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Posted: 08 May 2013 12:59 PM PDT
Enquanto é muito simples tirar fotos com o Google Glass – ele meio que foi feito para isso – , não é tão simples registrar a experiência de utilizar o gadget. Afinal, é uma tela bem pequena que fica muito próxima ao seu rosto. Mas Pete Pachal, do Mashable, conseguiu esgueirar um smartphone no espacinho disponível e fez algumas fotos para mostrar.
As imagens produzidas pelo Glass são bem translúcidas, tanto que ver fotos nele não é muito legal. Mas as outras informações, como frases ou mapas, parecem ter leitura clara. Ah, as cores do arco íris que aparecem nas fotos abaixo não são visíveis para quem usa, apesar de serem capturadas em foto. Elas são resultado da luz do sol refratada em ambientes ao ar livre.
Visualizando uma foto que acabou de ser tirada
Navegação; o mapa vira junto com o movimento de cabeça da pessoa
Endereço escolhido; dá para ler claramente o que está escrito
App do Reddit, com uma imagem e uma manchete
Como é ver o mundo na tela do Google Glass |
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Posted: 08 May 2013 09:24 AM PDT
O Dots, um jogo de ligar pontinhos coloridos em uma tela, é hoje um dos maiores sucessos da App Store. Em apenas uma semana, o app criado pela Betaworks já colecionou mais de 1 milhão de downloads, conquistando os primeiros lugares do ranking de aplicativos gratuitos do iOS em oito países e ficando entre os cinco primeiros em outras 15 App Stores do mundo.
Uma das razões do sucesso é que o jogo é bem objetivo e cabe direitinho nos momentos de microtédio do cotidiano – o intuito é ligar o maior número de pontos da mesma cor que estejam lado a lado (não vale a diagonal), de preferência formando um quadrado, o que faz com que todos os pontos da mesma cor sejam apagados do tabuleiro virtual. A pontuação é marcada em turnos de apenas 1 minuto, então não é o tipo de jogo que você passa horas a fio em uma partida, mas o vício vem rapidinho, na ânsia de bater o próprio recorde ou ultrapassar a pontuação dos amigos.
O objetivo básico é ligar pontos da mesma cor e, de preferência…
…formar um quadrado – assim, todos os pontinhos da mesma cor somem
Em uma entrevista ao Wall Street Journal, Paul Murphy, um dos criadores do Dots, credita o sucesso às horas que as pessoas precisam passar no transporte público, aguardando em filas ou outros momentos de espera. “Minha mulher jogou por cerca de 10 horas nas duas primeiras semanas. Ela não é um ponto fora da curva, existem muitos nova-iorquinos que passam horas no trajeto para o trabalho e eles jogam no metrô. É um negócio meio zen”, explicou ele. Quem quiser arriscar suas horas de produtividade, pode baixar o Dots a partir da App Store gratuitamente – ele é compatível com iPhone, iPod e iPad que utilizem iOS a partir da versão 5.0. Mais detalhes sobre como jogar e algumas dicas de como fazer mais pontos podem ser conferidas no blog do Dots. Dots, o joguinho viciante que dominou a App Store em uma semana |
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Posted: 08 May 2013 08:36 AM PDT
Em janeiro, a Dell lançou no Brasil o Latitude 10, primeiro tablet com Windows 8 a chegar ao país. Agora, a empresa traz o Latitude 10 Lite, um modelo com menos recursos e preço bem mais competitivo: custando R$ 1.899 com 64 GB de armazenamento, ele está até mais barato que alguns concorrentes, como o iPad, com a vantagem de rodar aplicativos legados do Windows.
O Dell Latitude 10 Lite de R$ 1.899 possui tela IPS de 10,1 polegadas com resolução de 1366×768 pixels e proteção Gorilla Glass, processador dual-core Intel Atom Z2760 de 1,8 GHz, 2 GB de memória DDR2 de 800 MHz e 64 GB de SSD. A bateria, selada ao equipamento, promete aguentar até 10 horas. Ele pesa 658 gramas e tem 10,5 mm de espessura. Como todo bom tablet com Windows 8, há duas portas USB e um leitor de cartões SD. Este é um tablet com Windows 8, o que significa que você poderá rodar aplicativos clássicos do Windows. Isso pode ser um belo ponto positivo em relação aos concorrentes. Com hardware de tablet, provavelmente ele não rodará bem os softwares mais pesados, como Photoshop ou AutoCAD, e não substituirá notebooks ou desktops, mas ainda assim pode quebrar o galho. E claro, você pode conectar teclado, mouse e outros acessórios nas portas USB. O novo tablet está disponível para compra no site da Dell, apenas com conectividade Wi-Fi. O leitor biométrico, bem como conexões 3G e saída miniHDMI, foram removidos na versão Lite – eles estão disponíveis em modelos mais caros, como o Standard (com 3G e sem 3G) e o Enhanced Security, voltado para o mercado corporativo. Em dezembro de 2012, nós estivemos na Dell World, nos EUA, e pudemos mexer um pouco no Latitude 10. Leia nossas primeiras impressões. Dell lança tablet Latitude 10 Lite com Windows 8 por R$ 1.899 |
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Posted: 08 May 2013 07:42 AM PDT
A Seagate é bastante conhecida por fabricar discos rígidos e outras soluções de armazenamento, mas até agora não havia entrado no recente mercado de SSDs para usuários domésticos. Isto mudou nesta semana: a empresa anunciou o Seagate 600 SSD, uma unidade de alto desempenho voltada especialmente para notebooks.
O Seagate 600 SSD estará disponível em modelos com 120 GB, 240 GB e 480 GB de armazenamento, com 7 mm ou 5 mm de espessura, este último voltado para notebooks mais finos. Todos são compatíveis com a interface SATA III de 6 Gb/s. De acordo com a Seagate, os drives atingem taxas de transferência de pelo menos 500 MB/s de leitura e 400 MB/s de gravação, com exceção do modelo de 120 GB, que alcança 300 MB/s de escrita. A garantia funciona de uma forma bem peculiar: o 600 SSD tem três anos de garantia ou 72 TB de gravação de dados, o que for atingido primeiro (no modelo de 120 GB, o valor cai para 36,5 TB). Isso faz sentido quando consideramos a vida útil das memórias flash NAND, baseada em ciclos de escrita, mas ainda é estranho – outros fabricantes costumam limitar a garantia apenas pelo tempo, não pela quantidade de dados gravados. Várias publicações receberam o Seagate 600 SSD. O AnandTech gostou do desempenho, mas cita o consumo de energia e a falta de criptografia por hardware como pontos negativos. O Tom's Hardware também fez ressalvas quanto ao consumo energético e criticou a garantia limitada, mas diz que ele pode ser uma boa opção, desde que a Seagate venda pelo "preço certo". A empresa ainda não divulgou os preços dos novos drives. A página do Seagate 600 SSD está traduzida para o português e a assessoria nos confirmou que a empresa tem planos para trazê-lo ao Brasil. Mais informações devem ser divulgadas em breve. Além do 600 SSD, a Seagate também anunciou o 600 Pro SSD, mais caro e voltado para usos profissionais, como aplicações em servidores na nuvem. Para os mais ricos, há também o SSD 1200, que usa interface SAS de 12 Gb/s e conta com uma garantia muito maior, de 5 anos ou até 14.600 TB de dados gravados no modelo com 800 GB de capacidade. Leia mais: Tudo o que você precisa saber sobre SSDs Com informações: X-bit labs. Seagate entra no mercado de SSDs para usuários domésticos |
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Posted: 08 May 2013 06:00 AM PDT
Nota da Redação: Você lerá a seguir o último texto do Izzy Nobre como colunista. Depois de alguns bons anos, nós chegamos à conclusão de que era hora de deixar ir. Obrigado, Izzy, pela sua participação por aqui. Boa sorte nos novos desafios! (Thássius Veloso)
Personagens de videogame são, de certa forma, como amigos. Nós nos conhecemos às vezes sem sequer ir muito com a cara deles. Com o passar do tempo, o convívio, as experiências compartilhadas juntos, você acaba gostando do sujeito. Ele pode até te causar raiva às vezes (“Pula, desgraçado! Eu tenho certeza que apertei X na hora certa, que droga!”), e como todo amigo de verdade, você pode passar até um bom tempo sem vê-lo, mas eventualmente o cara surge com uma história nova pra te contar (mesmo que só via DLC) e você retoma a amizade exatamente do ponto onde parou. Só que, como amigos, os personagens dos videogames às vezes nos dizem adeus também. Temos os personagens perenes, aqueles longos amigos de infância que tudo indica que jamais nos abandonarão (os Marios, os Links, os Solid Snakes e por aí vai). Por outro lado, temos personagens que sumiram da nossa vida sem sequer dar um adeus bem definido – sem um jogo definitivamente final, que deixe claro que é sua última aventura com ele. É o caso com… Carmen Sandiego
Onde ela está?
O sucesso dos games foi tamanho que houve até um desenho animado baseado na série, que passou no Brasil nos anos 90. Não se lembra? Olha aí embaixo. Eu disse que “World Is Carmen Sandiego? Treasures of Knowledge” é o último jogo “legítimo” da série porque em 2011 rolou um remake de Facebook do jogo original. Só que remake não conta, e jogo de facebook é fim de feira, né? Especialmente com esse ressurgimento dos point and click adventures. Jazz JackRabbit Jazz Jackrabbit era uma resposta dos PCs a jogos de plataforma, que até então tinham trono garantido nos consoles mas não encantávam a galera micreira (lembra desse termo?). E eu não fui o único a achar que o game se inspirava bastante em Sonic: numa época de animais antropomorfizados que serviam como sinônimo visual de plataformas, não faltou gente que alegava que Jazz Jackrabbit seria o mascotes dos PCs. E graças à velocidade do Jazz, comparações com o Sonic eram realmente inevitáveis. O jogo foi quase inteiramente programado na casa da mãe do seu desenvolvedor, um garoto até então desconhecido chamado Cliff Bleszinski. Sim, o próprio co-criador da série Gears of War. Quase caí da cadeira quando descobri isso alguns anos atrás. O coelho verde apareceu na continuação do jogo, e num port lamentável pro Game Boy Advance. Olha a capa deste negócio, um elemento do produto que deveria ter o esmero ímpar, aquele que deveria supostamente atrair um jogador:
Também no GBA
Ben
“Faz tempo que não o vejo”. Sei como você se sente, Ben.
E pra fechar o caixão de vez (literalmente), Roy Conrad (o ator que fazia a voz do Ben) faleceu no mesmo ano em que Hell on Wheels foi anunciado. Oficialmente de câncer, mas prefiro acreditar que foi por desgosto daquele trailer. E por isso, pra sempre teremos a presença do Ben em apenas um jogo. Pelo menos, é um jogo sensacional, que por outro lado aumenta a sensação de potencial desperdiçado do personagem. É tipo quando um músico muito bom morre após gravar só um álbum. Até maisAntes de encerrar o texto de hoje perguntando a você que outros personagens de games deram adeus pra gente, chegou a minha vez de fazer o mesmo. Pessoal, é hora de tocar a bola pra frente, e então, após quatro incríveis anos na lista de escritores do Tecnoblog, este é meu último texto aqui. Meu período como colunista do TB foi ímpar pro meu crescimento como profissional da internet; foi de fato uma das primeiras oportunidades que recebi que legitimaram minha ocupação como “problogger”. Não apenas isso, mas muitas das oportunidades que recebi em seguida vieram justamente por causa do meu envolvimento com este site.Sentirei falta de fazer parte deste que é um dos maiores sites brasileiros de tecnologia, e sentirei falta de poder me comunicar com vocês através de um site tão prestigioso. Já começo a sentir falta agora, aliás. Desejo sucesso para o resto da equipe. Ah! Se quiser continuar acompanhando meu trabalho, você pode me encontrar no meu site, o Hoje é um Bom Dia, no meu canal do YouTube e no Twitter. Um grandissíssimo abraço a todos e continuem jogando Personagens que nos disseram adeus |
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Posted: 08 May 2013 05:47 AM PDT
Outro dia, comentávamos no Tecnocenter como brasileiro é pessimista com tudo do Brasil. O assunto acabou caindo na fabricação do PlayStation 3 e os questionamentos foram os esperados: mas vai custar quanto? Será que vai ser barato de verdade? E o material utilizado? Imagina na Copa?
Então, ontem fui à coletiva da Sony que anunciou oficialmente o PS3 brasileiro e, depois de ouvir várias opiniões de colegas de profissão sobre o que foi dito (a maioria bastante cética), cheguei à conclusão de que não é de todo mal. Aliás, há oito motivos para não ser de todo mal. 1. Mais pessoas vão poder comprarCom o PS3 feito em Manaus, vários dos impostos sobre o console importado deixam de existir. O resultado disso é uma redução de 30% sobre o preço normal: o PS3 brasileiro, com 250 GB de espaço, vai custar 1.099 reais.Apesar de continuar um valor alto, mais pessoas vão poder investir num console de última geração, jogar os mesmos jogos que nos fizeram curtir essa coisa toda e gerar mais grana para a indústria. Consequentemente, empresas de todas as áreas envolvidas com games vão desenvolver e aprimorar os serviços. E, claro, olhar para o Brasil com os olhos ainda mais abertos. 2. A Sony vai investir mais no BrasilNa parte financeira: Andrew House, o presidente e CEO da Sony para as Américas, afirmou que a empresa pretende investir 300 milhões de reais na nossa economia nos próximos 12 meses. Só no marketing, são 10 milhões em uma campanha massiva para apresentar o console para quem ainda não é gamer com o mote “o Brasil vive em estado Play”.Na parte do consumidor: tudo que invejamos nos outros países deve chegar aqui também. Mais jogos na PSN, assinatura PSN Plus, cartões pré-pagos, promoções, Music Unlimited… Trazer isso tudo para o Brasil está nos planos da empresa. Mas não é tudo! 3. Incubadora de desenvolvedorasEntre os investimentos que a empresa promete fazer por aqui, estão os de softwares. Desde micro desenvolvedoras com pequenas equipes de programadores às maiores, com dezenas de empregados, a Sony está abraçando uma série delas para incentivá-las a criar mais jogos – não apenas para PS3, como games casuais e mobiles. A lógica é de que, desses gamers casuais, há a parcela que vai se interessar pelos mais hard core e talvez chegue a comprar um console.E todo mundo que sabe alguma coisa sobre o mercado de games no Brasil também sabe como há um monte de potencial e falta investimento para que ele se desenvolva. Então, pronto, a Sony pode fazer alguma diferença aí. 4. Teremos mais jogos em PT-BRA Sony já iniciou seus esforços para adaptar jogos para o nosso idioma e isso deve aumentar com o passar do tempo. Durante a coletiva, dois dos títulos mais aguardados do ano foram mostrados: Last Of Us e GTA V. O primeiro terá dublagem (muito bem feita, por sinal) em português e o segundo, legendas (com ótimas traduções sem pudores para palavrões).5. Sincronização de datas de lançamentoTambém foi garantido que os dois jogos serão lançados no Brasil na mesma data que no exterior: Last Of Us em 14 de julho e GTA V em 17 de setembro.Uma das maiores chateações com lançamentos de games é que a maioria demora semanas para chegar por aqui depois do lançamento nos EUA e na Europa. Mas Mark Stanley, vice-presidente e gerente sênior da Sony para as Américas, garantiu que uma das metas é sincronizar as datas dos lançamentos internacionais com os do Brasil, já que somos um mercado tão importante. O que faz todo o sentido e, pensando bem, por que isso já não acontece, né? 6. O preço vai abaixar maisO Xbox 360 fabricado no Brasil custa bem menos que o PS3. Como a gente falou quando o PS3 brasileiro era só um rumor, o preço inicial do concorrente é de 899 reais. Mas, como comentamos nesse mesmo post, o valor de 1.099 reais é para o PS3 de 250 GB; o Xbox dessa capacidade sai por 1.199 reais.E, segundo Stanley, a Sony vai fazer pressão para que o valor abaixe com o tempo, além das promoções que, claro, devem ocorrer. Outra vantagem que os gamers brasileiros vão ganhar são os bundles, aqueles pacotes em que vêm o console mais algum jogo a um preço promocional. Stanley anunciou que um bundle de God Of War: Ascension deve chegar em breve pelo mesmo preço do console normal – o que é legal, mas não empolgou tanto quanto um bundle com Last Of Us ou GTA V empolgaria. Quem sabe no futuro. 7. Melhor assistência técnicaCom uma fábrica em Manaus, fica bem mais fácil para os gamers ter suporte e assistência se o PS3 der problemas. A fabricação de peças no Brasil faz com que a substituição das defeituosas por novas seja mais barata e rápida. As autorizadas costumam fazer um bom trabalho e é importante ter alguém com quem contar. Mas, se puder ser a própria Sony, melhor.8. O PlayStation 4 está chegandoCom o PS4 cada vez mais próximo e a Sony claramente interessada em expandir sua influência e seu mercado por aqui, já começamos a especular o que isso pode trazer de vantagens na próxima geração de consoles.Na coletiva, Stanley afirmou que alguns recursos online do console não estarão disponíveis de primeira – e vale lembrar que eles são o que o PS4 tem de mais interessante e inovador. Mas, como já dissemos, tivemos a garantia de que as datas internacionais de lançamentos de jogos devem ser as mesmas aqui. Com o PS4, não vai ser diferente: poderemos comprá-lo junto com o resto do mundo, inclusive na pré-venda; mais detalhes sobre isso serão dados na E3. E, com o PS3 fabricado aqui, pode ser que, algum dia, também tenhamos o PS4 brasileiro. Isso está nos planos da Sony, mas deve demorar algum tempo para acontecer.
O primeiro PS3 feito no Brasil
O PS3 brasileiro começa a chegar às lojas em São Paulo neste fim de semana e deve demorar mais umas duas para chegar a outros estados. A Sony também anunciou na coletiva que vai fazer um concurso na fan page para dar 10 PS3 brasileiros a partir do dia 15 de maio. Colaborou: Rafael Silva 8 motivos pelos quais é legal que o PS3 seja fabricado no Brasil |
tecnoblog: Como é ver o mundo na tela do Google Glass (mais 5 notícias)
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