tecnoblog: Review: GRID 2, velocidade sem compromisso com a realidade (mais 8 notícias)


Posted: 03 Jun 2013 06:53 PM PDT
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Ele chegou. Cinco anos após a estreia de Race Driver: GRID, jogo de corrida que ganhou muitos fãs e foi bem recebido pela crítica, a Codemasters lança GRID 2. Assim como seu predecessor, GRID 2 aposta no equilíbrio entre simulação e arcade para conquistar o maior número de pessoas possível. Será que ele consegue?

Tudo pela fama

Em GRID 2, você começa como um piloto desconhecido que publicou um vídeo de sua corrida no YouTube e ganhou os primeiros fãs. Esses fãs são a única “moeda” do jogo. Não há dinheiro virtual para melhorar carros ou destravar pistas. À medida que você for completando as disputas, ganhará fãs que o incentivarão durante as corridas.

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De início você é convidado pelo investidor Patrick Callahan para ser um dos primeiros participantes de uma nova liga de corridas, a World Series Racing. O objetivo é tentar transformá-la num campeonato reconhecido em todo o mundo, inclusive com transmissões ao vivo pela TV. É um grande desafio, mas antes da competição acontecer, será necessário convencer outros pilotos a participarem da sua liga vencendo-os em disputas regionais.
Cada pequena liga tem uma característica diferente. Entre os modos de corrida estão o tradicional circuito, o Contra o Relógio (você deve completar o trajeto antes do tempo acabar), a Derrapagem (deslize pela pista e tente não bater o carro contra a parede), a Eliminação (o último da corrida cai fora) e o Ponto de Controle (ande o máximo possível num determinado tempo e passe pelas cabines para ganhar alguns segundos).
Tem também o Touge, um modo que lembra os rachas de Need for Speed: Underground 2, no qual você precisa terminar a corrida à frente do adversário ou então abrir uma vantagem de cinco segundos. No modo Confronto, é necessário eliminar cada oponente um a um em determinado circuito. Em Resistência, corra o que puder num intervalo de cinco ou seis minutos.
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Para ganhar ainda mais fãs, você frequentemente será convidado para participar de eventos promocionais do tipo Ultrapassagem. Uma série de carros estarão andando lentamente pela pista e sua missão é ultrapassá-los em série para obter o máximo de pontos possível. Não vale bater.
Com o tempo, a World Series Racing sairá da América do Norte e alcançará os continentes europeu e asiático. A competição ganhará cada vez mais destaque na mídia. Jornalistas da ESPN começarão a comentar sobre você. Sua simples garagem escura e apertada se transformará em um ambiente mais agradável, com os troféus que você ganhou nos campeonatos.
Veremos?
Veremos?
E claro, os fãs continuarão sendo a parte mais importante da sua carreira. Uma das conquistas no Steam é "O clipe da Beyoncé era melhor". A descrição é a seguinte: "A Taylor Swift tem 23,5 milhões de seguidores no Twitter. Agora você tem mais fãs do que ela."

Carros para todos os gostos

Alguns fabricantes importantes, como Ferrari e Lamborghini, não aparecem em GRID 2. Mas os carros que existem são muito bacanas. Você provavelmente começará com um clássico Ford Mustang Mach 1 e então desbloqueará outros veículos mais modernos, como o Subaru BRZ e o Volkswagen Golf. Este é o primeiro grupo, com os carros menos potentes e também mais fáceis de controlar.
No segundo grupo, há Camaro amarelo, Chevrolet Cruze e alguns europeus, como o simpático Audi TT RS Roadster. Então a coisa começa a ficar mais legal com carros mais exóticos, como o levíssimo Ariel Atom 3, o pesado Aston Martin Vanquish e o sempre presente em jogos de corrida Corvette Z06. No último nível estão os super potentes McLaren F1 GT e Pagani Huayra.
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Cada carro tem um estilo próprio de pilotagem, como você verá mais abaixo. Mas ei! Cadê a visão interna do carro? Pois é, em GRID 2, ao contrário de seu antecessor, não é possível acessar a cabine do veículo. A Codemasters diz que poucos jogadores usavam essa visão. Eu nunca fui fã de pilotar em jogos de corrida no cockpit, então não é algo que fez tanta falta.

Paisagens impressionantes

Os traçados das pistas nem impressionam tanto, mas logo nas primeiras corridas, é possível notar que houve um cuidado especial para representar as várias cidades de GRID 2. Os vários arranha-céus de Dubai em volta da pista são espetaculares, as construções de Chicago ficam muito bonitas à noite, e também é muito boa a sensação de dar uma volta em torno do Arco do Triunfo, na capital francesa.
Dubai, com muitos prédios ainda sendo construídos em algumas partes da cidade
Dubai, com muitos prédios ainda sendo construídos em algumas partes da cidade
Olha, é a Torre Eiffel!
Olha, é a Torre Eiffel!
Se você prefere as montanhas de Cote d'Azur...
Se você prefere as montanhas de Cote d’Azur…
Claro que há disputas longe da cidade grande, como em Okutama, na província japonesa de Tóquio, onde se vê uma série de subidas e descidas, árvores por todo lado e curvas fechadas ótimas para fazer derrapagens e também destruir o carro.

Uma volta em Indianápolis

Pistas famosas não ficaram de fora. É possível acompanhar o grande público no circuito esportivo de Indianápolis, testar algumas das variantes da pista da austríaca Red Bull, brincar em Brands Hatch, na Inglaterra, e acelerar com tudo na enorme reta de Yas Marina, igualzinha àquela do Grande Prêmio de Abu Dhabi de Fórmula 1.
Circuito de Indianápolis e muitas propagandas da Intel
Circuito de Indianápolis e muitas propagandas da Intel
Indianápolis tem três circuitos diferentes: circuito de GP, circuito interno e circuito esportivo. O famoso oval também está disponível, mas na era dos DLCs, seria ingenuidade pensar que ele viria junto: o pacote que adiciona o circuito e mais alguns carros, incluindo um pace car da Indy, custa R$ 12,99 no Steam.
Como a campanha pode durar mais de 30 horas e não há tantas pistas disponíveis, ao chegar à quinta temporada você pode estar cansado de correr nos mesmos locais de sempre. Há várias variantes de pistas e até um modo exclusivo de GRID 2, o LiveRoutes, em que o traçado pode mudar a cada volta. Mesmo assim, as paisagens marcantes continuam lá, do jeito que sempre estiveram, e a sensação de "já vi isso antes" é mais frequente do que eu gostaria.

Cuidado com o muro!

GRID 2 tem estilo único de pilotagem. Você não vai conseguir fazer derrapagens perfeitas facilmente como nos jogos da série Need for Speed, ou curvas impossíveis em altíssima velocidade como em Burnout Paradise, mas também não pode tentar acertar todos os pontos de tangências das curvas porque os adversários vão ultrapassá-lo sem dó. E ainda tentarão, muitas vezes com sucesso, jogar você para fora da pista.
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A Codemasters batizou o sistema de pilotagem de GRID 2 com o nome TrueFeel. Eles tentaram reproduzir dentro do jogo o comportamento dos carros de verdade, mas eliminando algumas dificuldades de dirigibilidade. Afinal, GRID nunca foi um jogo de simulação. Não há como ativar ou desativar assistências, e os vários níveis de dificuldade apenas mudam algumas características da corrida, como o nível de IA dos oponentes.
Mesmo não sendo um jogo de simulação hardcore, há grandes diferenças entre os veículos, tanto na sensação de peso e controle quanto nos belos roncos dos motores: não dá para comparar a violência da McLaren MP4-12C com a estabilidade do Ariel Atom 3.
Ao dirigir uma Mercedes-Benz SL 65 AMG Black, ou vários outros carros com estilo de pilotagem "derrapante", será fácil perder o controle e dar de cara com o muro. Quando isso acontecer, o carro provavelmente não sofrerá perda total, mas ficará bastante danificado e a condução será prejudicada: a direção fica puxando para um lado e a potência diminui visivelmente. Mais uma batida deve ser suficiente para perder o para-choque na pista.
Oops! Acidentes acontecem
Oops! Acidentes acontecem
Ainda bem que, para os mais desastrados, há o Flashback, típico dos jogos de corrida da Codemasters, em que basta pressionar um botão para voltar no tempo e desfazer o estrago no carro. Eu usei o recurso incontáveis vezes enquanto conhecia novos veículos e pistas.

Mecânico tupiniquim

Uma das novidades bacanas de GRID 2 para o público brasileiro é que o jogo foi dublado para português. Toda a interface está no nosso idioma e a voz do mecânico ficou bastante natural. Os diversos vídeos do ESPN SportsCenter que aparecem durante o jogo, entretanto, são apenas legendados.
O mecânico não se limita a falar apenas obviedades, como dizer que sua traseira ficou danificada ou afirmar que você bateu no carro da frente. Em diversas situações, ele irá sugerir técnicas para dominar as curvas, dependendo do estilo de pilotagem do seu carro. “Ao pilotar este carro, é importante controlar as saídas de traseira. Use as derrapagens para ganhar embalo nas saídas das curvas”. Se você andou na pista anteriormente e não se deu muito bem, ele o lembrará disso.
É legal ser incentivado por uma voz humana. Para quem tem nomes mais comuns, será possível fazer com que o jogo pronuncie exatamente o seu nome. "Muito bem, Paulo!"
Como é difícil descrever uma dublagem com palavras, aqui vai cinco minutos de GRID 2 com narração em português:

Sem compromisso com a realidade

GRID 2 provavelmente não agradará ao pessoal hardcore, que prefere pilotagem mais técnica ou gosta de regular aerodinâmica e relação de marchas dos carros. E também pode afastar alguns fãs do GRID original, com a falta do cockpit, que passava sensação de realismo, e a impossibilidade de ativar ou desativar assistências de direção, como freios ABS e controle de tração. O máximo que dá para fazer é trocar o câmbio de automático para manual.
Por outro lado, para quem gosta de acelerar, curtir a paisagem e se divertir, sem tanto compromisso com a realidade, GRID 2 se encaixa perfeitamente. Recebi GRID 2 há três semanas e, apesar da sensação de déjà vu em algumas pistas, posso dizer que ainda estou longe de enjoar do jogo.
Desde que a franquia Need for Speed deixou de ser tão legal quanto na época de Underground 2 e Most Wanted, fiquei órfão de jogos de corrida com estilo mais arcade, aqueles para jogar no final de semana, quando não há nada mais importante para fazer. E GRID 2 supre essa necessidade. Tem gráficos espetaculares, boa variedade de carros e o mais importante: diverte bastante.
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Ficha técnica

  • Plataforma: Windows, PlayStation 3 e Xbox 360;
  • Lançamento mundial: 28 de maio de 2013;
  • Preço sugerido: R$ 99,90 (Windows) e R$ 179,90 (PlayStation 3 e Xbox 360);
  • Desenvolvedor: Codemasters;
  • Distribuidor: Codemasters;
  • Requisitos mínimos: Windows Vista, 7 ou 8; Intel Core 2 Duo 2,4 GHz ou AMD Athlon X2 5400+; 2 GB de RAM, 15 GB de espaço em disco; Intel HD Graphics 3000, AMD Radeon HD 2600 ou Nvidia GeForce 8600GT;
  • Requisitos recomendados: Windows Vista, 7 ou 8 de 64 bits; Intel Core i7 ou AMD Bulldozer; 4 GB de RAM; 15 GB de espaço em disco; Intel Iris Pro 5200, AMD Radeon série HD 6000 ou GeForce série GTX 500 com 1 GB de memória.
Review: GRID 2, velocidade sem compromisso com a realidade
Posted: 03 Jun 2013 02:10 PM PDT
Mais uma novidade da Computex 2013: o XPS 11 é a nova solução da Dell para unir tablet e notebook em um único aparelho. Como o próprio nome indica, ele tem tela de 11,6 polegadas e resolução de 2560 x 1440 pixels, ou seja, as imagens produzidas por ela têm uma qualidade rara em gadgets desse tamanho.

Outro ponto em que ele se destaca é o teclado, que não tem teclas que afundam, como se fosse um “tapete” sensível às pressões da digitação. Lembra o do Surface, mas parece ser ainda mais plano.
Créditos: Engadget
Para virar um tablet, a tela pode ser dobrada para trás até encostar com a parte traseira do teclado – tal qual o Yoga, da Lenovo. No entanto, a sensação de encostar nas teclas no modo tablet deve ser mais agradável, já que não dá para senti-las pelo tato.
O corpo do XPS 11 é de fibra de carbono, o que garante tanto rigidez quanto leveza. Nas conexões, HDMI, duas USB 3.0 e um leitor de cartão SD. O processador é um i5 de quarta geração e é só isso que foi dito (pelo Engadget, aliás) sobre ele.
Créditos: Engadget
Como o modelo exposto na Computex é um protótipo, é possível que sofra algumas alterações até ser lançado no fim desse ano.
Com informações: Gizmodo
Dell revela XPS 11, notebook híbrido com tela de altíssima resolução
Posted: 03 Jun 2013 12:13 PM PDT
O Google acabou de enviar um comunicado afirmando que reduziu o preço oficial do Nexus 4, smartphone com Android puro fabricado no Brasil pela LG. No evento de lançamento, ocorrido no final de março com a participação de Hugo Barra, o Nexus 4 foi anunciado por R$ 1.699. Agora, dois meses depois, o preço sugerido caiu para R$ 1.499.

Antes mesmo do Google Brasil anunciar a redução, algumas lojas já faziam promoções que baixavam o preço do Nexus 4 para menos que o novo valor de R$ 1.499. Em lojas como a Fast Shop, por exemplo, promoções do Nexus 4 por R$ 1.250 eram bastante comuns. Mas como o preço oficial foi reduzido, isso significa que veremos ofertas mais tentadoras nas próximas semanas.
Hugo Barra, VP de Android, apresentando o Nexus 4 no Brasil
Hugo Barra, VP de Android, apresentando o Nexus 4 no Brasil
De acordo com o Google, a redução do Nexus 4 foi possível devido à Lei do Bem, que zera alíquotas de PIS e Cofins de smartphones que se encaixam nas especificações, e o fato do aparelho ser fabricado no Brasil.
O Nexus 4 tem processador quad-core Snapdragon S4 Pro de 1,5 GHz, 2 GB de RAM, 16 GB de armazenamento interno e tela IPS LCD de 4,7 polegadas com resolução de 1280×768 pixels. Ele vem de fábrica com a última versão do Android, a 4.2.2 Jelly Bean, e as atualizações são distribuídas pelo próprio Google. Mesmo sem 4G ou câmera espetacular, o Nexus 4 se tornou um custo-benefício ainda melhor.
Ele é vendido oficialmente por Ponto Frio, Fast Shop, Submarino, Saraiva, Magazine Luiza, Fnac, Colombo, Drebes, Eletromar, Novo Mundo e Pernambucanas. Como alguns lojas oferecem 10% de desconto para pagamento à vista, agora é possível encontrar o Nexus 4 facilmente por R$ 1.349,10 sem usar nenhum cupom de desconto.
A LG anunciou que o modelo branco do Nexus 4, anunciado recentemente lá fora, também será vendido no Brasil. O aparelho deve chegar às lojas a partir da segunda semana de junho, mas "o preço ainda não está definido".
Atualizado às 16h37 com o posicionamento oficial do Google Brasil sobre os motivos da redução de preço.
Google reduz preço do Nexus 4 no Brasil
Posted: 03 Jun 2013 10:02 AM PDT
A Foxconn e a Mozilla firmaram uma parceria que irá colocar cinco novos aparelhos que rodam Firefox OS no mercado, sendo que um deles é um tablet. O anúncio foi feito na Computex, feira de computação que ocorre em Taiwan nessa semana.

Créditos: Engadget
Além da foto acima, o gadget em questão não teve mais informações reveladas: nada de especificações, data de lançamento ou preço, pelo menos por enquanto. Mas, se a intenção for a mesma que dos smartphones com Firefox OS, a configuração deve ser básica e o valor, baixo.
Nenhum dos jornalistas presentes na Computex pôde mexer no aparelho, apenas tirar fotos.
A parceria entre as empresas deve render outros tipos de aparelhos e não apenas smartphones e tablets. No entanto, a Foxconn afirmou que continua sendo apenas fabricante de gadgets, não uma marca.
No Brasil, é esperado que o primeiro aparelho com o sistema operacional da Mozilla chegue às lojas no segundo semestre. Há um rumor  de que será lançado pela LG, mas a informação não foi confirmada.
Com informações: The Next Web, INFO
Foxconn e Mozilla vão lançar tablet com Firefox OS
Posted: 03 Jun 2013 07:55 AM PDT
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Desde que assumiu o cargo mais alto do Yahoo, em julho do ano passado, Marissa Mayer não tem economizado esforços para reerguer o portal. Nem dinheiro: ela compra uma startup atrás da outra, a maioria para levar cérebros para o setor mobile da empresa.
Listamos todas as aquisições feitas até agora pela CEO em um infográfico. Foram 12, sendo a mais cara delas o Tumblr, por 1,1 bilhão de dólares, e há rumores de quais podem ser as próximas. Não seria surpreendente, aliás, se o infográfico precisasse ser atualizado até o fim do dia!

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 Infográfico por Marcel Müller. Colaboraram Paulo Higa, Thássius Veloso e Thiago Mobilon.
Infográfico: compras de Marissa Mayer no Yahoo
Posted: 03 Jun 2013 07:48 AM PDT
Na Computex 2013, a Acer anunciou o Iconia W3, um tablet com Windows 8 que possui tela de 8,1 polegadas. Antes dele, os tablets com o sistema operacional da Microsoft estavam restritos às telas acima de 10 polegadas. A Acer também apresentou uma nova versão do ultrabook Aspire S7 e um poderoso notebook Aspire S3 com GPU dedicada da Nvidia.

Iconia W3

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O Acer Iconia W3 tem tela de 8,1 polegadas com resolução de 1280×800 pixels. Ele possui processador dual-core Intel Atom Z2760 de 1,8 GHz, então não roda Windows RT, mas sim o Windows 8 completo – o que não significa, claro, que você vai conseguir executar softwares pesados na área de trabalho clássica de maneira satisfatória.
Há modelos com 32 GB ou 64 GB de armazenamento interno, com entrada para cartão microSD, além de câmeras frontal e traseira de 2 megapixels e conexão Wi-Fi. A bateria dura até oito horas. Nas laterais, há portas microHDMI e microUSB. Ele é bem pesadinho para um tablet de 8,1 polegadas, com 500 gramas, e tem 11,4 mm de espessura.
O pequeno tablet com Windows 8 vai custar a partir de US$ 379 lá fora e vem com uma licença do Office. Ele suporta um teclado externo, de 80 dólares, que é bem mais largo que o próprio tablet e deixa o visual estranho.

Aspire S7

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A Acer também revelou produtos do outro extremo de preço: um deles é a nova geração do Aspire S7, um ultrabook que está sendo vendido no Brasil por quase R$ 6 mil.
O novo Aspire S7 traz os novos processadores Intel de quarta geração, com melhor eficiência energética, e aumentou a bateria de 4.680 mAh para 6.280 mAh (com 1 mm a mais na espessura), então a autonomia deve ter melhorado. De acordo com o The Verge, a bateria era um dos principais pontos fracos do S7 antigo: nos testes, o ultrabook aguentou míseras três horas longe da tomada.
Na configuração padrão, com 8 GB de RAM, touchscreen 1080p de 13,3 polegadas, 128 GB de SSD, duas portas USB 3.0 e GPU integrada, o Aspire S7 tem preço sugerido de US$ 1.399. Ele pesa apenas 1,3 kg e tem 13 mm de espessura.
Você também pode trocar a tela 1080p por uma com resolução de 2560×1440 pixels, mas a Acer não divulgou o preço (e a brincadeira não deve sair barata).

Aspire S3

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O Aspire S3 se parece com o Aspire S7, mas é 25% mais pesado (1,65 kg) e mais espesso (18 mm). Em vez da memória flash, há um disco rígido de 1 TB. E a GPU é uma GeForce GT 735M que, apesar de não ser as melhores da série 700 da Nvidia, deverá se sair melhor que a GPU integrada da Intel nos jogos. O Aspire S3 ainda não teve o preço divulgado.
Com informações: Engadget, The Verge.
Acer anuncia Iconia W3, um tablet pequeno com Windows 8
Posted: 03 Jun 2013 07:00 AM PDT
Depois de meses de espera, o Twitter anunciou hoje que o Vine, app para compartilhar vídeos curtos, chegou ao Android. Ele não tem todos os recursos da versão para iOS, pelo menos por enquanto, mas foram prometidas atualizações que irão disponibilizar todos eles e outros exclusivos.


O primeiro recurso exclusivo é o zoom, que não existe no Vine para iOS. No entanto, nessa primeira versão, quem tem Android fica sem funções muito básicas, como mencionar outro usuário, utilizar hashtags, aproveitar a câmera frontal do smartphone para gravar e até compartilhar no Facebook (só dá para enviar o vídeo para o Twitter).
Ou seja, apesar de ter finalmente chegado ao Android, o Cinemagram continua mais versátil.
Agora, o mais estranho: o link da postagem que anunciava a chegada do Vine ao Android levava a uma mensagem de erro no Google Play. Buscando “na unha”, também não encontramos o app. Provavelmente o envio ainda não havia sido concluído e a postagem se adiantou um pouco.
Agora, já está disponível.
Atualizado às 11h49
Com informações: The Verge
Finalmente: Twitter anuncia chegada do Vine ao Android
Posted: 03 Jun 2013 06:39 AM PDT
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A Asus está mostrando alguns notebooks e tablets novos na Computex 2013 em Taiwan, mas um produto chamou a atenção: o Transformer Book Trio é um notebook que possui não um, mas dois processadores Intel. Ele é capaz de rodar Windows 8 e Android e tem esse nome porque é um híbrido de notebook, tablet e desktop.

A ideia de rodar Windows 8 e Android no mesmo dispositivo não é nova: a própria Asus havia feito isso com o Transformer AiO, um all-in-one anunciado na Computex 2012 com processador Intel na parte desktop e Tegra 3 na parte tablet, responsável por rodar o Android 4.1 Jelly Bean.
O Transformer Book Trio funciona de maneira semelhante ao Transformer AiO, mas possui dois processadores Intel: um poderoso Core i7 de quarta geração e um econômico Atom de 2 GHz. O teclado é destacável, então você pode usá-lo como tablet ou notebook. É possível conectá-lo a um monitor externo, transformando o aparelho num desktop.
De acordo com a Asus, os dados do usuário podem ser sincronizados entre o Windows 8 e o Android, apesar da estranha combinação de hardware de armazenamento: são 750 GB de HD na dock e 64 GB de SSD no tablet. A bateria dura até 15 horas. Ainda não há preço ou data de lançamento.
Com informações: The Verge.
Asus Transformer Book Trio é um híbrido com dois processadores que roda Windows 8 e Android
Posted: 03 Jun 2013 06:17 AM PDT
A Samsung revelou hoje mais dois tablets da nova família Galaxy Tab 3. Além do modelo de 7 polegadas, anunciado no final de abril, agora há opções com telas de 8 e 10,1 polegadas. Eles rodam o Android 4.2 Jelly Bean com a interface TouchWiz da Samsung e possuem modelos com conexões Wi-Fi e LTE.

Galaxy Tab 3 de 8 polegadas

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O Galaxy Tab 3 de 8 polegadas tem tela TFT com resolução de 1280×800 pixels. Com bordas laterais bem estreitas, ele parece um Galaxy S4 esticado e pode ser segurado com apenas uma mão.
O hardware é formado por processador dual-core de 1,5 GHz, 16 GB ou 32 GB de armazenamento interno (com entrada para microSD de até 64 GB) e 1,5 GB de RAM. A câmera traseira tira fotos de 5 megapixels e grava vídeos em 720p, enquanto a câmera frontal tem resolução de 1,3 MP.
O tablet de 8 polegadas pesa 314 gramas, tem apenas 7,4 mm de espessura e possui bateria de 4.450 mAh.
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Galaxy Tab 3 de 10,1 polegadas

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A regra do "maior é melhor" não se aplica aos tablets da Samsung. No Galaxy Tab 3 de 10,1 polegadas, a tela aumentou, mas a resolução é a mesma, de 1280×800 pixels, o que resulta numa estranha definição de 149 ppi para os padrões atuais. A resolução da câmera traseira diminuiu para 3 megapixels e a RAM é de 1 GB.
A Reuters publicou um rumor na quinta-feira (30) afirmando que o Galaxy Tab 3 de 10,1 polegadas chegaria com processador Intel, mas a Samsung se limitou a dizer que o tablet possui chip dual-core de 1,6 GHz.
As opções de armazenamento são as mesmas: 16 GB ou 32 GB (com entrada para microSD), dos quais cerca de 11 GB e 26 GB, respectivamente, estão disponíveis para o usuário. Ele tem bateria de 6.800 mAh e espessura de 7,95 mm.
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Os dois modelos rodam a interface TouchWiz da Samsung e trazem uma série de aplicativos e funcionalidades embutidas, como o S Translator, que traduz texto e voz; o S Travel, que mostra informações e pontos de interesse como hotéis e restaurantes nos locais onde você vai visitar; e efeitos de som Sound Alive e Dolby Surround.
Ambos possuem conexão LTE de seis bandas, HSPA+ e Wi-Fi. A ficha de especificações informa o suporte a frequência de 2.600 MHz usada no 4G brasileiro. Eles começam a ser vendidos em junho, ainda sem preço definido.
Galaxy Tab 3 ganha modelos de 8 e 10,1 polegadas

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