tecnoblog: Review: LG Optimus G, o smartphone que chegou atrasado (mais 5 notícias)


Posted: 28 May 2013 05:20 PM PDT
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Enquanto Samsung e Apple dominam o mercado de smartphones, outras empresas trabalham para garantir o disputado terceiro lugar mundial. A LG é uma delas. Ela não conseguiu lançar smartphones topo de linha muito populares até agora, mas está tentando mudar essa história com o LG Optimus G, aparelho que chegou ao Brasil no final de abril por R$ 1.999 e quer competir com os melhores do mercado.
Para conquistar o público, a LG aposta em hardware potente, com processador quad-core e 2 GB de RAM; acabamento mais refinado, com detalhes prateados e bastante vidro; muita publicidade, inclusive na TV; e preço menor que o da concorrência. Vale a pena? É o que veremos nos próximos parágrafos.

Design

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A cara do Optimus G nos remete a outros smartphones da marca. O retângulo com cantos arredondados e bordas prateadas, bem como os três botões capacitivos, lembram o Optimus 4X HD (leia o review), antigo topo de linha da empresa. A traseira de vidro Gorilla Glass 2, por sua vez, é parecida com a do Nexus 4 (leia o review), apesar de não brilhar tanto. É um smartphone elegante e discreto.
A parte frontal possui um vidro único que cobre a tela IPS LCD de 4,7 polegadas, a câmera de 1,3 MP para chamadas em vídeo, o sensor de proximidade, o LED de notificação e os botões capacitivos, que respondem bem aos toques.
Como esses botões ficam no corpo do aparelho e não na grande tela, o polegar terá que viajar mais, o que pode ser incômodo nos primeiros dias. Além disso, essa característica deixa menos prático o acesso ao Google Now: enquanto no Nexus 4 basta tocar no botão Home e arrastar o dedo para cima, no Optimus G é necessário segurar o botão por um segundo e depois tocar no ícone do Google.
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O Optimus G não escorrega nas mãos, mas desliza facilmente se você der um esbarrão enquanto o aparelho estiver sobre uma superfície plana, como uma mesa. Há uma pequena saliência em volta da lente da câmera, o que ajuda a evitar (mas não impede) que o som do alto-falante traseiro fique abafado.
A bateria de 2.100 mAh não é removível e o Optimus G não possui entrada para cartão de memória, então a única porta que você terá acesso é a do microSIM. Para abrir o slot, é necessário cutucar o pequeno orifício com uma “chave” que a LG coloca na caixa. Não é algo prático como o Xperia ZQ (leia o review), mas isso também não é um ponto crucial na escolha de um smartphone – afinal, você não vai trocar o chip todos os dias.
Na lateral esquerda, além da entrada para microSIM, há o controle de volume. Do outro lado, temos o botão liga/desliga (nada de botão dedicado para a câmera, o que é uma pena). Na parte inferior, encontramos a entrada para o cabo microUSB e o microfone. Por fim, temos no topo a entrada para o fone de ouvido de 3,5 mm e um microfone de cancelamento de ruídos.
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Tela

A LG havia conseguido colocar uma tela espetacular no Optimus 4X HD e repetiu a façanha no Optimus G.
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A tela IPS LCD de 4,7 polegadas tem resolução de 1280×768 pixels e definição de 318 pixels por polegada. É uma tela absurdamente brilhante, com ótimos níveis de contraste e saturação.
Os números do Optimus G são menores que os do Galaxy S4 (leia o review) e Xperia ZQ, que contam com telas 1080p, mas isso não tira o mérito do painel da LG. É quase impossível notar a diferença de definição, e quem não olhou a tabela de especificações técnicas certamente não dirá que a resolução do Optimus G é inferior. Visualmente, a tela do Optimus G é melhor que a do Xperia ZQ, que possui ângulo de visão bem limitado.
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Com o brilho no máximo, dá para enxergar perfeitamente o conteúdo da tela sob a luz do sol. Mas há um problema: por várias vezes, fui impedido de aumentar o brilho com a mensagem "Não é possível aumentar o brilho da tela, devido à alta temperatura". Isso aconteceu frequentemente em condições normais de uso, sem rodar jogos, e também afetou os resultados dos testes de bateria – falarei sobre isso adiante.

Interface e aplicativos

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Para quem leu o review do Optimus 4X HD, não há muito o que ver por aqui: o Optimus G acompanha a mesma interface Optimus UI 3.0, com enormes modificações em relação ao Android original.
Quase nada lembra o Android feito pelo Google. Todos os ícones foram substituídos, os menus ganharam fundo na cor branca, a fonte Roboto deu lugar à LG SmartGothic e vários aplicativos nativos foram modificados. A central de notificações perdeu quase metade da área útil: além da barra de configurações rápidas, há outra para adicionar miniaplicativos do QSlide e mais uma para regular o brilho da tela.
Por padrão, a interface da LG possui vários ícones quadrados, fundo de tela com nuvens no menu de aplicativos, aba separada para os aplicativos que foram instalados pelo usuário e uma série de widgets próprios. Se as escolhas da LG não agradarem, pelo menos é possível personalizar o visual facilmente.
A interface da LG permite que você troque o fundo do menu de aplicativos e do aplicativo de mensagens. Também dá para alterar a animação para desbloquear o aparelho e a fonte padrão do sistema. Você pode até mudar os ícones dos aplicativos do sistema.
Entre os aplicativos incluídos pela LG, há o QuickMemo, que pode ser acessado pressionando os botões Volume+ e Volume- simultaneamente e permite que você faça anotações a mão. De resto, a fabricante coreana inclui aplicativos de backup, gravação de som, tradução e clima, além de vários joguinhos que só funcionam uma vez e depois pedem para o usuário comprá-los.
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Câmera

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O número grande de 13 megapixels que acompanha a câmera do Optimus G não se traduz em boa definição de imagem.
Fotos tiradas com boas condições de iluminação são somente “aceitáveis”. A perda de detalhes nas imagens é maior que o desejável num smartphone de 2 mil reais. Além disso, o foco automático não é tão eficiente, logo, verificar a foto posteriormente ou tirar a mesma foto várias vezes é uma preocupação constante.
Mas é nas fotos com iluminação ruim que o Optimus G realmente desaponta. As imagens ficam bem escuras, com bastante granulação, e as informações desaparecem. Carros ao fundo são representados como borrões brancos e vermelhos, enquanto copas de árvores aparecem como manchas pretas. As fotos noturnas possuem péssima qualidade se comparadas com as tiradas pelo Xperia ZQ.
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Normalmente a LG não impressiona com câmeras de smartphones, mas o Optimus G merecia algo melhor. A câmera do Optimus G quebra o galho, mas se você dá muita importância a esse componente num smartphone, talvez o aparelho da LG não seja a escolha ideal.

Multimídia

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A LG colocou um player de música próprio, que possui interface bem agradável e tem recursos bacanas. Há botões para fazer streaming de músicas por DLNA, procurar o clipe da música no YouTube e, se você estiver com o fone de ouvido conectado, ativar o efeito Dolby Mobile. Os botões de controle (pausar, avançar e voltar) também são exibidos na central de notificações, mas não na tela de bloqueio.
O player de vídeo do Optimus G tem interface simples, que permite ordenar os arquivos por título, data, tamanho e tipo, bem como exibi-los em formato de lista ou grade. Além de possuir um útil botão para bloquear os botões capacitivos, impedindo que você feche o vídeo por acidente, há uma opção para transferir vídeos por DLNA e outro para fazer o vídeo ser exibido numa janela pop-up.
Quando o vídeo está sendo executado numa janela pop-up, a transparência e o tamanho podem ser controlados. Você pode continuar fazendo outra tarefa enquanto assiste ao vídeo e tocar "através" da imagem – se o filme estiver sendo exibido em cima de um botão de outro aplicativo, por exemplo, toque no botão normalmente e a ação será executada.
O alto-falante do Optimus G é de ótima qualidade. O som é bem alto e não distorce facilmente, então você não terá problemas para ver vídeos ou tocar música para todos os passageiros do ônibus ouvirem.

Conectividade e acessórios

A caixa do Optimus G é compacta e minimalista, com a letra G e o logotipo da LG na tampa. Além do aparelho e dos manuais de instrução, a LG inclui um carregador de tomada de 1,2 A, o cabo microUSB, uma ferramenta para abrir a bandeja do microSIM e um fone de ouvido com microfone e dois pares de borrachinhas extras.
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O fone de ouvido que acompanha o Optimus G se chama QuadBeat. Ao contrário do que o nome dá a entender, ele não puxa muito para os graves e não possui batidas muito fortes (mas elas estarão lá quando a música exigir). É um fone muito bonito, que possui fios num formato diferenciado, que evita que eles embolem. Mesmo se os fios insistirem em enrolar, é fácil ajeitá-los.
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Assim como a maioria dos novos smartphones topo de linha, o Optimus G suporta o 4G brasileiro. Em testes com a Claro, na região da Avenida Paulista, em São Paulo, alcancei velocidades de 50 Mb/s. O aparelho da LG ainda possui NFC e suporta o padrão aberto Miracast para espelhar a imagem do aparelho numa TV.

Hardware e desempenho

O Optimus G não impressiona nos benchmarks sintéticos, mas faz bonito durante o uso diário. Ele não trava, a abertura de aplicativos é quase instantânea e os engasgos nas animações são muito raros.
Para quem gosta de jogar no smartphone, a GPU Adreno 320 dá um bom caldo. É possível rodar, sem medo de ser feliz, jogos mais pesados como Real Racing 3. Esta GPU é a mesma que acompanha o Xperia ZQ e a versão 4G do Galaxy S4, mas o Optimus G leva vantagem por possuir resolução de tela menor. Com menos pixels para processar, a taxa de frames naturalmente sobe.
Os resultados dos benchmarks são os seguintes:
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Bateria

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Bateria não é o ponto forte do Optimus G. Durante um dia de uso normal, saindo de casa às 9h, ouvindo duas horas de música, lendo feeds, respondendo a emails e acessando redes sociais por 1h30min, sempre com o brilho no automático e com a conexão alternando entre HSPA+ e LTE, o aparelho "morreu" pouco antes das 21h. Talvez o 4G seja o maior culpado pelo consumo; a bateria poderia ter capacidade maior que apenas 2.100 mAh.
Considerando apenas os números obtidos, o aparelho obteve desempenho mediano nos nossos testes de bateria, que envolvem execução de arquivos multimídia, navegação na web, ligação telefônica e jogos. A tabela completa e uma descrição detalhada da metodologia do teste podem ser conferidos neste link.
Com uso intenso, o gasto de bateria foi de 74%, ou seja, em três horas, o nível de bateria caiu de 100% para apenas 26%. Com uso moderado, o uso foi de 38%. Comparando com os aparelhos que já testamos, ele foi melhor que LG Optimus 4X HD (85% e 44% em uso intenso e moderado, respectivamente) e LG Nexus 4 (81% e 57%), e equivalente ao Sony Xperia ZQ (74% e 41%).
O problema com esses números é que, em algumas ocasiões, o Optimus G diminuiu o brilho da tela automaticamente após esquentar, mesmo com a temperatura ambiente próxima dos 20ºC. Quando o aparelho atinge determinada temperatura, ele impede que o brilho seja aumentado. Se o brilho fosse mantido no máximo durante todo o teste, os resultados seriam piores.

Pontos negativos

  • Bateria não dura muito;
  • Câmera não tira boas fotos, especialmente com iluminação ruim.

Pontos positivos

  • Design e acabamento de respeito;
  • Excelente desempenho, inclusive em jogos;
  • Fone de ouvido de boa qualidade;
  • Tela com alto brilho e definição.

Conclusão

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O LG Optimus G tem suas qualidades, como a tela fantástica, o desempenho excelente e o acabamento elegante, mas peca em pontos muito importantes num smartphone. A câmera de 13 megapixels decepciona, especialmente em condições de baixa iluminação, e a autonomia da bateria, que não é removível, pode ser um entrave para quem usa muito o aparelho.
Quando o Optimus G foi anunciado lá fora, no dia 28 de agosto de 2012, ele estava entre os melhores e tinha enormes chances de conquistar o mercado brasileiro, mesmo com seus defeitos, porque inaugurava um novo patamar de hardware, com o dobro de RAM dos outros smartphones Android topo de linha, e tinha tela e acabamento acima da média. Esse problema também aconteceu com o Optimus 4X HD, que foi anunciado em fevereiro de 2012 e só apareceu no Brasil em outubro.
Durante esses oito meses que a LG demorou para trazer o Optimus G, a Samsung lançou o Galaxy S4, com hardware ainda mais poderoso e publicidade massiva; a Nokia começou a vender o Lumia 920, que elevou o nível das câmeras de smartphones; a Apple trouxe o iPhone 5, que vendeu como água; e a Sony lançou o Xperia ZQ, com acabamento muito bom. Com exceção do Galaxy S4, esses smartphones foram anunciados depois do Optimus G e lançados no Brasil antes do Optimus G.
Com preço sugerido de R$ 1.999, é difícil recomendar o Optimus G, especialmente porque o Nexus 4, da própria LG, custa 300 reais a menos e oferece quase o mesmo hardware. As diferenças ficam por conta do armazenamento interno, que cai pela metade, e a ausência de 4G. Por outro lado, o usuário ganha um sistema mais enxuto e atualizações do Android vindas diretamente do Google, características valorizadas por muita gente. Além disso, o Nexus 4 já pode ser encontrado facilmente por menos de R$ 1,5 mil em lojas confiáveis.
O Optimus G, portanto, é um bom smartphone que chegou ao Brasil no momento errado. A nossa esperança é que a LG melhore sua logística e dê mais atenção para o mercado brasileiro nos próximos lançamentos. Caso contrário, será difícil lidar com a concorrência.

Especificações

  • Bateria: 2.100 mAh.
  • Câmera: 1,3 megapixels (frontal) e 13 megapixels (traseira).
  • Conectividade: 3G, 4G, Wi-Fi, GPS, Bluetooth 4.0, NFC e USB 2.0.
  • Dimensões: 131,9 x 68,9 x 8,5 mm
  • Kit contém: LG Optimus G, fone de ouvido (3,5 mm), borrachinhas adicionais, carregador, cabo USB e manuais de instrução.
  • Memória externa: Sem possibilidade de expansão.
  • Memória interna: 32 GB (25,04 GB disponíveis para o usuário).
  • Memória RAM: 2 GB.
  • Peso: 145 gramas.
  • Plataforma: Android 4.1.2 (Jelly Bean).
  • Processador: Qualcomm Snapdragon S4 Pro quad-core de 1,5 GHz.
  • Sensores: acelerômetro, giroscópio, proximidade e bússola.
  • Tela: IPS LCD de 4,7 polegadas com resolução de 1280×768 pixels e proteção Gorilla Glass 2.
Review: LG Optimus G, o smartphone que chegou atrasado
Posted: 28 May 2013 01:12 PM PDT
Criado como um sistema de mapas social, o Waze ganhou as manchetes do noticiário de tecnologia nas últimas semanas. Rumores sugeriam que o Facebook estaria interessado na aquisição da empresa, que tem base em Israel, por “míseros” US$ 1 bilhão – seriam mais dados sobre o seu trajeto para Mark Zuckerberg vender aos anunciantes da rede social.
No entanto, o Google, que já possui sua própria solução de mapas, o Google Maps, obviamente não ia dar essa brecha, e especula-se que o gigante das buscas também tenha feito a sua proposta de aquisição do Waze na mesma casa do bilhão de Obamas.

Enquanto os dois titãs da internet disputam o Waze entre si, o que interessa mesmo para o consumidor final – sim, você mesmo! – é que o Waze pode ajudar a economizar preciosos minutos nos trajetos do dia a dia, em especial se você morar em cidades com trânsito complicado como São Paulo.

Saiba onde está parado, de acordo com quem está dirigindo

O Waze aposta no mesmo conceito que muitas rádios usam ainda hoje: botar fé na informação de quem está na estrada. Quando ativado, o app passa a percorrer os trechos nos quais você circula. Acompanhando a movimentação de diversos Wazers, é possível determinar automaticamente qual é a velocidade média de uma pista, dado que é mostrado na tela em casos de lentidão. Quando o tráfego está intenso, a rua se torna laranja e, quando a velocidade de locomoção é muito baixa, ela aparece em vermelho.
Balõezinhos também informam a velocidade média da pista – ao fazer uma rota, o próprio Waze já se encarrega de evitar as vias congestionadas, e ao perceber que a velocidade está baixa, o motorista pode já se programar pra sair mais cedo, mais tarde, ou dar aquela calibrada na paciência pra colocar o pé na estrada ;)
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A velocidade média da pista é detectada automaticamente, e se transforma em informação visual no mapa – pistas em amarelo tem trânsito lento, quando a via estiver vermelha, a coisa está tensa

Via parada, acidente na pista, polícia a vista e outros alertas

Além da importante informação sobre velocidade da pista, que permite que o Waze crie rotas inteligentes que desviam das vias engarrafadas, o aplicativo ainda ajuda o usuário a alertar outros motoristas sobre diversos detalhes do trajeto.
Em uma via congestionada, dá pra dizer se o tráfego é moderado, intenso ou completamente parado, além de adicionar ‘justificativas’, sinalizando quando houve acidente (casos em que o congestionamento tende a ser alongado, dependendo da extensão do estrago), quando existe policiamento na rua, entre outros alertas – nos dias de chuva, por exemplo, há quem sinalize onde a situação da pista oferece risco de aquaplanagem.
Quando usei o Waze em uma viagem pela Flórida, um engarrafamento em uma das rodovias foi sinalizado várias vezes pelos Wazers, com direito a fotos do acidente, dica de em qual pista ele havia ocorrido (assim dá pra desviar desde lá detrás) e sugestões  de como pegar rotas alternativas.
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Com foco no social, o Waze permite que os usuários reportem situações das ruas, como policiamento trânsito intenso, acidente ou policiamento presente

Diferentes trajetos para a mesma localidade: um artifício de fuga do trânsito

O bacana de ter o Waze como companheiro do trânsito diário é poder gravar os locais que você mais frequenta e encontrar caminhos diferentes e desvios de situações complicadas.
O padrão é salvar o endereço de casa e do trabalho, mas dá também pra favoritar a academia, aquele barzinho bacana e até a casa da mãe, o que facilita bastante na hora de pedir para o Waze fazer um trajeto pra você. Basta recuperar o favorito na lista e o app mostra quais as rotas disponíveis, quais delas possuem pontos de parada, qual é a mais curta, a mais veloz e a hora estimada da chegada.
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Dá pra guardar a sua casa e o local de trabalho como favoritos e também conferir a situação da sua rota
Pra quem vive na rua e acessa informações de trajeto via conexão de dados do celular, é bom ficar atento – no 3G, o Waze costuma limitar as buscas a locais próximos de onde você está, o que não é nada bacana quando você quer sair de São José dos Campos e ir até a Avenida Paulista em São Paulo e ele te manda para outra de mesmo nome no interior.
Nesses casos, vale gravar os destinos frequentes quando se está no local (favoritar o trabalho quando estiver no expediente, ou aproveitar aquela visita que você fez na casa dos seus pais para guardar o endereço no app) ou então apostar na conexão Wi-Fi para configurar a sua rota. De qualquer maneira, a busca por endereços conta com uma mãozinha de serviços como o Google, Foursquare, Bing e dos contatos gravados no seu telefone. O Waze integra os resultados da busca entre todas essas possibilidades, tornando mais simples a pesquisa por estabelecimentos que já estejam mapeados por alguma dessas opções.
Waze: busca integrada com Foursquare, Bing, Google Maps e seus contatos do telefone
Busca integrada com Foursquare, Bing, Google Maps e seus contatos do telefone

Gamification, o mapa transformado em uma evolução Pokémon

Além de desviar dos trechos complicados e achar rotas mais eficientes para os trajetos que precisa fazer, o aplicativo também é um jeito de esnobar seus coleguinhas que não são tão “rodados” assim.
Isso porque ele também tem a sua porção de gamification, que dá pontos para quem utilizar com frequência e ajudar os coleguinhas. Toda ação no Waze gera pontos para o usuário, desde dizer o preço da gasolina em um posto do caminho a avisar sobre ocorrências na estrada. Até mesmo os quilômetros percorridos acumulam pontos: a cada milha, o Wazer ganha 5 pontos, o equivalente a 3,2 pontos por km, que ajudam seu avatar newbie a crescer e ganhar acessórios.
Os novatos são mostrados como Bebês Waze, um avatarzinho com uma chupeta, e ficam assim até percorrerem pelo menos 160 km. Depois disso, vão evoluindo, igual um Pokémon, para Wazes Crescidinhos, que podem escolher um avatar que simboliza o humor do dia. O próximo passo são Guerreiros Waze, que ganham um escudo, seguindo para Cavaleiros Waze, que trocam o escudo por uma espadinha. Por último, Realeza Waze, quando ganham uma coroa, zeram o gamification e fazem o dia dos inimigos mais difícil.
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Bebê, Crescidinho, Guerreiro, Cavaleiro e Realeza – a evolução Pokémon no Waze

Ministério do Bom Senso adverte: preste atenção na estrada!

O Waze ajuda sim a melhorar bastante a sua relação com o trânsito e com o trajeto que você precisa fazer naquele dia, mas é sempre bom lembrar que é preciso ter bom senso e lembrar que o mais importante é prestar atenção na estrada e ficar atento à sinalização, à velocidade da pista e manter as mãos no volante.
Waze: direções em PT-BR
Ative a ‘Raquel’ e deixe que ela te diga por onde guiar o carro
Uma das principais críticas ao aplicativo é que seria necessário ter um copiloto na viagem pra fazer uso de grande parte das funcionalidades, além de ser um tanto complicado ficar reportando ocorrências na estrada enquanto se está dirigindo – o Waze tem uma ânsia por convidar o usuário a confirmar se naquele cruzamento existe um semáforo, se o radar estava mesmo ali ou se mudou de lugar, entre outras informações.
No entanto, as janelinhas somem sozinhas se você não fizer nada; então por favor, não faça.  A não ser que você esteja parado em um trânsito do mal, aí você pode até ajudar os outros Wazers avisando da condição do engarrafamento no local, talvez até mandar uma foto se houver como. Mas lembre-se sempre que a prioridade é manter-se a salvo e dirigir com prudência.
Uma ideia bacana é ativar a navegação por voz e configurar para que ela seja feita em português, assim você pode simplesmente deixar o celular no painel do carro e acompanhar as instruções como se ouvisse rádio. Ou, quem sabe, adquirir um suporte pra prender seu smartphone no painel ou na saída de ar e transformar o Waze no seu GPS social.
Quem gostar da ideia pode baixar o Waze gratuitamente na App Store ou na Google Play, ou então acessar o mapa em tempo real através da web.
Independentemente de qual titã da tecnologia adquirir (ou não) o Waze, a minha torcida é pra que ele continue aí, ajudando a diminuir o tempo gasto no trânsito e evitando o stress antes de sair de casa :)
Review: Waze, o app de trânsito que está sendo disputado entre Facebook e Google
Posted: 28 May 2013 10:03 AM PDT
A LG anunciou hoje o Nexus 4 com a traseira na cor branca. Por dentro, nada mudou: tela de 4,7 polegadas, o mesmo processador Snapdragon, 2 GB de memória RAM e nada de 4G LTE. Mas a notícia que mais reverberou foi outra. Kim Wong, principal executivo da LG para o mercado europeu, anunciou que o Nexus 5 não será fabricado pela companhia coreana.

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Segundo Wong, ”atualmente não temos planos de um Nexus 5 feito por nós. Nós não precisamos deste tipo de marketing mais. O Nexus 4 foi um grande sucesso, mesmo com os problemas de suprimento, e nós temos um ótimo relacionamento com o Google. Mas não faremos o Nexus 5".
A declaração de Wong pode parecer, sob uma ótica rasa, uma atitude insensata da LG. Mas, analisando de forma mais fria, a posição da fabricante coreana até que faz sentido.
O Nexus 4 é praticamente um celular do Google com fabricação terceirizada pela LG. Diferentemente do seu predecessor, Galaxy Nexus, que podia ser encontrado no varejo e atrelado a um plano de fidelidade, o Nexus 4 é vendido apenas online no Google Play.
Fora dos EUA, muitas vezes o Nexus 4 entra numa “zona fantasma”, onde Google e LG tentam decidir quem arca com custos de marketing e importação, como foi o caso da chegada do Nexus 4 ao Brasil.
Some a isto que o valor do Nexus 4 no mercado americano fica muito abaixo do valor de venda de smartphones similares. Hoje, um Nexus 4 de 16 GB sai por apenas 350 dólares, praticamente metade do valor de um iPhone 5.
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O Google subsidia o valor do aparelho para a LG, o que pode não ser um bom negócio, já que a LG estaria fabricando um aparelho que promove muito mais o Google e o Android do que a própria marca. O Nexus não é um smartphone que agrega valor à linha Optimus da LG; Wong, inclusive, somente falou de exposição de marketing, não sobre lucro.
Por outro lado, a Samsung espertamente conseguiu colocar a marca Galaxy no seu Nexus e conquistou outra boa estratégia de marketing ao disponibilizar o Galaxy S4 na loja do Nexus com Android “puro”. Perdeu o TouchWiz, mas ganhou publicidade e vendas.
Além de tudo isto, os problemas de suprimento que surgiram principalmente no final do ano passado podem ter custado caro para o planejamento de produção da LG. Assim, a produção de um Nexus por mais um ano não parece ser um bom negócio para a LG.
E já que o trono está vago, a máquina de rumores vai começar a correr atrás do sucessor da LG pela honra de criar o Nexus 5. Será que finalmente veremos um Nexus da Sony com Android Key Lime Pie, ou a Motorola, que pertence ao próprio Google, ganhará a chance?
Com informações: VentureBeat.
LG apresenta Nexus 4 branco e anuncia que não fabricará o Nexus 5
Posted: 28 May 2013 08:34 AM PDT
A Microsoft apresentou o Xbox One na semana passada e mostrou algumas de suas funções, com foco em… televisão. Claro que não entregou todo o ouro, já que a E3 está bem próxima, e provavelmente lá iremos conhecer o potencial do console com jogos. Mas a internet não gostou do que viu no dia 21.

Além da apresentação inicial mal ter falado de jogos, rumores pouco agradáveis foram mais ou menos confirmados, ou não foram negados, como a necessidade de se conectar à internet uma vez por dia para jogar, a ausência de retrocompatibilidade e a impossibilidade de jogar games usados.
Então, as críticas ao One foram pesadas. Ainda é cedo para afirmar quem “ganha”, ele ou o PlayStation 4. Mas, talvez por não ter revelado tanta coisa, o console da Sony parece estar na frente na opinião popular.
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No entanto, isso não deve estar tirando o sono do vice-presidente da Microsoft, Phil Spencer. Uma semana antes da apresentação do One,  em uma conversa com jornalistas retratada pelo OXM, ele já tinha certeza de que a Microsoft estava no caminho certo.
Spencer declarou que todo mundo vai comprar o One, tanto gamers hard core quanto os que levam menos a sério e os não-gamers. O primeiro grupo é formado por fãs de jogos que irão comprar todos os consoles; o segundo, por quem busca o “algo mais” e o One, nesse caso, é a melhor opção.
O que meio que justifica a apresentação ter sido focada no “algo mais”: o público gamer já está garantido, o outro, não. Mas talvez esse raciocínio tenha custado à Microsoft sua popularidade, pelo menos por enquanto.
A conferência da Microsoft na E3, quando a empresa terá sua chance de (re)conquistar os jogadores, está marcada para a manhã do dia 10 de junho. O que você espera que seja revelado lá?
Microsoft tem certeza de que gamers comprarão o Xbox One
Posted: 28 May 2013 08:15 AM PDT
Ricardo Junqueira, presidente da Sony Mobile no Brasil
Ricardo Junqueira, presidente da Sony Mobile no Brasil
A Sony anunciou hoje, em clima de Copa das Confederações, dois novos smartphones para o mercado brasileiro. O Xperia L é um aparelho intermediário que possui “a melhor câmera da categoria em sua faixa de preço e configuração”. Já o Xperia SP aposta em acabamento melhor, suporte ao 4G brasileiro e hardware mais potente. A empresa também adiantou que lançará o Xperia Tablet Z no Brasil.

Sony Xperia L
Sony Xperia L
Com preço sugerido de R$ 899, o Xperia L deve competir com aparelhos como o Motorola RAZR D3 (leia o review), mas possui algumas características superiores. Ele traz processador dual-core Snapdragon S4 Plus de 1 GHz, 1 GB de RAM, 8 GB de armazenamento interno (com entrada para cartão microSD) e bateria de 1.750 mAh. A tela, de 4,3 polegadas, tem resolução de 480×854 pixels e suporta até quatro pontos de toque.
De acordo com a Sony, o Xperia L possui câmera de 8 megapixels com o novo sensor Exmor RS que garante “clareza na captura, durante a noite ou em situações de forte luz de fundo”, já que tira fotos e filma em 720p com HDR. No entanto, quando nós testamos o Xperia ZQ (leia o review), não notamos nenhuma diferença entre a gravação de vídeo com HDR ativado ou não. Na lateral, há um botão dedicado para tirar fotos, que funciona inclusive com o aparelho bloqueado.
Sony Xperia SP
Sony Xperia SP
O Xperia SP, que chega ao Brasil por R$ 1.299, traz a câmera de 8 megapixels do Xperia L, mas suporta gravação de vídeo em 1080p. O aparelho acessa as redes 4G brasileiras e possui hardware mais poderoso: processador dual-core Snapdragon S4 Pro de 1,7 GHz, 1 GB de RAM e 8 GB de armazenamento interno, também com entrada para microSD, além de bateria de 2.370 mAh.
A tela de 4,6 polegadas possui resolução de 1280×720 pixels (319 ppi) e suporta 10 pontos de toque. Ela é auxiliada pela tecnologia Mobile Bravia Engine 2, que promete melhorar as cores e corrigir distorções e ruídos em vídeos de baixa qualidade, como alguns do YouTube. A tela ainda permite que você use o aparelho mesmo com luvas.
Assim como no Xperia ZQ, a Sony aposta em acabamento melhor para vender o Xperia SP, que possui alguns detalhes bem bacanas. Há moldura de alumínio e, na parte inferior, uma faixa transparente que muda de cor de acordo com notificações, fotos e vídeos. Quando uma música estiver tocando, essa faixa pode acender de acordo com os tons mais acentuados, como num equalizador. Inútil, mas legal.
Tanto o Xperia L quanto o Xperia SP estarão disponíveis nas cores preto e branco, possuem NFC integrado, rodam Android 4.1 Jelly Bean e suportam o modo Stamina, que dá uma bela ajuda na autonomia da bateria. Eles começarão a ser vendidos na segunda metade de junho.

Xperia ZQ branco e Xperia Tablet Z

Sony Xperia Tablet Z (sim, ele é muito fino)
Sony Xperia Tablet Z (sim, ele é muito fino)
Além de trazer dois novos smartphones, a Sony também avisou que vai lançar o Xperia ZQ na cor branca: ele chega em julho e terá o mesmo preço do modelo preto, de R$ 2.049. O Xperia ZQ branco possui uma traseira lisa, sem texturas, e o material foi substituído para que o aparelho não ficasse escorregadio.
Segundo a Sony, o Xperia Tablet Z dará as caras por aqui em agosto, mas ainda não há preço definido. O tablet possui tela de 10,1 polegadas, 16 GB de armazenamento interno, câmera de 8 megapixels e dimensões bem compactas: são apenas 6,9 mm de espessura e 495 gramas. Ele também é à prova d’água, podendo ficar submerso por até 30 minutos. Como o modelo que estava sendo apresentado era um protótipo, não nos deixaram colocá-lo na água. :-(
Sony anuncia Xperia L e Xperia SP no Brasil
Posted: 28 May 2013 07:48 AM PDT
A gente já sabe que o Firefox OS chega ao Brasil em algum momento do segundo semestre. A gente também sabe que a Geeksphone é a primeira empresa a colocar à venda aparelhos com esse sistema operacional, mas eles são voltados para desenvolvedores e não para o usuário final. Agora, sabemos de um rumor de que a LG será a primeira fabricante a trazer o Firefox OS para o Brasil.

Segundo o iG, o smartphone é o LG LEO e deve chegar às lojas em setembro como fruto de uma parceria com a Telefônica/Vivo. Além disso, algumas unidades do aparelho já estão no país.
A intenção da LG, de acordo com a fonte que o site teve contato, é lançar um smartphone de entrada e baixo custo para atrair o público dos feature phones (aparelhos bem básicos, que permitem navegar na internet e instalar alguns – poucos – aplicativos).

Entramos em contato com a LG para tentar ter mais informações sobre o rumor. A Vivo, no entanto, já disse que não é verdade. Em todo caso, o segundo semestre já está aí e não deve demorar muito até descobrirmos quais serão as empresas que trabalharão com o Firefox OS.
Com informações: Gizmodo
Rumor do dia: LG vai lançar o primeiro smartphone com Firefox OS do Brasil

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