa-mãe. Você provavelmente está se perguntando onde estão as notícias boas para entusiastas.Apesar de todas as nossas reclamações, vamos dizer que a Intel ao menos prestou atenção em uma métrica que importa bastante: desempenho. A Intel não apenas pegou Ivy Bridge, apagou o nome e escreveu Haswell. A empresa adicionou novas instruções a Haswell, incluindo AVX2 e FMA2, que vão beneficiar você. A empresa também aumentou as portas de execução e fez um monte de outras coisas pequenas visando a performance. O que significa que, clock por clock, Haswell tem desempenho consideravelmente melhor do que Ivy Bridge. A aparente falta de TSX, L$ gordo e overclock não devem te animar muito, mas as únicas pessoas que realmente devem ficar desanimadas são aquelas que acabaram de comprar um aparelho com LGA1155 e um Core i7-3770K top de linha. Gráficos integrados finalmente ficaram bons o suficiente?Os processadores x86 da Intel quase sempre causam inveja no resto do mundo. Podemos dizer isso sem que ninguém, exceto talvez o fanboy mais chato da AMD, discordar, porque quando falamos em performance x86, a Intel sempre superou os clocks dos outros. Do PowerPC ao 68000K e do SPARC para MIP, a Intel sempre foi melhor que os outros.Quando falamos em gráficos, no entanto, muitos concordam que sempre foi o oposto. Alguns mais velhos vão lembrar da desastrosa entrada da Intel em gráficos discretos com a i740 no fim dos anos 1990. Apesar de previsões de analistas que afirmavam que era o fim das placas gráficas, a Intel abandonou sua placa de vídeo dois anos depois. Mas apesar do fracasso, ela transformou o limão em limonada quando incorporou o i740 no chipset 810. Acredite ou não, os gráficos integrados da Intel hoje dominam o mercado em penetração superando AMD e Nvidia. Mas a Intel quer mais do que simplesmente superar gráficos ruins, e iniciou um processo para ganhar algum respeito. Todo ano, ela diz que seus gráficos integrados melhoraram muito, e normalmente as pessoas não acreditam. Com Ivy Bridge, no entanto, eles realmente melhoraram, mas no geral não conseguiam competir mesmo com peças low-end. Desta vez, é diferente. Será? Os gráficos em Haswell finalmente são bons o suficiente para substituir placas gráficas? Não podemos afirmar isto – ainda. Em primeiro lugar, para ser justo com os gráficos da Intel, nossa capacidade de julgar seu desempenho é baseado apenas no HD6400 incorporado ao Core i7-4770K – uma CPU que ninguém deve usar sem uma outra GPU. A HD5000 e HD 5200 são as grandes apostas, mas não conseguimos usá-las. Mas a HD4600 realmente é melhor do que a de Ivy Bridge. Portal 2, que era considerado injogável em um processador Ivy Bridge em resolução 1080p, atingiu taxasd e quadros com qualidade de imagem razoáveis (mas não fantástico), apesar de alguns problemas. Não foi ruim. Resident Evil 6 em 1360×768 teve o dobro de desempenho em Haswell do que Ivy Bridge. Outros jogos também superaram bastante o antecessor. O suficiente para descartar placa gráfica dedicada? Não. Ao menos não com HD4600. Gráficos Haswell x Ivy BridgeBenchmarks: um design mobile que não prejudica o desempenho em desktopEscolher uma CPU para testar foi fácil: fomos direto para a Core i7-4770K, uma Core i7-3770K e, para dar a algumas pessoas uma perspectiva de como os chips LGA2011 se comparam, um Core i7-3820. E mesmo que não esteja na mesma faixa de preço dos outros, também decidimos testar o hexa-core Core i7-3930K para mostrar aos garotos de quad-core o que eles tão perdendo, ou não, com a falta de dois núcleos extra.Por mais que sockets diferentes tornaram impossível usar placa-mãe idêntica nos testes, ao menos usamos a mesma fabricante com o objetivo de conseguir alguma uniformidade. Para LGA1155, usamos uma Asus P8Z77-V Premium, para LGA 2011 uma Asus Sabertooth X79, e uma nova Asus Z87-Deluxe para LGA1150. Cada placa-mãe foi equipada com 16GB de Corsair DDR3 a 1.600MHz. Todos os três sistemas usaram um SSD idêntico de 240GB Corsair Neutron GTX, com o mesmo firmware. Para gráficos, placas GeForce GTX 580 foram usadas com o mesmo driver. E em todos usamos o Windows 8. Os resultadosComo dissemos antes, em desempenho, Haswell não desaponta. Rodamos Cinebench 10 em apenas um núcleo para avaliar o desempenho por núcleo. Haswell foi 17% superior a Ivy Bridge. Em relação a Sandy Bridge, foi cerca de 30% mais rápido.Em outros benchmarks, a vantagem de Haswell permaneceu constante, com a nova CPU superando Ivy Bridge em quase todas as categorias, e as margens crescendo contra Sandy Bridge. Para a maior parte das coisas, Haswell oferece melhorias de 8 a 15% em relação ao antecessor. Em busca de resultados mais aplicáveis ao mundo real, decidimos usar o popular HDRsoft PhotoMatix nas CPUs. Usamos nove arquivos RAW de uma Nikon D800 e fizemos a conversão. Pelo que podemos dizer, isso em particular é bastante pesado e literalmente para todo o resto enquanto roda. Haswell foi vitorioso, processando 22% mais rápido do que Ivy Bridge. Nos testes de jogos com 3DMark, as CPUs sofreram no teste gráfico – nenhuma surpresa. Mas em teste de física, Haswell novamente teve um ganho de 10% em relação a Ivy Bridge. Em jogos reais, a diferença entre as CPUs variou. Rodamos testes em baixa qualidade e resolução para tirar a GPU do caminho. Em Dirt 3, vimos uma diferença impressionante de 34% entre Haswell e Ivy Bridge, e em Total War Shogun 2, 10%. Poderíamos continuar, mas em geral Haswell é mais rápido. Qual eu deveria comprar?Antes de mais nada, Haswell não invalida os sistemas Ivy Bridge. Máquinas projetadas com Ivy Bridge são bem rápidas e tem um ótimo desempenho, mas não existe motivo para criar uma máquina com uma CPU de geração antiga com um socket morto (boa sorte ao tentar conseguir outro LGA1155) com um chipset inferior. Desculpe, mas é a verdade, e nós sabemos que alguns de vocês acabaram de montar PCs com Ivy Bridge.Quando comparamos o Core i7-4770K com Core i7-3820, é um pouco mais complicado. Haswell deixa Sandy Bridge-E comendo poeira. A única razão para considerar um Core i7-3820 agora é se você planejar futuras atualizações. A Intel deve lançar Ivy Bridge-E ou Ivy Town ainda neste ano. Esta é a nossa sugestão em relação ao Core i7-3930K, também. O chip é quase o dobro do preço do Core i7-4770K, mas se você trabalhar com renderização 3D, ou codificação de vídeos, vale a pena. Você pode cortar o tempo de codificação de um vídeo de quatro horas para três horas com ele, e você também consegue fazer outros projetos em vez de simplesmente esperar. Apesar de toda a nossa negatividade, temos que dizer que Haswell ainda nos faz sorrir. Não podemos deixar de pensar, no entanto, que a impressionante performance de Haswell poderia ser melhor se a Intel focasse em fazer algo mais voltado para desktop. Temos medo do futuro. ComparaçãoBenchmarkConfira resultados completos de benchmarking no review completo da Maximum PC. O Maximum PC traz as últimas notícias, reviews e tutoriais sobre PC. |
|
Posted: 05 Jun 2013 11:26 AM PDT
A revolução da computação móvel pode ter nos libertado de gadgets que precisam estar sempre ligados na tomadas – mas nossas baterias uma hora acabam. E com um carregador para cada gadget, agora existe uma mistura variada de cabos de alimentação agrupados em tomadas elétricas. Veja como limpar esse ninho de rato e recarregar a maioria dos seus gadgets usando apenas alguns cabos.
“Mas eu uso microUSB em quase tudo”, diz você. Só que nem todos os cabos microUSB são criados iguais: o carregador pode até se encaixar no seu dispositivo, mas não significa que você deve usá-lo. Diferentes smartphones e tablets têm diferentes requisitos de corrente elétrica: se vier muita corrente do carregador, o gadget pode sofrer danos; se for pouca, o dispositivo vai demorar uma eternidade para carregar. Isso é válido também para outros tipos de conector. Enquanto o iPhone 3GS e o iPad 3 possuem um conector de 30 pinos, seus carregadores fornecem energia a taxas completamente diferentes. Usar o mesmo carregador para muitos gadgets, se não causar danos, pode levar à frustração. Tensão igual, corrente diferenteEsta é a mesma premissa válida para sistemas domésticos de fusíveis. Colocar um fusível 20A em um circuito 15A pode fritar tudo o que for conectado a ele; colocar um fusível 15A em um circuito 20A vai explodir os fusíveis, um após o outro, porque eles não foram feitos para lidar com essa toda essa carga. Tudo só funciona como deveria quando a corrente elétrica é igual.Isto costumava ser um problema muito maior por conta dos muitos carregadores proprietários, e dos muitos conectores para cada dispositivo (como na imagem acima). Felizmente, o advento do USB mudou tudo isso, e vem proporcionando uma padrão fácil de seguir. Todos os cabos USB carregam na mesma tensão de 5V, não importando se ele tem 30 pinos ou um plugue microUSB, seja ele da fabricante original ou de terceiros. Isso significa que, se os volts, amperes e conectores forem compatíveis, uma tomada de parede da Apple pode carregar um aparelho da HTC tão facilmente quanto um da Samsung (só o cabo é diferente, o que não interfere em nada). No entanto, nem sempre os volts, amperes e conectores são compatíveis – é aí onde as pessoas entram em apuros. Como eles têm a mesma tensão de 5V, os carregadores USB precisa de outro meio de levar energia (medida em watts) mais rápido para aparelhos maiores. Para fazer isso, o sistema aumenta a corrente (medida em amperes):
Como saber se estou usando o carregador correto? Confira o texto pequeno escrito na parte de trás do carregador, e você verá que ele diz algo assim: “Saída: 5,0 V – 0,7 A”. Então veja seu aparelho: na parte interna – ou na traseira, caso ele seja lacrado – você verá um texto semelhante. Por exemplo, “Alimentação: 3,7 V – 1 A”. Um carregador de 0,7A serve para um celular de 1A? Sim. No entanto, caso seu gadget exija muito mais corrente que seu carregador pode fornecer, a recarga vai demorar muito: o carregador de 0,7A não seria adequado para um iPad (2,1A), por exemplo. Além dos volts e amperes, a terceira métrica para se ter em mente é a frequência. No Brasil e América do Norte, tudo funciona a 60Hz; enquanto na Europa muitos países usam a frequência de 50Hz. Felizmente, a maioria dos eletrônicos mais modernos possuem conversores integrados, que permitem que o dispositivo funcione em ambas as frequências, assim como são bivolt e usam tanto 120V como 220V. Como carregadores inteligentes funcionamSe tudo isso soa muito complicado, a boa notícia é que, pelo menos, o carregador que você está usando para carregar seu celular ou tablet provavelmente sabe o que está fazendo. Carregadores inteligentes são aqueles que utilizam um pequeno chip CMOS para monitorar e gerenciar o estado de carga (SoC) e estado de saúde (SoH) das baterias equipadas com um chip semelhante.Isto existe na maioria das baterias secundárias no mercado, e é onipresente entre os sistemas de íons de lítio. Este recurso permite que as baterias possam carregar sem que você fique de olho nelas, e sem o medo de que elas superaqueçam ou explodam: quando elas chegam no 100%, o carregador fornece apenas uma carga lenta para mantê-la cheia. O processo de carregamento dessas baterias ocorre tipicamente em três fases. Na primeira fase, de corrente constante, despeja-se uma grande quantidade de tensão e corrente na bateria. Como a bateria está quase vazia, há pouco perigo de superaquecimento. A taxa de absorção natural da bateria – a tensão e corrente máximas que podem aguentar sem superaquecimento – muitas vezes é obtida nesta fase. Assim que a bateria enche a 80% da capacidade, o carregador reduz a corrente mas mantém a tensão de entrada – esta é a segunda fase, de tensão constante. Isto permite que a bateria quase atinja, sem superaquecimento, a capacidade plena. No entanto, a corrente cai continuamente à medida que a bateria se enche, ou seja: os 20% finais exigem uma quantidade significativamente maior de tempo do que os primeiros 20%. A fase final, a cerca de 85% a 95% de capacidade, é conhecida como float: uma carga lenta destinada apenas para assegurar que a capacidade seja mantida em até 100%, e não passe disso. Faça a conexãoQuando você tiver certeza de que seu dispositivo está usando o carregador certo, tudo o que resta é garantir que seus cabos USB estejam equipados com o conector adequado. Então use um carregador para seus celulares, e outro para seu tablet.Mas o microUSB que acompanha um celular funciona muito bem com outros: se você tiver mais de um celular, pode usar o mesmo carregador para ambos sem problema. Isso vale mesmo para celulares com conectores diferentes, como iPhone e Androids: use o mesmo plugue, e troque apenas o cabo. Em resumo? Embora você possa usar o mesmo carregador para vários dispositivos, você provavelmente não deveria. Não a menos que você quer estragar o seu gadget, ou esperar uma vida inteira para que ele recarregue. [Lifehacker - Battery Stuff - Wise Geek - Apple - iLounge; valeu Phloclo23, via Whitenoise] Imagens por: Olga Popova/shutterstock; showice/shutterstock; optimarc/shutterstock |
|
Posted: 05 Jun 2013 11:00 AM PDT
Já vimos várias pinturas hiper-realistas que nos enganam – mas e esculturas? Conheça o escultor hiper-realista australiano Ronald “Ron” Mueck, que usa silicone e mídias misturadas para criar peças impressionantemente parecidas com a realidade.
As cores e proporções são praticamente perfeitas em todas as peças – mas o que causa estranheza é a sua escala. As esculturas de Mueck incluem até crianças recem-nascidas que ocupam uma sala inteira, e um idoso enorme. Mueck está em cena há quase duas décadas, mas continua criando novos trabalhos. As três mais recentes obras do artista, produzidas especialmente para a Fondation Cartier, estão em exibição em Paris até 29 de setembro deste ano. Se você passar pela França, vale a pena conferir. Enquanto isso, fique com algumas fotos de trabalhos anteriores. Mulher com sacolas de compras, 2013Foto: Francois Mori/AP Casal debaixo de um guarda-sol, 2013Foto: Francois Mori/AP Jovem Casal, 2013Foto: Francois Mori/AP Juventude, 2009Foto: Dan Kitwood/Getty Images Deriva, 2009Foto: Dan Kitwood/Getty Images Ainda vivo, 2009Foto: Raoul Wega/Dan Kitwood/Getty Images Mulher com varas, 2008Foto: Dan Kitwood/Getty Images Uma garota, 2006Foto: Jeff J Mitchell/Getty Images Casal de conchinha, 2005Foto: Jeff J Mitchell/Getty Images Duas mulheres, 2005Foto: Raoul Wegat/Getty Images Na cama, 2005Foto: Jeff J Mitchell/Getty Images Mãe e filho, 2002Foto: Johannes Simon/Getty Images Máscara II, 2001-2002Foto: Raoul Wegat/Getty Images Sem título (homem grande), 2000Foto: Francois Mori/AP Garoto, 2000Foto: Polfoto, Morten Overgaard/AP Pai morto, 1995-1996Foto: Raoul Wegat/Getty Images Bebê grande, 1996Foto: Peter Macdiarmid/Getty Images Foto do topo: Gautier Deblonde/Fondation Cartier |
|
Posted: 05 Jun 2013 09:28 AM PDT
Já tem um tempo que circulam os rumores de que a Nokia prepara um “Windows Phone com o verdadeiro PureView”, isso é, uma câmera de 41 megapixels como a do Nokia 808. E essas podem ser as primeiras imagens do smartphone, que atende pelo nome interno de EOS.
O site chinês WPDang postou algumas fotos de um aparelho da Nokia com corpo em policarbonato comum na linha Lumia e um enorme calombo na parte traseira – lembra aquele calombo que o Nokia 808 PureView tinha para abrigar o sensor de 41 megapixels. Quando lançou o 808 com Symbian, a Nokia comentou sobre a possibilidade de um PureView com Windows Phone no futuro. O Lumia 920 tem uma câmera PureView, mas com 8 megapixels – o EOS teria 41 megapixels. Segundo o The Verge, o anúncio do EOS pode estar bem próximo. Fontes do site afirmam que ele será vendido nos EUA pela operadora AT&T ainda neste ano, e a apresentação oficial dele seria em julho – vale lembrar que quando confirmou o Lumia 925, a Nokia prometeu um “verão de grandes anúncios”, e julho é verão no hemisfério norte. [WPDang via The Verge] |
|
Posted: 05 Jun 2013 08:59 AM PDT
O conceito de 2-em-1, ou híbridos e conversíveis, dá espaço para muita invencionice. Desde a chegada do Windows 8 temos visto notebooks que se transformam de várias maneiras e, agregando mais um a essa conta, a Acer anunciou há algum tempo o Aspire R7. Demos uma olhada nele aqui na Computex e, de quebra, na nova versão do Aspire S7, um ultrabook mais tradicional — e muito elegante.
Aspire R7A primeira olhada no Aspire R7 (imagem acima) deu um nó no meu cérebro: touchpad e teclado estão invertidos na base do equipamento. Isso só não é mais curioso que a engenhosa dobradiça que permite virar a tela de vários modos e, com isso, modificar o jeito de usar o equipamento. A ideia, aparentemente, é que o usuário se apegue mais à tela sensível a toques do que ao touchpad. Depois de experimentar todas as posições, a constatação é que o touchpad sobra ali — nenhum cenário propicia ou mesmo permite seu uso de uma forma lógica ou mesmo fácil. Dá para perder as contas de quantas formas o R7 assume. E isso é bem bacana, imaginando os diferentes cenários onde um computador com a (imagino) proposta dele, de ser um faz-tudo dentro de casa. Mas o peso e a rigidez da dobradiça complicam tudo. Ele não parece ter a pretensão de ser portátil, porque é bem pesado: 2,4 kg. E a dobradiça… Ao vê-lo, o primeiro impulso que você sente é o de mexê-lo e contorcê-lo de todas as formas possíveis. Mas na primeira tentativa a frustração aparece: é difícil movimentá-lo. Ela é dura, não desliza facilmente, é impossível manejá-la com uma mão só — algo que o iMac, por exemplo, embora mais simples, permite sem esforço. A ideia do Aspire R7 é relativamente boa, porém mal executada — e o touchpad na posição diferente ainda é praticamente impossível de usar. No fim, fiquei com a mesma impressão dos nossos colegas americanos: parabéns pela ousadia, mas na próxima tente caprichar mais na construção, Acer. Aspire S7O queridinho entre os ultrabooks do ano passado voltou melhor: o teclado é retroiluminado, a bateria ficou maior, e ele traz o novo processador Haswell. No entanto, uma olhada rápida no estande e sem apps propícios impede de fazer um julgamento mais definitivo sobre estas grandes mudanças. A tela de altíssima resolução (2560×1440) também não deu o ar da graça em Taipei. Pelo menos a disponível, com resolução Full HD, é bem linda.O Aspire S7 é um senhor notebook. A tampa tem revestimento em Gorilla Glass 2 e, embora bonita, é como todo vidro: ganha marcas de digitais facilmente. Ao abrir o dispositivo, vê-se um desenho sóbrio e de muito bom gosto. Estranhei um pouco o touchpad mais largo e achatado que o padrão, mas a textura dessa área e sua responsividade são muito, muito boas. Seria melhor sem a queda nas beiradas (dificulta alguns gestos do Windows 8), mas parece ser do tipo que não obriga ou mesmo incentiva o usuário a recorrer a um mouse externo. O S7 ainda conta com uma tela muito vibrante e que é sensível a toques, também funcional, dentro do esperado. Uma pena esse tipo de coisa não ter chegado ao Brasil; é um ultrabook fino, leve, com configurações boas e um design belíssimo. Será que dessa vez chega? O Gizmodo Brasil viajou para Taiwan a convite da Asus. |
|
Posted: 05 Jun 2013 08:40 AM PDT
Smartphones com tela HD de 4,3 polegadas são raros. E são ainda mais raros se forem a versão simples de um aparelho top de linha: veja o Galaxy S4 Mini, por exemplo, que possui resolução de tela inferior.
Felizmente, parece que a HTC deve fugir dessa tendência: o site estoniano forte.delfi.ee diz possuir um dispositivo que se encaixa nos rumores do HTC One Mini, e publicou várias fotos dele. O suposto aparelho ostenta uma tela 720p de 4,3 polegadas, e o site diz que ele também possui um processador dual-core, 2GB de RAM, 16GB de armazenamento interno (provavelmente sem microSD) e uma câmera de 4 megapixels com tecnologia UltraPixel, que usa pixels maiores para capturar a luz. Ele roda Android 4.2.2. Se for verdade, isso tudo soa muito respeitável para um celular menor. Ele parece não economizar tanto nas especificações, mas resta ver se o processador fornece um desempenho semelhante ao do HTC One. O site também afirma que o lançamento será em agosto – exceto no Brasil, já que a HTC deixou o país. Mesmo assim, parece que surgirá em breve um bom concorrente aos smartphones mid-range: isso pode influenciar outras empresas que vendem smartphones por aqui. [Forte.Delfi via Engadget] |
|
Posted: 05 Jun 2013 07:55 AM PDT
A Sony tem muito a dizer sobre o novo Vaio Pro, que substitui o Vaio Z como o top na sua linha de notebooks. Ela diz que ele é extremamente leve, feito com fibra de carbono, e que tem novos chips Intel Haswell.
Mas há algo a mais para se dizer: ele deixa para trás os problemas do Vaio Z. E essa é a maior mudança em laptops da Sony nos últimos anos. Ele acaba com quase tudo o que prejudicava o Vaio Z. O teclado muito pequeno e com teclas muito baixas se foi, substituído por um teclado com espaço adequado entre as teclas. O trackpad apertado e pequeno foi substituído por uma versão grande e de vidro, que pareceu funcionar razoavelmente bem quando o vimos há alguns meses, quando o seu software ainda estava nos estágios iniciais. O laptop mantém sua leveza com o corpo de fibra de carbono, mas possui uma placa de alumínio no apoio para o pulso, o que lhe confere uma sensação mais sólida. (O teclado que usamos se flexionava muito ao digitar, mas a Sony disse que isso seria consertado até a versão final; saberemos ao certo quando recebermos uma unidade de teste.) E a tela de resolução 1080p tem cores muito bem equilibradas. O modelo de 11 polegadas pesa 870g, e o de 13 polegadas pesa 1,06kg. Eles também podem usar uma bateria extra opcional, com formato plano (e feio) que dobra o tempo de uso do laptop. Então, basicamente, a Sony tornou bem mais aceitável o seu modelo Vaio top de linha. Talvez ele não seja páreo para ultrabooks como o Acer Aspire S7, mas está entre laptops ultrafinos muito bons, pelo menos. E isso é um bom começo para a Sony. O novo Vaio Pro chega este mês em modelos de 11 e 13 polegadas, respectivamente por US$ 1.150 e US$ 1.250 em suas configurações básicas, nas cores preto e prata. A Sony também revelou seu novo conversível, o Duo 13. Este é basicamente o Duo 11, mas com uma tela 1080p maior, um pequeno trackpad (em vez de não tê-lo) e uma articulação com design mais eficaz. A Sony diz que os Duos foram feitos para profissionais visuais, o que faz um pouco de sentido; mas a funcionalidade reduzida, mesmo nesta versão melhorada, ainda parece pouco para fazer alguém substituir de vez um cavalete touchscreen. Ele chegará em preto e branco a partir de 9 de junho por US$ 1.400. Isto são boas notícias para fãs da Sony, ou para quem compra seus laptops pensando mais na marca. Mas espero que a tendência de alta continue por mais alguns ciclos, já que estes laptops são bons, mas ainda não chegaram lá. |
|
Posted: 05 Jun 2013 07:03 AM PDT
O Google soltou uma atualização de software para o Glass e melhorou drasticamente o que pode ser sua principal função: a câmera. O software ficou mais inteligente, tirando uma rápida sequência de fotos e combinando todas em uma só imagem.
O Google diz: Então, o que este novo software significa para suas fotos? Duas coisas: você não precisa mais ter medo do escuro – ele vai detectar situações de pouca luz e capturar automaticamente uma imagem mais clara e mais nítida. Ele também vai tirar fotos HDR automaticamente em cenas brilhantes. E o melhor de tudo: este software funciona mesmo em situações difíceis, onde há objetos em movimento.Tem mais: antes, as fotos eram compartilhadas apenas com a hashtag #ThroughGlass. Agora, você pode descrever a foto e adicionar o texto que quiser: basta ditar a mensagem. Eis algumas fotos para ver como a nova atualização de software melhora a câmera no Google Glass. As fotos com o novo software estão no lado esquerdo; a câmera antiga está à direita. Isto é basicamente usar a fotografia HDR com a promessa de lidar melhor com movimentos dos objetos, algo em geral problemático nessa técnica, já que ela combina várias fotos capturadas em sequência. Você pode ver mais fotos do Google, com detalhes sobre o novo software, no link a seguir: [Google] |
|
Posted: 05 Jun 2013 06:23 AM PDT
À medida que nos aproximamos da conferência Build, a Microsoft revela mais detalhes oficiais sobre o Windows 8.1. Desta vez temos um vídeo apresentando as principais novidades.
Elas estão concentradas em quatro áreas: tela de bloqueio, tela Iniciar, busca e multitarefa. Já vimos quais serão essas novidades, mas vale relembrá-las:
A versão preview do Windows 8.1 estará disponível em 26 de junho. A versão final, por sua vez, deve chegar no terceiro trimestre, e será um download gratuito. [YouTube/Microsoft] |
|
Posted: 05 Jun 2013 05:37 AM PDT
Talvez a principal característica dos tablets Windows seja a versatilidade: em meio a conversíveis e híbridos, é vasta a oferta de form factors… diferentes. Uma característica, porém, todos tinham em comum até agora: o tamanho da tela, jamais inferior a 10 polegadas. O Iconia W3 chega para levar o Windows ao universo dos tablets pequenos, mas será que o faz bem?
Com tela de 8,1″, o Iconia W3 é estranho. Ele tem bordas bem arredondadas e brancas, cor que se estende a toda a parte de trás, e não chama a atenção pela beleza. Na mão, seus 11,3mm de espessura parecem bem mais. A tela possui um ângulo de visão limitado: basta incliná-la um pouco para que as cores fiquem extremamente lavadas. Há outros sinais desanimadores, como o botão físico do Windows, bem rígido e de um plástico simples – mas o principal problema é, de longe, o tamanho das letrinhas na tela. Não tenho miopia ou astigmatismo, e ainda assim é difícil ler fontes menores no W3. “Menores”, nesse contexto, perfeitamente legíveis em equipamentos maiores. Os menus laterais do Windows 8 ficam minúsculos, outras partes do sistema também não são facilmente legíveis e em poucos minutos de uso me vi fazendo algo raro no manejo de qualquer tablet: aproximando-o do meu rosto para poder ler alguma mensagem ou rótulo. No Painel de Controle, mesmo com as promessa da Microsoft para o Windows 8, a escala de DPI não faz diferença aqui. O timing deste lançamento da Acer é, no mínimo, estranho: viabilizar o sistema para form factors menores é uma das novidades do Windows 8.1. No entanto, o tablet será lançado agora em junho, meses antes da versão final do Windows 8.1. Se serve para algo, o Iconia W3 mostra que a versão atual do sistema definitivamente não se dá bem com telas pequenas. Também usamos o teclado wireless do Iconia W3, a ser vendido separadamente por US$ 79. As teclas são bem espaçadas, com bom feedback e tempo de resposta, mas rolam algumas estranhezas, como a ausência de um touchpad e o fato de ele ser (bem) maior que o tablet. Também não é possível mudar o ângulo de inclinação do tablet. E, para guardá-los juntos, você encaixa o tablet na parte traseira do teclado. O Acer Iconia W3 chega ao mercado no final deste mês a partir de US$ 379. O Gizmodo Brasil viajou para Taiwan a convite da Asus. |
Home
»
Gizmodo Brasil
»
Gizmodo Brasil: Canon também produzirá câmeras DSLR no Brasil a partir de 2014 | e +
Gizmodo Brasil: Canon também produzirá câmeras DSLR no Brasil a partir de 2014 | e +
in
Gizmodo Brasil
- on
09:47
-
No comments
Postar um comentário