Gizmodo Brasil: Controlar um computador usando movimentos fica mais incrível quando feito por cirurgiões


Posted: 03 May 2013 03:18 PM PDT
O controle por movimentos com alta fidelidade é incrível, mas para muitos de nós não é algo absolutamente essencial. Para cirurgiões, no entanto, uma interface controlada por movimentos poderia ser extremamente útil.
Usando o incrível Leap Motion, a Scopis Medical desenvolveu um sistema de navegação cirúrgica que não exige o contato das mãos, feito para uso nas salas de cirurgia do futuro.
O sistema tem um modo padrão que emula um mouse, para apontar e clicar, bem como um sistema de gestos 3D para manipulação de imagens, como tomografia computadorizada e ressonância magnética. É algo semelhante ao sistema baseado em Kinect usado em um hospital de Londrina (PR).
Se há algum lugar onde uma interface de Minority Report: A Nova Lei faz sentido, é em casos como este, onde o usuário realmente não deve tocar em nada com suas mãos imundas (mas que salvam vidas). Quem sabe usemos algo assim para não tocar em nada com as mãos sujas de Cheetos. Ah, o futuro. [YouTube via Scopis]
Posted: 03 May 2013 02:02 PM PDT
Obedecendo o prazo estabelecido pela Anatel, as quatro maiores operadoras brasileiras de celular anunciaram, até o final de abril, seus planos 4G. Com promessa de velocidade até 10 vezes maior, agora começa o primeiro estágio do 4G no Brasil.
Mas onde o serviço está disponível? Como adquiri-lo? E quanto ele custa no modem, no tablet ou no computador? Respondemos essas dúvidas abaixo.

O que o 4G oferece?

Basicamente, velocidades maiores que o 3G. Todas as operadoras garantem, no contrato, velocidades de 5Mbps, contra até 1Mbps na maioria dos planos 3G.
Isto facilita o acesso a arquivos na nuvem e a streaming de vídeos, além de permitir videochamadas ou upload de vídeo com mais velocidade, e deve eliminar qualquer espera na hora de consultar email, ver páginas da web e outras tarefas onde mesmo o 3G não funciona de forma ideal.
E, enquanto a nova tecnologia está sendo implementada, algumas operadoras oferecem velocidades maiores:
  • a Oi diz que “oferece taxa de transmissão entre 5Mbps e 12 Mbps”;
  • a Vivo afirma que seus planos “não têm velocidade limitada a 5Mbps”, e o valor “encontra-se no contrato como velocidade de referência”;
  • e a Claro diz que “a velocidade mínima do 4GMax é de 5Mbps” e pode ser maior que isto, “dependendo da demanda de utilização e da região com a cobertura”; em testes da Folha em São Paulo, a taxa de download chegou a 13 Mbps fora de condições de teste.
Estamos com aparelhos 4G e teremos nossos testes em breve.

Onde o 4G está disponível?

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Por ordens da Anatel, todas as seis cidades-sede da Copa das Confederações dispõem de serviço 4G nas quatro operadoras. Claro e Vivo, no entanto, decidiram oferecer o 4G em mais cidades; você confere a lista completa abaixo.
- Claro: Belo Horizonte, Brasília, Búzios, Campos do Jordão, Curitiba, Fortaleza, Parati, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo, Porto Alegre
- Vivo: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo; região do ABC (Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul) até o final de maio
- TIM: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador
- Oi: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador
Se você não está em alguma destas cidades, terá que esperar um pouco. Segundo a Anatel, as sedes e subsedes da Copa do Mundo – Cuiabá, Curitiba, Manaus, Natal, Porto Alegre e São Paulo – deverão ter 4G até o final deste ano nas quatro operadoras.
Mas, por enquanto, a rede 4G ainda não cobre as cidades como um todo: só algumas áreas dispõem do serviço. Se você mora em uma das cidades na lista acima, visite os sites a seguir para saber qual a área de cobertura do 4G: Vivo | Claro | Oi | TIM

Quais aparelhos funcionam com o 4G?

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Para usar o 4G, você precisa de um smartphone ou modem compatível com a tecnologia. Além dos modems 4G vendidos por operadoras – como o Huawei E3276 – estes são os aparelhos compatíveis à venda no mercado, com preço sugerido:
  • Motorola Razr HD (R$1.699)
  • Samsung Galaxy S4 (R$2.499, em breve)
  • Samsung Galaxy SIII LTE (R$1.999)
  • Samsung Galaxy Express (R$1.349)
  • LG Optimus G (R$1.999)
  • LG Optimus F5 (R$1.199, em breve)
  • Sony Xperia ZQ (R$1.999)
  • Nokia Lumia 920 (R$1.999)
  • Nokia Lumia 820 (R$1.459)
  • BlackBerry Z10 (R$2.699, em breve)
Dependendo da operadora e do plano, o preço pode ser bem menor com descontos no pós-pago.
Alguns tablets também são compatíveis, como o Samsung Galaxy Note 10.1 4G (R$2.199).
E quanto a aparelhos importados? Provavelmente eles não funcionarão no 4G brasileiro, que usa a banda LTE 7. Os EUA usam outras bandas (4, 13, 25), enquanto países da Europa se concentram nas bandas 3 e 20. Alguns países europeus também usam o LTE 7, mas é importante verificar se o aparelho é compatível com a frequência de 2.600MHz que usamos.
Vale lembrar que nenhum iPhone ou iPad é compatível com o 4G brasileiro.

Planos e preços

Por enquanto, as operadoras concentram suas ofertas de 4G em planos pós-pagos. Para modems/tablets, temos os seguintes:
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Todas as operadoras oferecem velocidade contratual de 5 Mbps, mas como dissemos, a conexão pode ser mais rápida a critério da operadora. Mas se você consumir a franquia, a velocidade despenca para níveis de 2G.
Para utilizar a rede 4G, você precisa de um modem compatível. Se você estiver fora da área de cobertura 4G, vai utilizar a rede 3G ou EDGE disponível.
Os planos para smartphones variam um pouco. Na TIM, Claro e Oi, você pode contratar pacotes associados a qualquer plano de voz. Abaixo seguem os preços da internet no celular (voz/mensagens/roaming à parte):
planos-4g-smart-pacotes
Na Vivo, no entanto, o pacote de dados está associado a planos de voz específicos, e seus preços variam de um estado para outro:
planos-4g-smart
Da mesma forma, você precisa de um dos smartphones 4G citados acima, e precisa estar na área de cobertura para usar a rede – senão você ficará no 3G ou EDGE.
A TIM diz que vai oferecer o 4G também para clientes pré-pagos, nos planos Infinity Web e Infinity Web Modem; no entanto, a velocidade de acesso estará limitada a 1Mbps.

Como contratar?

Se você já tem um plano de dados e mora em cidade com cobertura 4G, entre em contato com sua operadora para fazer o “upgrade”. Por exemplo, clientes da Claro com pacote de dados a partir de 2GB no celular (ou 5GB no modem) podem apenas ligar para a operadora e perguntar como ativar o 4G. Quem é cliente TIM pode ir em uma loja da operadora e pedir o chip 4G; ele custa R$10.
Se você não tem pacote de dados em nenhuma operadora, basta entrar em contato via telefone ou ir a uma das lojas.

Vale a pena?

Por enquanto, o 4G procura atender um tipo específico de cliente: aqueles que procuram planos com franquia maior. Se você se encaixa no perfil – e já tem um aparelho compatível – então adquira um plano 4G. Você não vai pagar nada a mais; e dependendo da operadora, o plano 4G será a única opção.
Isto supõe que você está disposto a pagar mais por mês. A exceção, no caso, é a TIM: como todos os planos de dados viraram 4G, você pode pagar a partir de R$21,90 (com franquia de apenas 300MB) para utilizar a nova rede.
Mas se você procura as velocidades do 4G e não quer pagar caro (e prefere não entrar na TIM), o jeito é esperar até que o 4G chegue a mais opções de planos, e a preços menores. Se você não está na área de cobertura do 4G, é claro, você também terá que esperar.

Vamos atualizar este post à medida que surgem novos planos, cidades e aparelhos com 4G. Enquanto isso, se você já é usuário, compartilhe abaixo seus testes de velocidade no SpeedTest.
Posted: 03 May 2013 10:49 AM PDT
Em janeiro o Facebook convocou a imprensa para apresentar a sua então última novidade: a Busca Social. Mark Zuckerberg prometia revolucionar um ponto que, desde a concepção do Facebook, sempre foi deixado em segundo plano pela empresa. Semana passada tivemos acesso ao recurso e pudemos experimentar e dar um veredito. É tudo isso mesmo?
Um dos grandes problemas do Facebook é a efemeridade do conteúdo publicado ali. É muito difícil encontrar um atualização publicada há dois meses ou mais. O conteúdo é soterrado por novidades e, nessa, redescobrir alguma coisa torna-se uma tarefa muito, muito difícil. A busca, que seria o atalho mais simples para tudo o que já foi publicado no Facebook, nunca cumpriu seu papel. Ela funciona bem para encontrar pessoas, graças às relações que você já tem lá e alguns filtros básicos — e, nessa, o Facebook mostra que só é bom mesmo em conectar gente. Para outros fins? Um desastre.
Não conte com ela enquanto não tiver a Busca Social. A Busca Social é incrível. E ainda assim não resolve esse problema de garimpo de informações. Não é para isso, não é como a busca de um blog, ou como o Google. A Busca Social se destina a vasculhar as conexões existentes dentro da rede com uma profundidade sem igual na indústria. Não é pouca coisa: estamos falando de um trilhão de conexões realizadas por um bilhão de pessoas. Números superlativos. Pela primeira vez esse poder chega às mãos dos usuários comuns e é, além de algo extremamente poderoso, bastante divertido.

Como é a Busca Social?

Quando seu perfil recebe a Busca Social, um pequeno tutorial é exibido no primeiro acesso. Ele desnecessariamente mostra o cabeçalho modificado e, com alguns balões, explica o que você pode fazer ali.
Sugestões de busca do Facebook.
O cabeçalho muda radicalmente. O nome “Facebook” transforma-se no ícone, aquele característico quadradinho com o um “F” dentro. Ao lado dele, o campo de busca diz “Escreva para pesquisar por pessoas, lugares e coisas”. A marca está consolidada, logo não é preciso informar didaticamente que você está no Facebook. As pequisas geram mais sinais para que o Facebook refine os relacionamentos que existem ali dentro. Faz sentido inverter as prioridades e ressaltar o campo de busca naquele espaço.
As notificações vão para o outro lado; no início, é difícil de se acostumar com isso. Anos condicionado a levar o mouse para o lado esquerdo da tela precisam ser esquecidos; o novo local para saber quem adicionou você, para ler mensagens e para saber das últimas agora fica do outro lado, na direita. Clicando no campo de busca, o “F” vira uma lupa e um menu se expande para baixo. Com ícones coloridos e sentenças básicas oferecidas como exemplos, ou pontos de partida, ele já dá uma boa ideia do que pode ser feito com aquilo ali.
A pesquisa é flexível e natural. Há diversos parâmetros disponíveis e eles podem ser combinados para gerar resultados mais precisos. Dá para pesquisar por pessoas, amigos, amigos de amigos; por resultados em fotos, curtidas e check-ins; filtrá-los por data ou locais. Uma infinidade de combinações que mostram uma parte do quanto o Facebook sabe de nós.
Galera do Giz de São Paulo.
As relações e intersecções entre duas ou mais pessoas também são bem apetitosas. Sua alma gêmea pode estar ali e, se você é desses que refuta a ideia de que os opostos se atraem, pesquisas como “filmes/músicas/livros/lugares que fulana e eu curtimos” funcionam perfeitamente. Verificar o (mau) gosto da pretendente com “amigas solteiras que gostam de Crepúsculo” também pode ser uma boa. Jackson Gariety usou a Busca Social e um pouco de programação para filtrar mulheres que estudaram na mesma escola que ele e que tinham potencial para algo mais. E funcionou. “As informações que colhi sem o uso de uma API são só a ponta do iceberg”.
Um aspecto que curti muito da Busca Social é o poder de lidar com fotos. É fácil filtrar fotos onde apareçam algumas pessoas e tiradas em datas e/ou locais específicos. Com a ajuda do atributo temporal (“antes de 2012″, “em abril de 2011″), a pesquisa proporciona pequenas viagens no tempo, traz de volta fotos que você nem se lembrava de ter visto e outras que, devido à curadoria automática que o Facebook faz no seu feed de notícias, não tinha visto mesmo. Pena que as fotos de memes e flyers de festas com “pessoas” marcadas poluam essa área tão bacana. Se você marca pessoas em fotos onde essas pessoas não estão, apenas pare. É sério.
Fotos na Busca Social.
Tudo isso surge na sua frente de forma quase espontânea — e com uma velocidade assombrosa. Não é preciso aprender uma sintaxe para extrair todo o poder da Busca Social, você escreve naturalmente e a caixa de busca “ajusta” o termo na primeira linha de sugestões — que é promovida automaticamente ao campo principal com um simples Tab seguido do Enter.
Não é raro pular de busca em busca usando pequenas variações, umas vindas da sua imaginação, outras sugeridas pelo próprio Facebook. Na lista da caixa de busca, no final da página de resultados, em vários locais mais e  mais sugestões aparecem. Do lado direito, um formulário com vários parâmetros para refinar ou estender os resultados.
É tudo muito fácil e intuitivo. Interessante demais. E é, também, meio assustador. Porque tudo que antes ficava relegado à coluna lateral do seu perfil ou, se muito, era só mais uma entre tantas atualizações efêmeras que povoam o feed de notícias de alguns dos seus contatos, agora fica escancarado, para sempre. “Amigos que estudaram no completo” e “amigos homens casados que se interessam por homens” retornaram resultados que, claramente, foram frutos do preenchimento ingênuo ou acidental de campos do perfil. Por essas e outras ninguém vai te recriminar se você quiser blindar sua conta contra a Busca Social, ou mesmo sair do Facebook. Por outro lado, quanto mais gente entrar na brincadeira, mais bacana é a experiência. Só não se esqueça de dar uma revisada no seu perfil antes que esse negócio esteja disponível para qualquer um.

Boa, mas ainda há o que melhorar

O poder da Busca Social depende do quão ativo o usuário é ali dentro, ou do quão seus contatos são. Boa parte da graça está no que as pessoas curtem: bandas, filmes, séries, sites, marcas; todas as consultas que evocam um verbo (“curte”, “ouve”, “joga”, “lê”) dependem de curtidas. Check-ins também são bem importantes. Fecha o círculo as relações entre elas — amizades, namoros, casamentos.
Nada de queries negativas por enquanto.
Apesar de já estar usável e de trazer resultados para praticamente todas as consultas, a Busca Social ainda está em formação e tende a melhorar com o uso. Ela não entende negativas, logo, pesquisas como “amigos que gostam de samba mas não de pagode” dão erro. Quando se coloca no termo condições de relacionamentos (“amigas solteiras que curtem o Gizmodo Brasil”), o site avisa, no final, que pesquisas baseadas nisso ainda estão em fase de construção. “Você talvez veja mais resultados aqui no futuro”, alerta.
Não sei precisar o impacto que a Busca Social pode ter em mecanismos de pesquisa mais convencionais, como o Google. O Facebook se apresenta como algo mais pessoal, calcado nos seus amigos e no que eles fazem. Para isso, é legal descobrir restaurantes que quem conhecemos gostam, ou os filmes e jogos e músicas que eles endossam. Essa é uma parcela do que um site de busca completo é capaz de fazer. Uma parcela importante, porém — tanto que, para ter algo nesse nível, o Google inventou o Google+.
A Busca Social do Facebook continua sendo distribuída a conta-gotas e mexe com o uso do site. Mata curiosidades, permite refinar seus contatos a níveis que, até então, somente programadores com acesso à API tinham acesso. Entre redesigns e novos apps para smartphones, a Busca Social parece ser a novidade mais significativa do Facebook em anos. Ela atinge o raro equilíbrio entre poder e facilidade, além de ser útil. Muita gente vai reclamar, mas é como dizem por aí: se está na chuva, é para se molhar.
Posted: 03 May 2013 09:32 AM PDT
Podemos começar dizendo que o novo Acer Aspire R7 é uma loucura, e que isso é ótimo? Porque é, e é ótimo que a Acer esteja fazendo essa coisa estranha que não faz sentido, apenas para ver se funciona.
A primeira coisa que você vai notar no R7 é uma das coisas mais importantes sobre ele: a dobradiça que lembra um cavalete. Ela é muito boa para algumas coisas, mas não tão boa em outras. O problema é que ela tem mais a fazer do que uma dobradiça típica. Ela não apenas abre e fecha como em um laptop comum, mas também pode ser ajustada para frente e para trás como em um cavalete. Posicionar a tela na parte de cima da dobradiça parece perfeito. Incliná-la e virá-la para o outro lado (uma novidade que você realmente pode usar) exige uma certa quantidade de força. Mas enquanto você vai apreciar a parte de baixo/de trás dela por ser tão rígida enquanto você usa o R7 como um monitor touchscreen – não há oscilação nenhuma – ela faz abrir e fechar a tampa, assim como ajustar para frente ou para trás, ser bastante inconveniente. Parece um pequeno detalhe, e muitas pessoas não se importariam com um processo de ajuste com duas mãos, mas é algo que você fará com frequência, considerando a posição do trackpad.
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Sobre isso, não sei se faz muito sentido do ponto de vista ergonômico. A unidade que usei foi colocada em uma caixa mais ou menos na altura de uma mesa, e eu não tive a chance de sentar com ele no meu colo. Mas tenho a sensação de que o método de uso preferencial vai ser com a tela cobrindo o trackpad. É assim que você vai ver os benefícios do design, mas é questionável, já que o posicionamento padrão permitiria que suas mãos ficassem próximas à tela, mas ainda teriam acesso ao trackpad. E no colo, onde o pulso pode descansar e também funcionar como mecanismo de estabilização, isso faz ainda menos sentido. Existe um tipo de usuário que vai amar isso, no entanto.
A coisa mais decepcionante em relação ao R7 é que, apesar do nome, ele parece um grande passo para trás em relação ao S7 em qualidade de construção. Com certeza ele é resistente, mas seu teclado desconfortável e de plástico é um passo para trás em relação ao S7 que sempre pareceu premium. A tela de 15 polegadas 1080p é bem bonita, mas grande demais para ser meio estúpida quando usada em modo tablet. Não é muito pesado, para um dispositivo de 15 polegadas, mas também não é muito leve.
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O R7 é claramente voltado para pessoas que vão usá-lo em uma mesa durante o dia inteiro, e que vão ter algum motivo para usar touch no lugar de outros métodos. Ele não faz muito sentido para outras pessoas. Por enquanto, esse primeiro grupo é pequeno demais para ser notado em grande escala. Pode ser diferente no futuro, mas, por enquanto, ele realmente não é para qualquer um.
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Posted: 03 May 2013 08:40 AM PDT
Vida eterna ou até mesmo longa demais é uma coisa idiota de se desejar. Você não quer ficar velho e ainda ter que viver mais 50 anos cheio de rugas e remédios. Mas e juventude prolongada? Corpo jovem? Mais tempo sendo jovem e belo? Sim. E a chave para isso pode estar dentro do seu cérebro.
Cientistas encontraram pela primeira vez uma região do cérebro – um caminho de sinalizações no hipotálamo – que pode diminuir ou aumentar a velocidade do envelhecimento em camundongos. A vida e o vigor da juventude deles foram aumentadas em cerca de 20% com uma combinação de bloquear um complexo de proteína com um nome bem longo (fator nuclear kappa B, ou “magia maligna”) e injetar no cérebro um hormônio (“magia boa”, ou hormônio liberador de gonadotrofina [GnRH]) que é bloqueado pela proteína.
Resumindo? Cutuque o cérebro e continue jovem como Aragorn ou Halle Berry.
O hipotálamo controla funções como crescimento, reprodução e metabolismo, então não é nada surpreendente pensar que ele também regule o envelhecimento. Não é confirmado que essa função também esteja em cérebros humanos, mas se estiver, os resultados podem ser fantásticos. Injetar GnRH, por exemplo, não apenas retarda o envelhecimento físico, mas também o declínio cognitivo, ao encorajar a regeneração de neurônios. Isso seria ótimo para condições degenerativas como Alzheimer e até para lesões no cérebro causadas por esportes.
Ainda não se sabe como o envelhecimento funciona cientificamente  Pode ser um monte de mudanças individuais no corpo, mas também pode ser um gatilho que faz o resto do seu corpo ficar velho, segundo a Livescience. Então esse pode ser apenas um pedaço de um cosmos muito maior da ciência anti-envelhecimento. Para este fim, pesquisadores da Johns Hopkins estão trabalhando em uma solução Benjamin Button que pode reverter as células para o estado em que estavam no dia que você nasceu. Mas considerando estes resultados, eles podem ter um caminho bem longo a percorrer.
Naturalmente, existem muitos fatores que mantém humanos jovens e belos diferentes do que é visto em camundongos. Rugas e a pele, por exemplo. O colágeno e elastina na pele podem quebrar com o tempo, e é possível que não tenha relação alguma com o cérebro. Da mesma forma, pontos no fígado em idosos são causados pelo acúmulo de melanina ao longo do tempo. Então mesmo que você consiga desenvolver a juventude eterna, você precisará ficar longe do sol para preservar a sua pele.  [Livescience]
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A região do hipotálamo no cérebro
Posted: 03 May 2013 08:06 AM PDT
No estudo dos desastres naturais — sejam eles tornados, furacões, nevascas ou idas ao shopping em véspera de Natal —, a magnitude de um evento é vital para compreender sua duração e frequência. Furacões e tornados são medidos em classes, enquanto nevascas são demarcadas em classes de Killstorm. Terremotos, por outro lado, são medidos pela quantidade de energia que liberam — um sistema mais conhecido como escala Richter.

Como funciona

Conhecida oficialmente como escala de magnitude local, a escala Richter é usada para medir a força de um tremor e expressá-la em um número que indique sua magnitude relativa. O sistema opera em escala logarítmica de base 10, medindo a amplitude das ondas sísmicas gravadas num sismógrafo. Sismógrafos básicos, ou sismômetros, usam uma massa inercial amortecida, que fica estática no lugar em relação ao resto do instrumento (pense num pêndulo suspenso sobre uma superfície de gravação). Este peso, devido a sua inércia, tem menos tendência a sair do lugar quando o chão treme, o que permite que os sismólogos possam medir o movimento do chão, comparando o movimento da estrutura versus o do peso em três eixos — norte-sul, leste-oeste e vertical.
Como se trata de uma escala logarítmica, cada número adicional na escala denota uma magnitude dez vezes maior — isto é, um tremor de 5,0 na escala Richter é dez vezes maior, além de liberar 31,6 vezes mais energia cinética, que um medindo 4,0. A energia liberada dobra a cada 0,2 pontos na escala. Ilustrando: um onda sísmica de 1,0 é tão forte quando detonar 170 gramas de TNT, enquanto uma de 8,0 é tão poderosa quanto detonar 6 milhões de toneladas de TNT.
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A escala de Richter

O início do século XX foi um período empolgante e espantoso para a sismologia. No ano de 1906, Richard Dixon Oldham identificou pela primeira vez as partes independentes de um terremoto — ondas P, ondas S e ondas de superfície — e um tremor de 8,0 destruiu grande parte de San Francisco. Quatro anos depois, Harry Fielding Reid lançou as bases da tectônica moderna, com sua “teoria da recuperação elástica”, baseada no estudo daquele terremoto. Em 1935, Charles Richter e Beno Gutenberg, do California Institute of Technology, desenvolveram um método de medir a intensidade de um terremoto: a escala de magnitude local (ML).
A dupla desenvolveu a escala ML para medir terremotos de força média no sul da Califórnia, próximo ao campus da universidade, e comparar as magnitudes relativas. A escala classificava as magnitudes por um logaritmo da amplitude das ondas registradas pelos (e somente por eles) sismógrafos Wood-Anderson a 100km do epicentro. Richter atribuía à base da escala (magnitude 0) qualquer evento que fizesse a agulha do sismógrafo se mover lateralmente pelo sismograma 1 µm (micrômetro, isto é, um milionésimo de metro, ou um milésimo de milímetro). Tremores precisam ser bruscamente mais fortes que isso para as pessoas notarem: mil vezes mais, registrando magnitude 3 (480kg de TNT). Para causar danos significativos, ele tem que ser 10 milhões de vezes mais forte (magnitude 7 – 480 kilotons de TNT). Este já é considerado um grande terremoto. O maior de todos os tempos teve 9,5 e atingiu Valdivia, Chile, com 950 milhões de vezes esta força (o equivalente a 2,7 gigatons de TNT) em 1960. 1.900 pessoas morreram e o prejuízo foi de 4 bilhões de dólares.
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Como a escala ML foi desenvolvida, na verdade, apenas para estudar os tremores no sul da Califórnia, há limitações no que ela pode medir. Por um lado, a magnitude 0 foi fixada para evitar que o sistema retornasse valores negativos. Entretanto, equipamentos modernos mais sensíveis podem detectar microtremores, pequenos o suficiente para registrar valores negativos da escala. A outra ponta também é limitada. Como o sistema foi feito para estudar tremores de magnitudes entre 3 e 7, tremores muito fortes sempre marcam 7,0, independente da energia liberada. Além disso, o sistema é limitado por uma distância máxima do epicentro — leituras feitas a mais de 600km simplesmente não são fortes o suficiente para fornecer uma estimativa confiável da magnitude — e pelo comprimento da falha geológica que sofreu o impacto — terremotos que ocorrem em falhas de 1000 km, como o de 1952 nas Ilhas Fox, no Alasca, ou o de 1960 no Chile, são simplesmente grandes demais para serem caracterizados de maneira precisa.
Apesar desses inconvenientes, a escala Richter fornece uma medida sóbria da força de um terremoto e permite comparações dos impactos — tudo isso sem precisar se basear nas testemunhas oculares ou variar de acordo com a composição do solo ou a arquitetura, como ocorria com o antigo sistema Mercalli, desenvolvido pelo vulcanólogo italiano Giuseppe Mercalli em 1902. A escala ML permitiu o desenvolvimento de formas mais resistentes de construção. Por exemplo, você não vai achar uma fundação feita de tijolos em San Francisco que não tenha sido reforçada. E mesmo que aperfeiçoamentos no sistema de escalas tenham a superado em precisão, a escala ML original continua sendo a versão mais conhecida pelo público em geral e é usada regularmente para calcular a severidade de um tremor logo após a ocorrência.
Charles Richter

Melhorias na escala

Na década de 1970, nosso entendimento de sismologia tinha avançado o suficiente para Richter e Gutenberg repensarem o sistema local de escala. A dupla desenvolveu a nova escala Ms de magnitude, baseada em ondas de superfície, que se movem como ondas d’água ao longo da superfície da Terra, e a escala mb para ondas de corpo, aquelas que se movem pelo interior da Terra. Como ambas ondas podem ser medidas a mais de 100km do epicentro, nenhum dos dois métodos tem as mesmas limitações de distância da escala ML, embora elas precisem de ajustes para que se possa obter resultados consistentes.
Como estas duas escalas ainda não eram perfeitas, já que chegavam até a magnitude 8, foi desenvolvida a escala de magnitude de momento, Mw. Muita gente se refere incorretamente a ela como escala Richter, mas suas bases vêm de uma teoria tectônica diferente — a do deslocamento elástico, publicada pela primeira vez por F. A. Dahlen em 1972, que postula que a energia liberada por um tremor é proporcional à área de superfície que se solta, à distância média do deslocamento (quanto a falha se move) e à estrutura do terreno que cerca a falha. Isto é, a magnitude é derivada da rigidez da Terra vezes a quantidade de deslize da falha vezes a quantidade de área que se mexeu. Este sistema é baseado em anos de leituras sísmicas e marcou um avanço enorme na nossa compreensão do tema. A USG (US Geological Survey) mede todos os grandes terremotos usando essa escala.
[Wikipedia 123 - howstuffworks - Michigan Tech - Britannica - USGS - Imagem do topo: AP
Imagens: topo: AP Images, pêndulo: Jorg Hackemann / shutterstock, Richter: US State Dept]
Posted: 03 May 2013 07:46 AM PDT
A Warner Brothers – uma empresa bastante interessada em pular em cima de qualquer um que viole seus direitos autorais – está sendo processada pelo uso indevido do Nyan Cat. Ops.
O Ars Technica diz que a Warner Brothers está envolvida em uma disputa legal por causa do uso dos memes Nyan Cat e Keyboard Cat em um jogo chamado Scribblenauts, publicado pela WB Games. Eles participaram do jogo para Nintendo DS.
Por mais que os dois virais tenham sido feitos por pessoas diferentes, os criadores se uniram para processar a Warner Brothers e a 5th Cell, desenvolvedora do jogo. Eles argumentam que a acusada “usou ‘Nyan Cat’ e ‘Keyboard Cat’, identificando-os pelo nome, para promover e vender os jogos, tudo sem permissão dos autores e sem qualquer compensação à parte demandante.”
A queixa descreve o Nyan Cat de forma bastante divertida como “um personagem com um rosto de gato e um corpo parecido com uma barra de cereal com glacê rosa salpicado e pontos de luz vermelha” que “voa através da tela, deixando um rastro na forma de um arco-íris”. Verdade.
A Warner Brothers está sendo acusada de violação de copyright e marca registrada, e o caso se desenrolará no Distrito Central da Califórnia. [Ars Technica]
Posted: 03 May 2013 06:58 AM PDT
Hotmail está morto e agora o serviço de e-mail gratuito da Microsoft se chama apenas Outlook.com.
Após quase um ano de transição – a fase de preview do Outlook.com foi lançada em julho do ano passado e aos poucos os usuários do antigo Hotmail foram migrando para novos endereços @outlook.com. A fase de preview terminou oficialmente em fevereiro, mas usuários do Hotmail ainda tiveram alguns meses para se despedir da antiga interface.
Agora todos os usuários estão no Outlook.com. Segundo a Microsoft, já são mais de 400 milhões de contas ativas no novo serviço – um grande salto em comparação com as 60 milhões que a empresa dizia ter apenas no Outlook.com em fevereiro.
Mas isso não significa que os endereços de e-mail mudaram: quem tem um endereço @hotmail.com continua usando o mesmo e-mail, mas agora com a interface bem mais bonita do Outlook.com.
Para celebrar a mudança definitiva para o Outlook.com, a Microsoft adicionou algumas novidades ao seu serviço de e-mail: um modo mais fácil de enviar mensagens por outra conta e maior integração com o SkyDrive.
Agora você pode definir se uma conta externa de e-mail é usada apenas para receber ou também para enviar e-mails. Como assim? Se você redireciona o e-mail do trabalho, por exemplo, para o serviço da Microsoft, pode configurar para responder as mensagens através dele, e não do Outlook.com. Isso já existia, mas ficou mais simples: em vez da mensagem ir “em nome de” (como na imagem abaixo), ela vai agora apenas no endereço do outro e-mail.
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O exemplo dado pela Microsoft em seu blog é para quem redireciona o Gmail para o Outlook.com. Quando você quer responder uma mensagem recebida pelo seu Gmail e quer que ela vá pelo seu Gmail, e não pelo endereço do Outlook, ela era enviada do Outlook.com “em nome do” Gmail. Agora você pode configurar a conta para receber e enviar mensagens, e ela vai apenas pelo Gmail.
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Já em relação ao SkyDrive, a integração facilita o envio de arquivos guardados no serviço de armazenamento na nuvem da Microsoft pelo e-mail da empresa. Você pode escolher documentos ou imagens que estão no SkyDrive para anexar na mensagem do Outlook – como o Gmail faz com o Google Drive.
Os novos recursos estão sendo implementados aos poucos, e todos os usuários devem receber nas próximas semanas.
Então, na mesma semana que o MSN foi definitivamente encerrado no Brasil, a Microsoft também deu fim a outro serviço antigo: o Hotmail. A empresa segue modernizando suas ferramentas para atrair novos usuários, e, pelos números enormes divulgados pela empresa, parece que vem dando certo. Você migrou para o Outlook.com? Gostou do serviço? Vai sentir falta do antigo Hotmail? [Blog da Microsoft]
Posted: 03 May 2013 06:09 AM PDT
A torre que vai fazer o One World Trade Center o edifício mais alto do ocidente foi levantado para o topo da estrutura ontem como uma grande vela em um bolo imponente. Nós estávamos na área de construção para ver a mágica ser feita.
A última peça da torre tem 125 metros de altura, pesa 12 toneladas e vai deixar o WTC com gigantes 540 metros de altura. Não apenas isso fará do World Trace Center o terceiro maior edifício do mundo, também é a instalação de transmissão do prédio, feito de 18 áreas de aço, incluindo três anéis de comunicação, e uma plataforma de manutenção. Ao todo, o grande ponto de exclamação de Manhattan vai pesar 1.485 toneladas.
Por mais que a torre não tenha sido colocada em sua posição final ainda – isso acontecerá em um futuro próximo – os operários levantaram a peça do chão para o topo de 104 andares do prédio.
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O processo levou cerca de 20 minutos. Eis como ele foi do começo até o fim, em vídeo e fotos.

A partir de uma plataforma elevatória logo acima do local de construção, trabalhadores inspecionaram a torre cheia de LEDs para ter certeza que tudo estava no lugar certo, e colocaram uma bandeira dos Estados Unidos na parte de baixo dela.
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E então, no jogo de cabo-de-guerra mais fantástico de todos os tempos, um operário puxou a corda do chão, e foi levantando a torre para o cinto que o levaria para o topo.
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Então, sob aplausos, o elevador subiu.
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Os trabalhadores do local não conseguiram esconder a emoção e o orgulho, como você pode ver pelas fotos que eles tiraram com a torre sendo elevada ao fundo.
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Com razão. Quando você vê a torre subindo até o topo, não pode deixar de contemplar a dimensão do One WTC. No meio do passeio da torre, quase tive que fazer uma flexão para trás para conseguir ver ela chegar até o fim.
Imagens por Michael Hession
Posted: 03 May 2013 05:12 AM PDT
O Google Glass consegue fazer coisas fantásticas. Observe estes vídeos gravados com ele. Mas considerando o quanto seus olhos são prejudicados por olhar para telas, o Google Glass vai danificar ainda mais a sua vista a longo prazo?
O Google colocou alguns alertas aos seus possíveis consumidores no FAQ do Glass (ênfase adicionada):
O Glass não é para todos.
Como com quem usa óculos, algumas pessoas podem sentir cansaço visual ou ter dor de cabeça. Se você fez uma cirurgia Lasik, pergunte ao seu médico sobre os riscos de danos aos olhos antes de usar o Glass. Não deixe crianças com menos de 13 anos usar o Glass já que isso pode prejudicar o desenvolvimento da visão. Além disso, crianças podem quebrar o Glass e se machucarem, e os termos de serviço do Google não permitem que menores de 13 anos registrem uma conta do Google. Se o Glass não é para você e você deseja devolvê-lo, faça isso antes do fim do período de reembolso.
Então nada de Glass para crianças menores de 13 anos. Mas isso é apenas uma coisa legal com uma dose de precaução, disse o Dr. Jim Sheedy, diretor de Pesquisa Optométrica do Instituto de Desempenho de Visão Optométrica de Pacific College ao Gizmodo.
“Não vejo nenhuma razão específica para smartglasses serem prejudiciais a crianças. O alerta sobre o uso por crianças foi dado por precaução e de uma posição de prudência legal. Quando smartglasses se tornarem mais comuns, como espero que sejam, nós vamos ficar mais confortáveis com a defesa da sua utilização por crianças.”
Então ele provavelmente é ok para crianças, mas e para o resto de nós? Já olhamos para laptops, smartphones e tablets durante o dia inteiro, o que não é exatamente o ideal. Você provavelmente já sofreu com dor ocular, olhos secos e outros sintomas comuns de desconforto. Mas o Google Glass é um caso diferente. Nós passamos horas na frente dos nossos computadores, e o Google Glass foi projetado para passar menos tempo em ação. Talvez você fique o tempo todo vestindo o Glass, mas só vai usar o Glass quando precisar, seja quando você estiver respondendo uma mensagem ou ouvindo ele avisar que você precisa virar à direita na próxima rua. Não há uma tela constantemente ligada à frente das suas retinas. Na verdade, mesmo se você usar o Glass continuamente, você só teria cerca de uma hora de bateria.
Especialistas não estão muito preocupados. Sheedy diz que ele não prevê nenhum risco degenerativo do uso dos óculos e ele não vê nenhuma razão para ele causar danos para seus olhos.
O Glass tem algumas limitações que, intencionais ou não, diminuem o cansaço ocular. Por exemplo, gravações de vídeos em 10 segundos por padrão. E você pode escrever uma mensagem de texto apenas dizendo ao Glass o que quer, em vez de ter que olhar para uma tela. Deste ponto de vista, seus olhos podem preferir que você envie mensagens pelo Glass do que pela LCD do seu smartphone. Claro, vestir o Glass pode fazer você parecer um ciborgue, mas ele foi desenvolvido para tirar a tecnologia do seu caminho. É compreensivelmente difícil pensar nisso quando você está usando um computador colado na sua cara – ou olhando para uma pessoa que está. Mas isso é outra questão.
Diferentemente de qualquer problema real de visão, Sheedy diz que o risco potencial está mais relacionada com a mudança do olho de diferentes campos visuais de realidade. Quando você se move, certos receptores dizem ao seu cérebro onde você está situado. Mas quando é dado a você algum tipo de estímulo – um mapa piscando nos seus olhos, por exemplo – o cérebro fica confuso, e isso causa sintomas como tontura, ou, em casos mais extremos, náusea, o que Sheedy viu em seus estudos de 3D.
Mas os problemas de reconhecimento espacial não são algo que muitas pessoas terão. Em um recente Q&A com o Google, o oftalmologista de Harvard professor Dr. Eli Peli disse que esses problemas são provavelmente mínimos.
“Os olhos de algumas pessoas demoram mais para se ajustar a esses sistemas”, ele disse. “Isso deve ser esperado. Teorias sobre consequências sérias como confusão ou desorientação foram levantadas na mídia e tem ecos na literatura nos anos 1990, mas eram associadas com displays de realidade virtual inteiramente fechados.”
Um porta-voz do Google nos disse o seguinte:
“Nós estudamos design de conforto e segurança, e não descobrimos nada que cause preocupação. É algo que continuaremos observando. Estamos trabalhando com oftalmologistas no processo de desenvolvimento.”
É claro que é natural que o Google esteja otimista nesta questão. Eles estão vendendo os óculos de US$ 1.500. E para muitos de nós, isso ainda é bastante hipotético: agora o Glass está nas mãos de poucos usuários beta. Mas quando, e se, ele se tornar popular, você não deve se preocupar muito com seus olhos. O que é bom: há preocupação o suficiente com custos e privacidade para deixar você ocupado.

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