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Posted: 04 Jun 2013 04:19 PM PDT
Na maior parte do tempo, medicina é um jogo de adivinhar. Médicos, ou bruxos, ou xamãs, inspecionam um paciente, receitam uma poção e esperam que resolva. Com algumas exceções notáveis, a medicina moderna não é muito diferente. A coleta de dados – pressão sanguínea, batimentos cardíacos, peso, reflexos – é bastante rudimentar. Estamos conseguindo, mas a tecnologia pode nos levar a muito mais. Até mesmo a tecnologia que cabe no seu bolso.
Nos últimos anos, iPhones e iPads têm sido uma constante em consultórios médicos no mundo inteiro. Por que carregar uma prancheta quando você pode baixar via Wi-Fi os registros e digitar as informações diretamente no prontuário do paciente? Talvez até mais poderosa seja a ideia de que esses dispositivos podem coletar dados o tempo inteiro. Smartphones são ferramentas incrivelmente poderosas para coisas simples como coletar dados para coisas sofisticadas como medir o padrão de sono de um paciente. Existem apps que ajudam a regular sua saúde mental, apps que ajudam a ter controle sobre a quantidade de coisas que você come. Existem apps que podem medir a sua pressão sanguínea e a quantidade de açúcar no sangue. E existem apps que até ajudam você a lidar com o envelhecimento. Por mais que um app não consiga curar uma doença, alguns dos apps médicos mais novos e experimentais são capazes de fazer algumas coisas extraordinárias. Esta tecnologia pode não apenas ajudá-lo a se sentir melhor; pode prevenir uma doença ao detectar os sintomas quando começarem a se manifestar. Uma medida de prevençãoO primeiro passo – e o que os smartphones são os melhores para ajudar – é a prevenção, especificamente na forma de condicionamento e nutrição. Você provavelmente tem ao menos um amigo fã da Apple com uma Nike+ FuelBand. Claro, elas são grandes e meio desajeitadas, mas funcionam fantasticamente bem na coleta de dados sobre o seu treino e você pode sincronizar com seu computador de casa ou smartphone.Existem diversos apps de pressão sanguíneas, mas o kit iHealth (componentes vendidos separadamente) invadiram a cena há alguns anos, introduzindo para o mundo as capacidades médicas do iPhone. Outro app chamado Doctor Mole vai ajudá-lo a monitorar o surgimento e crescimento de pintas. Para o bem-estar geral e sintomatologia, tente o iTriage, um aplicativo desenvolvido por médicos para pacientes. Velhos problemas, novas ferramentasEm 2009, quando a Apple anunciou pela primeira vez o suporte a acessórios no iPhone OS, ela propôs um dispositivo médico caseiro capaz de mandar dados para médicos. Desde então nós vimos apps especializados em tudo desde checar seu peso até o nível de açúcar no sangue, e muitas outras coisas. O iBGSTAR usa um acessório de US$ 49 para checar níveis de glicose (e tem nome de algo de astronomia ou hip hop, então é legal). Se você quiser toda a clínica, pode comprar o iHealth faz-tudo por US$ 99. Componentes separados vão fazer tudo desde medir pressão sanguínea até monitorar seu peso. E a lista continua.Isso é apenas um aviso. Na verdade, novas tecnologias baseadas em smartphone estão começando a mudar como a medicina funciona na América – e em outros lugares. Ver um médico carregando um iPad em vez de uma prancheta não é incomum, nem ver um dermatologista usando uma câmera de smartphones para monitorar potencial câncer de pele. Inúmeros apps foram lançados recentemente por pesquisadores que tentam entender melhor o cérebro humano. É como o estudo psíquico que você fez na faculdade para ter mais dinheiro para cerveja, mas agora você consegue fazer isso no metrô. Um dos produtos mais robustos no mercado é chamado Epocrates. Não é apenas um app, mas todo um pacote de recursos especializados – tudo desde imagens de comprimidos a links para laboratórios. Em relação aos recursos além da tela de um smartphones, os dados coletados por suas entranhas podem ser bastante úteis nas mãos de um médico. O giroscópio do smartphone é sensível ao movimento então pode gravar como você se move, e dispositivos de pulso como o Jawbone Up conseguem monitorar seus movimentos e padrões de sono. Você também pode imaginar como o microfone ou um acessório melhorado pode funcionar até três vezes melhor do que um estetoscópio. Você pode até monitorar seu coração com apps como AliveCor. E é claro, o que é realmente incrível em todas essas ferramentas é que todos os dados coletados podem ser usados por médicos para diagnosticar doenças. A seguir: pequenos robôs que dizem ao seu smartphone que algo está errado. Dê uma olhada neste chip que é incorporado à sua pele e pode avisá-lo quatro horas antes de você ter um ataque cardíaco. Ou esses microcomprimidos com microchips que enviam sinal da sua barriga para o smartphone. Nanorobôs que podem procurar e destruir células cancerígenas podem não estar muito distantes. Nada como a coisa realMas aí vem a ressalva: você não é um médico. Não importa quantos apps de saúde você tem em seu smartphone, se não tiver estudado medicina, não está apto para fazer diagnósticos de doenças. Existe uma possibilidade de você piorar muito caso tenha alguma ansiedade em relação a morte. Acredite, isso não é bom.Smartphones não são drogas (pode discordar de mim neste ponto). Um iPhone pode ser bem útil para detectar sintomas e saber quando é hora de visitar um oncologista, mas não é um substituto para quimioterapia. Nem mesmo Androids hackeados conseguem curar o câncer. Mas mesmo médicos admitem que smartphones estão mudando as coisas. E a tecnologia ainda vai melhorar. |
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Posted: 04 Jun 2013 02:22 PM PDT
Isso é legal demais. A emissora japonesa NHK está desenvolvendo um sistema de câmeras chamado multi-viewpoint robotic camera system que consegue criar um efeito de bullet-time e slow motion para transmissões de TV.
Ele usa oito câmeras ao mesmo tempo, cada uma com dois motores diferentes. Elas são ligadas para filmarem o mesmo objeto em movimento, e, assim, conseguem pegar ângulos diferentes de uma mesma imagem. O Diginfo explica: “Usando este sistema, você pode criar o efeito de parar o tempo, e se mover o ponto de vista ao redor do objeto”No vídeo de demonstração (abaixo), podemos ver algumas possibilidades de uso da tecnologia: em um jogo de basquete, por exemplo, a câmera se move para você ver com mais detalhes o momento da enterrada do jogador. Inicialmente, o objetivo da NHK é usar o sistema em transmissões ao vivo de eventos esportivos – as imagens estão prontas para serem vistas cerca de um minuto após serem filmadas. Mas ele pode ser usado para mais coisas. Como, por exemplo, para capturar imagens de Integral 3D TV, com várias perspectivas de uma mesma imagem para serem exibidas em 3D. [Diginfo. Valeu pela dica, Thiago Guimarães!] Imagem via Diginfo |
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Posted: 04 Jun 2013 01:53 PM PDT
Um novo tipo de malware está entrando em perfis do Facebook e esvaziando contas bancárias. Seu nome é Zeus, e sim, ele é todo poderoso. Porque apesar do fato de roubar dinheiro, malwares assim existem há anos e roubam dados pessoais e governamentais, e especialistas em segurança estão perplexos tentando descobrir como detê-lo.
Os métodos do malware Zeus são relativamente simples. “O Zeus é um trojan particularmente desagradável que infectou milhões de computadores, a maior parte deles nos Estados Unidos,”, explica Nicole Perlroth do The New York Times. Uma vez que o Zeus compromete um computador, ele fica dormente até a vítima acessar um banco, e então ele rouba a senha e todo o dinheiro da vítima. Em alguns casos, ele pode até substituir o site do banco por alguma outra página para conseguir ainda mais informações que podem ser vendidas no mercado negro. Então basicamente todas as piores coisas que poderiam acontecer caso você fosse hackeados estão em apenas um software que hackers bons não conseguem vencer. E quando eu digo que ele está por aí há alguns anos, não quis dizer, digamos, dois anos. O Zeus apareceu online em julho de 2007. Ele atacou tudo desde Amazon até NASA, roubou dezenas de milhões de senhas e resultou em mais de 100 prisões no Reino Unido e Leste Europeu. Ele evoluiu desde que seu código-fonte vazou em maio de 2011, e um punhado de hackers começou a reprogramá-lo para seus maliciosos. A notícia realmente ruim sobre este ataque global do Zeus é que ele está ganhando impulso. Nos primeiros cinco meses deste ano, teve um grande aumento no número de ataques. E pior ainda é a alegação de que o Facebook não está fazendo nada para detê-lo. E isso é bem ruim já que especialistas veem o Facebook como alvo principal dos ataques. Hackers evidentemente preferem roubar dados pessoais pelo Facebook em vez tentar invadir sistemas de segurança mais robustos de provedores de cartão de crédito. Por que? Porque todas as suas informações pessoais e financeiras provavelmente estão lá. “Se você realmente quer hackear alguém, o lugar mais fácil para começar é um perfil falso do Facebook,” um advogado disse ao The Times. “É tão simples que é estúpido.” [NYTimes] Imagens via Deviant Art, Wikimedia |
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Posted: 04 Jun 2013 12:58 PM PDT
A Worldwide Developers Conference (WWDC) da Apple começa na segunda-feira da semana que vem, mas a internet já está especulando sobre os planos da empresa há meses. Algumas coisas são quase certas (flat design), e outras absurdas (parem com isso). Eis as coisas que esperamos que Tim Cook e seus colegas nos mostrem na semana que vem.
iOS 7Se tem algo que temos quase certeza absoluta que veremos na semana que vem, é a nova e melhorada (e possivelmente flat) versão do iOS 7. O recurso mais notável da plataforma reformulada da Apple, é claro, deve ser o novo design forjado pelas mãos de Jony Ive. O skeomorfismo que estamos acostumados vai ser abandonado e linhas claras, cores brilhantes e outras coisas ocuparão o seu lugar. Qualquer que seja a mudança, talvez não seja completa: uma reformulação em níveis de alguns mockups que vimos por aí certamente irritaria alguns usuários. Mas você pode esperar algo mais clean e simples, e uma experiência mais agradável de certa forma. Uma mudança que pode parecer com isso: Em relação às funcionalidades, há uma boa chance de integração com Flickr e Vimeo – que já existe no OS X Mountain Lion – de forma parecida com a integração de Facebook e Twitter com o seu dispositivo iOS. E isso provavelmente fará parte da experiência mais eficiente que a Apple quer alcançar. Parece inevitável uma mudança na tela de bloqueio. E por mais que não dê para saber como, uma forma melhor de acessar as notificações deve ser criada. E levará você à nova Central de Notificações que pode transformar as suas informações desejadas em uma coleção de widgets, o que significa que a informação exata que você procura será muito mais fácil de encontrar. No geral, nós definitivamente esperamos que a grande mudança no iOS 7 seja estética. Qualquer outra coisa será um brinde. MacsTanto o MacBook Pro quanto o MacBook Air devem receber novas versões, e quase certamente isso envolverá os novos processadores Haswell da Intel. Também há a esperança do MacBook Air ganhar a tela retina, o que provavelmente seria a extensão das alterações de hardware. Não se anime demais com isso, no entanto.Estoque baixo dos produtos atuais da Apple certamente apontam para algum tipo de lançamento, então por mais que seja quase certo que a Apple mostre novos hardwares, é bom deixar as expectativas baixas e esperar apenas pelos novos processadores e nada muito além disso. OSX 10.9Dizem que o OS X 10.9 (chamado internamente de Cabernet) vai ser adiado pois a Apple deslocou engenheiros dele para o desenvolvimento do iOS 7. Mas considerando que a WWDC é, como diz o seu nome, para desenvolvedores, as chances de não vermos nem um pouco da atualização do sistema operacional são bem baixas. Então mesmo que não tenhamos ele completo logo, devemos ao menos ter uma ideia do que esperar. Como parte da tendência geral de integração simples e total entre Macs e dispositivos móveis, o 10.9 deve ter alguns ajustes de desempenho em coisas como iCloud e iMessage, que notoriamente têm sido pouco confiáveis. Também dizem que o 10.9 finalmente terá integração com o Siri, o que esperamos que signifique mudanças no Siri em si. Um avanço para controles de voz mais compreensíveis faria sentido para a Apple, especialmente após a impressionante busca por voz do Google. E mesmo que seja bem improvável que a Apple faça uma mudança completa na experiência de usuário, supostamente veremos algumas melhorias que focam em coisas como tags e navegação em abas no Finder. Então os desenvolvedores na audiência na semana que vem devem se animar. Os usuários mais casuais provavelmente nem vão perceber. Suporte multi-monitor melhorado também deve dar as caras, o que é algo que usuários esperam há muito tempo. iCloudConsiderando que a Apple recentemente comprou 18 patentes da Maya Systems relacionadas a “tecnologia de interface de usuário inovadora baseada em eixos”, é possível que TALVEZ vejamos uma grande mudança na forma como você interage com a nuvem O iCloud falha em permitir que usuários controlem e interajam com os arquivos armazenados, e a navegação de dispositivos móveis é virtualmente impossível. Então a Apple precisa fazer algo neste ponto – o iCloud precisa se tornar muito mais transparente e fácil de gerenciar se quiser competir com serviços de terceiros que estão no mercado. iRadioParte desta reformulação do iCloud pode ser o anúncio do esperado iRadio, o serviço de streaming de música que a Apple está com dificuldade para lançar. Principalmente porque, ao menos inicialmente, a Apple teve dificuldade para negociar direitos com gravadoras. Depois de perceber que oferecer 6 centavos por 100 ouvidas era pouco (considerando que a taxa do Pandora é de 12 centavos e do Spotify de 35 centavos), ela pode ter aumentado a oferta para igualar o Pandora. Mas supostamente – após conseguir fechar acordo com Warner Music e Universal Music Group – a Sony pode estar impedindo que a Apple atinja seus sonhos de streaming. No começo de maio, diziam que uma gigante da música queria que a Apple pagasse mais do que o Pandora, justificando que a Sony merecia por causa das ambições da Apple. Um acordo com a Sony poderia ajudar o iRadio a se tornar grande como o iTunes – mas também pode ser isso o que nos impede de ver o serviço de streaming da Apple ser lançado. AirDrop para iOSAlguns rumores consistentes dizem que o iOS finalmente pode ter integração com o AirdDrop dois anos após o recurso de compartilhamento de arquivos peer-to-peer chegou ao OS X Lion. O sonho poderia se tornar real, e você poderia transferir fotos e documentos diretamente para o dispositivo de um amigo, e ele poderia pegar tudo o que você gentilmente compartilhou em uma pasta especial de downloads. É incrivelmente fácil para a Apple eliminar algo do iOS no último minuto, então é possível que não vejamos nada de AirDrop na semana que vem. Mas segundo o 9to5 Mac, o AirDrop – se existir – será capaz de funcionar entre dois dispositivos iOS e talvez entre iOS e OS X. |
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Posted: 04 Jun 2013 11:45 AM PDT
Só porque você tem uma impressora 3D não significa que tudo o que você fizer vai ser inesquecível. Não significa nem que você vai conseguir fazer o que quer fazer. Acredite ou não, impressão 3D exige habilidade. E quando você não tem, é um desastre.
Existem muitas possibilidades com uma impressora 3D, mas também há espaço para erro humano. Você não pode deixar a impressora esquentar demmais. Mas ela precisa esquentar um pouco! E você não quer que ela funcione rápido demais. Mas ela precisa ser rápida! Você vai estragar as coisas. Mas não estará sozinho. Eis alguns bons exemplos de grandes falhas de impressão 3D. Apitos que não apitam deviam receber outro nomeImagem: Flickr Parece que isso deveria ser algum tipo de animalImagem: Zheng3.com Uma tentativa fracassada de criar uma caveira celta, via um grupo inteiro do Flickr dedicado a falhas de impressoras 3DImagem: Flickr Este carro arruinado vem do Beautiful Failures, um livro que apresenta os fracassos de impressão 3D como arteImagem: Cunicode Este busto mal feito era para ser de Walt Disney. Se você se esforçar um pouco talvez consiga entender (não vai)Imagem: Flickr O que isso deveria ser? Um cavalo de tróia.Imagem: FailThing Não use um copo impresso em 3D como um copo caso você queira beber algo nele.Imagem: FailThing Esta coruja está sem cabeça. E sem metade do corpo também.Imagem: FailThing Eu não arriscaria sentar nesta cadeira.Imagem: CNET Eis uma tentativa de estrela-do-mar prejudicada pela falta de material.Imagem: RichRap Bônus: este terrível sapato com entrada para iPhone não é tecnicamente uma falha, mas vamos incluir na lista como um lembrete de como NÃO usar uma impressora 3D.Imagem: BetaBeat Sabe de alguma grande falha de impressão 3D que não incluímos na lista? Compartilhe nos comentários! |
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Posted: 04 Jun 2013 11:17 AM PDT
Há cerca de um ano, a dona do FarmVille comprava a dona do jogo Draw Something por US$ 200 milhões. O que poderia dar errado? Bem, tudo: depois que o jogo perdeu milhões de usuários, sua criadora – a OMGPOP – chega hoje ao fim.
O escritório da empresa foi fechado, e a maioria dos funcionários foi demitida. Para reduzir custos, a Zynga – dona do FarmVille – fechou escritórios em Nova York, Los Angeles e Dallas (EUA); e colocou 520 pessoas no olho da rua, ou 18% de sua força de trabalho.
While this is the last day at @zynga for many @omgpop staff, we want to thank you for all love and awesomeness over the years!
Vale notar que o jogo continuará existindo, disponível para iOS, Windows Phone, Android e web. No entanto, por mais que a Zynga continue a usar a marca OMGPOP, a equipe já não será mais a mesma.Se você (assim como eu) nunca jogou Draw Something, saiba que somos exceção: o jogo de adivinhar o que outros desenharam se tornou tão popular que chegou a 20 milhões de usuários por dia. Com tamanha popularidade, ele começou a ofuscar os conhecidos jogos da Zynga, como Farmville e Mafia Wars. Então claro que ela comprou a desenvolvedora do jogo em um negócio milionário. Isso foi uma ótima notícia para os cofundadores da OMGPOP: Charles Forman, por exemplo, diz que tinha só US$ 1.700 na conta bancária em um dia, e milhões no outro por causa da aquisição. E, no início, a Zynga faturava uma boa grana com o app – cerca de US$ 250.000 por dia. Eles logo conseguiram rentabilizar o app para além das propagandas: você desenhava logotipos de empresas, ou até mesmo personagens de filmes como Jogos Vorazes e Os Vingadores. Mas parece que a empresa superestimou o poder do joguinho. Poucas semanas depois, as pessoas pararam de jogar Draw Something. Hoje são cerca de 0,5 milhão de usuários ativos por dia, segundo a AppData, que mede os usuários que acessam o jogo via Facebook. Se o app não for usado, a Zynga não ganha um centavo. A empresa logo preparou uma segunda versão do jogo: o Draw Something 2 foi lançado em abril para iOS com mais ferramentas de desenho e um feed social. No entanto, mesmo com o apoio (obviamente pago) de celebridades, ele não conseguiu replicar o sucesso do antecessor. Os prejuízos do jogo chegaram a tal ponto que quase todos os funcionários da OMGPOP foram demitidos, inclusive do alto escalão – como Ali Nicolas, a ex-vice-presidente:
I learned via Facebook I was laid off today and @omgpop office is closed. Thanks @zynga for again reminding me how not to operate a business
E a situação geral da Zynga está piorando. O número de usuários ativos vem caindo: foram 52 milhões por dia no primeiro trimestre, o nível mais baixo da empresa. E após as demissões, ela revisou suas estimativas para este trimestre: o prejuízo deve ser ainda maior – US$ 28 milhões a 39 milhões.Para reduzir a dependência ao Facebook, eles permitem jogar FarmVille e outros sem login na rede social. Para reduzir custos, eles fecharam 18 jogos nos últimos meses. Agora a empresa se agita para focar nas plataformas móveis – mas a transição está mais difícil do que se esperava. Dos 20 apps mais usados no Facebook, há apenas dois jogos da Zynga: FarmVIlle 2 e Texas Hold’em Poker. Quais são os jogos mais populares? Em primeiro lugar, está Candy Crush Saga; logo abaixo, vemos outros da mesma desenvolvedora, a King. Desta vez, no entanto, algo me diz que a Zynga não vai gastar mais alguns milhões para comprá-la. [Valleywag e AllThingsD] Imagem por Fast Company |
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Posted: 04 Jun 2013 10:24 AM PDT
Você só consegue mandar vídeos de até seis segundos para o Vine – mas de alguma forma ontem um adolescente de 16 anos chamado Will Smidlein quebrou as regras e postou todo o vídeo da música “Never Gonna Give You Up”, de Rick Astley. Mandou bem?
Não é o que os engenheiros do Vine acharam, e rapidamente eles enviaram uma mensagem direta ao garoto no Twitter pedindo para ele remover o post, que ele mesmo descreveu como “Eu acho que quebrei o Vine“. Como ele fez isso? Bem, segundo o Verge, ele baixou e descompilou o novo app do Vine para Android, e então recriou parte da API que facilita uploads. Ele se recusou a dar detalhes de como fez isso, mas não muito depois, Rick Astley estava online. Ao menos ele se mostra arrependido do que fez, explicando no Twitter que “Eu me sinto muito mal pelos engenheiros que tiveram o dia arruinado por causa da minha brincadeira besta.” Infelizmente o post não existe mais. [Twitter via Verge] |
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Posted: 04 Jun 2013 09:51 AM PDT
Betacaroteno, pelo que sei desde que estudei Biologia na escola, é um pigmento que dá a cor a cenouras e batatas doces. Mas além de ser usado como corante alimentar e ser recomendado por muitos médicos como um suplemento, ele também é a base do crescente negócio de agricultura sintética – o que raramente vemos, já que é mais forte na Austrália rural. Mas estas fotos tiradas pelo fotógrafo australiano Steve Back dão uma ideia de como é por dentro da maior fazenda de betacaroteno do mundo.
De acordo com um artigo na Feature Shoot, Back foi contratado para fotogravar alguns cenários aéreos tradicionais por um hotel luxuoso em Perth no começo do ano. Ao voar pela costa norte da cidade, o avião cruzou a Lagoa Hutt, uma lagoa salgada separada do oceano por uma pequena faixa de terra. Ele explica: Eu percebi esses lagos no mapa e no Google Earth, e então decidi que valia a pena dar uma olhada. Do chão, a coloração rosa não é tão evidente e pouco impressionante, mas do ar parece fantástico. São cenários naturais, mas com cores de outro mundo. E em uma primeira olhada não dá para dizer se você está perto ou longe deles. Hutt é lar de uma das maiores fazendas de algas do mundo, um labirinto de 420 metros quadrados de águas salinas e algas que pertencem à enorme empresa farmacêutica alemã Cognis. Lá, a Cognis mantém uma fazenda de betacaroteno há mais de trinta anos – ela é usada para colorir comidas como margarina, e também para criar revestimentos para drogas farmacêuticas. É fascinante dar uma olhada em uma indústria tão bem estabelecida, porém obscura – e me faz pensar em quantas outras fazendas de suplementos existem por aí, esperando para serem descobertas pelo resto do mundo mesmo que seja por acidente. Agora que descobrimos as fazendas de betacaroteno, é apenas uma questão de tempo até conseguirmos uma exposição das minas de óleo de peixe da Nova Zelândia. |
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Posted: 04 Jun 2013 09:08 AM PDT
Anunciado no começo do ano, o MeMO Pad original é um tablet de 7″ simples, mas honesto. Com preço atraente (nos EUA), passou a ser uma opção baixíssimo custo considerável lá fora. A Asus aproveitou a Computex para mostrar a nova versão do seu tablet baratinho — que além de melhor, ficou ainda mais em conta. Demos uma olhada nela e contamos para você as impressões.
Se o primeiro MeMO Pad se parecia bastante com o Nexus 7 mas ficava devendo em configurações, o novo, batizado MeMO Pad HD7, encurta ainda mais essa distância e traz números equiparáveis aos do tablet do Google — que também é fabricado pela Asus. Sai a tela simples de 1024×600, entra uma com painel IPS e resolução maior, de 1280×800. O processador também melhorou, agora é um MediaTek quad-core no lugar do Via de apenas um núcleo do antigo modelo. Em alguns pontos ele foi além: tem duas câmeras (a frontal, de 1,2 MP, igual à do Nexus 7; e uma traseira, de 5 MP) e slot para cartão microSD. O MeMO Pad HD7 tem uma pegada legal, pode ser usado com uma mão sem sustos e é levinho — tem apenas 302g. O acabamento da parte de trás mudou: agora é liso e brilhante, com um leque de quatro cores disponíveis, todas bem chamativas — especialmente o amarelo. (Ainda há versões rosa, branca e preta, essa última fosca.) As bordas apresentam uma leve curvatura na parte de trás que ajuda na empunhadura, e os botões laterais, de bloqueio da tela e volume, têm um bom feedback tátil e emanam firmeza. Em uso, vê-se um Android limpo, embora não puro. Tem uns widgets extras na tela inicial, algumas mudanças profundas na área de notificação e um punhado de apps da Asus, ou seja, o padrão nos tablets Android da empresa. O desempenho parece ok, embora não tenha sido possível testá-lo com nada mais pesado que um vídeo em alta definição no YouTube. O grande apelo do MeMO Pad HD7 é o preço: a versão com 16 GB segue com o preço-base do anterior (US$ 149), mas a de 8 GB custará agressivos US$ 129. É o tablet “de marca” mais barato do mercado. Resta saber se, quando chegar ao Brasil (e ele vem, no segundo semestre), o valor convidativo será mantido — lembrando que o modelo original (com 8 GB), disponível por aqui desde março, saiu com preço sugerido de R$ 699. Estamos subindo um vídeo feito direto da Computex e já já colocaremos no ar. Fique ligado! O Gizmodo Brasi viajou para Taiwan a convite da Asus. |
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Posted: 04 Jun 2013 08:55 AM PDT
Dez anos atrás, havia mais de 800 edifícios sendo construídos em Dubai. Hoje, ela e Abu Dhabi sofrem de um grande excesso de oferta de imóveis: alguns afirmam que cerca de 40% dos edifícios estão vazios, apesar de planos para expandir ainda mais a cidade.
Matthias Heiderich, um fotógrafo de Berlim, capturou o mercado da construção civil em tons pasteis durante uma viagem para as duas cidades no início deste ano. Heiderich é autodidata, e suas fotos de arquitetura contemporânea o tornaram relativamente famoso na internet. Ele comprou sua primeira câmera em 2008 e, nos cinco anos seguintes, fez a transição para se tornar fotógrafo em tempo integral, sustentando-se com trabalhos editoriais e com os lucros de sua loja online. É difícil acreditar que algumas dessas imagens sejam reais: o incrível tamanho dos edifícios e a completa ausência de seres humanos é chocante, mesmo se você está familiarizado com a área. Ainda assim, o boom da construção pós-recessão não mostra nenhum sinal de desacelerar: há algumas semanas, os Emirados Árabes Unidos ultrapassaram a Arábia Saudita como o maior mercado de construção civil do Oriente Médio. Veja mais fotos de Matthias aqui: [Matthias Heiderich] |
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Posted: 04 Jun 2013 08:15 AM PDT
Com o Glass, o Google está tomando uma postura muito mais rigorosa do que na loja de apps para Android. Daqui em diante, apps pornográficos estão proibidos no Glass.
A primeira cabeça a rolar é o app “Tits & Glass”, que foi anunciado na semana passada. E agora, onde é que vamos arranjar pornografia para ver por aí? O app Tits & Glass foi feito pela MiKandi, e vem com vídeos e fotos pornô otimizados para serem vistos no Glass. É assim que vamos nos agradar no futuro, afinal. Na verdade, a ideia do app para as próximas versões era levar as pessoas a filmarem, com o Glass, suas próprias façanhas na cama (ou sentados no banheiro). Mas a diversão acabou! O Google reagiu rapidamente e proibiu o app, atualizando sua política para desenvolvedores e banindo conteúdo explícito: Material Sexualmente Explícito: Nós não permitimos conteúdo Glassware que contenha nudez, atos de sexo explícito, ou material sexualmente explícito. O Google tem uma política de tolerância zero contra a pornografia infantil. Se tomarmos conhecimento de conteúdo com pornografia infantil, vamos denunciá-lo às autoridades competentes e excluir as contas do Google das pessoas envolvidas com a distribuição.Apenas uma dúzia de usuários do Glass baixou o app, mas é interessante ver o Google pesar a mão em sua nova plataforma. É algo bem diferente do Android para smartphones e tablets: neles, o sistema era um espaço aberto que só começou a tomar forma quando mais pessoas usaram. O Glass, por sua vez, está indo na direção que o Google quer. Vale lembrar que o Glass também roda Android e já foi rooteado, então instalar apps não-autorizados deve ser relativamente fácil – só não conta com a aprovação do Google. E a MiKandi ainda não está desistindo de pornô no Google Glass. O CEO Jesse Adams diz: Embora o app ainda esteja vivo e as pessoas o estejam usando, neste momento devemos fazer alterações nele a fim de respeitar as novas políticas. [Hoje] vocês verão mudanças no app.”Estaremos esperando. [MiKandi via CNN] |
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Posted: 04 Jun 2013 07:30 AM PDT
Miguel Rios trabalha no Twitter com visualização de dados, e ele resolveu descobrir como os tweets se distribuem pelo mundo – e os padrões que eles formam.
Ao analisar tweets públicos com localização, a equipe de Visual Insights conseguiu criar mapas que mostram onde a atividade no Twitter é mais intensa. E como você pode ver abaixo, estes mapas refletem bem os centros urbanos e os caminhos que os conectam – parece que muita gente adora tuitar da estrada também. Para criar estes mapas, foram utilizados bilhões de tweets publicados desde 2009, quando a função de geotagging foi criada. Miguel escolheu áreas onde a visualização revela padrões claros, incluindo cidades como Nova York, Moscou e São Paulo (imagem acima). Para quem não conhece bem a capital paulista, o mapa do Twitter pode parecer apenas uma grande mancha azul. Mas basta fundi-lo com o Google Maps para ver alguns padrões emergirem: A atividade dos tweets é bem concentrada no eixo Paulista-Consolação e na zona sul (Moema, Itaim Bibi). Também é possível ver que a atividade é forte nas cidades do ABC paulista e na região dos aeroportos de Guarulhos (próximo à legenda “Taboão” no mapa). Dando um zoom na capital, surgem mais alguns padrões: em algumas áreas, parece que os usuários preferem não usar tweets geolocalizados. Diversas áreas “em branco” são bairros ricos e residenciais, como Jardim América, Vila Nova Conceição, Morumbi e Alto de Pinheiros. Com o zoom também podemos ver uma área onde a atividade é intensa: o Parque do Ibirapuera. E, claro, assim como em outras cidades, as rodovias – Castelo Branco, Dutra e marginais Tietê e Pinheiros – apresentam grande atividade. Se você está curioso em saber como é a atividade no Brasil inteiro, ou no mundo inteiro, use o Tweetping. Lá você verá um mapa que se torna cada vez mais brilhante nos locais onde as pessoas tuítam mais. No Brasil, a atividade se concentra no Sudeste e na parte litorânea do Nordeste – áreas onde se concentram as maiores cidades, e onde a densidade populacional é maior. E se você deixá-lo em atividade por algum tempo, vai notar que ele reflete bem os mapas abaixo: a atividade é mais intensa na Europa Ocidental e na parte leste dos EUA. O mapa também brilha forte no Japão e Leste Asiático – mas não na China, onde o Twitter é banido. Para ver mais mapas criados pelo Twitter, basta clicar no link a seguir: [Flickr via Twitter Blog] Na Europa, as capitais parecem brilhar como num mapa da Terra à noite.Na América do Norte, vemos como o uso é bastante concentrado na parte leste dos EUA (e relativamente pouco no México e Canadá).Em Nova York, claro que a maioria dos tweets geolocalizados parte de Manhattan.Imagens por Twitter/Flickr |
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Posted: 04 Jun 2013 05:42 AM PDT
Aconteceu hoje a disputada apresentação da Intel no Centro de Convenções Internacionais de Taipei. A empresa oficializou o lançamento do Haswell, codinome da quarta geração de processadores Core; falou também do Bay Trail, para tablets e conversíveis de entrada; e sentenciou: de agora em diante, você não precisará mais escolher entre tablet e notebook – eles serão uma coisa só.
Tom Kilroy, VP executivo da Intel, conduziu a apresentação. Logo no início ele tratou de colocar o conceito de 2-em-1 (tablet e notebook) ao lado das investidas na computação doméstica que a Intel fez no passado recente, como a plataforma Centrino, netbook e ultrabook. O momento, porém, tem suas diferenças. A maior delas é a velocidade com que a indústria está mudando. Nos tablets, em menos de um ano o Android passou o iOS em marketshare e o Windows 8 surgiu nas estatísticas; também no período, tablets menores, de 7″, passaram de 25% do mercado para mais da metade. Os smartphones cresceram, não só em tamanho: estima-se que, em 2013, serão vendidos 1,5 bilhão de unidades. “Grandes oportunidades”, segundo Kilroy, para uma nova era: a dos 2-em-1. Nem só de conversíveis e híbridos vive (ou viverá) a Intel. No palco, também apareceu um smartphone equipado com o Atom “Merrifield”, novo SoC da Intel para smartphones com LTE integrado. Veremos frutos comerciais com essa plataforma no MWC 2014, em Barcelona. Seu próximo notebook quer ser também um tabletOs 2-em-1 começam com o Atom “Bay Trail-T”, novo SoC quad-core para tablets, conversíveis e híbridos que deve aparecer nas lojas já no final do ano com a promessa de oito ou mais horas de bateria e suporte a Windows 8 e Android — e, importante, começando em US$ 399. No palco, algumas demos ok, não muito empolgantes, como os jogos Candy Crush (Android) e Torchlight 2 (Windows), e um vídeo em Full HD rodando em um tablet Android. A cereja do bolo, a quarta geração da linha Core, veio a seguir. Segundo a Intel, como este é seu primeiro sistema-em-um-chip para PCs, isto permitirá às fabricantes explorar o conceito 2-em-1 tão alardeado por ela. O SoC, codinome “Haswell”, recebeu melhorias no sistema de gerenciamento de energia, que passa a ser integrado, possibilitando alguns números impressionantes, como 9 horas de uso ativo e até 13 dias em standby. Eles também exibiram um tablet x86 sem ventoinha, o que agora aparentemente é possível! Porém não há estimativa de lançamento de um tablet assim – era apenas um protótipo. Para as versões mais parrudas (TDP de 17 watts), a Intel desenvolveu a GPU Iris, com a recorrente promessa de ser tão boa quanto placas de vídeo dedicadas. A (desnivelada) comparação mostrada colocou um notebook com Haswell contra um de 2010, ambos rodando um jogo de 2013, GRID 2. O primeiro tinha desempenho legal, o segundo, praticamente em câmera lenta. Teve até piadinha do tipo “é difícil dirigir a 14 quadros por segundo”, mas, na real: pelo que vimos, parece que a Iris ainda não chega lá. Tivemos a oportunidade de vê-la em ação no estande da Intel. É bacana: o jogo roda liso, em alta definição e alguns efeitos avançados de partículas podem ser vistos. Mas uma olhada mais atenta revela serrilhados e ausência de detalhes, problemas que qualquer placa de vídeo mid-range relativamente nova não apresenta. A Intel também mostrou algumas demos de recursos que aproximam os sentidos humanos da computação: uma câmera com profundidade de campo da Creative, comandos por voz, e telas sensíveis ao toque – que passam a ser obrigatórias em ultrabooks da família Haswell. Jogar Portal 2 com a webcam Creative Senz3D é divertido, embora bem desengonçado: A câmera também consegue detectar você e colocar sua imagem em outro plano de fundo, tudo em tempo real. Mas esse chroma key de fundo de quintal é meio brega: O futuro móvel da IntelMas voltemos ao que importa: vários ultrabooks e 2-em-1 com Haswell já foram anunciados por aqui e mexemos em alguns deles — esperem hands-on em breve. Também é palpável a alavancada que a Intel deu em sua presença nos tablets (que é claramente o novo foco da empresa) e smartphones, e impressionante o ponto a que conseguiram levar a arquitetura x86: TDP de menos de 10 watts, máquinas sem cooler.Se até o ano passado o futuro da Intel parecia tenebroso, com a ARM batendo sem dó e roubando a cena em dispositivos móveis, hoje o cenário já é bem diferente — o que acaba validando o discurso de que mudanças (muito) rápidas estão acontecendo no meio. A Intel está trazendo os notebooks para esse mercado e mostrando que consegue ser competitiva onde, até ontem, ela não tinha relevância alguma. A briga vai ser boa. O Gizmodo Brasil viajou para Taiwan a convite da Asus. |
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