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Posted: 03 May 2013 02:34 PM PDT
O Google lançou hoje um widget que exibe fotos panorâmicas do Photo Sphere do Android em qualquer site. Para quem não conhece, o Photo Sphere está presente no Android a partir da versão 4.2. Ele deixa você tirar fotos navegáveis em 360º apenas tocando num botão e movendo o smartphone nas direções indicadas.
A equipe do Android trabalhou em parceria com o fotógrafo profissional Colby Brown, que postou vários exemplos do Photo Sphere em seu site pessoal. De “planas”, as imagens ganham um formato mais envolvente, que pode ser navegado com os controles do trackpad ou mouse. Para tirar as fotos, Brown usou um Nexus 4. O tipo de efeito panorâmico do Photo Sphere não é nenhuma novidade. A maioria de vocês deve lembrar das belas imagens geradas pelo software Quicktime VR, da Apple (dá para ver bons exemplos aqui) e vários outros apps, como o Photosynth, disponíveis nas principais plataformas móveis da atualidade. O diferencial do Sphere, no entanto, é a facilidade de uso e criação. Para gerar uma imagem panorâmica com o Quicktime VR você precisa tirar várias fotos e usar o Quicktime para montar a imagem, além de um applet Java no seu website. Já com o Photo Sphere você só precisa de um smartphone com Android Jelly Bean e um site para armazenar a foto. Todo o restante da edição pode ser realizada diretamente no smartphone. Para quem quiser compartilhar suas fotos navegáveis, o Google disponibilizou as instruções nesta página. Com informações: The Next Web Fotos panorâmicas criadas com o Photo Sphere agora podem ser publicadas em qualquer página |
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Posted: 03 May 2013 09:00 AM PDT
Eu poderia começar a coluna de hoje dizendo que esta era a segunda sexta-feira da semana, mas acho que ninguém merece uma coisa dessas. Vou direto ao ponto: o objetivo de Maxploder é resgatar alguns cientistas que ficaram presos em uma caverna recheada de armadilhas e monstros. Seria interessante se a vida também viesse com objetivos simples e claros assim, mesmo que eles não fossem fáceis de se alcançar. Corra, pule, solte bombas e salve os cientistas presos. Simples.
Utilize as setas para se movimentar. Para soltar bombas pressione espaço. Acostume-se o mais rápido possível com o tempo que demora para as bombas explodirem – é muito curto, solte uma bomba e se mova para não morrer. Bombas são importantes para duas coisas: explodir algumas paredes e matar inimigos. Cada tela é um puzzle que exige destreza e raciocínio. Alguns desafios são simples, mas alguns são bastante complicados. Não precisa se preocupar com a quantidade de vezes que morrer, mas quanto mais demorar para resgatar todos os arqueologistas, menor vai ser sua pontuação no final. Para conseguir um tempo bom, será necessário escolher quais áreas resolver primeiro, traçar os melhores caminhos e fazer o possível para não morrer muito. Evite fechar a janela do jogo, caso contrário será necessário iniciá-lo novamente. Sim, isso pode ser um pouco deprimente. É possível pausar com a tecla P e desligar o som com a tecla O. Lembre-se de que estamos sempre abertos a sugestões e críticas – embora eu tenha quase certeza que ignoraremos as críticas, aceitaremos as sugestões de coração aberto. Por hoje é só, aproveite o final de semana e divirta-se por aí. Maxploder: bombas em uma escavação arqueológica cheia de armadilhas |
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Posted: 03 May 2013 07:36 AM PDT
A ideia de ter Wi-Fi em São Paulo não é novidade e, quase sempre, o assunto surge com cara de muita pretensão com um pouquinho de politicagem.
A ex-prefeita Marta Suplicy, quando tentou a reeleição, jogou essa carta. E o atual prefeito, Fernando Haddad, chamou o truco. Uma das propostas dele - segundo o Datafolha, a menos importante para a população – é criar 42 pontos de Wi-Fi e já foram definidos os primeiros locais de implantação. Os detalhes serão divulgados numa audiência no dia 10 de maio, mas a Folha de São Paulo teve acesso a algumas informações. As licitações serão disponibilizadas às empresas por lotes de 18 pontos, sendo que, no total, 120 lugares públicos receberão Wi-Fi. Dentre os locais escolhidos para o projeto piloto (serão 18 no total, espalhados pelo centro e pelas zonas sul e leste), três já estão escalados: Vale do Anhangabaú, Pateo do Collegio e Praça Roosevelt.
Pateo do Collegio, onde São Paulo começou e onde começa o Wi-Fi em São Paulo (créditos: GuiC/Flickr)
Outra exigência diz respeito à segurança. Não será exigido inicialmente que os usuários façam qualquer tipo de cadastro para utilizar o Wi-Fi de São Paulo, mas é obrigatório que sejam criados mecanismos para rastrear quem fizer mal uso da rede. Não há informações sobre a data de previsão para o começo da implantação do Wi-Fi gratuito, mas provavelmente será informada na audiência pública sobre o assunto marcada para a semana que vem. São Paulo terá Wi-Fi grátis em praças do Centro |
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Posted: 03 May 2013 03:40 AM PDT
Quem está mudando a realidade da banda larga nos Estados Unidos não é nenhuma das quatro grandes companhias de telefonia móvel (Verizon Wireless, AT&T, Sprint e T-Mobile). Muito menos as operadoras de banda larga tipo Net, que oferecem também telefonia fixa e televisão por assinatura. Pelo contrário, é um velho conhecido nosso: o Google. O serviço Google Fiber está mexendo com a concorrência na única cidade em que está disponível e naquelas em que chegará nos próximos meses.
Apenas recapitulando. Google Fiber é a banda larga por fibra – como o nome já indica – com a velocidade impressionante de 1 Gb/s por 70 dólares mensais. Assinantes interessados em TV a cabo pagam um pouco mais, cerca de 120 dólares mensais, para acesso a uma penca de canais em alta definição, um DVR capaz de capturar quatro transmissões simultâneas e 1 TB de armazenamento na nuvem Google Drive. Os esforços do Google Fiber começaram no fim do ano passado em Kansas City. Um estudo publicado recentemente pela Akamai mostra aumento recorde de velocidade média de um ano para outro: 86%. Não é preciso trazer um especialista aqui no TB para confirmar que a chegada de mais um concorrente fez com que o mercado se mexesse. O curioso é que o Google não informa quantos são os assinantes nem quais são os planos mais adotados por eles. Pode ser que a maioria dos usuários do Fiber adote o pacote com somente 5 Mb/s por 300 dólares pagos somente uma vez. É tipo uma conexão vitalícia. Claro que essa velocidade hoje em dia não representa nada dentro de uma rede de fibra ótica, então o Google pode muito bem oferecê-la praticamente de graça na região. De qualquer forma, a simples possibilidade de trocar de uma conexão de 50 MB/s por outra de 1 Gb/s (caso real de um consumidor) pagando uma pequena diferença fez a concorrência se movimentar para enfrentar o gigante das buscas. O Google Fiber chegará em breve a mais duas cidades americanas: Austin, no estado do Texas, onde anualmente tem a conferência SXSW voltada para tecnologia e inovação; e Provo, no estado de Utah. Lá em Austin, a AT&T anunciou que vai oferecer um plano muito similar ao topo de linha do Google pelo mesmo preço. A Time Warner Cable ainda não chegou a tanto, mas deu de lambuja um aumento nas conexões sem cobrar a mais por isso e também liberou o acesso ao Wi-Fi em espaços públicos, como shoppings e cafés, sem cobrar adicional. Ao menos essa última prática já se disseminou pelo Brasil, como o Lucas Braga mostrou em uma matéria especial.
Adaptador do Google Fiber
Parece que o experimento tem dado muito certo. Ainda mais para os consumidores que subitamente viram a velocidade do serviço antigo de banda larga ou trocaram para algo ainda melhor. Eu assinaria mole o Google Fiber. E você? Enquanto isso, no Brasil… A GVT parece ser a operadora com as melhores velocidades por preços acessíveis. Ao menos era assim que a companhia era retratada pelos próprios clientes até pouco tempo atrás. A velocidade média de banda larga pulou de 0,7 Mb/s em 2007 para cerca de 10 Mb/s em 2011. Não temos números para o ano passado, mas a expectativa era de chegar aos 12 Mb/s. Só que, diferentemente do Google Fiber, é preciso contratar o combo também com telefonia fixa para ter uma real vantagem na contratação dos serviços da GVT. A rede está espalhada por mais de cem cidades no país, mas ainda não chegou a São Paulo. Portanto, não tenho condições de opinar sobre a qualidade do serviço.
Opa, Google Fiber chegou! ME WANTS IT.
Está faltando um Google Fiber por aqui |
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