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Posted: 03 Jun 2013 05:02 PM PDT
Já faz um tempo que sabemos que o Google Reader está perto do fim – ele será desativado dentro de menos de um mês. E, desde que o Google anunciou a morte do serviço, seus usuários buscam um novo lar para os feeds RSS. O Feedly foi um dos que mais se destacou neste tempo.
Pouco depois do anúncio do fim do Google Reader, o Feedly ganhou 500.000 novos usuários e traçou seus planos de crescimento para abrigar todos os órfãos do Google. E hoje seus desenvolvedores anunciaram que estão cada vez mais próximos de se tornarem o feed RSS do futuro: o Feedly vai se integrar com os apps Reeder, Nextgen Reader, gReader, Press e Newsify até o fim do mês. O Feedly transformou sua API em uma espécie de clone da API do Google Reader para facilitar a integração, e está trabalhando com os desenvolvedores dos apps para garantir uma integração sólida entre todos. Caso consiga, não é difícil imaginar que outros apps também se integrem a ele – afinal, aparenta ser uma mudança simples do Google Reader para a API do Feedly. Por fim, o Feedly também melhorará o seu próprio app incluindo busca, compartilhamento em grupo e tornando mais rápido tanto em desktop quanto em mobile. E usuários do Windows em breve receberão um app próprio – tanto no Windows 8 quanto no Windows Phone. [Blog do Feedly via The Verge] |
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Posted: 03 Jun 2013 04:21 PM PDT
O iOS 7 precisa fazer muita coisa. Em um espaço curto de tempo, a plataforma uma vez impecável da Apple ficou para trás e foi superada por Android e até Windows Phone em algumas áreas. O iOS ainda é sólido, na maior parte do tempo, mas precisa de algumas coisas de seus competidores. E a primeira coisa na lista, além do que já sabemos que virá aí, é um acesso rápido às configurações.
Há muita coisa que podemos gostar da forma como a Apple lida com as configurações do iOS. Você pode acessar tudo em uma localização centralizada, e apps individuais podem ter suas configurações próprias. Você não precisa cavar para configurações de sistema dentro de apps, onde o design do menu é feito por desenvolvedores. Da mesma forma, você não tem opções duplicadas em vários lugares, ou divididas por partes diferentes. Existe o app de configurações, e é isso. Simples. Mas acesso fácil e universal a algumas funções importantes – brilho da tela, modo avião, Wi-Fi – estão escondidas no iOS, sem a possibilidade de facilitar o acesso. Sem widgets, live tiles, nem um atalho para as configurações nas telas de notificações ou multitarefa. Em todas as formas que o iOS está atrás dos concorrentes, a funcionalidade bruta deve ser a mais proeminente. Navegar pelo iOS e conseguir fazer o que você quer ainda é, na maior parte das vezes, intuitivo. Você consegue descobrir se parar para pensar por um segundo. Mas cada vez mais, não é assim que software funciona. Sua tela inicial e os painéis de gestos fáceis (notificações, multitarefa, o que for) não são apenas áreas para seus apps mais – eles são centrais de comando. E o iOS simplesmente não funciona desta maneira. No Android, todas as funções básicas são acessíveis imediatamente. O Jelly Bean 4.2 mostra ao puxar o arrastar com dois dedos para baixo no seu smartphone (ou usando um botão de alternância, se você arrastar a tela para baixo com um só), ou arrastando para baixo no lado superior esquerdo da tela em um tablet. Dê a um usuário de iPhone um Nexus e mostre apenas as coisas básicas de como usá-lo, e frequentemente esta será a primeira coisa que ele se apaixonará. É elegante. É muito melhor do que a Apple faz. E é a primeira que a Apple – e a Microsoft – precisa roubar. Como pode ser? A renderização do iOS de Brent Caswell mostra um caminho possível para o flat design da Apple coincidir com as mudanças funcionais do OS. Espalhar algumas configurações na bandeja de multitarefa pode confundir um pouco as coisas, e certamente você quer um pouco mais de controle do que no atual app de Ajustes – ou até mesmo nem precisa colocar os atalhos no painel de configurações, e sim deixá-lo viver com as notificações. Em qualquer caso, é uma possibilidade, e tornaria o iOS bem mais agradável do que é hoje. Todas as empresas roubam coisas das outras. A Apple faz isso também. Arrastar as notificações do iOS 5? O Android tinha isso. Mensagens unificadas no Google Hangouts? O Windows Phone tem isso desde 2011. É claro que existem coisas mais importantes que o iOS precisa corrigir, mas se tem uma coisa para roubar facilmente da competição agora, é isso. |
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Posted: 03 Jun 2013 03:45 PM PDT
O filme Star Wars – o primeiro de todos – estreou no dia 25 de maio de 1977. Para comemorar seu aniversário de 36 anos, vou examinar a evolução do logotipo do filme.
Durante a pré-produção do filme, um transfer (abaixo) foi produzido. Na primeira newsletter Official Star Wars Fan Club, reimpressa no Star Wars Scrapbook (Chronicle Books, 1991), havia uma explicação sobre ele por Ralph McQuarrie, que fez a arte. …”Foi feito como um símbolo para o filme – para aparecer em latas de filme e cartas. George [Lucas] tinha um para American Graffiti, e queria também para Star Wars.” Naquele momento o título original era The Star Wars. Acredito que a fonte seja Futura Display. Abaixo está um detalhe de uma página na Photo-Lettering's One Line Manual of Styles com amostras da Futura Display e Futura Display Open. A letra “T” foi modificada para fechar o espaço entre o “H” e “A”. No papel timbrado corporativo, o título do filme eliminou o artigo “The” e um novo logo foi criado. No Star Wars Scrapbook, foi revelado que Joe Johnston fez as novas letras baseado na família de fontes Precis. (Obrigado a Ferran Delgado por ter encontrado a fonte). Comic Con em San Diego, 1976; o texto credita Joe Johnston pelas letras. No Livro The Art of Star Wars (Ballantine Books, 1979), existem alguns conceitos de McQuarrie para o pôster do filme com o logo de Jonhston. Arte por Howard Chaykin Em dezembro de 1976, uma novelização do roteiro de Lucas, escrito por Alan Dean Foster, foi publicado pela Ballantine Books. A arte de capa foi feita por McQuarrie e as fontes são da família Helvetica. Um anúncio de página inteira de livros Del Rey apareceu no Starlog 7, em agosto de 1977. Estava incluso a novelização de Star Wars com uma foto da capa. O livro com esta capa não foi publicado. No lugar da fotografia estava uma ilustração com o logo. Como mencionado anteriormente, o título original era The Star Wars. Abaixo está um painel de storyboard, por Alex Tavoularis, do texto de abertura reproduzido no The Art of Star Wars. Lucas se referia a abertura usada nos seriados Flash Gordon e Buck Rogers. A mesma também foi usada na série do Besouro Verde. Universal Pictures, 1936 Universal Pictures, 1940 Dan Perri criou um logo com um ponto de fuga para a abertura, mas ele não foi usado. Em vez disso, apareceu em cartazes e anúncios. Poster do filme, 1977 People Weekly, setembro de 1978 The New York Times, março de 1985 Lucas foi até Suzy Rice para desenvolver outro logo para Star Wars. Ela escreveu sobre seu envolvimento em um post dividido em duas partes em seu site: parte um e parte dois. O Star Wars Poster Book (Chrobicle Books, 2005) fala um pouco sobre ela: ..Apesar do poster não ter imagens pintadas, ele introduziu um novo logo para a campanha, um que foi criado originalmente para a capa de um catálogo da Fox enviada a donos de cinemas… Suzy Rice, que tinha sido contratada como diretora de arte, lembra bem do trabalho. Ela diz que a direção de design dada por Lucas era de que o logo precisava parecer “muito fascista”. Capa do catálogo com o logotipo de Rice Detalhes do catálogo Pôster com o logotipo de Rice Uma passagem no The Star Wars Poster Book explicou como Johnston modificou o logotipo de Rice: A segunda versão do pôster em papel regular conta com o “W” padronizado usado hoje. A modificação foi feita pelo artista conceitual da ILM Joe Johnston após ser decidido que o original não funcionava bem na abertura que estava prevista inicialmente. Poster com as modificações de Johnston Abaixo o logotipo de Rice (baixo), e o modificado por Johnston (cima) Jonhston redesenhou o “W”, ampliou as outras letras e aumentou o espaçamento entre elas. A versão dele do logotipo de Rice foi usada no filme. O logotipo original de Rice foi usada em um catálogo da 20th Century Fox para promover seus novos filmes em janeiro de 1977. O logotipo também foi utilizado em algumas revistas e livros que estavam em produção desde meses antes do lançamento do filme. Rolling Stone, junho de 1977: logotipo de Rice em perspectiva, fonte do anúncio é Serif Gothic. Revista do Reino Unido Starlog 7, Agosto de 1977 Science Fantasy Film Classics, Dezembro de 1977 Enquanto isso, a Marvel Comics estava preparando uma adaptação própria de Star Wars com o escritor Roy Thomas e artista Howard Chaykin. Em algum momento entre o fim de 1976 e o começo de 1977, o letrista Jim Novak foi escolhido por Stan Lee para retrabalhar o logotipo. Novak explicou como isso aconteceu em uma entrevista a David Anthony Kraft na Comics Interview #1, em fevereiro de 1983. DAK: Você foi creditado como letrista de quase todas as séries que a Marvel publica, Jim. Quais são os seus trabalhos não creditados?Na entrevista, acredito que Novak estava se referindo ao logotipo de Rice. No primeiro volume de Star Wars, todas as letras eram separadas e com mais realce na largura do traço. A maior mudança foi o design da letra “W”. No volume seguinte, os traços horizontais de ST e RS foram reconectados, como Rice tinha projetado inicialmente. Acredito que tenha sido por razões de marca registrada. Páginas do primeiro volume Páginas do segundo volume Novak disse “…Fiz algumas mudanças significativas, mas foi basicamente o design deles Marvelizado, vamos falar assim.” Em uma examinação mais próxima, comparo o seu logo com os de anúncios da Ballantine Books e alguns outros que estão abaixo. Como você pode ver, eles são essencialmente o mesmo, exceto o W e a grossura da borda. Alguém desenhou um novo “W” para substituir o original de Rice. Aparentemente, apenas o “W” foi influenciado pelo logotipo de Novak. Seu logotipo, até onde eu sei, nunca foi usado fora dos quadrinhos. Do Star Wars Scrapbook, esses anúncios conceituais não usados ainda tinham o logotipo modificado de Rice. Está claro que o logotipo de Rice modificado foi usado no merchandising, especialmente em publicações. Sobrecapa A sobrecapa de Del Rey tem duas versões do logotipo de Roce: o artista John Berkey fez Luke Skywalker e Darth Vader como canhotos. Abaixo está a edição do Clube de Livros de Ficção Científica e a sua newsletter, Things to Come, que ignorou o logotipo completamente. O papel de Del Rey com a arte de Berkey fracassou, então Skywalker e Vader são destros. Logotipos de Rice original e revisados foram usados na capa e dentro dele. A novela foi seguida por muitos livros publicados pela Ballantine Books, que tinha licença exclusiva. The Star Wars Sketchbook, Ballantine Books, 1977 The Star Wars Portfolio, Ballantine Books, 1977 Star Wars Blueprints, Ballantine Books, 1977 The Star Wars Iron-on Transfer Book, Ballantine Books, 1977 The Star Wars Album, Ballantine Books, 1977 The 1978 Star Wars Calendar, Ballantine Books, 1977 The 1979 Star Wars Calendar, Ballantine Books, 1978 The Art Star Wars, Ballantine Books, 1979 The 1980 Star Wars Poster Art Calendar, Ballantine Books, 1979 O logotipo de Rice foi usado nas tiras de Star Wars e, modificado novamente, para o lançamento especial de 20 anos em Star Wars Special Edition. O logotipo do filme também foi usado em merchandising e para promoção The 1980 Star Wars Poster Art Calendar: logotipo na perspectiva de Superman Mais tarde, o logotipo do filme foi usado como parte dos logotipos de O Império Contra-Ataca e O Retorno de Jedi. Em 1998, uma adaptação em mangá de Star Wars por Hisao Tamaki foi publicada. Atualmente, a Dark Horse possui a licença para publicar quadrinhos de Star Wars. Os créditos do logotipo de Star Wars pertencem a Suzy Rice. Primeiro teve o design original dela. Depois, ele foi revisado por Joe Johnston para o filme. E por fim, o logotipo original dela com o “W” modificado, que pode ser de Jim Novak, cuja contribuição, apesar de pequena, foi significativa. A pesquisa para este post foi facilidade pela cronologia e tesouros de imagens do Star Wars Pre-Release Collectibles. Agradecimento especial ao meu irmão, Allen, pelo uso da sua coleção de Star Wars. Outros links: Lebbeus Woods, Thor. Alex Hay é um designer gráfico. Este post foi republicado com sua autorização de seu blog, Tenth Letter of the Alphabet. |
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Posted: 03 Jun 2013 01:08 PM PDT
Cartões Eye-Fi estão por aí desde 2006 como uma forma de transmitir fotos da sua câmera digital para seu computador ou dispositivo móvel sem precisar de fio. Mas elas sempre precisaram de uma rede Wi-Fi para isso. Não precisam mais com a nova linha Eye-Fi Mobi.
Os novos cartões Mobi permitirão enviar as fotos de qualquer lugar, já que eles contam com o próprio hotspot Wi-Fi. Você só precisa baixar o app gratuito para iOS e Android e se conectar ao seu cartão, um processo que a Eye-Fi alega ser simples e fácil. Nós esperamos que sim, já que a configuração dos cartões Eye-Fi originais eram complicadíssimas. O problema é que, de acordo com a página do produto na Amazon, o cartão Mobi só consegue transferir fotos para dispositivos iOS e Android, o que significa que você não consegue transferir para seu computador sem precisar de fios. Isso já acontecia no Eye-Fi X2 e pode ajudar a agilizar o processo em uma experiência mais simples para o usuário. O Eye-Fi Mobi é vendido por US$ 50 no modelo de 8GB, ou US$ 80 pela versão de 16GB. [Eye-fi] |
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Posted: 03 Jun 2013 12:26 PM PDT
O Nexus 4 demorou bastante e chegou por aqui apenas no fim de março, e agora, pouco mais de dois meses depois do seu lançamento oficial, recebeu o primeiro corte de preço: ele custa oficialmente R$ 1.499.
O Google anunciou hoje o corte de R$ 200 no preço oficial do smartphone e também aumentou a quantidade de lojas que vendem o Nexus 4: ele pode ser encontrado no Submarino, Saraiva, Magazine Luiza, Fnac, Colombo, Drebes, Eletromar, NovoMundo.com e Pernambucanas, além das três que já tinham ele em estoque (Fast Shop, Ponto Frio e Americanas). O novo preço já está valendo nessas lojas, que vendem o modelo de 16GB (sem possibilidade de expansão de memória). O Nexus 4 é um ótimo aparelho e fica ainda mais atraente com esse preço – principalmente considerando que high-end estão cada vez mais caros por aqui. De acordo com a assessoria de imprensa do Google, o fato do smartphone ser produzido por aqui e ter se encaixado na isenção de impostos para smartphones fez com que seu preço fosse reduzido. |
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Posted: 03 Jun 2013 11:52 AM PDT
Se você se sente desesperado e impotente toda vez que abre a caixa de email, a ajuda acabou de chegar – você pode organizar suas mensagens sem precisar contratar um secretário pessoal, e estamos aqui para mostrar-lhe como.
Oferecendo um método passo a passo que vai funcionar para todos parece um exercício complicado, já que usamos emails diferentes na nossa vida pessoal e profissional. Em vez disso, juntamos nossas técnicas e apps preferidos para você controlar as mensagens que recebe – você pode escolher o que funciona melhor para você e seu fluxo de trabalho. Onde foi possível, usamos termos genéricos que vão funcionar em todos os clientes e serviços de email, mas também preparamos algumas dicas mais específicas também. Vamos lá: As estratégiasVocê é o chefe: a quantidade tempo gasto com emails não precisa ser definida pela quantidade de mensagens que você recebe, ou quantas vezes seu telefone vibra. Deve ser definida pela quantidade de tempo que você precisa gastar na tarefa. Uma hora por dia? 30 minutos? Pesquisas recentes indicam que gastamos um quarto do expediente em emails, então qualquer coisa abaixo disso já é um avanço.O problema em checar emails com frequência é que frequentemente envolve apenas isso – checar, sem nenhum outro tipo de processo ou ação. Isso não apenas toma seu tempo, mas também distrai do que você estava fazendo antes. Você precisa definir parâmetros para si mesmo, e se prender a eles. Corte a quantidade de vezes que você vai atrás de novas mensagens e decida quanto da sua vida você quer gastar na caixa de entrada. Tudo o que você não conseguir fazer neste tempo, marque como lido e arquive (ou apague). Feche o Outlook. Feche a aba do Gmail. Desative a sincronização no seu smartphone. E não cheque email assim que acordar. Escreva mensagens grandes em outros lugares: quando você realmente precisar investir tempo e energia em um email (para vagas da emprego, ou escrevendo para alguém amado que está do outro lado do mundo), use um programa diferente do seu cliente de email (como um editor de textos). Isso evita a necessidade de checar novas mensagens quando você pausar para pensar em alguma coisa. Você pode então colar os frutos do seu trabalho na próxima vez que se aventurar na caixa de entrada. Seja implacável: É tentador manter e arquivar emails apenas no caso deles serem úteis um dia, e bem, por que não? Mas um arquivo inchado significa buscas mais lentas. É bom manter todos os detalhes de reserva de voo e mensagens da sua irmão, mas as ofertas do dia não vão ser úteis no ano que vem. Apague, a não ser que tenha uma boa razão para não apagar, e tenha um desprezo especial por emails que não foram enviados por uma pessoa real. E por falar nisso… Você não precisa ler emails: é por isso que existe a opção “marcar como lido” e que as colunas “assunto” e “remetente” foram inventadas. Antes de você abrir um email e gastar alguns segundos valiosos avaliando-o, você já tem uma boa ideia de qual pode ser a utilidade dele. Se não interessar, apague. Mande para a lixeira. O mundo não vai acabar, e mesmo que acabe, sistemas de gerenciamento de caixas de entrada serão o menor dos seus problemas. Se o seu cliente de email tem uma função de preview, ative-a. Use as alternativas: é seguro dizer que o sistema de alarme de incêndio no seu escritório é uma campainha barulhenta, e não um email enviado para todos os funcionários. Da mesma forma: não use email quando existem alternativas melhores. Por exemplo, reconquiste o hábito de conversar com seus colegas pessoalmente, ou use o Twitter para substituir todas as newsletters que você está inscrito. O email se tornou a ferramente padrão para tudo, desde anúncios de família até relatos de falhas de software, mas quanto mais você usa alternativas mais eficientes, mais silenciosa fica a sua caixa de entrada. Filtre antes, e não depois: Muitos de nós já nos acostumamos a filtrar emails que não queremos ver. Se você recebe muitas mensagens, é uma boa ideia filtrar o que é mais importante antes de receber o email. No Gmail, por exemplo, você pode marcar mensagens de remetentes específicos como parte da Caixa de Entrada Prioritária. No Outlook, você pode criar um filtro para marcar emails dos seus contatos mais importantes. Concentre seus esforços nos mais importantes, e quando tiver um tempo livre, cuide das outras mensagens – ou envie todas ao mesmo tempo para a lixeira. Guarde seu endereço de email: acesso restrito ao seu endereço de email dificulta que pessoas – de marketing, especialmente – cheguem à sua caixa de entrada. Você pode direcionar pessoas (seja seus companheiros de trabalho, clientes ou amigos) a plataformas alternativas como Twitter ou Skype se quiserem entrar em contato com você. Eis uma dica para o Gmail: você pode colocar pontos no seu endereço de email que não fará diferença alguma, então srsilva@gmail.com e sr.silva@gmail.com vão para a mesma conta. Use uma alternativa nos sites que se cadastrar e você pode definir um filtro para arquivar ou marcar essas mensagens como lidas quando forem enviadas para este endereço. Desative e se descadastre: você pode se surpreender ao perceber quão efetivo é clicar em alguns links para se descadastre de listas de mensagens, e quanta diferença faz remover algumas inscrições faz. Desative as newsletters que você nunca lê, e desative notificações de Twitter, Facebook e LinkedIn (você já checa esses sites regularmente, certo?) Apps e ExtensõesActiveInbox (Chrome/Firefox): uma extensão para Chrome e Firefox, o ActiveInbox oferece algumas ferramentas para ajudar a tratar de emails como se fossem tarefas e cuidá-los com mais eficiência. Priorize suas mensagens mais importantes, agrupe emails baseados em projetos, e descarte emails que você já fez o que precisava.Boomerang (Chrome/Firefox/Safari): O Boomerang se conecta a sua caixa de entrada do Gmail e oferece alguns recursos adicionais, incluindo a possibilidade de agendar quando emails serão enviados, e a opção de receber lembretes quando alguém não retorna a mensagem. Se não puder lidar com a conversa no momento, pode deixar para ela voltar a aparecer mais tarde. Visite o site oficial para baixar a extensão para seu navegador. Abas personalizáveis (Gmail): o truque mais recente do Gmail também pode ser bem útil: um novo layout na web e mobile que começou a ser liberado na semana passada que automaticamente divide seus emails em categorias como Principais, Social (Twitter, Facebook), Promoções (ofertas de lojas) e Atualizações (confirmações de pedidos, informações de voo e coisas assim). Você também pode customizar tanto quantas das abas aparecem (pode definir de uma a cinco) e definir que certos remetentes apareçam em abas determinadas. Todos os usuários do Gmail vão receber a visão em abas, mas se quiser testar logo, procure pela opção “Configurar caixa de entrada” que aparece no menu de configurações do Gmail. Dextr (Android): O Dextr funciona no princípio de “filtrar antes”. Ele ajuda a definir uma lista de pessoas que você quer receber email, e todos os outros ficam escondidos prontos para ser lidos quando você tiver tempo para eles. Ainda em estágio de desenvolvimento beta, você pode comprar o Dextr por R$ 2 na Google Play Store. Mail Pilot (iOS): O Mail Pilot transforma a sua caixa de entrada em uma lista de tarefas, e mesmo que isso pareça algo que pode funcionar para você, você precisará gastar US$ 15 para comprá-lo na App Store. Você pode marcar emails como “feito”, determinar deadlines para eles, e controlar suas mensagens no conforto do seu iDispositivo. É um preço alto a pagar, mas ninguém disse que o controle total da sua caixa de entrada vai ser gratuito. Mailbox (iOS): você sem dúvida viu muitas notícias sobre o Mailbox, que recentemente foi comprado pelo Dropbox. O objetivo do app é a caixa de entrada limpa, e ele ajuda você a atingir isso simplificando sua conta do Gmail – mensagens podem ser lidas, arquivadas, deletadas ou deixadas para depois, permitindo que você cuide do que é mais importante e veja o resto depois. O Mailbox é gratuito na App Store (e não tem mais lista de espera!) Caixa de mensagens prioritária (Gmail): O recurso foi lançado em 2010, e se você ainda não usa, vale a pena ao menos dar uma olhada. Ele tenta automaticamente definir quais são as mensagens mais importantes para você, permitindo que você se concentre nessas e cuide do resto depois. A melhor parte é que você pode treinar seu Gmail para reconhecer o que é importante e o que não é, então ele melhora com o tempo, e a Caixa de Entrada Prioritária pode ser usada também nos apps de iOS e Android, assim você só recebe neles o que é importante. Sanebox: O Sanebox funciona com qualquer serviço de email em qualquer plataforma, e faz um trabalho parecido com a Caixa de Entrada Prioritária do Gmail. Ele só vai interromper seu trabalho quando for algo muito importante – e você pode ajudar a treiná-lo para reconhecer quando é importante 0 enquanto todo o resto é arquivado para depois. Ele é pago e custa a partir de US$ 2.04 por mês, mas você pode testar gratuitamente no site oficial. Scoop (web): O Scoop pega todos os emails diários que pipocam na sua caixa de entrada e resume para você ler com facilidade. Toda a mágica é feita no fundo, então você não precisa treinar o serviço, mas pode modificar as configurações se algo der errado. Todos os emails processados e arquivados imediatamente ficam marcados como “Scooper”, e você pode checá-los se necessário. Mais informações podem ser vistas no site oficial. O Unroll.me faz um trabalho parecido. Triage (iOS): Triage é outro app que tenta simplificar o processo de verificar todos os seus emails. Mensagens podem ser arquivadas, respondidas ou mantidas na caixa de entrada para serem lidas depois, tudo com a ponta do seu dedo. O app custa US$ 2 na App Store. Como sempre, convidamos vocês para discutirem nos comentários se conhecem algum app que não citamos ou uma filosofia que ajudou a limpar a sua caixa de entrada. |
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Posted: 03 Jun 2013 10:31 AM PDT
Uma equipe de cinco astrônomos brasileiros e um cientista japonês descobriu uma estrela muito parecida com o Sol, mas que está a 2.000 anos-luz da Terra. Ela foi batizada de CoRoT Sol 1, e pode indicar como será o futuro da nossa estrela.
Gêmeas solares são um pouco mais comuns do que você imagina: já foram descobertas cerca de 25 estrelas com massa e composição química semelhantes às do Sol. O que esta aqui tem de diferente? Localizada na constelação do Unicórnio, esta é a gêmea solar mais distante já descoberta – as outras estão, em sua maioria, próximas ao sistema solar. E, por ser 2 bilhões de anos mais velha, ela pode servir de base para estudar o futuro do Sol. Existem teorias para explicar a evolução das estrelas, é claro, mas agora será possível testá-las na CoRoT Sol 1 – uma gêmea solar em estágio ligeiramente mais avançado. Por exemplo, apesar de ser gêmea, a estrela apresenta algumas diferenças: sua concentração de lítio, um elemento que diminui com a idade, é mais baixa que no Sol. As observações da nova estrela foram feitas no telescópio Subaru, no Havaí (EUA). Seu espectrógrafo de alta dispersão (HDS) permite detectar até mesmo o brilho de estrelas mais fracas – caso de muitas gêmeas solares – com grande precisão. A CoRoT Sol 1 tem brilho 200 vezes mais fraco do que a gêmea solar mais brilhante já descoberta, a 18 Sco. (Vale notar que o telescópio não está associado à fabricante Subaru – este é apenas o nome em japonês do grupo de estrelas Plêiades. Ele pertence ao Observatório Astronômico Nacional do Japão.) Para escolher as estrelas com períodos de rotação semelhantes ao do Sol, os pesquisadores também usaram o satélite CoRoT, financiado pelo Brasil e países europeus. A pesquisa – disponível neste link – foi liderada pelo professor José Dias do Nascimento Júnior, do Departamento de Física Teórica e Experimental da UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte). Ela também contou com Jorge Meléndez, astrônomo da USP (Universidade de São Paulo) que descobriu em junho a HIP 56948, uma gêmea solar que pode abrigar exoplanetas. [Agência Brasil; Agência USP; Subaru Telescope] Imagem por do Nascimento et al. |
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Posted: 03 Jun 2013 09:42 AM PDT
Empresas de cerveja e refrigerante estão fazendo vários redesigns de suas garradas ultimamente, e como muitas outras coisas essas ações parecem ser motivadas pelo apelo da marca (ou pelo dinheiro). Mas você não pode culpar empresas por quererem vender mais os seus produtos. Livre mercado! Mas nem sempre foi assim. Por um tempo na década de 1960 a Heineken tentou ganhar dinheiro enquanto fazia o bem ao mesmo tempo. E era uma ótima ideia.
A Heineken World Bottle (WOBO) foi sonhada pelo então CEO “Freddy” Heineken, que decidiu que o lixo não precisaria parar em praias (ele estava no sul do Caribe naquela época) se fosse reutilizado como material de construção de casas. Ele percebeu que se as garrafas de Heineken pudessem ser reutilizadas como tijolo elas poderiam fazer a diferença para casas acessíveis. O arquiteto John Habraken começou a desenvolver uma garrafa que seria uma alternativa razoavelmente segura aos tijolos. A WOBO poderia ser empilhada horizontalmente, porque os fundos tinham um recuo que cabia o pesoço das outras garrafas, e os lados poderiam ser encaixados também. As garrafas não eram perfeitas mas no teste de 100.000 feito pela Heineken (o que era o suficiente para construir 10 casas pequenas), elas fizeram o seu trabalho. Elas nunca foram produzidas em massa, no entanto. Como Mark Wilson diz no Co.Design: Imagino que a WOBO estava à frente do seu tempo… nós criamos a expectativa da responsabilidade social corporativa com o tempo, e como consumidores, faremos o necessário para ajudarPoderia ser interessante uma casa feita de garrafas, especialmente para aqueles que precisam de uma casa de qualquer jeito. [Co.Design] Imagem: The New Institute, Flickr |
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Posted: 03 Jun 2013 09:20 AM PDT
Uma equipe de pesquisadores no Instituto de Tecnologia da Geórgia (EUA) criou um protótipo de carregador que, segundo eles, pode instalar malware em um iPhone.
A pesquisa, que será apresentada na conferência de segurança Black Hat em julho, começou com a ideia de criar dispositivos que parecem inocentes, mas que poderiam ser usados para hackear – no caso, um carregador chamado Mactans. Ele usa o BeagleBoard (foto acima), um pequeno PC com o tamanho de um cartão de crédito, vendido por US$ 45. O Mactans é bem maior que o carregador oficial da Apple e não se parece com ele; mas se for possível miniaturizá-lo, é uma prova de conceito preocupante. Os pesquisadores explicam como ele funciona: “Apesar do grande número de mecanismos de defesa no iOS, nós conseguimos injetar com sucesso um software arbitrário em dispositivos Apple da geração atual, rodando a versão mais recente do sistema operacional… Todos os usuários são afetados, pois nossa abordagem não requer nem um dispositivo jailbroken, nem interação do usuário.”A falha se deve à forma como os dispositivos iOS lidam com conexões USB: o carregador Mactans consegue instalar apps, e escondê-los para não serem exibidos na tela inicial. Claro, para utilizar a falha, é preciso ter acesso físico ao dispositivo; e o carregador precisa ficar conectado por cerca de um minuto. Mas os pesquisadores afirmam que a infecção por malware é persistente e difícil de detectar. Isto será demonstrado no evento Black Hat 2013, que começa em 27 de julho. [BlackHat via Forbes] Foto por Tim Lossen/Flickr |
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Posted: 03 Jun 2013 08:42 AM PDT
O Dell XPS 11 é uma mistura curiosa: este laptop pode ser dobrado em 360 graus, assim como o Lenovo Yoga; e seu teclado lembra muito uma das capas do Microsoft Surface.
Primeiro, a tela: trata-se de uma touchscreen de 11,6 polegadas, com suporte também a caneta stylus. Sua resolução de 2560 x 1440 lhe confere uma densidade de pixels maior que nos MacBooks com tela Retina. E você pode usar o XPS 11 como um tablet… mais ou menos. Você pode abri-la em qualquer ângulo, e até dobrá-lo do avesso: nessa posição, o teclado fica exposto do outro lado, mas é desativado quando você passa dos 180 graus. No entanto, como ele terá quase 15mm de espessura e pouco mais de um quilo em sua versão final, é difícil considerar o XPS 11 inteiramente como um tablet. Não é possível remover a tela do teclado. Quanto ao teclado, ele não possui o estilo chiclet que se popularizou nos laptops, o que pode ser algo bom. Quando você segura o Lenovo Yoga no modo tablet, há uma sensação muito estranha de pressionar as teclas, por mais que elas não façam nada (o teclado fica inativo). Como resolver isso? No XPS 11, o teclado é quase plano: ao digitar, as teclas não “afundam” – elas emitem um feedback de áudio. É algo semelhante à Touch Cover do Microsoft Surface; mas, ao embutir alguma resposta ao toque, a Dell pode ter feito um teclado melhor. Ainda é difícil julgar, já que se trata de um protótipo. Por fora, uma camada de fibra de carbono cobre a tampa, enquanto as laterais são feitas de alumínio usinado. E por dentro, o que temos? A Dell ainda não revela, mas pode esperar por processadores da nova geração Haswell da Intel. A empresa não comenta o preço, mas diz ao Wall Street Journal que o XPS 11 estará disponível no final do ano. [The Verge e Engadget] Foto inicial por Engadget |
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Posted: 03 Jun 2013 06:58 AM PDT
O Vine chegou no início do ano com uma proposta simples: crie um vídeo de até seis segundos, e ele será como um GIF com som. Até então, só era possível fazer isto usando o app para iOS; mas a partir de hoje, os usuários de Android também entram na brincadeira.
O Vine para Android é bem semelhante ao app para iPhone: você toca na tela e segura para gravar; e pode compartilhar o vídeo no Twitter, ou na própria comunidade do Vine – que já conta com 13 milhões de usuários. Os vídeos são exibidos em loop como se fossem GIFs animados. Eles possuem som, que você precisa ativar manualmente (o que é ótimo). Há uma função exclusiva para Android: você pode dar zoom nos vídeos. No entanto, ainda falta implementar algumas coisas: compartilhar o vídeo no Facebook; suporte a menções e hashtags; gravar com a câmera frontal; entre outros. O Twitter diz que trará tudo isso ao app “nas próximas semanas”, a fim de equipará-lo à versão para iOS. O app requer Android 4.x (nada de Gingerbread ou versões mais antigas), e está disponível no link a seguir: [Google Play via Twitter Blog via The Next Web] |
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Posted: 03 Jun 2013 06:28 AM PDT
A Samsung continua sua jornada incansável de lançar mais e mais tablets. A família Galaxy Tab 3 acaba de ganhar dois novos membros – e um deles tem processador Intel.
Além da versão com 7″, anunciada em abril, temos o modelo de 10,1 polegadas. Ele possui tela TFT com resolução 1280 x 800, 1GB de RAM, 16/32GB de armazenamento interno (expansível por microSD). A grande novidade, aqui, é seu processador. Este é o primeiro tablet Android da Samsung com chip Intel: trata-se do Atom Z2560 dual-core de 1,6GHz. Também há duas câmeras e uma bateria de 6.800 mAh. São 7,95 mm de espessura e 510g. Ele tem especificações inferiores às do Galaxy Note 10.1 e, ao contrário dele, não possui caneta stylus. O modelo de 8″ segue a mesma tendência: é menos potente que o Note 8.0, e não traz caneta. Com tela TFT de resolução 1280 x 800, o tablet possui processador Exynos dual-core de 1,5GHz, 1,5GB de RAM e 16/32GB de armazenamento interno, expansível via microSD. Ele possui duas câmeras, bateria de 4.450 mAh e o mesmo design dos seus irmãos, inspirado no Galaxy S4. São 7,4mm de espessura e 314g. Tanto o modelo de 8″ como o de 10,1″ rodam Android 4.2 Jelly Bean personalizado com TouchWiz. Eles chegarão ao mercado em modelos Wi-Fi, 3G e 4G, e estarão disponíveis ao redor do mundo a partir deste mês. [Samsung via Engadget e The Verge] |
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Posted: 03 Jun 2013 05:24 AM PDT
No evento pré-Computex organizado hoje pela Asus em Taipei, um empolgadíssimo Jonney Shih subiu ao palco para mostrar a nova safra de produtos da empresa. Em meio a pausas dramáticas e anúncios enérgicos, o que chamou a atenção mesmo foram os (vários) novos tablets.
Do lado ARM da força, tivemos um novo Transformer Pad Infinity – o primeiro tablet com Nvidia Tegra 4 – e um MeMO Pad novo (e mais interessante!). De resto, temos vários tablets Intel: no placar final, ficou 3 x 2 para a Intel na disputa pela presença em tablets da Asus. Entre eles, temos o Transformer Book Trio, com dois processadores. Confira os detalhes: Um tablet (bem) baratoO MeMO Pad HD de 7″ traz configurações melhores que as do modelo anterior e do Nexus 7. Aliás, ele se parece muito com o tablet do Google (que também é fabricado pela Asus), com leves porém notáveis diferenças como os acréscimos do slot para cartão microSD e da câmera traseira de 5 MP. O MeMO Pad HD7 conta com um um SoC quad-core (ARM Cortex A7 não especificado pela Asus, mas provavelmente MediaTek), tela de 1280×800 com painel IPS e vem em quatro cores: preto, branco, rosa e amarelo, as três últimas com acabamento glossy. São especificações bacanas, mas o mais legal mesmo é o preço: US$ 149 para a versão com 16 GB, US$ 129 para a de 8 GB (que, de acordo com o Engadget, será destinada a países emergentes). Para efeito de comparação, o Nexus 7 mais em conta sai por US$ 199 lá fora, e o Kindle Fire (com especificações mais modestas), US$ 159. É um preço muito, muito agressivo e que deve ter acendido a luzinha de alerta no Google e na Amazon. O MeMO Pad FHD10, com resolução Full HD e SoC Intel dual-core (Atom Z2560), também foi anunciado e, dos tablets, era o único que estava disponível para uso pela imprensa. Diferente do novo irmão menor, o acabamento na parte de trás continua sendo de plástico fosco texturizado, um pouco “seco”, mas ainda assim agradável. O desempenho parece legal: na rápida olhada que demos ele foi capaz de rodar vídeos em alta definição do YouTube e alternar entre apps e usar os mini apps flutuantes sem engasgar. Um três-em-um com dois sistemas operacionaisA grande novidade do evento foi o Transformer Book Trio: sua principal característica é rodar dois sistemas operacionais ao mesmo tempo, Windows 8 e Android. ”Trio”, no caso, refere-se aos cenários de uso do aparelho, possível graças a como as peças – de hardware e software – se encaixam aqui.O Windows 8 fica instalado na base/teclado; o Android, na tela. Quando acoplados, o usuário pode alternar entre os dois sistemas à vontade — e como cada pedaço se ocupa de um sistema, a transição entre eles é instantânea. Dividido, o Trio vira um tablet Android e uma workstation Windows, para ser ligada a um monitor externo e usada como se fosse um PC de mesa. Essas decisões de layout significam, também, que tudo é dobrado no Trio: sistema operacional, processador (Core i7 “Haswell” e Atom), armazenamento (750 GB de HD no Windows, até 64 GB de memória flash para o Android). A ideia de um dispositivo para três situações é bem bacana, principalmente se o usuário cair naquele velho chavão de dividir trabalho para Windows/notebook e diversão para Android/tablet; e um avanço na filosofia de convergência que a Asus explora já tem um bom tempo com as linhas Transformer e PadFone. As dúvidas pós-anúncio de sempre, como preço e disponibilidade, valem aqui também, mas não espere algo exatamente barato — deve ser algo como a soma dos custos de um bom ultrabook e um tablet Android de tela grande. A quarta geração da linha Transformer, agora com Tegra 4O novo Transformer Pad Infinity é o primeiro tablet com o SoC Tegra 4 – processador quad-core de 1,9GHz e chip gráfico GeForce de 72 núcleos. Isto permite que o tablet reproduza conteúdo 4K através de sua porta HDMI.Sua tela de 10,1″ vai muito além do Full-HD que vimos na geração passada: agora são 2560 x 1600 pixels, novamente em um painel IPS. São 2GB de RAM e 32GB de armazenamento interno (expansível via microSD), além de duas câmeras: traseira de 5MP, e frontal de 1,2MP. Ele roda Android 4.2 Jelly Bean. O dock/teclado também ganhou algumas novidades. Agora o touchpad é multitoque, e ele traz portas USB 3.0 e leitor de cartão SDXC. A Asus ainda não revela informações sobre preço e lançamento. Um foblet, ou tablet que cabe no bolsoO novo Fonepad abraça o seu lado telefone sem medo de ser olhado torto pelos detratores dos smartphones gigantescos. Batizado como Fonepad Note, o nome não deixa dúvida de qual fatia do mercado a Asus quer um pedaço: a dos foblets ou, como a empresa se refere a esse produto, “tablets que cabem no bolso”. Tela de 6″, presença de stylus com apps especiais para uso com a canetinha da Asus, resolução Full HD e Intel Atom movendo tudo, ele é… bem, grande. Muito grande. A tela tem uma tecnologia que a Asus chama de “Super IPS+”; não deu para vê-la de perto ou por tempo suficiente para determinar se esses “Super” e “Plus” fazem alguma difereça na prática, mas a promessa é de boa visibilidade sob o sol. Outro detalhe curioso é a presença de saídas de som estéreo frontais — um reforço na ideia de uso multimídia em foblets. Ainda restam algumas dúvidas, como tempo de bateria (que é um dos pontos altos do Fonepad original), desempenho em situações mais extremas e preço, mas são coisas que só o tempo responderá. Outros anúnciosA Asus aproveitou o evento para mostrar outras coisas, como roteadores e o desktop VivoPC para a sala de estar. Entre os destaques, estão o bizarro VivoMouse, uma mistura de mouse tradicional com touchpad totalmente compatível com gestos do Windows 8; e o lindíssimo laptop Zenbook Infinity com acabamento em Gorilla Glass 3 na tampa e na parte interna (no evento, ele estava guardado em uma redoma de vidro, então não pudemos testá-lo). Apesar de só ter revelado o preço do MeMO Pad HD7, pela categoria e características dos tablets mostrados dá para perceber que a ideia da Asus é fincar o pé em várias faixas de valor, começando do mais básico (US$ 129) até o mais parrudo (alguém arrisca um palpite para o Trio?), e atender tanto quem gosta de Android, quanto quem não abre mão do Windows. O Gizmodo Brasil viajou a Taipei, em Taiwan, a convite da Asus. |
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Posted: 03 Jun 2013 04:50 AM PDT
Na véspera da Computex, em Taipei, a Acer reuniu a imprensa para mostrar suas novidades. A principal? Um tablet de 8,1 polegadas rodando Windows 8. Além dele, foram anunciadas também a nova versão do ultrabook S7 e o novo S3.
Iconia W3 é o nome do primeiro tablet pequeno rodando Windows 8. Equipado com um Atom Z2760 dual-core, ele possui tela com resolução de 1280×800 e 11,3mm de espessura (que parecem bem mais nas fotos de divulgação). Há opções de 32 ou 64 GB de memória interna (mais slot para MicroSD) e duas câmeras de 2 MP. Ele já começa a ser vendido no final do mês a partir de US$ 379. Um teclado opcional, de US$ 79, transforma o tablet em uma pequena estação de trabalho — uma boa combinação com o Office Home & Student 2013 que já vem pré-instalado. Já o novo ultrabook Aspire S7 chega com pequenas melhorias em relação ao modelo do ano passado. A maior, sem dúvida, é a bateria: ela saltou de 4.680 mAh para 6.280 mAh, pedindo em troca apenas 1mm extra de espessura. A Acer também aumentou o mínimo de RAM oferecida para 8 GB e a presença da quarta geração dos processadores Core, da Intel. As outras boas características do S7 continuam lá: tela Full HD sensível ao toque, duas portas USB 3.0, SSD de 128 GB, tudo pelos mesmos US$ 1.399. Como opcional, mas sem falar em preço, a Acer avisou que haverá uma tela com resolução ainda maior, de 2560×1440 pixels. Apesar do nome, o S3 é um cara novo: ele se parece bastante com o S7, mas é mais espesso (18 mm) e mais pesado (1,6 kg) para dar espaço a uma placa de vídeo dedicada (GeForce GT735M) e um disco rígido de 1 TB. Ele parece uma versão mais potente, porém menos refinada do S7. Só ficou faltando informar o preço. [The Verge, Gizmodo] |
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