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Posted: 29 Apr 2013 02:00 PM PDT
A Microsoft lançou hoje uma nova peça publicitária batizada de Switch (troque). Em vez de entrar na briga com seus concorrentes, a empresa deixou a competição dos fãs de Apple e Samsung correr a solta. O resultado é um casamento hilário em que qualquer semelhança com a área de comentários dos blogs de tecnologia não é apenas coincidência.
Roda o VT: Aproveitando-se dos principais argumentos contra e a favor de cada um dos lados, dá pra reconhecer os insatisfeitos com celulares de tela gigante, amantes do NFC nos Galaxies e até uma pesquisa provocadora no Siri para o termo “só sabe fazer um truque”. Daí pra frente o couro come solto e até uma tattoo da Apple aparece, talvez uma homenagem ao inesquecível Zune Guy. No fim, a pequena minoria que usa Windows Phone se pergunta se eles, ao conhecerem o Lumia 920, parariam de brigar. Então a mocinha replica: “Não sei, acho que eles curtem brigar”. Fica a dica para uma bela reflexão. Com informações: The Verge. Comercial da Microsoft põe fãs da Samsung e Apple para brigar |
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Posted: 29 Apr 2013 01:11 PM PDT
Clientes da alemã Deutsche Telekom foram surpreendidos com um novo aviso sobre a nova política de uso da internet estabelecida pela operadora. A partir de agora, todos os clientes de banda larga fixa sofrerão com o término da neutralidade de rede. Os clientes que extrapolarem uma franquia estipulada terão velocidade de acesso reduzida. São 75 GB para você usar sua conexão como quiser, mas, depois disso, a velocidade de acesso para serviços externos à rede é limitada a míseros 384 Kbps.
Essa restrição não é boa nem para os usuários, nem para empresas que sobrevivem na web. Em um mundo onde smartphones, tablets e videogames passaram a usufruir da banda larga de casa e que serviços over-the-top como Netflix, Rdio e YouTube estão cada vez mais populares, 75 GB de franquia é muito pouco. Nessas condições, o uso desses serviços será comprometido. É uma forma de forçar que os clientes utilizem apenas os oferecidos pela própria operadora, que nem sempre tem o mesmo catálogo ou a expertise de atuação no ramo para entregar a melhor experiência possível. Priorizar o tráfego interno em relação ao tráfego externo é uma ação que fere o princípio de neutralidade da rede. Como na Alemanha não existe nenhuma regulamentação específica quanto a isso para o setor de internet banda larga, não há muito o que fazer, principalmente porque a Deutsche Telekom detém mais de 60% do mercado de internet alemão. O próprio governo alemão não gostou muito da ideia e mandou uma carta para a operadora, que não necessariamente precisará modificar seu plano de ação. No Brasil, o princípio de neutralidade da rede está sendo amplamente discutido no Marco Civil da Internet, que ainda não foi votado. Conheça mais sobre o projeto e veja o que ele procura mudar em relação à privacidade, conteúdo e neutralidade da rede. Com informações: Convergência Digital Operadora acaba com neutralidade de rede na Alemanha |
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Posted: 29 Apr 2013 01:01 PM PDT
Com o protótipo desenvolvido por um grupo de pesquisa da Queen’s University, de Ontario, no Canadá, vai ser difícil convencer alguém de que o celular estava no silencioso e por isso você não atendeu: as extremidades dele dobram ao receber uma ligação. E deve ser difícil não notar um celular retorcendo dentro do bolso.
Batizado de MorePhone, ele foi desenvolvido pelo mesmo laboratório que já criou outros gadgets ultrafinos e dobráveis, o paperphone e o papertab. O smartphone é feito de e-paper e circuitos que permitem as dobras dos cantos. Ele pode dobrar as quatro ao mesmo tempo ou combinar outros movimentos, dependendo da notificação. Por exemplo, para ligações, todas dobram. Para mensagens, só uma. Para email, duas. E tudo isso pode ser configurado, claro. O professor responsável pela pesquisa, Roel Vertegaal, acredita que, daqui a dez anos, essa será a tecnologia que tornará os smartphones de hoje obsoletos. Vale lembrar que, na CES desse ano, já foram apresentadas algumas telas dobráveis – a LG com sua TV OLED curvada e a Samsung com o display flexível. No vídeo abaixo, dá para ver o MorePhone em ação: Deve ser estranho atender um pedaço de papel. Smartphone de “papel” dobra ao receber ligações |
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Posted: 29 Apr 2013 12:30 PM PDT
Antecipando sua apresentação de amanhã na CHI 2013, conferência sobre interação homem-máquina que será realizada em Paris, a Microsoft disponibilizou um vídeo de 5 minutos com a conhecida tecnologia de realidade virtual IllumiRoom. O vídeo é um deleite para os olhos, em todos os sentidos.
Imersão em jogos não é uma busca recente. A Nintendo já perdeu toneladas de dinheiro com o Virtual Boy, a Sony tentou implantar óculos 3D para os jogos do PlayStation 3, sem muito sucesso, e o Oculus Rift tem estrelado em todo noticiario de tecnologia, porém esbarra em duas sérias limitações comuns a este tipo de gadget: isolamento total do ambiente e, bem, você fica parecendo um alien com aquele trambolho na cabeça. Com o IllumiRoom a solução é bem mais elegante. Através de um dispositivo que combina um projetor e um scanner 3D bem parecido com os sensores do Kinect e que pode ser colocado na mesa de centro da sala, o Illumiroom projeta para além da tela da TV imagens que harmonizam com o jogo. Não se trata apenas de projeção, mas de uma varredura completa do ambiente e interação gráfica com os elementos nele presentes (estante, quadros, decoração). É como se sua sala de estar se tornasse a visão periférica do que você está vendo na tela da TV. De bônus, qualquer pessoa pode participar da experiência visual, sem precisar de nenhum acessório. Por enquanto, IllumiRoom continua sendo tratado como conceito para “um console de próxima geração”, nas palavras da Microsoft, mas especula-se que será lançado com o sucessor do Xbox 360, que será revelado oficialmente no dia 21 de maio. Com informações: VG247. Microsoft demonstra IllumiRoom em imperdível vídeo de 5 minutos |
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Posted: 29 Apr 2013 11:47 AM PDT
Quando um novo smartphone topo de linha é lançado, espere por duas pautas nos sites de tecnologia: uma delas mostrará o interior do aparelho, com todas as peças expostas, e a outra vai comparar a resistência do celular com um concorrente. Dessa vez, o alvo é o Galaxy S4: várias pessoas já filmaram vídeos para verificar se o lançamento da Samsung é um aparelho indicado para desastrados.
A SquareTrade, uma empresa que vende garantia estendida para eletrônicos, comparou o Galaxy S4 com o Galaxy S III e o iPhone 5. Eles simularam uma queda, arrastaram os aparelhos por uma mesa e ensinaram eles a nadar: O iPhone, que era muito criticado por sua baixa resistência em gerações anteriores, foi quem se deu melhor, recebendo nota 5 – quanto maior a nota, maior o risco de quebra. O Galaxy S III foi pior, com nota 6,5, mas quem decepcionou foi o Galaxy S4, com nota 7. Embora o Galaxy S4 se saia bem em relação ao seu antecessor quando alguém resolver jogar você na piscina, ele é menos resistente a quedas que o iPhone 5. O site GizmoSlip também comparou o Galaxy S4 com o iPhone 5 e o Galaxy S III. A tela do Galaxy S III foi a única que não resistiu ao primeiro teste de queda. A tela do Galaxy S4, com a nova proteção Gorilla Glass 3, ficou com vários pequenos trincos quando caiu de quina. O vídeo mostra que a terceira geração do Gorilla Glass ainda não é resistente a impactos – tenha cuidado para não deixar seu smartphone novinho cair no chão, portanto. No teste do TechSmartt, a tela do Galaxy S4 ficou bem mais trincada que a do iPhone 5 após sofrer algumas quedas. A câmera do aparelho da Samsung quebrou, e o aparelho parou de funcionar. O iPhone 5, entretanto, resistiu bravamente mesmo após ser atropelado por um carro em baixa velocidade – ainda que com vários arranhões. E não, o Galaxy S4 não serve como um colete à prova de balas. Com informações: Mashable, Neowin, ZDNet. Galaxy S4 ou iPhone 5: qual é o mais resistente? |
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Posted: 29 Apr 2013 08:26 AM PDT
A Samsung acaba de anunciar seu novo tablet de 7 polegadas, o Galaxy Tab 3.
No design, nada de novo: o Galaxy Tab 3 lembra um Galaxy S III de Itu, com um botão físico frontal e os dois outros botões táteis. Na lateral direita, há botões de volume e tela. As dimensões (111,1 x 188,0 x 9,9 mm) o tornam, a título de comparação, mais fino, mais estreito e menor que o Nexus 7, que já é um tablet pequeno. Realmente, há um excelente aproveitamento de espaço neste aí. O peso é de 302 g para o modelo com Wi-Fi e 306 g para o modelo com 3G. Por baixo do capô, processador dual-core de 1,2 GHz, tela de 7 polegadas com resolução WSVGA (1024×600 pixels) e densidade de 169 pixels por polegada. Neste caso, o Nexus 7 vence a briga com seus 216 ppi. O Tab 3 vem com duas câmeras: uma frontal de 1,3 megapixels e uma traseira de 3 megapixels para o pessoal que curte levar tablet para show. O robô verde que vem a bordo é o Jelly Bean (4.1) e há opção entre 8 GB e 16 GB de armazenamento, com slot microSD para até 64 GB adicionais. A bateria é de Li-ion de 4.000 mAh, o que, acredito, deva garantir mais de 8 horas de uso. O lançamento “global” do Galaxy Tab 3 está previsto para início de maio na versão com Wi-Fi e junho para a versão com 3G. Entramos em contato com a assessoria de imprensa da Samsung e, até o momento, não há nenhuma informação da data de lançamento no Brasil. Um novo dia, um novo Galaxy: Samsung apresenta o Tab 3 |
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Posted: 29 Apr 2013 07:36 AM PDT
O Google liberou hoje uma atualização para seu principal aplicativo para iOS, o aplicativo de busca. A principal novidade é algo que usuários do Android já conhecem há quase um ano: o Google Now. Após alguns meses de rumores e especulações, o assistente do Google chega hoje aos usuários da plataforma móvel da Apple, embora tenha algumas limitações.
Para quem não lembra ou não tinha um Android compatível, o Google Now é o assistente inteligente do Google. Ele exibe cartões com informações que podem ser relevantes aos usuários, de acordo com seus hábitos. No iOS, o Google Now tem suporte a itens como: temperatura, rotas, placares de jogos, Gmail e outros itens. A descrição do aplicativo diz ainda que com o passar dos dias a do uso, as previsões ficarão melhores e as informações nos cartões mais relevantes. Diferente do Android, a atualização dos cartões do Google Now não é automática. É preciso abrir o aplicativo para que eles sejam atualizados. Também não há suporte para eventos, resumo de atividades ou tickets como há no sistema do Google. O suporte a certos idiomas também não está completo: no Android, usuários podem fazer certas perguntas em português brasileiro que o aplicativo do Google vai mostrar a resposta. No iOS, apenas em inglês isso é possível. O aplicativo é gratuito, já está disponível na loja da Apple e tem suporte tanto ao iPhone 5 quanto ao iPad. Google atualiza aplicativo para iOS com Google Now |
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Posted: 29 Apr 2013 06:43 AM PDT
Esses dias, estava pensando sobre o cenário dos games atualmente. Como os jogos de grandes empresas com orçamento milionário vêm tendo que dividir seu espaço com games menores, de produtoras independentes, e como isso tem mudado (e vai mudar ainda mais) o mercado. Os jogos AAA chegaram a um ponto em que vender alguns milhões de cópias não é o suficiente para cobrir os gastos, enquanto os de baixo orçamento focam na diversão para ganhar fãs. E ganham. Não é mais tão importante ter um jogo com gráficos ultrarrealistas, duração enorme ou uma história elaborada; é importante que ele seja divertido.
Talvez Surgeon Simulator 2013 marque uma virada na indústria dos games, já que tem recebido muita atenção da mídia especializada desde antes de ficar pronto, o que é relativamente incomum para jogos independentes. Seu lançamento foi aguardado, anunciado e celebrado internet afora. Os reviews chegaram com notas altas e cheios de elogios: o GameSpot, que deu nota 9 para Bioshock Infinite e 7,5 para Gears of War: Judgment, coroou Surgeon Simulator 2013 com 8. Todo mundo quer gravar um vídeo mostrando como mandou mal durante uma operação. De fato, o jogo está coberto de hype. Mas, mesmo que não estivesse, valeria os 17 reais de investimento. Para defini-lo em uma palavra, fico dividida entre “ridículo” e “maravilhoso”, porque ele é os dois. É completamente nonsense, despretensioso e só quer tirar umas risadas de você. Para isso, ele é ridículo. E, por isso, é maravilhoso. Apesar de ter simulador no nome, ele se encaixa bem melhor na categoria zuera. O protótipo foi criado em apenas 48 horas, durante a Global Game Jam, e fez o maior sucesso na internet. Então, seus quatro criadores decidiram ver o que dava para fazer em 48 dias. Em Surgeon Simulator 2013, você é um cirurgião que deve fazer alguns transplantes. São três no total: um de coração, outro de rins e o último, de cérebro. Pois é. O game tem um quê de antigo, como se fosse aquele CD obscuro que seu primo tinha de um jogo que ninguém conhecia nos primórdios PlayStation 2. A trilha sonora é uma música eletrônica que estaria facilmente na abertura de um seriado dos anos 90. Os gráficos são bem simples, lembram o começo do 3D, com algum refinamento para não ter pontas quadradas. E por último, a jogabilidade é teoricamente simples. “Teoricamente” porque os controles são muito difíceis de dominar, a ponto dos próprios criadores não jogarem “direito”. Cada um dos dedos é uma tecla (A, W, E, R e espaço – coloque os dedos em cima delas no seu teclado para ver qual é qual). O mouse é responsável pelo braço e pelo pulso: o botão esquerdo abaixa a mão e o direito, ao ficar pressionado e movimentar o mouse para os lados, rotaciona e mexe o pulso para cima e para baixo. Sua mão virtual não tem nenhuma destreza para ir atrás dos objetos ou pegá-los; cabe a você fazer absolutamente todos os movimentos. A sensação é de estar controlando uma marionete e é impossível não dar risada com sua própria falta de habilidade. Aproveitando o screenshot, alguns achievements do jogo são obtidos ao brincar com os movimentos da mão. Esse aí de cima é o Surgery Horns, mas há outros. Sim, inclusive para aquele dedo. Os achievements, aliás, dão uma boa ideia do que é possível fazer no game e do que ele espera que você faça, como terminar uma cirurgia após ser dopado e eletrocutado, perder todos os órgãos pela porta da ambulância, enrolar os intestinos do paciente no pescoço dele como um cachecol e vários outros. O procedimento padrão é quebrar os ossos que estiverem no caminho, remover os órgãos e fazer a troca pelos novos. Há ferramentas suficientes para isso, como martelo, serra e uma serrinha elétrica rotativa (isso não é tão absurdo; na vida real, são utilizados aparelhos desse tipo). O que atrapalha é a falta de controle que você tem sobre os movimentos da mão e, consequentemente, sobre as ferramentas: ao relar nelas, se afastam lentamente, como se a gravidade não funcionasse direito. Não é difícil jogá-las longe sem querer e ter que improvisar com, digamos, uma caneca. Depois de, com muito esforço, conseguir pegar uma serra de ponta-cabeça com o dedo anelar e o polegar, é preciso utilizá-la no paciente. Até dá para tentar serrar, mas é muito mais fácil na porrada (e acho que é só assim que dá certo). Eventualmente, os caquinhos de ossos deixam expostos os órgãos e é preciso cortá-los de seus nervos ou seja lá o que os prende no lugar com um bisturi ou o laser – que, ao ser largado pelo jogador, causa uma das gargalhadas mais incontroláveis e espontâneas do jogo. No fim, todos os órgãos são removidos e, no lugar, é colocado o novo. Tcharam, cirurgia completada com sucesso! O jogo dá uma nota para sua cirurgia de acordo com o tempo que você demora e o tanto de sangue que seu paciente perde. Se perder todo o sangue, claro, ele morre e é game over. Aliás, uma dica preciosa que ninguém te dá: a seringa de líquido verde controla a hemorragia dele. Mas causa efeitos colaterais no cirurgião se for usada indevidamente. Assim como os tipos de operação, os ambientes mudam. Há a sala de cirurgia, uma ambulância em movimento e até uma estação espacial com gravidade zero. Mas, de modo geral, o jogo é bem curto. Depois de um tempo, fica repetitivo refazer as mesmas cirurgias. Esse é, provavelmente, o único defeito. Como deve estar parecendo, é uma galhofa do começo ao fim. E é aí que fica o encanto de Surgeon Simulator 2013: ele foi feito só para divertir. Não é o jogo que vai mudar sua vida; no entanto, talvez marque o começo de grandes mudanças na indústria dos games. Mas esse é assunto para outro post. Surgeon Simulator é o dinheiro mais bem gasto em games de 2013 |
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Posted: 29 Apr 2013 05:42 AM PDT
Na semana passada a Netflix anunciou seus resultados fiscais, mostrando que tem crescido bastante nos mercados internacionais fora da nave-mãe nos EUA. A empresa aproveitou também para anunciar um novo plano de streaming, com capacidade para até 4 aparelhos ao mesmo tempo. Originalmente, esse plano estaria restrito para os EUA e Reino Unido, mas ao que tudo indica ele vai chegar ao Brasil em breve.
Atualmente, assinantes brasileiros do serviço podem fazer streaming em até dois dispositivos ao mesmo tempo. Isso quer dizer que, com uma conta só, é possível assistir vídeos diferentes em um iPad e Android simultaneamente, por exemplo. Mas se a mesma conta tentar ativar o streaming para um terceiro aparelho, não vai conseguir. Com o novo plano, o limite é aumentado para quatro aparelhos ao mesmo tempo. Segundo a assessoria de imprensa do Netflix, o mesmo plano estará disponível no Brasil por R$ 25,90 ao mês – embora não tenha data para ser lançado no país ainda. Nos EUA, o plano vai custar US$ 11,90 quando for lançado e no Brasil o preço de R$ 25,90 parece encaixar bem com a conversão do dólar atual. Mas fico curioso com um aspecto específico do novo plano: como será feito o controle dos quatro acessos à conta. Isso, a empresa ainda não diz. Compartilhamento de contas recebe benção?Em um país que está acostumado a piratear todo o tipo de conteúdo, é natural que dois usuários pensem em assinar o plano básico com o objetivo de compartilhar a conta. Então um plano que permite o compartilhamento entre até 4 usuários é praticamente abençoar essa atitude, certo?Reed Hastings, CEO da Netflix, diz que não. Ele espera que menos de 1% da base de assinantes americanos do Netflix realmente faça isso. E é claro que, como CEO da empresa, ele precise afirmar isso publicamente para não espantar os acionistas e estúdios de Hollywood que têm conteúdo dentro do serviço. Mas 1%, a meu ver, é um número pouco realista. Por enquanto, os termos de serviço da Netflix não refletem o novo plano. Eles dizem que um usuário dono de uma conta pode compartilhar a senha com outros membros da família, com o objetivo de facilitar o acesso à biblioteca de vídeos do serviço – desde que o dono da conta se certifique de que todos os membros façam uso legítimo dela. E os termos também dizem que “A Netflix se reserva no direito de colocar uma conta em espera” com ou sem aviso, para se proteger no caso de atividades fraudulentas. Como é feita a detecção de atividades fraudulentas e como o serviço vai fazer para evitar falsos positivos é algo a ser discutido. O mais provável é que, perto do lançamento do novo plano de streaming, os termos sejam atualizados e passem a dizer, com todas as letras, o que um usuário pode ou não fazer com sua conta. Com informações: PortalTech. Plano familiar da Netflix vai custar R$ 25,90 no Brasil |
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