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Posted: 09 May 2013 12:21 PM PDT
O YouTube anunciou hoje um novo programa que permitirá aos produtores de conteúdo cobrarem uma taxa mensal para que os espectadores tenham acesso aos vídeos. Os canais pagos do YouTube terão assinaturas que começam em US$ 0,99 e oferecerão um período de degustação.
No blog oficial, o Google informa que em breve você poderá assistir a episódios completos do Sesame Street ou lutas clássicas do UFC, assim que esses canais estiverem disponíveis. Atualmente são 53 canais pagos, que podem ser encontrados aqui, mas boa parte não pode ser assinada por usuários brasileiros. Os canais pagos oferecem 14 dias para você ver o conteúdo gratuitamente e decidir se vale a pena pagar ou não – caso o conteúdo não agrade, basta cancelar a assinatura antes do término do período de teste. Em alguns casos, há descontos para pagamento anual: o canal National Geographic Kids, por exemplo, cobra R$ 7,90 por mês ou R$ 59,90 por ano. Quando você assinar um canal, poderá assistir aos vídeos no computador, smartphone, tablet e TV, mas só é possível fazer a assinatura através de um PC. O YouTube diz que está trabalhando para suportar a assinatura de canais pagos em mais dispositivos e vai lançar mais opções em breve. A novidade inicialmente está restrita a um pequeno número de parceiros do YouTube. Se você quiser criar um canal pago, pode se candidatar neste formulário. Com uma nova forma de ganhar dinheiro produzindo vídeos (e provavelmente mais vantajosa que entupir o conteúdo com publicidade), é provável que tenhamos mais canais de qualidade em breve. Você pagaria todo mês para ter acesso a um canal no YouTube? YouTube anuncia canais pagos com assinatura mensal |
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Posted: 09 May 2013 11:35 AM PDT
A partir de hoje, o Shazam dos brasileiros passa a contar com um novo recurso: permitir que o usuário ouça a faixa “descoberta” na íntegra no Rdio. Além do Brasil, Austrália, Canadá, México e o Reino Unido receberam a novidade.
O Shazam e o Rdio firmaram a parceria na metade do ano passado para dar início ao serviço nos Estados Unidos. Ele acrescenta um botão na interface do Shazam escrito Ouça grátis no Rdio. Após encontrar a música, ao clicar nesse botão, o aplicativo do Rdio é aberto. Se não tiver no seu dispositivo, a loja de apps abre para que possa baixá-lo. Então, o app de streaming de músicas abre o álbum que contém a música e tchanam, é só escolher a faixa para ouvi-la. Vale lembrar que o Shazam é gratuito, mas o Rdio tem uma versão grátis de teste que dura 14 dias e, depois, é preciso pagar para continuar usando. Com a parceria, o Rdio, que “só” tem um milhão de usuários, consegue potenciais 120 milhões novos vindos do Shazam. Com informações: TechCrunch Shazam e Rdio estendem parceria para usuários brasileiros |
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Posted: 09 May 2013 11:19 AM PDT
Eu nunca pensei que escreveria um texto sobre balança de supermercado no Tecnoblog, mas esta tem alguns diferenciais. Com processador de 1,5 GHz, 2 GB de RAM, 320 GB de HD e uma tela sensível ao toque, a Prix 6 Touch tem hardware de tablet ou computador, mas é uma balança high-tech voltada para o mercado varejista que, além de pesar os produtos, serve como um canal de mídia. Por que essa balança tem um HD tão grande? A Toledo, que fabrica a Prix 6 Touch, afirma que o disco armazena, além dos dados dos produtos, os vídeos e imagens que serão exibidos para os clientes numa tela de 7 polegadas, com resolução de 800×480 pixels. Os vídeos são reproduzidos com som, e a balança pode servir para divulgar promoções, receitas, produtos e mensagens em geral. Para o operador da balança, há um touchscreen maior, de 10 polegadas, onde há botões para configurar o equipamento e imprimir as etiquetas. Segundo a Toledo, o processador de 1,5 GHz "proporciona mais agilidade na pesagem" e faz diferença na hora do atendimento, porque a resposta da impressora é "oito vezes mais rápida comparada a de outros modelos do mercado", mas nunca fiquei entediado enquanto esperava o atendente imprimir a etiqueta do meu presunto na padaria. A Prix 6 Touch roda Windows Embedded, uma versão do Windows para sistemas embarcados, e a interface pode ser personalizada dependendo da necessidade. Ela está sendo exibida no Expo Center Norte, em São Paulo. A Toledo não divulga o preço da balança, mas certamente não é barata. Atualizado às 15h48. A tela voltada para o cliente não é sensível ao toque. Balança de supermercado tem touchscreen e roda Windows |
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Posted: 09 May 2013 08:05 AM PDT
O governo da Índia, sem fazer alarde, lançou um sistema capaz de monitorar a atividade de qualquer cidadão na internet, bem como analisar ligações telefônicas e mensagens de texto. O Central Monitoring System (CMS), como é chamado, custou quase 150 milhões de reais para ser implantado e oficialmente será usado para proteger a "segurança nacional". É claro que ele causou polêmica.
A Índia vem investindo em segurança digital depois dos ataques terroristas em Mumbai, em novembro de 2008, que mataram mais de 100 pessoas. E o governo pode usar o CMS legalmente: o Information Technology Act 2000, um decreto local, diz que eles podem "interceptar, monitorar ou decodificar" qualquer informação "gerada, transmitida, recebida ou armazenada" em computadores. O país tem histórico de censura na internet. Em 2006, a Índia solicitou aos provedores que bloqueassem domínios do Blogspot e do finado Geocities, sem dar explicações. Em agosto de 2012, o governo proibiu o envio de SMS em massa, impediu o acesso a vários perfis do Twitter e bloqueou alguns sites de compartilhamento de conteúdo. Ironicamente, após uma ordem da justiça, eles acabaram bloqueando o site do próprio governo. Ops! O Stop ICMS, campanha contra o sistema de monitoramento, diz que 33% das solicitações de remoção de conteúdo do Google enviadas pelo governo indiano são páginas com críticas ao parlamento. Eles acreditam que os políticos vão usar o CMS para repreender discursos contra o governo. Só no segundo semestre do ano passado, o governo enviou 2,5 mil solicitações para o Google. A privacidade também é um ponto importante. O advogado Pavan Duggal, especializado em leis cibernéticas, diz ao The Times of India que o sistema pode ser usado maliciosamente para espiar indivíduos, e o governo também não ajuda: ninguém quer se pronunciar oficialmente sobre o CMS e ainda não está claro quem possui acesso às informações coletadas pelo sistema, que incluem emails, SMS e localização geográfica. Mais de 100 milhões de pessoas acessam a internet na Índia e elas certamente não estão confortáveis em saber que estão sendo monitoradas. As únicas felizes no país, pelo jeito, são as empresas de serviços de VPN. Com informações: The Register. Governo da Índia lança sistema que monitora atividade da população na internet |
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Posted: 09 May 2013 08:01 AM PDT
Um usuário do fórum Notebook Review, identificado como CoolHotCold, postou um vídeo intitulado Sony Slider 13″ que, ao que tudo indica, mostra um futuro lançamento da marca: um ultrabook cuja tela desliza para que ele vire um tablet de 13 polegadas. Tipo o Duo, mas com tela maior, mais fino e mais leve.
Segundo o autor da postagem, o vídeo é usado para treinamento na Dixons, uma loja de eletrônicos do Reino Unido, e mais de 10 mil pessoas já o viram – ou seja, não é um projeto secreto da Sony. Ele também postou algumas das especificações: duas USB 3.0, porta HDMI, leitor de cartão SD e MS, bateria de 10 horas e display Full HD com tecnologia Triluminos (uma combinação de luzes vermelhas, azuis e verdes para formar as imagens com cores mais vivas). Pelo texto do fórum, as configurações de hardware variam. Mas, no vídeo, é especificado o processador i5, 4 GB de RAM e SSD de 128 GB. Também há NFC, teclado retroiluminado, câmera de 8 megapixels e uma caneta Stylus para usar na tela sensível ao toque. Além do vídeo, CoolHotCold também mostrou algumas imagens do computador. Se for realmente uma nova máquina da Sony, a empresa acertou no design: ele é muito bonito. Entramos em contato com a Sony para tentar confirmar a autenticidade do vídeo. Assim que tivermos uma resposta (se tivermos, já que a Sony não costuma comentar rumores), damos o update. Com informações: Engadget Rumor do dia: Sony prepara novo ultrabook híbrido de 13 polegadas |
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Posted: 09 May 2013 07:14 AM PDT
A Nokia anunciou hoje de madrugada, na Índia, o primeiro integrante da nova geração de smartphones de baixo custo da empresa. O Nokia Asha 501 será vendido pelo interessante preço de 99 dólares e roda uma nova plataforma da finlandesa: em vez do tradicional S40 para aparelhos baratos, temos um sistema operacional da Smarterphone, companhia que a Nokia comprou em 2012. Muitos não classificam os Asha como smartphones, mas é esse termo que a Nokia usa para definir o Asha 501. A interface é controlada por gestos, como o MeeGo, e há duas telas principais: uma com a lista de aplicativos e outra com o Fastlane, uma espécie de central de notificações que mostra contatos e alertas de redes sociais e aplicativos, com as 50 atividades mais recentes. Além de aplicativos Java, ele é capaz de rodar web apps, que podem ser desenvolvidos usando um novo SDK. A loja terá títulos gratuitos e pagos, e os desenvolvedores poderão incluir compras in-app. Vários aplicativos estão disponíveis ou serão lançados para a nova plataforma Asha, incluindo WhatsApp, Twitter, Facebook, Foursquare e Nimbuzz, além de jogos da EA e Gameloft. O Nokia Asha 501 tem tela capacitiva de 3 polegadas (320×240 pixels) resistente a riscos e um único botão físico na frente, o "voltar". Com bordas arredondadas e múltiplas cores, ele se parece com o Nokia Lumia 620 (leia o review), mas é bem leve (98 gramas) e compacto, apesar de ser gordinho: são 12,1 mm de espessura. Na traseira, há uma câmera de 3,2 megapixels. A Nokia inclui um cartão de memória de 4 GB na caixa. O aparelho chega às lojas a partir de junho. No Brasil, ele será vendido a partir do terceiro trimestre, ainda sem preço definido, na versão dual SIM. Infelizmente, assim como está acontecendo com os smartphones Lumia, o Asha 501 chega apenas nas cores preto e branco – em outros mercados haverá vermelho, amarelo, verde e azul. A bateria, segundo a Nokia, dura nada menos que até 26 dias em standby na versão com suporte a dois chips. Vale lembrar que, como o Asha 501 não tem conexão 3G (apenas GSM e Wi-Fi), ele não será beneficiado pela Lei do Bem, que zera alguns impostos de smartphones. Asha 501 é o novo smartphone básico de US$ 99 da Nokia |
tecnoblog: YouTube anuncia canais pagos com assinatura mensal (mais 5 notícias)
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