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Posted: 04 Jun 2013 01:44 PM PDT
A Brasil Game Show, maior feira de games da América Latina, acontece em São Paulo entre os dias 25 e 29 de outubro, sendo que o primeiro dia é dedicado para imprensa e business. Nesse ano, o evento vai ter o dobro do tamanho, com dois pavilhões do Center Norte ocupados pelos próximos lançamentos de games na região. A venda começa só no mês que vem, mas já dá para ir juntando moedinhas:os ingressos vão de 40 a (exorbitantes) 1.389 reais.
Mais de 100 mil pessoas passaram pela BGS em 2012; esse ano, são esperadas 150 mil
Os preços aumentam para cada grupo conforme a data do evento se aproxima. O ingresso mais barato, por exemplo, pode chegar a 120 reais se for comprado a partir de 8 de setembro. O mais caro chega perto dos 1.400 reais. Mas sem gastar muito dá para passar por lá, já que o ingresso mais barato que dá direito a todos os dias acaba saindo pelo equivalente a menos de 40 reais por dia, se for comprado no primeiro lote. Os preços divulgados no site são referentes à meia entrada, concedida a estudantes, idosos, professores e a quem levar um quilo de alimento não-perecível. Crianças com menos de 5 anos não pagam e abaixo de 12 só entram com um responsável. A venda será feita exclusivamente pela internet a partir do dia 8 de julho. Com informações: UOL Jogos Divulgados os valores de ingressos para a Brasil Game Show 2013: a partir de R$ 40 |
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Posted: 04 Jun 2013 12:46 PM PDT
É recente a popularização da impressão 3D, com a venda de impressoras mais acessíveis ao público, como as fabricadas pela MakerBot. Mas a tecnologia já tem seus bons anos: o primeiro registro de um modelo sólido impresso data de 1981, obra do pesquisador Hideo Kodama, do Instituto de Pesquisas de Nagoya, no Japão.
Desde então, a produção de itens em três dimensões foi se aprimorando e culminou com o desenvolvimento de impressoras de mais fácil aquisição. Tudo bem que 1,5 mil dólares não é exatamente um valor barato, mas o equipamento que permite imprimir objetos virou algo mais possível de ter em escolas, hospitais, pequenas e médias empresas e nas residências de entusiastas. E, como acontece com grande parte das coisas, ao chegar às mãos de mais gente, novos e criativos usos foram surgindo, em iniciativas que tem surpreendido pela rápida solução de problemas. Em contrapartida, também apareceram questões éticas que não existiam até então, como a impressão de itens de uso controlado como armas de fogo, que, mesmo sendo feitas com materiais plásticos, continuam capazes de machucar. Imprimindo para o bemO noticiário sobre impressão 3D tem trazido documentários, vídeos e matérias daqueles que ajudam a restaurar a esperança na humanidade. São pessoas motivadas a solucionar pequenos problemas do cotidiano usando a tecnologia de impressão 3D, transformando completamente a vida das pessoas e até salvando vidas.Um dos mais emocionantes casos do tipo é o Robohand, iniciativa que cria mãos robóticas para quem nasceu com problemas congênitos que impediram ou mal-formaram esse membro, ou para pessoas que tenham sofrido algum tipo de acidente. Usando uma impressora MakerBot, o carpinteiro Richard Van As, que perdeu 4 dedos da mão em um acidente de trabalho, e o designer Ivan Owen criaram um modelo de mãos robóticas que agarram objetos. Os dedos todos se movem de acordo com um comando dado pelo pulso do usuário da prótese. Caso seja dobrado para ‘fora’, os dedos se abrem; fechando o pulso para dentro, os dedos se fecham, segurando objetos e transformando a vida de crianças como Liam, de 5 anos, que nasceu sem os dedos da mão direita. Outro grande benefício é que as crianças podem ter suas mãos consertadas com uma velocidade incrível caso quebrem alguma peça acidentalmente, o que dá a elas a liberdade de usar a mão robótica como bem entenderem, seja para nadar, brincar ou correr, sem precisar temer uma possível quebra da prótese. Durante a fase de crescimento, as mãos feitas com impressoras 3D também são simples de adaptar ao desenvolvimento e crescimento dos pequenos: basta aumentar as falanges e ajustar as tiras que se prendem ao pulso. Como se melhorar a experiência de vida de crianças e adultos que não tem as mãos não fosse incrível o suficiente, um caso recente na medicina demonstra que ainda há muito potencial a ser desenvolvido com as impressoras 3D. Quando o pequeno Kaiba Gionfriddo nasceu, sua traqueia não era capaz de se manter firme o suficiente para que o ar passasse e permitisse sua respiração. Em busca de uma solução para salvar a vida do menino, a equipe do hospital pediu permissão aos pais para tentar algo novo: a impressão de um suporte que fosse customizado para o Kaiba, imitando o caminho de sua traqueia e brônquios, ajudando-o a respirar enquanto seu organismo se fortalecia para que a cavidade fosse mantida e permitisse a passagem do ar. O procedimento foi um grande sucesso – a peça, inserida cirurgicamente no garoto, foi desenvolvida por uma impressora 3D usando um polímero biodegradável conhecido como ‘policaprolactona’ (PCL) , que, em cerca de três anos, se decompõe naturalmente e é absorvido pelo corpo humano, sem a necessidade de nova cirurgia para retirada. Em apenas 21 dias após a cirurgia, o bebê já não precisava mais da ajuda de equipamentos para respirar. Impressão ‘do mal’?O lado complicado da história é que da mesma forma que se constroem objetos para o bem, também são desenvolvidas iniciativas que podem gerar um final nada feliz.Aficionados por armamentos conseguiram produzir a chamada Liberator, uma arma de fogo completamente funcional, que utiliza balas de verdade, através de projetos em CAD e impressoras 3D. Seguindo as instruções de arquivos que circulam na web, é possível imprimir todas as partes de uma arma e montá-la sem grandes dificuldades. Os entusiastas ensinam até mesmo a substituir algumas peças de plástico por equivalentes em metal, evitando desgastes que o plástico poderia sofrer com o uso. Uma informação dessas circulando na internet deixa os departamentos de segurança dos países, em especial os EUA, de cabelo em pé – se já é complicado fiscalizar o porte de arma (questão que, inclusive, ainda está em discussão no governo de Obama), imagine se revólveres puderem ser impressos no quintal de qualquer casa que tenha uma MakerBot. A preocupação do Departamento de Segurança dos EUA é que, sendo de plástico e com pouquíssimas partes em metal, esse tipo de arma não conseguiria ser detectada pelos sistemas mais tradicionais. E, com os projetos disponíveis livremente na web, seria praticamente impossível deter o compartilhamento dos arquivos como uma forma de evitar o problema. Ou seja, apesar de diversos países (Brasil incluso) terem tornado ilegal a manufatura doméstica de armas e a distribuição dos CADs que produzem as peças das armas impressas, deter o compartilhamento do arquivo é tão complicado quanto acabar com a pirataria. Se nem as indústrias fonográfica e cinematográfica encontraram formas de impedir o espalhamento de dados internet afora, seria bem difícil impedir a distribuição dos projetos de impressão das armas 3D. Além da TerraEnquanto o mundo ainda se questiona se a impressão 3D vem para o bem ou para o mal, quem trabalha com situações estratosféricas está com o pensamento em outros planos.Pesquisadores da NASA estão experimentando tecnologias de impressão 3D como uma forma de diminuir o montante de equipamentos enviados nas espaçonaves junto com os astronautas. A intenção seria enviar com eles, além dos itens básicos, matéria prima e uma impressora 3D. Assim, as ferramentas que fossem necessárias durante a viagem espacial poderiam ser confeccionadas ao longo do trajeto, com a vantagem de serem personalizadas de acordo com a situação: repor uma peça, por exemplo, ou fazer um pequeno conserto com objetos em formatos pouco tradicionais. Ferramentas específicas também poderiam ser construídas de acordo com a necessidade, o que poderia reduzir bastante o peso da espaçonave. O “brainstorming” da NASA chega a tal ponto que existe financiamento até para uma pesquisa que propõe a impressão de alimentos, como chocolate ou pizza. Com toners de nutrientes, ela misturaria os itens e serviria o alimento tridimensional. Provavelmente a pizza não sairia quentinha, mas seria nutritiva e mataria a fome. Vivendo a busca pelo equilíbrioQuem vive uma revolução tecnológica como essa acaba acompanhando de perto todos os passos dados em busca de um equilíbrio. A tecnologia que ajuda a melhorar e até a salvar vidas é a mesma capaz de produzir armas que acabam com outras vidas. Como sempre, é preciso buscar por um equilíbrio.Não há como conter o compartilhamento dos arquivos de CAD com projetos para impressão de revólveres, mas o bom senso fez com que as próprias iniciativas que antes distribuíam o material suspendessem os links e se posicionassem contra a confecção de tais objetos. Além disso, a necessidade de fiscalizar armas que não seriam feitas de metal pode levar a um aprimoramento na detecção de armas ou a um aumento da fiscalização da posse delas. Cada vez mais, médicos e especialistas em saúde se aproveitam da tecnologia para salvar vidas como a de Kaiba, que provavelmente não estaria mais vivo se não fosse seu suporte impresso em material biodegradável, ou a dar uma melhor experiência de vida para crianças como Liam, que agora se sente tão capaz quanto qualquer outra criança ao poder agarrar objetos e brincar (quem sabe ele sinta-se até mais superpoderoso que elas, afinal ele tem um braço robótico, o que é super mais legal que uma mão normal). Com a popularização, é possível que o custo de uma impressão 3D caia ainda mais (e a Lei de Moore manda lembranças, porque já existem planos de lançar impressoras 3D a 237 dólares, um custo considerado baixíssimo). Talvez até mesmo populações em regiões de guerra, onde minas deixam milhares aleijados, possam fazer uso de próteses impressas e customizadas para melhorar suas vidas. Com a impressão 3D, o consumo no futuro poderá ser just in time – já imaginou apenas ter que adquirir a “modelagem” do que você precisa e imprimir em casa, quantas vezes quiser? Toda novidade assusta por que não sabemos como lidar com ela e quais serão suas consequências. A impressão 3D tem seu lado Jedi e seu lado negro da Força. O importante será encontrar formas de controlar o lado ruim e aproveitar as coisas boas. Eu mesma mal posso esperar pra ver o que seremos capazes de imprimir dentro de alguns anos. Impressoras 3D: revolucionando para o bem ou para o mal? |
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Posted: 04 Jun 2013 09:26 AM PDT
Mal se passaram 24 horas desde que a MiKandi, empresa de aplicativos para o público adulto, anunciou que havia desenvolvido um especialmente para o Google Glass e ele já foi proibido. O Tits & Glass permite fazer fotos e vídeos e colocá-los para votação popular de outros usuários.
Os criadores do app garantem que verificaram a política de aplicativos do Google Glass duas vezes antes de publicarem o seu. No entanto, um dia depois de ele ter sido disponibilizado, o Google mudou a política e agora não permite conteúdo que contenha nudez, atos sexuais ou qualquer tipo de material sexualmente explícito. Um balde de água fria nos desenvolvedores de apps para adultos. A MiKandi comunicou que o Tits & Glass continua no ar mas sofrerá algumas mudanças para se adequar à nova política. Além disso, no mesmo post, a empresa disse que o aplicativo já foi baixado por diversos usuários e o site (obviamente NSFW) ultrapassou os 10 mil visitantes únicos em apenas um dia. O ramo da pornografia tem visto com bastante empolgação o novo gadget antes mesmo de seu lançamento por causa da possibilidade de gravar de filmes utilizando o ponto de vista dos atores de uma maneira bem mais simples do que é feita atualmente, o que deve dar uma chacoalhada na indústria. Com informações: Mashable Acabou a brincadeira: Google proíbe pornografia no Glass |
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Posted: 04 Jun 2013 07:51 AM PDT
O Snapdragon 400, família de chips intermediários da Qualcomm, ganhou um modelo com processador quad-core, o MSM8926. Ele será compatível não apenas com aparelhos Android, mas também com o Windows Phone 8, que suporta até 64 núcleos. O novo SoC da Qualcomm suporta conexões 4G LTE.
Este é o primeiro processador quad-core para Windows Phone 8. Antes, a plataforma estava usando os Snapdragon S4 Plus e Pro, da geração passada. O Snapdragon 400 não adiciona apenas números, mas também recursos: o novo SoC suporta Wi-Fi 802.11ac e streaming de vídeo através do Miracast. Uma das funcionalidades integradas ao Snapdragon 400 é o suporte a dois SIM cards simultâneos, algo muito importante para mercados em desenvolvimento. Todas as outras tecnologias comuns estão lá: rádio FM, NFC, Bluetooth e acesso às redes HSPA+ de até 42 Mb/s. Ainda não sabemos como o novo modelo do Snapdragon 400 se comporta em relação aos anteriores. Apesar de possuir números mais impressionantes, o MSM8926 tem quatro núcleos Cortex-A7, voltado para chips de baixo custo, com clock de 1,2 GHz. Alguns modelos antigos, como o MSM8930AB, usado no Galaxy S4 Mini, possuem dois núcleos Krait 300 de 1,7 GHz. O Krait 300 é usado no Snapdragon 600, que equipa HTC One e Galaxy S4. Com informações: Engadget. Snapdragon 400 ganha modelo quad-core com 4G e suporte ao Windows Phone 8 |
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Posted: 04 Jun 2013 07:46 AM PDT
Depois de adiar o lançamento várias vezes (a data prevista era outubro do ano passado) e fazer ajustes no design, o que incluiu a diminuição do tamanho de 10 para 7 polegadas, o tablet Wikipad finalmente ganhou uma data para chegar às lojas e preço.
Segundo o The Verge, a redução do tamanho se deve a problemas técnicos com o modelo de 10 polegadas. Enquanto esse obstáculo era superado, a empresa achou mais sensato competir com os tablets de 7 polegadas do mercado por causa do preço; o Nexus 7, por exemplo, tem configuração semelhante à do Wikipad: 1 GB de RAM DDR3, chipset Tegra 3, resolução de tela de 1280 x 800 pixels e Android 4.1 (o Nexus 7 já recebeu atualização para o 4.2). Tirando o tamanho da tela, as especificações são as mesmas da versão inicial, ou seja, a qualidade de imagem é bem melhor no modelo novo. A mudança no tamanho ainda deve ser bem vinda também pela usabilidade, já que um tablet menor é mais confortável de carregar por aí e de jogar, pois o peso também diminui. Além disso, o Wikipad já tem o controle que se acopla a ele e aumenta bastante suas dimensões. O Wikipad estará à venda a partir de 11 de junho por 249 dólares, com o controle incluso no valor. Por enquanto, estará disponível só nos Estados Unidos. Agora vai: Wikipad, o tablet feito para jogos, tem data e preço de lançamento |
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Posted: 04 Jun 2013 06:46 AM PDT
Desde que o Google anunciou a morte do Reader, agregador de RSS que será desativado no dia 1º de julho, serviços concorrentes se esforçaram para levar uma parte dos usuários órfãos. Mas há um ponto importante: e os ótimos aplicativos que usavam a API do Google Reader para exibir feeds em smartphones e tablets, como ficam? Eles não vão morrer: o Feedly vai salvar pelo menos cinco deles.
O Feedly anunciou que está trabalhando com os desenvolvedores do Reeder, Press, Nextgen Reader, Newsify e gReader para que esses aplicativos continuem funcionando normalmente após o desligamento. Para isso, os desenvolvedores substituirão a API do Google Reader pela API do Feedly, chamada Normandy. O Normandy é um clone da API do Google Reader, então os desenvolvedores não deverão ter muito trabalho para adaptar seus aplicativos. Segundo o Feedly, há muita gente interessada na API: mais 100 desenvolvedores solicitaram convites para usá-la. Como não haverá custo para usar a API do Feedly, muitos aplicativos devem ser salvos. Para suportar o grande número de usuários vindo do Google Reader (foram 500 mil em apenas 48 horas), o Feedly comprou servidores novos. Agora, o foco está em corrigir falhas, adicionar novos recursos (incluindo busca e compartilhamento em grupo), melhorar os aplicativos próprios e desenvolver novos para Windows Phone e Windows 8. Feedly terá integração com Reeder, Press, Nextgen e outros apps de RSS |
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