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Posted: 12 Jun 2013 04:32 AM PDT
É difícil não se animar com o iOS 7 depois de testá-lo. Tim Cook disse, durante a keynote na WWDC, que a atualização reimagina virtualmente toda a experiência do iPhone. Enquanto ele não é lançado para todos – isso deve acontecer em setembro/outubro – eis uma visão mais de perto do que ele é capaz.
É interessante usar o iOS 7 não apenas pela nova interface de usuário, ou pelos ícones de apps. É por tudo, na verdade. Algumas coisas parecem um pouco chamativas, como os ícones que flutuam meio que em três dimensões; enquanto muitas das mudanças são simples. A transformação é tão dramática que muitos dos apps nativos parecem quase irreconhecíveis; mas assim que você se acostumar com o novo visual, seu polegar assume o controle, encontrando naturalmente novos recursos de gestos em todos os lugares, da sua caixa de entrada à tela de bloqueio. Vejamos alguns dos destaques. VídeoA multitarefa é simplesLembra da multitarefa, aquela coisa que a Apple nunca conseguiu fazer muito bem? Agora, nesta atualização, a empresa faz isso de maneira fantástica. Basicamente, todos os seus apps agora podem usar multitarefa, e bastam dois toques do botão Home para acessá-los. Em vez de ver os ícones dos apps que estão rodando em segundo plano (como nas versões anteriores do iOS), o iOS 7 deixa você ver o que está acontecendo no app. E mesmo com tudo isso, a multitarefa está cerca de cinco vezes mais rápida e dez vezes mais bonita do que era.Sim, é um pouco do que você já encontra no Android e Windows Phone – foi criado antes, no Palm webOS. Mas não dá para descartar uma melhoria tão grande por causa disso. O Mail se parece muito com o MailboxNos últimos meses, o cliente de email Mailbox recebeu muitos elogios pela sua interface baseada em gestos, que permite aos usuários limparem suas caixas de entrada com mais eficiência. Bem, parece que a Apple estava prestando atenção, e o novo app Mail tem visual e funcionamento bastante parecidos com o Mailbox. Você não vai mais encontrar o botão Deletar ao deslizar a mensagem para a direita. Em vez disso, você desliza para a esquerda, onde encontra a opção para apagar, assim como para outras ações. Nem todas as funcionalidades do Mailbox estão presentes aqui, ao menos não por padrão. Você pode facilmente definir novas caixas de mensagens para as suas mensagens que precisam ser respondidas em até 24 horas, e as que podem esperar uma semana. Se você se organizar, o Mail pode oferecer uma experiência bem parecida com o Mailbox. O app Música é um estouroPara muitas pessoas, o iPhone é tão útil como um tocador de música quanto como um dispositivo de comunicação. E parece que a Apple gastou um bom tempo garantindo que o app de música fosse integrado de forma fluida ao resto do novo iOS. Na tela de bloqueio, os dois toques clássicos no botão Home trazem os controles familiares para qualquer música que esteja tocando. Uma deslizada de baixo da tela para cima mostra o novo Control Center com atalhos para tudo, desde AirDrop e AirPlay para o app da Calculadora e uma nova lanterna.Dentro do app Música, tudo funciona basicamente como era antes. Existe, no entanto, uma nova interface para navegar pelos discos. Abandonando a antiga visualização no estilo carrossel (Cover Flow), o iOS 7 organiza todos os seus álbuns em blocos quando você coloca o smartphone na orientação paisagem. Tocar em um deles mostra todas as músicas dele. Parece uma atualização simples, e realmente é. E é por isso que é tão bom de usar. O iTunes Radio, por outro lado, é o clone exato do Pandora que parecia ser, depois que a Apple o revelou. É um pouco decepcionante, mas é difícil ficar bravo por algo gratuito, ou que você jamais usará. Nunca saia da tela de bloqueioComo mencionei antes, existem muitas novas opções na nova tela de bloqueio. Deslizar do topo da tela mostra a nova Central de Notificações, com eventos de calendário e preços de ações como prioritários por padrão. Em vez de uma longa lista de itens, a nova central mostra as próximas horas do seu dia no formato de um calendário e também mostra algumas informações básicas sobre o que vai rolar amanhã. Isso faz você sentir que está recebendo uma nota do seu assistente pessoal sobre chamadas perdidas e sua agenda, em vez daquele monte de Post-Its empilhados que era a antiga Central de Notificações.Puxar do canto inferior da tela mostra a imagem acima. Isto basicamente oferece acesso instantâneo a 13 coisas que você quer fazer rapidamente, mas sem desbloquear o iPhone. Sem nenhuma ordem em particular você pode desligar o Modo Avião, Wi-Fi, Bluetooth, Não Perturbe e travar o modo paisagem. Você pode ajustar o brilho e trocar de música. E abaixo das opções do AirDrop e AirPlay estão quatro utilitários: Lanterna, Alarme, Calculadora e Câmera. É tudo tão fácil que você se perguntará se um dia precisará desbloquear novamente seu iPhone. A Siri ainda não chegou láSem destinar muito espaço para coisas específicas, deixe-me dizer apenas que a Siri é tão decepcionante quanto sempre foi. Na maior parte do tempo. Ela está mais inteligente, mas você precisará usar o serviço para ela aprender a sua voz e saber como responder aos pedidos básicos. A assistente virtual também está mais anti-Google, e agora faz buscas usando o Bing. Uma coisa que parece bem legal na Siri é um pequeno pacote de recursos que surge quando você dirige. Então quando você perguntar “Siri, como eu chego em casa?”, ela dará uma resposta.Imagens por todos os ladosOs apps Fotos e Vídeo tornam mais fácil e divertido navegar e compartilhar fotos com os amigos. Tudo é automaticamente organizado, muito como era em outras versões do iOS, mas as novas opções de compartilhamento em dois toques usando o AirPlay faz tudo ficar melhor. A interface de compartilhamento está disponível em todo o sistema operacional.Assim como no resto das atualizações de apps, é óbvio que a Apple está tentando fazer com que você queira usar mais os apps de Foto e Vídeo. E funciona. Você realmente sente vontade de voltar e navegar por aquelas fotos antigas no seu smartphone. Também temos novas opções bem interessantes na câmera no iOS 7, incluindo uma opção de foto quadrada bem útil para o Instagram, assim como alguns filtros de imagens. A Apple claramente nunca quer que você deixe seus apps nativos para fazer as coisas nos outros. Vídeo por Michael Hession |
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Posted: 11 Jun 2013 03:54 PM PDT
É possível ser marcante e discreto ao mesmo tempo? O PS4 parece ser exatamente assim. Apesar de piadas que diziam que ele era apenas um Xbox One em itálico, os ângulos agudos do losango adicionam muito mais personalidade ao vivo do que nas fotos. E mais: o meio divisor faz o console parecer menor do que realmente é. Como o oposto de ter pneuzinhos.
O controle é muito mais confortável do que as versões anteriores do DualShock. Ele ganhou peso, em particular. O DualShock antigo era um controle leve que não gostava de ser segurado, enquanto o do PS4 ganhou curvas em todos os lugares certos. Os gatilhos são muito bons também. E todo o resto é igual, seja isso bom ou ruim. Uma coisa: todo PS4 mostrado na E3 parecia estar de pé, mas a Sony usou apoios diferentes para eles. Um estava com uma base tradicional, outro com um suporte triangular vertical. Muitos dos PS4 provavelmente ficarão planos, o que provavelmente vai esconder o visual do sistema. |
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Posted: 11 Jun 2013 02:42 PM PDT
Como prometido, o novo iOS 7 recebeu uma interface totalmente nova, desta vez com forte influência de Jony Ive. Mas algumas dessas novidades já estavam presentes em outros sistemas da concorrência – tanto os atuais, como alguns que (na prática) já se foram.
Em toda versão do iOS, a Apple adota algo que já existia antes, e os críticos sempre são rápidos em notar isso. Separamos aqui as principais influências da empresa. É a mesma história que ouvimos desde pelo menos 2009: o iOS 3 ganhou copiar e colar em todo o sistema? “O Android já tem!” Com o iOS 4, veio a multitarefa e videochamada por FaceTime – “Nokia com Symbian já tem!” A central de notificações do iOS 5 e a maior integração com redes sociais no iOS 6 causaram reação semelhante. E mesmo assim, os críticos sempre esquecem que a Apple raramente é a primeira em implementar funções novas, ou mesmo em criar produtos totalmente novos. Ora, ela nem foi a primeira a criar um MP3 player, nem a primeira a criar smartphones, nem a primeira a criar tablets. E ela não será a primeira a criar uma TV inteligente, nem um relógio de pulso inteligente. O que a Apple faz de melhor é refinar a experiência de uso ao seu jeito, seja no hardware ou software. Por isso, é inegável que ela seja influenciada por interfaces e funções que vieram antes. Dessa forma, vejamos os antecessores que claramente inspiraram a Apple ao criar o novo iOS 7. Plano e profundoCom o iOS 7, a Apple deixa de lado o esqueumorfismo: eles até soltaram várias piadas durante a keynote, criticando as texturas de couro, feltro e vidro que tentavam imitar elementos da vida real. Assim, o iOS 7 adotou elementos do flat design, algo que outras empresas estão fazendo há algum tempo. O maior exemplo é o Windows Phone, com cores fortes, foco em tipografia e elementos de interface que são realmente digitais. O Google também passou a adotar elementos do flat design em seus apps. Além disso, o iOS 7 ganhou profundidade: para dar a noção de camadas, o iOS 7 usa um efeito paralaxe na tela inicial, que permite ver “atrás” dos ícones; e desfoque Gaussiano ao se navegar dentro de apps. O efeito paralaxe está longe de ser novo: ele está disponível até para iDevices com jailbreak (apesar de ser menos refinado). E o desfoque, que lembra vidro, remete à forma como o Windows Vista e 7 organizam as janelas. Tela de multitarefaHá quatro anos, a Palm mostrava a multitarefa o webOS: cada app era uma carta, e você deslizava entre elas horizontalmente; para fechar um app, basta deslizá-lo para cima. A ideia era tão boa que acabou sendo reproduzida, mesmo que em parte, em outros sistemas. O Windows Phone é um deles. O Android faz algo semelhante – pudera, já que seu designer Matias Duarte veio da Palm. E, agora, o iOS 7 entra na lista dos inspirados pelo finado webOS. Control CenterO novo menu do iOS 7, aberto ao deslizar a partir da borda inferior do iPhone, permite acesso rápido a configurações de Wi-Fi, Bluetooth, modo avião e outros. Esta era uma função desejada por muitos usuários do iOS, mas que começou no Android: as skins de fabricantes, especialmente Samsung e LG, incluíam botões no menu de notificações. O Symbian, nas versões mais recentes, também adotou esses botões. O BB10, da BlackBerry, fez o mesmo. Na verdade, iDevices com jailbreak já possuem isso há anos, com o SBSettings. Por enquanto, dos maiores sistemas móveis atualmente, só o Windows Phone não possui controles nativos para acesso rápido. Tela de bloqueioNo iOS 7, a tela de bloqueio deixou de lado a antiga área “Deslize para destravar”: agora você pode desbloquear a partir de qualquer ponto da tela. Ela também reúne as notificações, e ao deslizá-las, você é levado ao app correspondente. Era basicamente assim que funcionava a tela de bloqueio no Nokia N9, que rodava o MeeGo Harmattan. Agora também é possível abrir a central de notificações a partir da tela de bloqueio, algo implementado no Android 4.2. Apps nativosNós torcíamos que a Apple implementasse mais gestos no iOS para melhorar a usabilidade do sistema no iPhone 5. Um dos gestos é voltar deslizando o dedo na borda esquerda, e ele está presente nos apps nativos. Mas esse gesto estava presente no N9, e também foi implementado no BlackBerry 10.Durante a keynote, a Apple passou um bom tempo mostrando o app Tempo, que agora possui imagens dinâmicas de chuva, sol, nuvens e outros. Mas o design do app é bem parecido com o que vimos no Yahoo Tempo, e na verdade foi criado pela HTC há anos: um app semelhante faz parte da skin Sense (para Windows Mobile!) desde pelo menos 2009. O app câmera agora tira fotos quadradas e aplica filtro nelas, assim como o Instagram. O app Mail, por sua vez, adotou diversos gestos e lembra bastante o Mailbox, e também o app do Gmail. E a interface para receber ligações é bem parecida com a do Windows Phone. “Bons artistas copiam, ótimos artistas roubam”A lista poderia continuar. O problema é que poderíamos fazer uma lista semelhante sobre o Android. E outra sobre as skins de fabricantes. E outra sobre o Windows, e outra sobre o BB10.Porque, no final das contas, o que importa é a implementação dessas ideias, e como elas são melhoradas. Não é uma cópia pela cópia, para ficar igual à concorrência: perceba que, mesmo após tantas inspirações, o iOS 7 ainda é bem diferente do MeeGo, Windows Phone ou webOS. A Apple sabe reunir elementos como ninguém. É isso que Steve Jobs quis dizer em 1994, quando parafraseou Pablo Picasso: “bons artistas copiam, ótimos artistas roubam”. Você se inspira no passado para criar algo novo e diferente. Ora, não dá para recriar um sistema móvel do zero todo ano. E por que evitar uma ideia que já existe se ela é boa? Ah, os processos judiciais? Dado que a Apple já processou (e foi processada) muitas vezes em questões envolvendo propriedade intelectual, não duvido que as inspirações sejam diferentes o bastante para a empresa evitar problemas na Justiça. Por todos esses motivos, julgar um sistema pelo que ele “copiou” de outros não leva a lugar nenhum – indiferente se falamos do iOS, Android, Windows Phone ou qualquer outro. É interessante ver cada pedaço que se popularizou de cada sistema operacional — tenha ele vingado ou não na furiosa disputa dos smartphones. Mas o importante é se concentrar na experiência de usuário, e em como tudo funciona e se encaixa. É algo que muitos deveriam ter aprendido há anos. [GigaOM, The Verge] |
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Posted: 11 Jun 2013 02:36 PM PDT
Dentro do Estúdio de Arte de Mansudae, um armazém de 120.000 metros quadrados em Pyongyang, milhares de norte-coreanos trabalham para esculpir, pintar e serrar os monumentos que se tornaram sinônimo do país isolado. Mas cada vez mais estes artistas não estão fazendo arte apenas para a Coreia do Norte – eles estão fazendo para outros países, que pagam milhões por seus monumentos e esculturas meticulosamente detalhados.
Um relato fascinante da Bloomberg nos dá uma ideia das atividades em Mansudae, que é chamado de “maior fábrica de arte do mundo.” Ela empresa 1.000 artistas, escolhidos de escolas ao redor da Coreia do Norte, e divide em 13 departamentos que lidam com medidas especificas – desde pintura de cenários a monumentos. De acordo com um artigo diferente do Instituto de Política Econômica Internacional de Seul (citado pelo ArtsAsiaPacific), a Coreia do Norte gasta cerca de 40% do orçamento em “divinização da família Kim” artística, o que explica como surgiu originalmente Mansudae. Mas o estúdio, que supostamente pertence à irmã de Kim Jung Il, Kim Kyong Hui, também está se tornando uma fonte importante de receita de projetos de fora do país. Por exemplo, o Monumento do Renascimento Africana de Senegal foi construído por artistas de Mansudae por cerca de US$ 70 milhões em 2010. Também existem projetos internos, como uma recente recriação de uma fonte Art Nouveau, destruída durante a Segunda Guerra Mundial, para um grupo de oficiais da Alemanha (que, de acordo com a Bloomberg, colocaram fotos de crianças alemãs na escultura para ela não parecer coreana). Itália, Camboja e outros países já pediram trabalhos a Mansudae, também. Estes pedidos internacionais tornaram Mansudae um dos poucos modos como norte-coreanos viajam pelo mundo. Para completar grandes projetos, como a estatua do Senegal, artistas viveram em dormitórios controlados pelo governo, como explicou Carolina Winter: De acordo com relatos da imprensa na África e no Camboja, os trabalhadores de Mansudae enviados para outros países viveram sob vigilância. Noland, do Instituto Peterson, suspeita que eles são tratados como qualquer outro norte-coreano. “Eles estão vivendo em um dormitório onde existe uma secretária e segurança, existem meios de mantê-los na linha”, ele explica.De certa forma, a história da arte moderna é responsável pela explosão no negócio de Mansudae. Desde que o país foi fechado para a agitação massiva que afetou o mundo da arte no fim do século XX, estes artistas ainda são treinados com técnicas clássicas, que há muito foram deixadas de lado em outros países. E isso explica porque a fábrica de arte também produz muitas imitações históricas, também. Imagem via Marcelo Druck/Flickr Imagem do Monumento do Renascimento Africano de Senegal via ArtAsiaPacific Imagem via Marcelo Druck/Flickr Imagem via Marcelo Druck/Flickr Imagem de topo via John Pavelka on Flickr. |
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Posted: 11 Jun 2013 01:31 PM PDT
Desde o vazamento das informações sobre o monitoramento feito pela NSA sobre a população dos Estados Unidos – e do mundo inteiro – diversas pessoas, empresas e organizações se pronunciaram. Tivemos o Facebook e o Google negando o envolvimento, assim como o ex-funcionário da CIA responsável por vazar os dados explicou o que o motivou a fazer isso.
E enquanto o governo dos Estados Unidos não faz nada em relação ao caso, grupos de organizações de liberdades civis e empresas de internet divulgam cartas abertas exigindo o fim da espionagem feita pela NSA. Um grupo de 86 organizações de liberdades civis e empresas como a Electronic Frontier Foundation, Mozilla e reddit divulgaram uma carta conjunta com as mesmas exigências: eles querem reformas nos Estados Unidos para garantir a privacidade e liberdade de expressão da população. A Mozilla também criou um site StopWatching.us onde cidadãos dos Estados Unidos podem deixar o nome para ser colocado na carta a ser entregue ao Congresso. Leia o conteúdo da carta a seguir: Caros membros do Congresso,[EFF, Mozilla, StopWatching.us] |
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Posted: 11 Jun 2013 12:46 PM PDT
A última vez que ouvimos falar no Power Mac G4 Cube – um computador que muitos amaram, mas poucos conseguiram entendê-lo – foi em um press release em 2001. Doze anos depois, finalmente encontramos seu belo sucessor, brilhante e não muito são.
Em julho de 2001, o futuro do Cube não estava totalmente claro. Em um press release, a Apple explicava a situação: “A Apple® anuncia hoje que vai suspender a produção do Power Mac™ G4 indefinidamente. A empresa diz que há uma pequena chance de reintroduzir um modelo de atualização do computador único no futuro, mas não há planos de fazer isso no momento.E com isso, a Apple matou um dos computadores pessoais mais inovadores que ela criou. Posicionado entre os iMac de entrada e os Power Mac high-end, o Cube era caro demais para consumidores e não expansível o suficiente para profissionais. Ainda assim, muitos o amavam porque ele era sensacional. E assim, pelos últimos 12 anos, confiamos na “pequena chance” da Apple reintroduzir o Cube, esperando que um dia, o conceito do produto finalmente fizesse sentido. Este dia foi ontem. O conceitoNa semana passada, escrevi sobre o futuro do Mac Pro, uma máquina que resistiu ao tempo e se tornou lentamente o produto mais anacrônico das ofertas de hardware da Apple. Como eu disse, a Apple tinha quatro opções: matar o Mac Pro, dar ao modelo atual do Mac Pro uma boa turbinada nas especificações, evoluir o design, ou mudar completamente o jogo.A Apple obviamente foi na quarta direção. É importante considerar por que eles escolheram esse caminho em vez dos outros. Revoluções bem sucedidas de arquétipos de produtos ocorrem quando uma equipe percebe que a tecnologia avançou muito ou foi substituída. Isso foi o que aconteceu com o iPhone. Todas as empresas do mundo tinham designs com touchscreen que nunca foram lançados; a Apple, no entanto, foi a primeira a perceber que as touchscreens poderiam ajudar na produção e na usabilidade. Em casos como este, compensa ser o primeiro a descobrir e aproveitar a oportunidade. Normalmente, coloca você anos a frente da competição, que está presa fazendo produtos da maneira antiga. Ao mesmo tempo, algumas vezes o arquétipo é muito avançado para a tecnologia disponível. Por exemplo, Alan Kay teve a ideia de um dispositivo fino com um teclado que poderia ser carregado para todos os lados como um livro durante os anos 1970. Mas só durante os anos 90 a tecnologia de computação se aproximou da ideia que ele tinha em mente, e só em 2010 que os tablets se tornaram reais. Você não pode forçar uma ideia se não tiver tecnologia para ela. O conceito do novo Mac Pro é similar ao do antigo Cube: um PC poderoso que é bem pequeno e atualizável externamente. O conceito não era viável em 2000, quando tínhamos portas I/O FireWire 500 e USB 1.1. Avançamos para 2013, e a tecnologia alcançou o arquétipo. Agora temos Thunderbolt 2, 802.11ac e USB 3, sem mencionar opções de armazenamento na nuvem. As limitações de expansão se foram. Para simplificar, chegamos ao ponto em que as partes internas de um PC torre limita a atualização mais do que as partes externas. Alguns usuários vão sentir falta de mídia ótica e slots de cartão PCI – como usuários sentiram falta de SCSI e disquetes no passado – mas o que a maioria do que é adicionado a um computador atualmente é feito externamente. O designDeixe-me dizer algo sobre o Mac Pro: este tipo de design só pode ser produzido por uma empresa que é, em primeiro lugar, liderada por uma equipe de design industrial. E, em segundo lugar, que é completamente maluca. Nenhum engenheiro são permitira isso sair do estágio de design porque isso vai contra tudo o que você supostamente faz com eletrônicos. Você deve colocar placas paralelas às outras para aumentar a eficiência de espaço. Você deve ter portas I/O ligadas à placa em paralelo, não perpendicularmente. Você deve criar algo que lembra uma caixa, porque é a forma mais fácil e eficiente de produzir um dispositivo.Para criar algo que parece assim no seu exterior, você precisa começar com a parte interior. Como no Cube, o novo Mac Pro foi projetado ao redor de um núcleo térmico que puxa o ar do fundo para o topo da máquina. Diferentemente do Cube, que se apoiava no resfriamento por convecção, o Pro tem uma ventoinha localizada no topo da máquina para acelerar a movimentação do ar por ele. A Apple está usando alguns dos mesmos truques usados no MacBook Pro Retina para garantir que a ventoinha funcione o mais silenciosamente possível. O núcleo térmico triangular é uma peça única de alumínio extrudido que foi maquinado e anodizado em preto para agir como um grande dissipador de calor. O processo de extrudir alumínio é muito parecido com aquele esmagador de massinhas da Play-Doh que usávamos na infância, exceto que você está usando alumínio, e não massinha. Grandes pedaços sólidos de alumínio são aquecidos em um forno e em seguida forçados através de um pequeno molde. O núcleo triangular sai da extrusora como um grande tubo. Eis um vídeo demonstrando o processo: Após o tubo ser resfriado, ele é cortado em pequenos pedaços e então passa por uma série de operações secundárias de maquinação, criando equipamentos de montagem para outras partes serem colocadas diretamente ao núcleo. Aí reside a beleza do design do núcleo térmico. Ele não se limita a agir como uma câmara de resfriamento, ele também fornece estrutura para todo o dispositivo. Todos os componentes ligados diretamente ao núcleo – placas, ventoinha, a base, e outros. É uma extensão da filosofia de corpo único da Apple: muitas partes são substituídas por uma muito bem projetada. Isso permite que a Apple reduza a complexidade e invista dinheiro na criação de partes remanescentes com muito mais qualidade. A caixa externa é feita por meio de um processo chamado extrusão de impacto, mostrado no vídeo acima. Este processo costuma ser usado para fazer produtos como garrafas d’água usada por atletas. Um disco sólido de alumínio é colocado dentro da máquina, e então golpeado para pegar a sua forma rapidamente. Depois deste passo, a peça passa por uma série de operações secundárias que cortam os buracos para as entradas e adicionam o chanfro polido que agora é marca registrada da Apple. A peça então é polida, criando um acabamento preto espelhado. Aqui, novamente, a Apple escolheu a parte mais complicada. Um acabamento fosco tópico – como o que você vê na traseira do iPhone 5 – esconde imperfeições na superfície. Polimento torna as imperfeições mais visíveis. Basicamente, a Apple precisa disso para conseguir a parte externa absolutamente perfeita antes que ela seja polida. Pequenos detalhes que me chamaram a atenção
Ao olhar para esta máquina, conseguimos entender uma coisa que Phil Schiller disse no palco ontem. “Não posso inovar mais é o cac***”, ele disse, literalmente perdendo a linha por um tempo e procurando briga. Se você ouvir novamente a apresentação, dá para praticamente ouvir a adrenalina em sua voz quando ele respondeu a questão de que a Apple estaria perdendo seu toque especial de frente para seus críticos. Esta máquina é fantástica. E a Apple ainda consegue fazer isso. |
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Posted: 11 Jun 2013 12:07 PM PDT
Nos últimos dias, grandes documentos foram vazados detalhando o PRISM, um programa governamental secreto que direcionava empresas de tecnologia para espionarem a população ao entregar dados para a Agência de Segurança Nacional (NSA), junto com outros braços do Departamento de Segurança Doméstica. Apesar das óbvias ameaças ao direito de privacidade, a Quarta Emenda (contra procura e detenção ilegal), e a ameaça do povo, o programa de espionagem continuou com a aprovação de dois presidentes e do Congresso. E mesmo que as informações interceptadas sejam imateriais, elas precisam passar por grandes construções em lugares reais. Você consegue dizer quais são os prédios que estão te espionando?
No geral, arquitetura de espionagem é grande, sem graça e escondida. Isto quer dizer que ela não se destaca, e este é o propósito. Raramente você verá um design de destaque como sede de uma agência de inteligência, e raramente estará no coração de uma cidade. A única exceção notável para isso é a sede do FBI, que ocupa um grande prédio no coração da capital dos Estados Unidos. Prédio do Departamento de Defesa no Estado da Virginia. Foto: Michael S. Williamsom/Washington Post Mas isso não significa que prédios de espionagem não compartilhem algumas características gerais. Como disse antes, estes prédios fazem tudo o que podem para não serem notados; então ao mesmo tempo que eles não chamam a atenção, eles também não são escondidos demais. Entre todos os elementos favoritos de fachada está painéis de concreto pré-moldado. Estas sedes tentam parecer prédios de escritórios – e, na maioria dos casos, é exatamente isso o que eles são.
Crystal City. Photos: Michael S. Williamson/Washington Post
Alguns, no entanto, são sem graça demais. Com carpete bege indo de parede bege até parede bege, o único elemento que quebra a monotonia é o teto. Em alguns casos, por mais que o design seja inofensivo, a enorme massa de blocos de construção bloqueiam o sol por muitos quarteirões. Claro, a procura por suavidade também dá a esses prédios uma aparência sinistra. A sede da NSA, por exemplo, reflete seus estacionamentos gigantescos para os motoristas que passam, enquanto os volumes platônicos sugerem sua invencibilidade. A mensagem e clara: a NSA pode observar, mas não pode ser observada.Data center do Google. Foto : Google/Connie Zhou via Wired É interessante notar como estes prédios se distanciam dos modos tradicionais de entendimento de vigilância, como o muito discutido Panopticon de Jeremy Bentham. Em vez de se apoiar em planos centralizados de visualizações otimizadas, a internet permite observadores onipresentes para que os prédios não precisam responder a linhas de visão.
FBI, Washington, D.C. Image: FBI
Nesta coletânea, você encontra sedes do governo, os datacenters do Facebook e do Google (duas empresas que colaboraram com a NSA), assim como um prédio onde hackers chineses estão trabalhando nas suas grandes operações de espionagem. Veja mais no Architizer. |
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Posted: 11 Jun 2013 10:29 AM PDT
A AMD acaba de atualizar sua linha de processadores FX com oito núcleos. O destaque é, inquestionavelmente, o FX-9590, que eles dizem ser o “primeiro processador de 5 GHz” do mundo.
Não se trata de overclock: esta é a velocidade nominal do CPU, e este é o primeiro processador de 5 GHz disponível comercialmente para PCs. (A IBM vende processadores POWER7 com esse clock, mas para servidores.) Ele não roda sempre a essa velocidade, no entanto: essa é a taxa “Max Turbo”, atingida quando o sistema Turbo Core 3.0 é ativado e o sistema estiver sob demanda intensa de algum programa ou jogo. Usando overclock e um bom resfriamento, chips da AMD podem ultrapassar 8 GHz. Mas vale notar: se o overclock danificar seu novo FX-9590, a AMD tem uma política de não substituí-lo, mesmo que você use as ferramentas fornecidas pela própria empresa. Além disso, não está claro se o novo chip de 5 GHz é mesmo tão rápido assim: teremos que esperar pelos benchmarks, mas chips com a mesma arquitetura e clock levemente menor mal conseguem disputar contra um Core i5. A AMD também anunciou hoje o FX-9370, com oito núcleos de 4.7 GHz. Ele será lançado junto ao FX-9590 em computadores pré-montados – da MAINGEAR, por exemplo – no terceiro trimestre. O processador separado chega pouco tempo depois. Por enquanto, a AMD não revela preços. [AMD via SlashGear e Engadget] |
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Posted: 11 Jun 2013 09:47 AM PDT
A corrida para “revolucionar o e-mail” acaba de encontrar outro candidato. O navegador Opera Next não possui mais um cliente de e-mail, mas a empresa o lançou como um aplicativo separado para desktop. Este é o Opera Mail.
Ele estava disponível há algumas semanas em versão “release candidate”; agora ele chegou à versão final. O Mail possui um design clássico de três colunas, e convenientemente faz uso de abas: assim você pode abrir (e escrever) vários e-mails ao mesmo tempo – ao contrário de serviços web como Outlook.com e Gmail. Nós fizemos um teste rápido. Ele é extremamente simples de configurar; e ao lidar com contas do Gmail, ele traz todos os marcadores. No entanto, não gostamos que ele comece a baixar os e-mails do mais antigo para o mais recente (infelizmente, muitos clientes de e-mail ainda fazem isso). Você pode filtrar e-mails pelo tipo de anexo (foto, vídeo, documento…). Também é possível inserir rótulos nos e-mails, e marcá-los como “Importante”, “Responder”, “Tarefas” e outros – mas isso não será sincronizado para sua conta de webmail, nem entre dispositivos. Os e-mails são agrupados por assunto, e a parte mais divertida é que você pode descartá-los, optando por “Ignorar Tópico” e livrando-se dele para sempre. Ele também funciona como leitor RSS, e pode importar seus feeds do Google Reader (veja como exportá-los). A interface para acompanhar seus feeds é basicamente a mesma do e-mail – incluindo as notificações em um pop-up no canto inferior direito. Basicamente, ele não traz muita novidade, mas se você for um fã do Opera procurando um aplicativo de e-mail rápido e gratuito, esta não parece ser uma má escolha. Você pode experimentar o Opera Mail para Windows e Mac baixando-o aqui: [Opera via Opera Desktop Team] |
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Posted: 11 Jun 2013 08:54 AM PDT
Após diversos rumores, o Waze foi enfim comprado pelo Google. Ele fornece mapas com dados em tempo real – como engarrafamentos, acidentes etc. – obtidos via crowdsourcing.
Em seu blog oficial, o Google diz que manterá o Waze como uma empresa independente, pelo menos por enquanto: A equipe que desenvolve o Waze permanecerá em Israel e vai operar separadamente por enquanto. Estamos entusiasmados com a perspectiva de melhorar o Google Maps com alguns dos recursos de atualização de tráfego fornecidos pelo Waze, e em melhorar o Waze com recursos de pesquisa do Google.Para o Google, o Waze é bem interessante: eles devem adotar funções de crowdsourcing no Maps, e evitam que seu produto (o Maps) seja ameaçado por concorrentes – como o Facebook. Além disso, o Waze gera receita através de “anúncios baseados em localização” – algo bastante valioso para o Google. O Waze, por sua vez, reitera que nada vai mudar para os usuários, e explica porque decidiu aceitar a proposta do Google: Nada prático vai mudar aqui no Waze. Vamos manter a nossa comunidade, marca, serviço e organização – a hierarquia, as responsabilidades e os processos da comunidade continuarão a ser os mesmos…As empresas não revelam o valor da aquisição. Segundo a Bloomberg, o Google pagou US$ 1,1 bilhão. O jornal israelense Globes, no entanto, diz que o valor é de US$ 1,3 bilhão. Rumores diziam que o Facebook estava interessado em comprar o Waze, mas após uma disputa com o Google nos bastidores, a rede social desistiu da aquisição. Segundo o jornal Globes, isso aconteceu por dois motivos: o Facebook não quis pagar o preço exigido, e não queria manter a sede da empresa em Israel. O Waze está disponível como um app gratuito para iOS e Android. [Official Google Blog e Waze Blog] Atualizado às 13h10 |
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Posted: 11 Jun 2013 07:56 AM PDT
O iOS 7 será lançado para iPhone, iPad e iPod Touch apenas em setembro/outubro, mas muitos dos seus melhores recursos já estão disponíveis através de apps de terceiros e jailbreak.
Se você quiser obtê-los mais cedo – ou caso seu iDevice não seja atualizado para o iOS 7 – eis algumas formas de adicionar as novas funcionalidades agora mesmo. Um visual completamente novoA mudança mais perceptível do iOS 7 é no visual de todos os apps padrão. O design da interface é completamente novo: por isso, (ainda) não dá para imitar exatamente esta experiência no iOS 6, mas é possível mudar o tema do seu iPhone usando o Winterboard – basta fazer o jailbreak e usá-lo. Para mudar o conjunto de ícones, o FlatIcons é um bom lugar para começar. Com alguns ajustes, você pode fazer a Central de Notificações ficar semelhante ao que vimos no iOS 7. E para o efeito 3D na tela inicial, baixe o 3DBoard da loja Cydia. Quanto ao resto dos apps, algumas opções de terceiros podem ajudar. O novo app da Apple para previsão do tempo se parece muito com o Yahoo! Tempo; o Calendário pode ser substituído pelo WeekCal (ou Sunrise), e se você quer um cliente de e-mail mais simples e com gestos, o Mailbox é um bom lugar para começar. Control CenterO Control Center é a nova gaveta do iOS 7 que dá acesso imediato a configurações como modo avião, Bluetooth e mais. Basta deslizar para cima na borda inferior da tela, e você terá acesso rápido às configurações. Este recurso está presente em iPhones com jailbreak há tempos, através do SBSettings (ou NCSettings). Depois de instalar e rodar o SBSettings, é incrivelmente fácil criar todos os seus próprios atalhos para configurações. Multitarefa de verdadeOutra novidade importante no iOS 7 é a forma como ele lida com multitarefa. Agora, os apps recebem prioridade com base em quantas vezes você os usa; e com gerenciamento de memória inteligente, seus apps devem rodar em segundo plano sem drenar muito a bateria. Infelizmente, você não pode reproduzir totalmente esta função. No entanto, se você ainda quer multitarefa de verdade, o Background Manager para dispositivos com jailbreak faz algo bem semelhante. Você pode configurar apps para sempre rodarem em segundo plano, mesmo após reiniciar o iDevice, e configurar a troca entre apps para dar prioridade apenas a alguns deles, para que só determinados apps fiquem rodando. Se você também quiser adicionar uma nova forma para alternar entre apps – como no iOS 7 – o Dash é um bom lugar para começar. AirDropO AirDrop é um recurso novo no iOS 7, que compartilha fotos e arquivos com outros usuários do iPhone ao redor. É uma função muito requisitada por usuários de iPhone, mas que já pode ser feita hoje mesmo, apesar de não ter a mesma integração profunda com o iOS – basta usar o Bump, um app gratuito. Com ele, você pode compartilhar fotos com outros usuários do Bump em torno de você em alguns passos. A parte bacana do Bump é que você também pode compartilhar fotos instantaneamente também com o computador. Comandos adicionais da SiriUm dos novos recursos menores no iOS 7 é uma série de novos comandos para a Siri. Mas você pode baixar agora mesmo o AssistantEnhancer para dispositivos com jailbreak, que adiciona diversos novos comandos. Você pode encontrar aqui a lista completa de comandos que o AssistantEnhancer acrescenta à Siri. Atualizações automáticas de appsOutra novidade menor no iOS 7 são as atualizações automáticas de apps. Parece bobagem, mas qualquer um que tenha visto o número aumentar no ícone da App Store sabe como é chato que o iOS não possa atualizá-los sozinho. No iOS 7, isso vai acontecer em segundo plano. Se você não quiser esperar por isso, o Auto App Updater é um app para dispositivos com jailbreak que permite a você definir horários específicos para seu iPhone procurar e baixar todas as atualizações de apps disponíveis para você – assim você não precisa se preocupar com isso. Como você pôde notar, a maioria destas dicas requer um aparelho com jailbreak. O procedimento é bem simples, mas se você possui um aparelho que será atualizado para iOS 7, talvez o melhor seja esperar. No entanto, se você possui um iPhone 3GS, iPad 1 ou iPod Touch de quarta geração – que não serão atualizados para o iOS 7 – vale mais a pena fazer o jailbreak. As instruções estão aqui. (Caso você tenha o iPad 1, clique aqui.) |
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Posted: 11 Jun 2013 06:35 AM PDT
Assim é a feira E3: junto a novos consoles, também recebemos uma nova linha de laptops da Alienware. O novo trio de máquinas possui novos chips gráficos Nvidia 700M e processadores Intel Haswell de quarta geração – apenas Core i7, é claro.
O Alienware está mais brilhante do que nunca: agora há luzes na traseira e nas bordas, e o trackpad inteiro é iluminado. Este novo visual é mais semelhante à torre X51 (que também foi atualizada). No entanto, os laptops continuam grossos e pesados como sempre: o modelo mais fino e mais leve tem 41,7 mm de espessura e pesa 2,8 kg. São três modelos:
Mas se for para desembolsar uma fortuna em um laptop para jogos, talvez seja melhor gastar no fino e elegante Razer Blade, em vez dessas opções plus-size. Mas cada um na sua. Os três modelos da Alienware estão disponíveis nos EUA para compra on-line a partir de hoje. A assessoria da Dell diz que “no momento, não há planos de trazer produtos da linha Alienware para o Brasil”. [Alienware] |
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Posted: 11 Jun 2013 05:38 AM PDT
Em fevereiro, a Sony fez um evento de duas horas sobre as novidades do PlayStation 4, mas não mostrou o novo console. Agora a Sony finalmente está pronta para revelar sua próxima geração de videogame. E, bem, ele é um losango – mas com um aspecto familiar.
“É um design elegante e visualmente impactante, onde quer que seja colocado”, disse Andy House, presidente e CEO da Sony Computer Entertainment, durante a revelação. E isto provavelmente é verdade; ou pelo menos, é justo dizer que o PS4 não é mais intrusivo do que o PS3. Mas ele ainda parece um pouco volumoso, à primeira vista, como um livro grosso que você deixaria ao lado da TV. Na verdade, ele parece ocupar mais espaço que o PS3, embora seja difícil afirmar isso com base no breve vislumbre do console que tivemos no palco. Talvez seja mais justo dizer que ele parece um Wii do mal, ou, sendo mais gentil, um monolito do filme 2001: Uma Odisseia no Espaço. Mas há muitas outras perguntas a se responder sobre o PS4, além das óbvias – como ele é, quanto ele custa – especialmente tendo em conta a polêmica em torno do Xbox One. O console da Microsoft faz tratamento diferente dos jogos usados e exige conectividade à internet (mesmo que não seja constante); portanto, a forma como o PS4 trata essas mesmas questões terá grandes repercussões na comunidade gamer. O Anti-XboxA improvável carta na manga da Sony? Ser tudo que a Microsoft não é. Isso significa que, quando você compra um jogo de PS4, ele é realmente seu para fazer o que quiser. Como a Sony alegremente destaca, isso significa que você pode:
Outro contraponto à percebida tirania da Microsoft? O PS4 não precisa se conectar à Internet a cada 24 horas – na verdade, ele pode ficar sempre offline, e o modo single-player dos jogos funciona normalmente. O Xbox One, em contraste, requer que o sistema seja conectado periodicamente à internet. Da mesma forma, a sua assinatura da PlayStation Plus será a mesma do PS3. Ah, e vale a pena mencionar que você também não precisa levar um acessório caro (ahem, Kinect) junto com o console. Você pode ver isso como um grande contraofensiva por parte da Sony, mas há uma chance de que o PlayStation teria vindo sem estas características. Talvez a empresa tenha esperado a Microsoft dar a cara a tapa e se adaptou. Os detalhes técnicosNós já sabíamos bastante sobre o que o novo console da Sony em sete anos consegue fazer: os gráficos são sublimes, os jogos iniciam “instantaneamente” do modo suspenso, os jogos são baixados em segundo plano.E nós sabemos o que tem por dentro: um processador AMD x86 de oito núcleos, um chip gráfico integrado à CPU, 8 GB de memória GDDR5 unificada (contra 512 MB do PS3), um disco rígido embutido de 500GB, leitor de Blu-ray e mais. Parece bom! Mas hoje a Sony fez muito barulho sobre os recursos de renderização facial que estarão nos jogos do futuro, mostrando o PS4 em ação. Especificamente, ela mostrou parte de uma “demonstração de 12 minutos”. Mais uma vez, parecia muito bom, mas ainda não deixamos o “vale da estranheza” – aquela sensação de desconforto ou repulsa ao ver réplicas humanas se comportando de forma muito parecida (mas não idêntica) a seres humanos reais. Também digno de nota: pelo que vimos até agora, é provavelmente seguro dizer que você irá encontrar detalhes gráficos comparáveis ao Xbox One. Portanto, esta é na verdade uma demonstração da “próxima geração”, não apenas do PS4. Outros detalhes incluem:
JogosEsta parte o nosso blog-irmão Kotaku já cobriu muito bem: teremos Final Fantasy XV, Kingdom Hearts III, NBA 2K14, Elder Scrolls e mais. Confira a lista completa – e os vídeos – no Kotaku Brasil. Os gráficos parecem ser, na maior parte, espetaculares, mas se eu dissesse que eram jogos do PS3, você iria acreditar em mim. Isso não quer dizer muita coisa: leva um tempo para os desenvolvedores aproveitarem toda a potência do hardware de um novo console. Mas se você quer um salto enorme e imediato na qualidade gráfica, você não ficaria desapontado – há avanços perceptíveis aqui, só que não deixariam você totalmente impressionado. Existem atualmente mais de 140 jogos em desenvolvimento para o PS4, incluindo 40 que incluem “experiências” exclusivas para PlayStation. Note-se, mais uma vez, que “experiências” não significa que o jogo completo será exclusivo – em alguns casos, é apenas DLC ou acesso à versão beta (como em Elder Scrolls). Se você está assistindo a livestream, não se preocupe. Eles são melhores do que isso, facilmente. Na verdade, os gráficos são definitivamente mais impressionante na pessoa do que qualquer imagem ou fluxo deles você já viu até agora. MultimídiaAgora sabemos um pouco mais sobre a estratégia de conteúdo da Sony. O Music Unlimited traz mais de 20 milhões de músicas que podem ser acessadas a partir de PS4, Android e iOS, e estará disponível também – no Brasil, ele custa a partir de R$7,90/mês. O Video Unlimited estará disponível já no lançamento do PS4, com um catálogo de 150 mil filmes e programas de TV disponíveis para alugar. Ele ainda não está disponível no Brasil. Mas os serviços de sempre, como o Netflix, estarão no novo console também. Nada disso realmente diferencia o PS4, no entanto, o que pode ser bom. A Sony posicionou o PS4 como uma console de jogos, um contraponto ao Xbox One – que quer dominar sua sala de estar. Preço e disponibilidadeO PS4 vai custar US$ 399, e estará disponível “no final deste ano”. Nos EUA, ele será US$ 100 mais barato que o Xbox One, embora valha lembrar que este já vem com o Kinect 2. (A câmera PlayStation 4 Eye será vendida separadamente por US$ 59.) No entanto, é um preço agressivo (por lá), que a Sony precisava atingir para se tornar uma alternativa atrativa ao Xbox One. Para a comunidade gamer, o PS4 por enquanto é o queridinho. Jogos usados não possuem restrições de DRM, o console em si é mais barato (pelo menos nos EUA), os gráficos parecem sublimes. A questão é: qual a opinião do público em geral, que vai comprar estes consoles? Teremos que esperar até o final do ano para ter algo próximo a uma resposta definitiva. A Sony ainda não divulgou o preço do PS4 no Brasil. O Xbox One custará R$2.199. |
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